terça-feira, 28 de setembro de 2010

O BARÃO DE ITARARÉ

Barão de Itararé - (Apparício Torelly)

"Al Barón de Itararé

un grande entre los grandes,

con respeto le saluda de pie

el poeta de los Andes:

 
Neruda.


(Pablo Neruda, 1945)

Nome:


Apparício Fernando


de Brinkerhoff Torelly






Nascimento:
29/01/1895
Natural: Rio Grande do Sul
Morte:  27/11/1971










Apparício Fernando de Brinkerhoff Torelly, o Barão de Itararé, nasceu na cidade de Rio Grande, no interior do Estado do Rio Grande do Sul, um local próximo à fronteira com o Uruguai, no dia 29 de janeiro de 1895.



Em 1906 matricula-se, como interno, no Colégio Nossa Senhora da Conceição, em São Leopoldo-RS, onde faz o seu primeiro jornal manuscrito, intitulado "Capim Seco", com tiragem de um exemplar, em 1909.



Deixa o colégio após cursar o 5º. ano ginasial, em 1911. Anos depois, por pressão familiar, matricula-se na Faculdade de Medicina de Porto Alegre-RS.



"Pontas de Cigarros", "versos diversos" e "poemas bem humorados", o primeiro e único livro com seu nome verdadeiro, é publicado em 1916.



Em 1918, durante suas férias, sofre um derrame quando andava a cavalo na fazenda de um tio. Face ao problema surgido, abandona a Faculdade no 4º. ano e inicia viagens pelo interior do estado, fazendo conferências sobre diversos assuntos. Publica sonetos e artigos em jornais e revistas, como: "Kodak", "A Máscara" e "Maneca". A partir de então, dedica-se exclusivamente ao jornalismo. Nessa mesma época funda "A Noite e a Reação", "A Tradição" e " O Chico", seu primeiro jornal de humor. Casa-se com Alzira Alves, com quem tem três filhos: Ady, Ary e Arly.



Já separado, em 1925, muda-se para o Rio de Janeiro. Começa a trabalhar no jornal "O Globo" como articulista, tendo como padrinho Irineu Marinho, Diretor-proprietário daquele matutino. Com sua morte, naquele mesmo ano, Aparício Torelly desliga-se do jornal e, a convite de Mário Rodrigues (pai de Nelson Rodrigues), ex-secretário do Correio da Manhã, começa a escrever uma coluna na primeira página da que, no futuro, seria "A Manhã". Com ele vai Andres Guevara, ilustrador, que conhecera há pouco.



No dia 2 de janeiro de 1926 estréia n'"A Manhã" com a coluna intitulada "A manhã tem mais...", assinada sob o pseudônimo de Apporelly. Diante da boa receptividade que obteve, o humorista é levado a criar outra coluna, também na primeira página.



Aproveitando-se da data, em 13 de maio de 1926 abandona o emprego e funda seu próprio jornal, "A Manha", um tablóide de circulação nacional. O jornal é um sucesso completo, superando as fórmulas já velhas conhecidas dos leitores, como "O Malho", "Fon-Fon" e "Careta".



Historia contada sobre o autor: Corria o ano de 1928. Em Porto Alegre, uma conferência sobre pesquisa para descobrir a causa da aftosa (doença que ataca o gado) mobilizava um público atento. Getúlio Vargas, então deputado no Distrito Federal (Rio de Janeiro), estava presente. O conferencista, dono de argumentação técnica consistente, impressionava. No encerramento, disse:



— É imperioso que desenvolvamos esse tipo de pesquisa, para benefício do Brasil, pois que uma vacina eficaz contra a aftosa tem grande significado econômico.



Criado o clima de gran finale, aumentou a voltagem atmosférica, ao desafiar, subitamente:



— Afinal de contas, quem é que somos nós? Repito: quem é que somos nós?



Ato contínuo, frente a uma platéia literalmente hipnotizada, o conferencista começou a dançar e a cantar o conhecido hino: "Nós somos da pátria amada, fiéis soldados...". E dançando e cantando saiu da sala.



Em 1929 "A Manha" circula como encarte semanal do jornal "O Diário da Noite", por quatro meses. O jornal, do conhecido Assis Chateaubriand, na primeira semana dobra a tiragem, vendendo 15.000 exemplares, até atingir a marca de 125.000 exemplares na data da publicação do programa da Aliança Liberal.



Sempre irreverente, em 1930, com a revolução, o autor proclama-se Duque de Itararé, herói da batalha que não houve. Semanas depois, rebaixa-se a Barão como prova de modéstia. No dia 02 de setembro de 1932 é preso pela 4º. delegacia auxiliar (responsável pela ordem política e social), após "delirante atividade revolucionária" mantida nas páginas d' "A Manha" e constantes estocadas contra o governo instalado pela revolução.



O ano de 1934 marca a abertura do "Jornal do Povo", em outubro, em companhia de Aníbal Machado, Pedro Mota Lima e Osvaldo Costa. Nos dez dias em durou, o jornal publica em fascículos a história de João Cândido, um dos marinheiros da revolta de 1910. O Barão é seqüestrado e espancado por oficiais da marinha nunca identificados. Depois do atentado retorna à redação e afixa uma placa na porta: "Entre sem bater".



Preso, novamente, em 09 de dezembro de 1935, por ser militante e um dos fundadores da Aliança Nacional Libertadora, permanece "em cana" durante todo o ano de 1936, primeiro a bordo do navio presídio D. Pedro I, depois na Casa de Detenção do Rio de Janeiro; juntamente com Hermes Lima, Eneida de Morais, Nise da Silveira e Graciliano Ramos. Dona Zoraide, sua segunda mulher, falece nesse ano.



Este último, em "Memórias do Cárcere", referiu-se por diversas vezes ao Barão, tendo dito: "... Ao fundo, Apporelly arrumava cartas sobre uma pequena mesa redonda, entranhado numa infinita paciência. Avizinhei-me dele, pedi notícias do livro que me anunciara antes: a biografia do Barão de Itararé. Como ia esse ilustre fidalgo? A narrativa ainda não começara, as glórias do senhor barão conservavam-se espalhadas no jornal. Ficariam assim, com certeza: o panegirista não se decidia a pôr em ordem os feitos do notável personagem."



