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domingo, 22 de fevereiro de 2015
Para os candidatos a eletiva de musica de 2015, se houver, um motivo para que haja Because the Beatles
Linda, belissima tanto a original quanto essa cover muitissimo bem executada a capela.
Because
Because the world is round it turns me on
Because the world is round... aahh
Because the wind is high it blows my mind
Because the wind is high... aahh
Love is old, love is new
Love is all, love is you
Because the sky is blue, it makes me cry
Because the sky is blue... aahh
Mundo do Trabalho versão 2015 bem vindas 3ª1 e 3ª2 Escola de Tempo Integral Gabriel Pozzi Limeira SP
Queridos alunos e alunas das 3ªs Série 1 e 2, é com enorme satisfação que inicio o caminho de iniciação para a agrande maioria de vcs nessa "selva" em que consiste o mercado de trabalho.
Espero de coração que todas as trilhas que percorrermos juntos sejam de grande valia para cada um de vcs, e os levem ao encontro de seus verdadeiros anseios de inserção no mundo do trabalho, sejam eles quais forem.
O primeiro passo, na verdade é navegar no oceano do auto conhecimento de cada um e de todo o grupo a que pertencem todos em cada uma das terceiras séries.
E para tanto segue abaixo a sequencia de nossa primeira atividae em sala de aula.
Queridos educando partamos então, icemos as velas e naveguemos a todo pano rumo ao seu futuro!
Professor Claudio Correa
quarta-feira, 18 de fevereiro de 2015
Alessandro Giuseppe Antonio Anastasio Volta O Homem que inventou a Pilha
Alessandro Giuseppe Antonio Anastasio Volta
foi um físico italiano, que nasceu a 18 de fevereiro de 1745, tendo falecido na
mesma cidade a 5 de março de 1827.
Ficou conhecido especialmente pela invenção da bateria
.
Mais tarde, viria a receber o título de conde.
Volta foi educado em Como, Itália, onde ele se tornouprofessor de Física na
Escola Real em 1774.
A sua paixão foi sempre o estudo da eletricidade
.
De vi attractiva ignis electrici ac phaenomenis inde pendentibus foi seu
primeiro livro científico.
Em 1775 ele criou o eletróforo, uma máquina que produzia eletricidade estática
.
Em 1779 ele tornou-se professor de Física na Universidade de Pavia, posição
que ocupou durante 25 anos.
Em 1794, Volta casou-se com Teresa Peregrini, filha de Count Ludovico
Peregrini; o casal teve três filhos
.
Em 1800, como o resultado de uma discórdia profissional sobre a resposta
galvânica, advocado por Luigi Galvani
Volta desenvolveu a tão-falada pilha voltaica (comprovando que para a
produção de eletricidade, a presença de tecido animal não era necessária), um
predecessor da bateria elétrica
Volta determinou que os melhores pares de metais dissimilares para a
produção de eletricidade eram zinco e prata
.
Inicialmente, Volta experimentou células individuais em série, cada célula
sendo um cálice de vinho cheio de salmoura na qual dois elétrodos dissimilares
foram mergulhados
.
A pilha elétrica substituiu o cálice com um cartão embebido em salmoura
.
(O número de células, e consequentemente, a voltagem que poderiam
produzir, estava limitado pela pressão exercida pelas células de cima, que
espremeram toda a salmoura do cartão da célula de baixo)
.
Em honra ao seu trabalho no campo da eletricidade, Napoleão fez de Volta um
conde em 1810; em 1815, o Imperador da Áustria nomeou Volta professor de
Filosofia na Universidade de Pádua.
Volta está enterrado na cidade de Como, Itália.
O Templo Voltiano perto do Lago Como é um museu dedicado ao trabalho do
físico italiano; os seus instrumentos e publicações originais estão expostos
neste local.
Em 1881 uma importante unidade elétrica, o Volt, foi nomeada em homenagem
a Volta.
Também em sua homenagem, uma cratera lunar recebeu este nome.
quinta-feira, 27 de novembro de 2014
Escolas Públicas Estaduais Sofrem corte de verbas...pra onde foi a grana?
Verbas: a Udemo protesta !
De acordo com o Comunicado Conjunto CISE (Coordenadoria de Infraestrutura e Serviços Escolares) / COFI (Coordenadoria de Orçamentos e Finanças) nº 02 / 2014, o sistema de compras por meio da Rede de Suprimentos, para atender as escolas, foi fechado em 01/11/2014, “para revisão”, e será reaberto em 15 / 01 / 2015.
Em resumo, a verba que a escola recebia para comprar materiais de consumo foi cortada, sumariamente, sem nenhuma consulta, sem nenhum aviso prévio. Como essa verba tinha um fluxo mensal e não podia ser usada para estocagem, as escolas ficarão sem material de consumo nos meses de novembro, dezembro e janeiro.