Mas suas citações sobre o Barão em seu famoso livro desagradaram a amigos do enfocado, como se pode perceber nas declaração de Carminda de Azevedo Mendes Steed, amiga de Apparício: "...E quem leu "Memórias do Cárcere" e quem conheceu o Apporelly, fica com uma bruta duma raiva do seu Autor, o insigne, amargo, festejado, realista, seco como o sertão -- ah, um cactos o cáustico Graciliano, quando relata o dia a dia de seus companheiros presos e onde focaliza um Apporelly piadista, loquaz e festeiro, durante o dia sempre tentando levantar o moral de todo o mundo e um pobre desvalido, acometido de tremuras e suadeiras à noite como que atrapalhando, incomodando o repouso de seus companheiros. Um covarde travestido de bufo? Não seria isso mesmo que a gente lê nas entrelinhas?".



E concluía: "...Sabia lá Graciliano se essas noites nos dormitórios extensos de altas paredes e silêncios seculares onde o interno de São Leopoldo, nas mãos daqueles Mestres (que Ele, convenhamos, amava) alemães e jesuítas, como se não bastasse serem só alemães ou só jesuítas, aquele menino carente e vulnerável, órfão de mãe e premiado por um pai truculento e lacônico, ou seriam essas noites no Pedro I não o reflexo de sua infância já tão antiga, mas, a realidade do aqui e agora da infância e adolescência de seus filhos -- sem mãe também e jogados às traças por um amigo desleal a quem Apporelly os confiou."



Solto em 21 de dezembro de 1936, com outros 100 presos, reabre "A Manha", que só consegue funcionar por um ano, sob severa censura do DIP. Casa-se, pela terceira vez, com D. Juracy, que lhe dá mais um filho, Amy Torelly.



Janeiro de 1938 marca sua volta ao "Diário de Notícias", do Rio de Janeiro, e da coluna "A manhã tem mais...", onde colabora por quase seis anos.



No dia 27 de janeiro de 1939 é preso novamente por três dias. O fato se repetirá diversas vezes até o fim do Estado Novo.



D. Juracy, sua esposa, falece em 1940, ao dar à luz àquele que seria seu segundo filho com ela. A criança também falece. Apporelly retira-se para uma chácara em Bangu, no Rio, cedida pelo industrial Guilherme da Silveira Filho, e ali instala um laboratório onde desenvolve pesquisas sobre a vacina contra a febre aftosa, baseado em teorias de Pasteur.



Sua filha Ady morre em 1943, vítima de complicações pós-operatórias provocadas pela extração do apêndice.



Homenageado com um jantar na Associação Brasileira de Imprensa (ABI), por amigos e jornalistas, em 1944, pelos seus 25 anos de jornalismo, no ano seguinte o Barão encabeça, no ano seguinte, um abaixo-assinado por liberdades democráticas. Ressurge "A Manha" com enorme sucesso, superando o que havia feito nas décadas de 20 e 30, contando com a colaboração de renomados escritores, tais como: José Lins do Rego, Sérgio Milliet, Rubem Braga, Raimundo Magalhães Jr. e Álvaro Lins. Arnon de Melo assume a área comercial do jornal e incentiva o aparecimento da figura do Barão como garoto-propaganda. Participa ativamente da campanha de Yedo Fiuza, candidato oficial do Partido Comunista Brasileiro (PCB) à presidência da República.



Candidata-se à Câmara do Distrito Federal pelo PCB e, provando sua popularidade, é o oitavo mais votado de sua bancada, a qual obtém maioria na Câmara de Vereadores. O slogan da campanha foi: "Mais leite, mais água, mas menos água no leite — Vote no Barão de Itararé, Apparício Torelly." A convite de Luiz Carlos Prestes, passa a colaborar com a "Folha do Povo". Faziam parte da equipe Carlos Drummond de Andrade, Di Cavalcanti, Jorge Amado e o jovem Sérgio Porto (posteriormente conhecido como Stanislaw Ponte Preta). No final do ano o registro do PCB é cassado e seus representantes eleitos perdem seus mandatos.



Fortuna, um dos melhores humoristas que este país já teve, disse: "...Se, primeiro por inexistência e depois por criancice, não o alcancei nos anos 30, nem por isso ele deixou de me alcançar através d' "A Manha" de 46, "o único quintaferino que sai às sextas". Ele podia achar o máximo essa autogozação, mas em São Luís do Maranhão eu tinha que reciclá-la para "o único quintaferino que chega dois meses depois". Parece que devido a gastos de guerra estava em vigor o racionamento de troco. "A Manha" custava um passe de bonde. Eu ia para o colégio a pé, rindo. Sou-lhe grato por ter amenizado as ladeiras que por sua causa tive que subir."



Em virtude de problemas financeiros, "A Manha" deixa de circular, em 1948.



O Barão associa-se a Guevara e lança o primeiro "Almanhaque" ou "Almanaque d'"A Manha" em São Paulo (1949).



Com o sucesso do lançamento, anima-se o Barão e, em 1950 "A Manha" volta a circular, editada em São Paulo, onde o humorista passa a viver por algum tempo, ou seja, até setembro de 1952, quando o jornal deixa de circular, definitivamente.



Em 1955 lança dois "Almanhaques", no 1º. e 2º. semestres. Colabora com o jornal "Última Hora". Velho e cansado, fixa-se novamente no Rio e casa-se, pela quarta e última vez com Aida Costa, que teve fim trágico anos depois.



Viaja pela China, em 1963, a convite do governo de Pequim, com passagem por Praga e Moscou. Nos anos seguintes (1964/1970), dedica-se a seus "horóscopos biônicos" e "quadrados mágicos". Passa a maior parte do tempo estudando e vive só em um pequeno apartamento em Laranjeiras, bairro do Rio de Janeiro.



Carminda diz mais: "...Esclerose — só é! Sentenciavam alguns sectários, donos da verdade. Pureza, alma sensível, gentil. Caráter impoluto. Teve dignidade por toda sua vida — respeito por todo mundo e por todas coisas. E teve dignidade ao morrer. Morreu sozinho para não sofrerem por ele enquanto estava morrendo."



No dia 27 de novembro de 1971, falece aos 76 anos de idade, Apparício Torelly.



Livros Publicados:



Do Autor:

- Pontas de Cigarros, Apparício Torelly, Rio de Janeiro - 1925

- "O Globo" - Rio de Janeiro - 1925 - artigos

- "A Manhã" - Rio de Janeiro - 1926 - artigos

- "A Manha" - Rio de Janeiro - 1926-1952 - artigos

- "Jornal do Povo" - Rio de Janeiro - 1934 - artigos

- "Avante", "Homem Livre", "O Povo" - RJ - Década de 30 - artigos

- "Diário de Notícias" - Rio de Janeiro - 1938-1942 - artigos

- "Almanhaque" - São Paulo - 1949 - 1º. semestre

- "Almanhaque" - São Paulo - 1955 - 1º. semestre

- "Almanhaque" - São Paulo - 1955 - 2º. semestre

- "Última Hora" - São Paulo - 1955-1959 - artigos esparsos

- "Almanhaque" - Agência Studioma Editora - São Paulo - 1989 (reedição de 1955)


Sobre o Autor:

- "Apporely Cientista", in Revista Diretrizes, 06/03/1941 - Otávio Malta

- "O único Barão da República", in Realidade, janeiro/1970 - Fortuna

- "Barão de Itararé" - Leandro Konder, Edit. Brasiliense - São Paulo/1983

- "O Barão de Itararé" - Ernani Só, Porto Alegre/1984

- "Máximas e Mínimas do Barão de Itararé" - Afonso Felix de Souza (org) - Editora Record - Rio de Janeiro/1986

- "As duas vidas de Apparício Torelly", Cláudio Figueiredo, Editora Record - Rio de Janeiro/1987

Homenagens:
Há duas escolas com o nome "Barão de Itararé" no Rio de Janeiro: uma em Marechal Hermes e outra em Santa Cruz. Em Japeri, Baixada Fluminense, o CIEP 402 leva o nome de Apparício Torelly.

Fontes: Livros do e sobre o autor, sites da Internet.







segunda-feira, 27 de setembro de 2010

SOBRE A EDUCAÇÃO NO BRASIL

A Evolução da Educação:


Antigamente se ensinava e cobrava tabuada, caligrafia, redação, datilografia...
Havia aulas de Educação Física, Moral e Cívica, Práticas Agrícolas, Práticas Industriais e cantava-se o Hino Nacional, hasteando a Bandeira Nacional antes de iniciar as aulas...

Leiam o relato de uma Professora de Matemática:

Semana passada, comprei um produto que custou R$ 15,80. Dei à balconista R$ 20,00 e peguei na minha bolsa 80 centavos, para evitar receber ainda mais moedas. A balconista pegou o dinheiro e ficou olhando para a máquina registradora, aparentemente sem saber o que fazer.

Tentei explicar que ela tinha que me dar 5,00 reais de troco, mas ela não se convenceu e chamou o gerente para ajudá-la.

Ficou com lágrimas nos olhos enquanto o gerente tentava explicar e ela aparentemente continuava sem entender.

Por que estou contando isso?

Porque me dei conta da evolução do ensino de matemática desde 1950, que foi assim:



1. Ensino de matemática em 1950:


Um lenhador vende um carro de lenha por R$ 100,00.


O custo de produção é igual a 4/5 do preço de venda.


Qual é o lucro?



2. Ensino de matemática em 1970:


Um lenhador vende um carro de lenha por R$ 100,00.


O custo de produção é igual a 4/5 do preço de venda ou R$ 80,00. Qual é o lucro?



3. Ensino de matemática em 1980:


Um lenhador vende um carro de lenha por R$ 100,00.


O custo de produção é R$ 80,00.


Qual é o lucro?



4. Ensino de matemática em 1990:


Um lenhador vende um carro de lenha por R$ 100,00.


O custo de produção é R$ 80,00.


Escolha a resposta certa, que indica o lucro:


( )R$ 20,00 ( )R$ 40,00 ( )R$ 60,00 ( )R$ 80,00 ( )R$ 100,00



5. Ensino de matemática em 2000:


Um lenhador vende um carro de lenha por R$ 100,00.


O custo de produção é R$ 80,00.


O lucro é de R$ 20,00.


Está certo?


( )SIM ( ) NÃO



6. Ensino de matemática em 2009:


Um lenhador vende um carro de lenha por R$ 100,00.


O custo de produção é R$ 80,00.


Se você souber ler, coloque um X no R$ 20,00.


( )R$ 20,00 ( )R$ 40,00 ( )R$ 60,00 ( )R$ 80,00 ( )R$ 100,00



7. Em 2010 vai ser assim:


Um lenhador vende um carro de lenha por R$ 100,00.


O custo de produção é R$ 80,00.


Se você souber ler, coloque um X no R$ 20,00.


(Se você é afro descendente, especial, indígena ou de qualquer outra minoria social não precisa responder).


( )R$ 20,00 ( )R$ 40,00 ( )R$ 60,00 ( )R$ 80,00 ( )R$ 100,00



E se um moleque resolver pichar a sala de aula e a professora fizer com que ele pinte a sala novamente, os pais ficam enfurecidos pois a professora provocou traumas na criança.





“Todo mundo está 'pensando'

em deixar um planeta melhor para nossos filhos...

Quando é que se 'pensará'

em deixar filhos melhores para o nosso planeta?"

quinta-feira, 23 de setembro de 2010

ENTREVISTA EMPRESTADA DO BLOG DO TERREMOTO BLUES COM O MESTRE EDU GOMES

Edu Gomes é um dos músicos mais queridos da cena de blues do Brasil. Sempre que o assunto é guitarra seu nome é citado, pois além de um instrumentista extraordinária tem uma simplicidade gigantesca.