“Mas não ficarão totalmente sem material, porque as Diretorias de Ensino receberão uma quantia para dividir entre as unidades” – cerca de dez por cento (!!) do total necessário ! Essa informação foi enviada às DREs ! É um misto de ‘cara de pau’ com demagogia barata. Cortaram a verba e ainda “jogaram as DREs no fogo”. Como elas vão se virar para fazer a distribuição ? Essa é uma daquelas medidas que conseguem desagradar a todos, indistintamente, desviando o foco do problema, do governo – lá em cima - para seus agentes – aqui embaixo.
Como diz o jornalista, “isso é uma vergonha” ! Passadas as eleições, o governo federal autoriza aumentos; o governo estadual retira verbas da educação ! Da educação, que foi prioridade na campanha !
Conclamamos todos os nossos associados (e os não – associados, também) a protestar contra esse absurdo, esse crime perpetrado contra as nossas escolas, retirando delas as mínimas condições de funcionamento. Vamos reunir os Conselhos de Escola, as APMs, as Associações de Bairros e mostrar - lhes o que está acontecendo. Vamos procurar a imprensa e denunciar essa fraude – mais uma cometida contra a escola pública !
E vamos seguir o Decálogo da Udemo: não havendo verba, não haverá material; não havendo material, não haverá trabalho. E vamos oficiar à DRE, relatando os fatos.
Se não há dinheiro para as escolas funcionarem, então vamos, junto com a comunidade, fechar as escolas ! Ao menos, é uma atitude mais séria e mais honesta que alegar que “o sistema foi fechado para revisão” !
Quem ficou com essa verba que assuma as consequências !
segunda-feira, 2 de junho de 2014
Sociabilidade Idéia
Bela Rua quer tornar cidades mais receptivas para seus moradores
por Redação As Boas Novas
Intervenções acontecem em ruas, praças, becos ou qualquer outro espaço de convívio
O mesmo pessoal que criou o Curativos Urbanos está agora com mais uma boa ideia para deixar as cidades mais receptivas e seguras para seus moradores. A associação Bela Rua conduz intervenções urbanas para incentivar as pessoas a transformar os espaços públicos em lugares mais bonitos, divertidos e inspiradores.
As ações podem ocorrer em ruas, praças, becos ou qualquer outro espaço de convívio. Hoje há três projetos em andamento: Rua ao Cubo, Bate Papo com Café e Muro dos Sonhos.
O primeiro consiste na ocupação de um espaço com bancos de madeira, mesas, jogos e eventos culturais para atrair as pessoas da vizinhança. A ideia é que elas venham e contribuam com sugestões para melhorar o lugar onde vivem.
Já, o Bate Papo com Café funciona em uma pequena estrutura de mesas e bancos para receber quem está passando pela rua para sentar e jogar uma conversa fora, regada a café e biscoitos.
O Muro dos Sonhos, por sua vez, funciona como uma intervenção local em uma parede ou muro para que os moradores pintem frases sobre o que desejam para os arredores.
* Publicado originalmente no site As Boas Novas.
https://www.blogger.com/blogger.g?blogID=6350555123890633176#editor/target=post;postID=4930718665176132072
(As Boas Novas) sexta-feira, 23 de maio de 2014
Curiosidades: Quem foram os vikings e como eles descobriram a América
Quem foram os vikings e como eles descobriram a América
Carolina Vellei | 20/05/2014
Quando eu estava nas primeiras séries do Ensino Fundamental, os professores de Geografia costumavam pedir para os alunos copiarem com papel vegetal (isso ainda existe?) os mapas do mundo. Sempre fiquei intrigada para saber por que ao lado do nome “Groenlândia”, no continente americano, estava escrito “Dinamarca”, um país europeu que a gente pouco ouve falar na escola. Há alguns anos eu descobri o motivo disso. Foi por essa ilha gelada que chegaram os primeiros colonizadores do Velho Mundo, os vikings (saiba mais no quadro abaixo).
Pois é, não foi foi Cristóvão Colombo quem descobriu a América. A versão da descoberta feita pelos vikings é recente, no entanto. Até os anos 1960, pouco se sabia sobre isso. Apenas algumas lendas escandinavas, descritas nas “sagas” (relatos épicos em prosa, presentes nas culturas nórdica e germânica, sobre as viagens dos vikings) apontavam para esse fato. A confirmação científica veio com o trabalho do explorador norueguês Helge Ingstad e de sua mulher, a arqueóloga Anne Stine Ingstad. Eles encontraram, com a ajuda de pescadores, vestígios de um assentamento nórdico em L’Anse aux Meadows, no Canadá. Datações feitas por carbono 14 indicaram que os vestígios são mesmo do ano 1000, o que coincide com os relatos vikings (ou seja, provando a presença europeia na América quase 500 anos antes da chegada de Colombo, em 1492).