Neste artigo, Edu Gomes da uma aula para quem quer começar uma carreira na música, então leia e aproveite os conhecimentos e conselhos de um dos maiores mestres do nosso Blues.

TB: Conte qual a maior conquista de sua carreira, aquela que te deixa com orgulho de ter feito e o que você ainda não realizou e gostaria de fazer.


EG: "Primeiramente, o fato de eu ter construido uma carreira musical onde pude registrar minhas canções em CD, como também me apresentar ao vivo com bandas diversas e como sideman ao lado de artistas e músicos maravilhosos. Poder passar seu sentimento e energia para as pessoas através da música é muito gratificante, assim como olhar para trás e ver que a dedicação e amor à musa música trouxe frutos e aprendizados, tanto dos acertos como dos erros.


Gostaria de realizar mais dentro do que já fiz pois este é o maior desafio de uma carreira : dar continuidade com qualidade. Gravar o novo trabalho da Irmandade do Blues, Adriano Grineberg Quartet, ZFG Mob, Concerto de Cura, como também levá-los ao público cada vez mais, produzir novos trabalhos de bandas e artistas para cada vez mais evoluir em captação de som, arranjo, produção etc. Este é meu objetivo por um bom tempo!


Agora pra citar algo mais específico, fico muito feliz em ter depoimentos, tanto de e-mails como em video, do mestre Roberto Menescal, com o qual tive o prazer de gravar e fazer uma série de shows com a cantora Márcia Salomon. Pude experimentar a linguagem do Blues com bends e slides dentro da bossa nova, com seus acordes, cadências e melodias maravilhosas, porém bem mais complexas do que encontramos no Blues. Consegui criar uma liguagem própria dentro deste estilo o que acarretou em convites para outros trabalhos de MPB."



TB: Você tem grandes trabalhos como produtor, você acredita que seu conhecimento e experiência musical contribuem para ter ótimos resultados? Você prefere produzir ou tocar?


EG: "Confesso que adoro produzir, mas prefiro tocar. Tem mais adrenalina e emoção!
Quanto à contribuição como produtor, ela pode ser maior ou menor. Tudo depende do objetivo da banda/artista e o material que ele apresenta para atingi-lo.


Meu trabalho é viabilizar, tanto em termos de produção musical envolvendo arranjos, timbres etc, como na questão organizacional de um CD, que não é tão fácil como parece. Também trabalho muito como psicólogo, pois envolve músicos, artistas etc e consequentemente vaidades e egos. Posso afirmar que é como ser técnico de futebol. É isso! Sou técnico de artistas.rsrsrs


Quando estou tocando, gosto de chamar um produtor para ter uma opinião de fora. Muitas bandas reclamam quando o produtor põe a mão demais, mas na maioria das vezes o som apresentado possui muitas falhas de execução, arranjo e até concepção,entre outras coisas. Pode ser por falta de conhecimento, vaidade excessiva com a própria composição, ou os dois! Já gravei artistas que trouxeram tudo pronto e apenas tirei o som. Quando produzo e também gravo como guitarrista, apenas somo no arranjo, muitas vezes até sugerido pelo próprio artista, que tem convicção no que diz.


Quando interfiro no trabalho, sempre viso engrandecer o que já fazem. Passo a ser parte da banda/artista e portanto preciso trabalhar para que a música alcance seu máximo em potencial, tanto em canção como em som,timbre e interpretação, além de preservar ao máximo a imagem/produto que o artista estará apresentando ao público dele."



TB: Vamos falar especificamente do blues, que já teve momentos muito melhores aqui no Brasil e principalmente em São Paulo. O que você acha que levou a cena do blues estar assim?


EG: "Esta é uma pergunta difícil pois há muitas questões envolvidas, e até mesmo dúvidas à respeito. Tentarei ser sincero, baseado na minha experiência e nada mais, e sucinto pois o assunto é complexo!


Eu acho que em termos de festivais e espaços em Sesc etc, está melhor! Tenho tocado bastante ( bem mais que antes) nesses eventos com a Irmandade do Blues, André Christóvam, Adriano Grineberg e JJ Jackson.


Temos festivais no Sul (serra gaucha),Sudeste (Ilha Comprida, SESCs, Virada Cultural, Rio das Ostras, RJ, Ibitiboca-MG, Juiz de Fora etc) Centro-oeste ( Brasilia e Goiânia) e Nordeste (Oi Blues, Garanhuns, Guaramiranga). Mesmo com o fim do Nescafé Blues, nunca esteve tão bom!


Tem muita gente nova e promissora aparecendo por ai e em todo o Brasil.


Acho que o Blues teve uma queda muito grande em bares. E os bares são os que sustentam o Blues entre os festivais e são uma ótima escola para os novatos e também para os veteranos como sustento finaceiro e de carreira. Perdeu muito espaço para bandas de cover. Os motivos são variados: no fundo o público sempre gosta de ouvir o que conhece, paciência né? Mal sabem que isso mata o novo compositor/artista, que poderá ser famoso um dia e não tem espaço pra se mostar!

Porém, muitos músicos confundem música com showbusines.( o que eles querem!) São coisas distintas. O grande público não quer ficar ouvindo músicos tocando como se fosse uma jam, fato muito comum no Blues. Acabou cansando eu acho. As bandas/artistas de Blues que estão fazendo sucesso são aquelas que adotam a postura para isso, ou seja: fazem um show. Investem realmente em uma carreira. Têm proposta artistica mais concreta, personalidade, visual, performance, arranjo, sequencia lógica na apresentação de músicas em um show, que tem começo, meio e fim. Tudo pensado, e obviamente ( obrigatóriamente!!!) de boa qualidade. Eis ai um fator que pode tambem ter contribuido: qualidade. O Blues é realmente simples, mas não tão fácil. Sua simplicidade permite que pessoas com muito pouco experiência e vivência no mundo real da música, possam tocar o Blues. Isso é realmente um fato e não tem nada de mal, agora querer entrar no mundo da música e showbusines e ter resultados concretos de público, crítica e venda requer muita luta e conhecimento de causa, tanto do instrumento e estilo como da parte funcional. Tenho percebido isso na vida em geral e não só na música. Músicos me perguntam às vezes qual o "peixe" que a Irmandade do Blues tem pra entrar no "esquema" dos Sesc's e festivais e fico pasmo, pois minha resposta é a simples verdade: nosso "peixe" se resume em 18 anos de carreira com muita preocupação à qualidade musical e de show, em respeito à nós mesmos e ao público que nos assiste, e comprometimento profissional com nossos contratantes e colegas de trabalho, além de se melhorar como músico e pessoa. Nada mais que a obrigação!


Por último vem a questão cultural obviamente. Existem muitos fãs de Blues, mas o Brasil é muito grande e não existe, na minha opinião, um numero suficiente, tanto de fãs como artistas de real qualidade, para alimentar o Blues por ai afora dia e noite. Torná-lo uma "cultura". Essa luta será muito longa! Semrpre fui a favor da idéia de que quanto maior o numero de pessoas tocando Blues, mais espaços vão se abrir pois gerará interesse. Se um bar "abarrota" com o Blues, certamente seu concorrente irá abrir uma noite de Blues também!"



TB: Quais são seus projetos atuais? Com quem anda tocando?


EG: "Estamos divulgando o DVD da Irmandade do Blues, que teve a participação especial dos amigos Andreas Kisser e André Matos. Teremos shows em Minas Gerais, Distrito Federal, Santa Catarina, interior paulista e Nordeste até o fim do ano. Também estou fazendo o lançamento do CD "Key Blues"do Adriano Grineberg, que é meu parceiro no projeto de música para o bem estar chamado "Concerto de Cura" , cuja parceria já nos rendeu 7 CDs, e com o oitavo no forno. Estou tambem na pré produção do segundo CD do ZFG Mob, um projeto de rock instrumental ao lado do baterista Mário Fabre e do baixista Fábio Zaganin. Continuo na estrada com o cantor americano radicado no Brasil JJ Jackson, cujo último CD pude participar e também com a cantora de MPB Márcia Salomon, que inclusive me convidou para produzir seu 4º CD, o que me deixa feliz ,pois os dois primeiros foram produzidos por Roberto Menescal e o terceiro, o qual gravei, pelo Alexandre Fontanetti .No Cakewalking studio, acabei de produzir o CD de estréia do Leandro Henrique, cantor, compositor e violonista e que também integra a banda de Márcia Salomon. Uma grande promessa da nova MPB!


Meu segundo CD solo, que é instrumental, está em fase de masterização. Em breve!"



TB: Edu, já vi e escutei você tocando muitas vezes e admiro seu trabalho, por este motivo é muito bom ter você no Blog. Deixo este espaço para seus comentários finais.


EG: "Agradeço as palavras e a oportunidade de poder participar de seu blog, que tem divulgado o Blues para todos.


Peço desculpas se feri alguma opinião alheia, mas procurei ser sincero e sempre com o intuito de melhorar nosso meio de trabalho que precisa de renovação e melhorias.

FONTE: http://terremotoblues.blogspot.com/2010/09/mestres-das-seis-cordas-com-edu-gomes.html



Um dos mais frequentados bares de Natal encerra atividades nesta quinta-feira

23/09/2010 - 08:10
Atualizada em: 23/09/2010 às 08:10

Blues em ritmo de tango.
 Será este o clima no Sgt. Peppers na noite de hoje. Um dos maiores guitarristas e vocalistas de blues do cenário nacional será o responsável por jogar fora as chaves da porta do bar - um dos mais populares da cena musical da cidade.
Noite em grande estilo com o gaúcho Fernando Noronha & Black Soul para marcar a história de seis anos do Sgt. Peppers.
A mais nova banda do gênero na cidade, Eu Edu e os Caras, abre o show a partir das 22h.
A apresentação do bluesman Fernando Noronha representa também a edição de setembro do Oi Blues by Night.
Assim como as outras atrações que já subiram ao palco pelo projeto de blues itinerante, Noronha coleciona parcerias com músicos consagrados no estilo musical.
Junto com sua banda, Black Soul, o guitarrista tocou com: B.B King, Buddy Guy, Jeff Healey, Coco Montoya, Chris Duarte, Ron Levy, Phil Guy entre outros.
"Me sinto privilegiado por ter tido oportunidade de tocar com esses mestres e acho que foram muito importantes para o desenvolvimento e amadurecimento do nosso trabalho", disse Fernando Noronha.
Em cima do palco, Noronha tem levado muita música e diversão aos locais em que tem se apresentado.
Com seu "electric blues" contemporâneo, os "bends" e "vibratos" do artista são feitos com a maestria de um bluesman experiente.
Prematuramente ele alcançou o amadurecimento musical, usando a guitarra como voz de sua alma negra. O guitarrista foi elogiado até por B. B. King, que afirmou: "Eu me sinto extremamente feliz e orgulhoso quando vejo uma banda tão jovem tocando o blues tão bem".
Seguidor do estilo "SRV" de blues texano, seus discos - seis no total - costumam contar com a produção de grandes nomes do blues, como Chris Duarte, Solon Fishbone e Ron Levy, que em 2000, prevendo o que os aguardava, disse: "Com todo respeito ao passado, este grupo está forjando sua própria identidade rumo ao futuro.
Não vai demorar para que estejam tocando em todos os lugares".


Eu, Edu e os Caras
A banda é uma das revelações da música local, com repertório baseado em versões diferenciadas de clássicos do rock e do blues. Formada por músicos experientes, tem sido figura presente nos eventos dedicados ao gênero. A banda é formada por Edu Gomez (Poetas Elétricos), Moisés de Lima (Os Grogs), CBI (Mad Dogs) e Samir Santos (Jack Black).