Quem eram os vikings
Como contado nessa reportagem da Aventuras na História, os vikings eram um povo de camponeses e pescadores que viveu no norte da Europa, nos territórios que hoje correspondem à Escandinávia – Dinamarca, Suécia e Noruega. O nome viking significa homem de vik, ou “baía”, embora alguns especialistas afirmem que sua origem pode ser a palavra “pirata” de antigas línguas escandinavas.
Os vikings praticavam a agricultura e dependiam da criação de gado, bodes, ovelhas e porcos para sobreviver. Eles se organizavam em clãs, espécie de tribos unidas por laços familiares e chefiadas por proprietários de terra, que também assumiam o papel de líderes militares. Os proprietários de terra formavam a classe mais alta da sociedade viking. A classe intermediária era composta por artesãos, pescadores e pequenos agricultores e, a mais baixa, por escravos capturados durante ataques a outras regiões.
A partir do final do século 8, espalharam o terror com os ataques que realizavam nas áreas costeiras da Irlanda, da Inglaterra, da França e da Rússia. Mas não dá para dizer que eles se tratava apenas de um povo bárbaro e violento. Também tinham grandes habilidades para o comércio e a navegação. Entre os séculos 9 e 11, eles foram a maior potência naval da Europa. A maior especialidade viking se concentrava na construção de embarcações, fortes e estáveis para aguentar longas viagens. Isso foi decisivo para a expansão de território e a chegada à Groenlândia.
Descoberta da América
Por volta do ano 1000, o explorador viking Leif Eriksson decidiu partir para além da Groenlândia. Seu próprio pai, Eric, o Vermelho, descobriu a ilha anos antes, em uma de suas viagens. Leif ouviu relatos de que árvores tinham sido avistadas próximo ao local. Como madeira é um item essencial para a construção e manutenção dos barcos, ele montou sua própria expedição e conseguiu chegar ao Canadá. Na primeira viagem ao local, acharam uvas, árvores, salmões e clima temperado. O contato com nativos só aconteceu na segunda expedição, em 1004, e não foi nada amistoso. Houve muito sangue. Apesar de também terem sofrido baixas, os vikings apelidaram os moradores da América de skræling, que poderia ser traduzido como “fracotes”. Aconteceram mais duas viagens às terras recém-descobertas antes do fim da colonização viking.
Nessa matéria da Aventuras na História dá para saber detalhes de como eles chegaram ao continente americano e entender alguns dos motivos que podem tê-los levado a abandonarem o território.
| De quem é a Groenlândia?
De volta a minha pergunta inicial: o que a Dinamarca tem a ver hoje com a Groenlândia? Vamos do início: em 1500, o português Gaspar Corte Real chegou à Groenlândia pelo Atlântico Sul. Um mapa português de dois anos depois já mostrava a Groenlândia como possessão portuguesa, pois ficava a leste da Linha de Tordesilhas. Mas, nesse caso, a posse ficou só no papel.
Em 1604, o rei Cristiano IV da Dinamarca enviou uma expedição para a ilha, porque ele achava que ainda tinham nórdicos morando lá. Não deu certo, pois o gelo atrapalhou a missão. Em 1721, com Hans Egede, os dinamarqueses conseguiram tomar posse do país novamente, mas não encontraram nórdicos, apenas inuítes, que mostraram a eles as ruínas onde os imigrantes europeus moravam. Hoje, 89% dos 56 mil groenlandeses são inuítes. Desde 2009, a Groenlândia é um país semiautônomo. A maioria da população apoia a independência total da Dinamarca. Um plebiscito vai resolver a questão em 2017.
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Fonte: Prof Fredy Ravazzy extraido de: http://guiadoestudante.abril.com.br/blogs/curiosidades-historicas/2014/05/20/quem-foram-os-vikings-e-como-eles-descobriram-a-america/?utm_source=redesabril_jovem&utm_medium=facebook&utm_campaign=redesabril_guiadoestudante
EE Prof. Gabriel Pozzi Aula de Sociologia Explanação de trabalho de pesquisa sobre Consumo versus Consumismo Turma 2ª3 EM
Nesta Situação de Aprendizagem, os alunos são provocados a discutirem os valores que o capitalismo incute no pensamento do consumidor modificando hábitos de consumo de subsistência em vícios de comportamento muitas vezes repletos de mecanicismos repetitivos e ainda, sem necessidade real, levando ao consumidor a adquirir objetos dos mais variados gêneros e procedências sem que ele necessite daquele item.
No segmento comida e bebida, a variedade oferecida ao consumidor é tão grande que cada fabricante usa um ou vários tipos de artífices de propaganda para captar o gosto do cliente ou ainda propor a este, algo que ele "nunca" experimentou.
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| As alunas Rafaela e Isabella da 2ª3 explicam ao professor e a sua turma, as técnicas mercadológicas usadas pela marca de cerveja, para conquistar o consumidor |
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