Serviço
Fernando Noronha & Black Soul
Show de abertura: Eu Edu e os Caras
Local: Sgt. Pepper's - Ponta Negra
Quando: hoje, às 22h
Preço: R$ 25

Venda: Botton (Natal Shopping e Midway Mall)
Informações: 2010-3737/8855-3916



"Fomos pegos de surpresa"

Vários boatos foram espalhados pela cidade para justificar o fechamento do Sgt. Peppers. Segundo a sócia Mariana Arêa, não houve "golpe, mocinhos ou bandidos".
"Não há magoa e nem briga entre eu e Rafael (Abreu, o outro sócio).
Existem erros cometidos por ambas as partes.
Normal. Eu só tenho a agradecer por esses seis anos de bar.
Considero um grande sucesso. Como pode um botequim daquele ter se tornado conhecido e tão bem frequentado? Por isso o espanto pelo fechamento".
Mariana explica que o processo de falência do bar iniciou com o pedido de devolução do ponto alugado pelos proprietários do Sgt. Peppers em Petrópolis.
"Fomos pegos de surpresa. Tivemos que demitir muitos funcionários.
 E os custos ficaram altos com apenas uma unidade (a de Ponta Negra).
A consequência foram salários atrasados e insatisfação geral".
Os problemas acumulados provocaram o fim. "Perdi o prazer e o tesão de estar no Sgt", disse.
Os funcionários também estavam desestimulados e queriam receber o mais breve.
"Dessa forma, poderemos vender nossos equipamentos, quitar os salários atrasados, indenizações trabalhistas e eu ter minha paz de volta".
E conclui a empresária: "Tristes ficarão os clientes.
Mas novos lugares surgirão.
Minhas desculpas e o meu muito obrigado".



Por Sérgio Vilar, do Diário de Natal

quarta-feira, 22 de setembro de 2010

GESTÃO DE RESÍDUOS - Senado aprova PNRS: lixo, agora, é problema de todos

Senado pôs fim à “novela” que durou 21 anos no Legislativo ao aprovar a nova lei da Política Nacional de Resíduos Sólidos – PNRS.
Agora, a responsabilidade sobre os resíduos é de todos: governo, empresas e cidadãos.
E a logística reversa é obrigatória.
Fernando Von Zubben, da Tetra Pak, explica os próximos passos depois da assinatura de Lula e o retorno da nova lei ao Legislativo para regulamentação

- A A +Sérgio Adeodato - Edição: Mônica Nunes

Planeta Sustentável - 07/07/2010

Senado aprovou nesta quarta-feira, dia 7, a lei que estabelece a Política Nacional de Resíduos Sólidos, encerrando uma novela que já durou 21 anos no Legislativo. Trata-se de um marco histórico na área ambiental, capaz de mudar em curto tempo a maneira como poder público, empresas e consumidores lidam com a questão do lixo. Entre as novidades, a nova lei obriga a logística reversa -- o retorno de embalagens e outros materiais à produção industrial após consumo e descarte pela população.



As regras seguem o princípio de responsabilidade compartilhada entre os diferentes elos dessa cadeia, desde as fábricas até o destino final. Os municípios, por exemplo, ganham obrigações no sentido de banir lixões e implantar sistemas para a coleta de materiais recicláveis nas residências. Hoje, apenas 7% das prefeituras prestam o serviço.



“A lei consagra no Brasil o viés social da reciclagem, ao reforçar o papel das cooperativas de catadores como agentes da gestão do lixo, com acesso a apoio financeiro, podendo também fazer a coleta seletiva nos domicílios”, destaca Victor Bicca, presidente do Cempre - Compromisso Empresarial para Reciclagem. Existem no país cerca de 1 milhão de catadores, em sua maioria autônomos, que trabalham em condições precárias e sob exploração de atravessadores.



Empresas que já adotam práticas em favor da reciclagem, dentro do conceito de sustentabilidade, terão maior campo para expansão. “A partir de regras claras”, diz Bicca, “a reciclagem finalmente avançará no país, sem os entraves que a inibiam, apesar dos avanços na última década por conta do dilema ambiental”. E ele acrescenta: “Sem um marco regulatório nacional, a gestão do lixo estava ao sabor de leis estaduais que variam de região para região e, em alguns casos, impõem taxação e metas para a recuperação de embalagens após o consumo”. O empresário lembra que, segundo estudo do Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea), o país perde R$ 8 bilhões por ano ao enterrar o lixo reciclável, sem contar os prejuízos ambientais.



“O atraso da lei gerou danos ambientais significativos, a exemplo da multiplicação de lixões, que neste ano resultou em mortes nas encostas de Niterói durante as chuvas de verão, além do despejo de resíduos em cursos de água”, afirma o deputado Arnaldo Jardim (PPS-SP), responsável pela versão final do projeto na Câmara dos Deputados, onde recebeu mais de cem emendas. “Não foi um tempo jogado fora, porque nesse período a consciência da sociedade despertou para o problema e conseguimos maior convergência de posições”, ressalva o deputado.



Desde fevereiro, a lei aguardava votação no Senado, com apoio do governo federal, consenso entre diferentes setores envolvidos no debate e acordo de lideranças partidárias para acelerar o processo. Nesta quarta-feira, em sessão conjunta das comissões de Cidadania e Justiça, Assuntos Sociais, Assuntos Econômicos e Meio Ambiente, o projeto recebeu os últimos ajustes e foi levado ao Plenário, contendo 58 artigos em 43 páginas. Foi aprovada pouco depois das 21h.



Após a assinatura do Presidente da República, a lei voltará ao Legislativo para a regulamentação, definindo itens ainda pendentes, como incentivos financeiros e regras específicas para a logística reversa, que serão estipuladas mediante acordos entre os setores industriais.

SOS Mata Atlântica comemora Dia do Rio Tietê - campanha de despoluição

O evento “Praia do Tietê”, promovido pela Fundação SOS Mata Atlântica, celebrará o Dia do Rio, comemorado em 22 de setembro. A ideia é que os paulistanos compareçam às margens do Tietê para tomar sol e, assim, demonstrar a vontade dos moradores da cidade de despoluir o Rio e reintegrá-lo ao cotidiano paulista

- A A +Débora Spitzcovsky

Planeta Sustentável - 16/09/2009

A campanha de despoluição do Rio Tietê já não é de hoje. Desde 1991, a Fundação SOS Mata Atlântica, em parceria com a Rádio Eldorado, reuniu mais de 1 milhão de assinaturas em um abaixo-assinado que foi entregue ao Governo de São Paulo, exigindo a descontaminação das águas do Rio.
Mais de quinze anos depois, ainda há muito o que fazer e é por isso que, na data em que comemora-se o “Dia do Rio Tietê” – 22 de setembro –, a SOS Mata Atlântica promoverá um novo evento de mobilização pela despoluição do Rio: o “Praia do Tietê”.
Das 9h às 12h, entre as pontes das Bandeiras e Cruzeiro do Sul, na Marginal, serão colocados guarda-sóis, cadeiras e esteiras nas margens do Rio. A ideia é que os paulistanos compareçam ao local para tomar sol e, assim, além de comemorar a data, façam uma alusão ao sonho dos moradores da cidade de despoluir o Rio e reintegrá-lo ao dia-a-dia dos moradores.
Os organizadores do evento esperam, ainda, que descansar às margens do Tietê provoque nos paulistanos a vontade de contribuir para a recuperação da qualidade da água, o que, consequentemente, diminuirá a quantidade de lixo jogado diariamente no Rio.

Para participar, basta comparecer ao local no dia 22 de setembro.

Praia do Tietê

Data: 22 de setembro

Horário: das 9h às 12h

Local: Ponte das Bandeiras

Endereço: Marginal do Tietê – São Paulo/SP

Mais informações no site da Fundação SOS Mata Atlântica

Leia também:

Tietê: o rio dos contrastes

O rio (ainda) não está para peixe

Lixo das ruas também polui rios

Projeto da Nova Marginal não resiste ao toró

Chove um pouco, alaga tudo



*Fundação SOS Mata Atlântica

DIA DO RIO TIETÊ - 22 de setembro

DIA DO RIO TIETÊ



Ação pela despoluição do rio e mutirão de limpeza local



Dia 22/09 (4ª-f), das 9 às 13h



Na beira da Marginal, junto à Ponte das Bandeiras



Clique no 'Leia mais' para ver toda a programação



A EQUIPE DA REBIA



www.rebia.org.br


www.portaldomeioambiente.org.br



terça-feira, 21 de setembro de 2010

No Compasso do Blues

No compasso do blues, em plena terça



Cristie Buchdid


Do Diário do Grande ABC





Espaço aberto para blues e rock. Assim é o projeto Terças Ímpares que, como o nome anuncia, é realizado em dias ímpares do mês, com calendário flexível, no Tupinikim Bar & Restaurante, em Santo André. A quinta edição será amanhã, às 21h. Dessa vez, o convidado especial é o gaitista Vasco Faé, da cidade.
O projeto tem como atração fixa o trio Cry Babe Band, na estrada desde 1989. "Tocamos blues e rock dos anos 1970. O blues é um estilo que chega a ser underground porque nunca teve grande divulgação da mídia. Vive de sua força, só porque tem público fiel", diz o organizador do evento, Álvaro Stone, que também é baterista do trio, dividindo o palco com os irmãos Valter (baixo e voz) e Vagner Vilela (guitarrista).
Esse público fiel, por sinal, é crescente no espaço. "Em plena terça-feira, conseguimos reunir cerca de 130 pessoas. Com o aumento do público, conseguimos melhorar a divulgação e trazer músicos que estão na mídia", completa Stone.
Amanhã, o rock será deixado de lado e o blues dominará o palco. "Vasco Faé acrescentará linha melódica mais apurada por conta de ter um instrumento a mais no palco e que é típico do blues. Ele é um dos gaitistas mais importantes do Brasil e gosta de todas as vertentes do blues, texano, do Mississipi, de Chicago. O repertório do show será em cima da história do blues, de músicas compostas desde 1930 até os dias de hoje", adianta Stone.
Sem ensaios, os quatro músicos se deixarão levar pela arte do improviso e a paixão pelo ritmo. "Tocarei os clássicos, um pouco de tudo, mas não sou um blueseiro tradicional", diz Vasco Faé, fundador da banda Irmandade do Blues, grupo que completou 18 anos. Na jam session, Faé também dividirá vocais com Valter.
Terças Ímpares anuncia o possível surgimento de reduto blueseiro na região, para alegria de seus seguidores. "Tem muita gente que gosta de blues, mas ainda é carente de um lugar que tenha programação mais constante", opina Faé. Pena que, por enquanto, o projeto está previsto para durar até novembro.



Terças Ímpares - Música. No Tupinikim Bar & Restaurante - Rua das Monções, 585, bairro Jardim, Santo André. Tel.: 4436-9231. Amanhã, às 21h. Ingr.: R$ 8

Claude Lévi-Strauss (1908 – 2009)

Foi anunciada em  (03/11/2009) a morte de Claude Lévi-Strauss, aos 100 anos de idade.
Ele foi um destacado antropólogo, considerado o pai do enfoque estruturalista, que influiu de maneira decisiva na filosofia, na sociologia, na história e na teoria literária.
Poucos pensadores foram tão longe quanto Lévi-Strauss na exploração dos mecanismos ocultos da cultura, segundo o obituário publicado nesta terça-feira (3) no jornal francês “Le Monde” – “Por vias diversas e convergentes, ele se esforçou para compreender a grande máquina simbólica que reúne todos os planos da vida humana, da família às crenças religiosas, das obras de arte às maneiras à mesa”, diz o principal diário do país.
Considerado um precursor da ecologia, segundo o jornal “Le Figaro”, Lévi-Strauss escrevia de forma admirável sobre o funcionamento da sociedade. Autor de “Tristes Trópicos”, considerada um das mais importantes livros de não-ficção do século passado, ele viveu no Brasil nos anos 1930, e atuou como professor visitante na Universidade de São Paulo (USP). Na obra, ele narra seu encontro com índios no Mato Grosso e na Amazônia, fruto de expedições realizadas enquanto viveu no país.
“Gigante do pensamento francês”, segundo a revista “Nouvel Observateur”, Lévi-Strauss era conhecido em todo o mundo como o mestre da antropologia moderna. “Filosofo de formação, este pioneiro do estruturalismo viajou o mundo para estudar os mitos”, diz a publicação na internet.
Ao completar 100 anos de vida, em 28 de novembro de 2008, reportagens nas principais agências de notícias do planeta relatavam que apesar de sua longevidade e intensa atividade intelectual desde antes da 2ª Guerra Mundial, Lévi-Strauss, membro da Academia da França desde 1973, gozava de boa saúde e se mantinha lúcido.
Francês, ainda que nascido em Bruxelas (Bélgica) em 28 de novembro de 1908, este humanista era filho de um judeu agnóstico de origem alsaciana que o educou em um ambiente artístico, embora tenha terminado cursando Direito e Filosofia na Sorbonne de Paris. Autor também de “Mitologias”, lecionou como professor desta última disciplina até receber um convite de Marcel Mauss, pai da etnologia francesa, para ingressar no recém-criado departamento de etnografia.
Foi assim que despertou em Lévi-Strauss a curiosidade por um campo do conhecimento no qual desenvolveria uma brilhante carreira e que lhe concedeu um “lugar proeminente entre os pesquisadores do século 20″, explicou à Agência Efe o professor de Antropologia Social da Universidade Complutense de Madri, Rafael Díaz Maderuelo.
Sua nova vocação o levou a aceitar um posto como professor visitante na Universidade São Paulo (USP), de 1935 a 1939, estadia que lhe possibilitou realizar trabalhos de campo no Mato Grosso e na Amazônia.
Ali teve estadias esporádicas entre os índios bororós, nambikwaras e tupis-kawahib, experiências que o orientaram definitivamente como profissional de antropologia, campo no qual seu trabalho ainda hoje “continua sendo válido para a maioria dos antropólogos”, declarou Díaz Maderuelo sobre o autor de “O Pensamento Selvagem”.
Após retornar à França, em 1942, mudou-se para os Estados Unidos como professor visitante na New School for Social Research, de Nova York, antes de uma breve passagem pela embaixada francesa em Washington como adido cultural.
Novamente em Paris, foi nomeado diretor associado do Museu do Homem e se tornou depois diretor de estudos na École Pratique des Hautes Études, entre 1950 e 1974, trabalho que combinou com seu ensino de antropologia social no Collège de France, até sua aposentadoria em 1982, quando dirigia o Laboratório de Antropologia Social.
Discípulo intelectual de Émile Durkheim e de Marcel Mauss, além de interessado pela obra de Karl Marx, pela psicanálise de Sigmund Freud, pela linguística de Ferdinand Saussure e Roman Jakobson, pelo formalismo de Vladimir Propp etc.,era ainda um apaixonado por música, geologia, botânica e astronomia.
As contribuições mais decisivas do trabalho de Lévi-Strauss podem ser resumidas em três grandes temas: a teoria das estruturas elementares do parentesco, os processos mentais do conhecimento humano e a estrutura dos mitos.
A teoria das estruturas elementares defende que o parentesco tem mais relação com a aliança entre duas famílias por casamento respectivo entre seus membros que, como sustentavam alguns antropólogos britânicos, com a ascendência de um antepassado comum.
Para Lévi-Strauss, não existia uma “diferença significativa entre o pensamento primitivo e o civilizado”, declarou Díaz Maderuelo, pois a mente humana “organiza o conhecimento em processos binários e opostos que se organizam de acordo com a lógica” e “tanto o mito como a ciência estão estruturados por pares de opostos relacionados logicamente”.Compartilham, portanto, a mesma estrutura, só que aplicada a diferentes coisas.
A respeito dos mitos, o intelectual sustentava, desde a reflexão sobre o tabu do incesto, que o impulso sexual pode ser regulado graças à cultura. “O homem não mantém relações indiscriminadas, mas as pensa previamente para distingui-las. Desde este momento perdeu sua natureza animal e se transformou em um ser cultural”, comentou Díaz Maderuelo.
Para Lévi-Strauss, as estruturas não são realidades concretas, estando mais próximas a modelos cognitivos da realidade que servem ao homem em sua vida cotidiana.
As regras pelas quais as unidades da cultura se combinam não são produto da invenção humana, e a passagem do animal natural ao animal cultural – através da aquisição da linguagem, da preparação dos alimentos, da formação de relações sociais, etc – segue leis já determinadas por sua estrutura biológica.

segunda-feira, 20 de setembro de 2010

O ASSASSINATO DA RUA INDEPENDENCIA ( ARVORICIDIO)


ESTA É A SITUAÇÃO DAS ÁRVORES DA RUA INDEPENDENCIA,.
NO CENTRO ACIMA DA CIDADE DE LIMEIRA! VERDADEIRO MASSACRE!
AS FOTOS FALAM POR SI. EM PLENO SÉCULO XXI, QUANDO SÓ SE FALA EM ECOLOGIA, ECOCHATO, MEIO AMBIENTE, PRESERVAÇÃO!
VOU PASSANDO PELO CENTRO, NA SEMANA DO DIA FERIADO DE ANIVERSÁRIO DO MUNICIPIO DE LIMEIRA , - LARANJA MECÂNICA - E ME DEPARO COM ESTE ESPETÁCULO CABULOSO, HORRENDO, HORROROSO.
DEVASTAÇÃO DAS ÁRVORES DA RUA INDEPENDENCIA!
TOMARA QUE VCS PROPRIETÁRIOS DESSAS CASAS QUE MANDARAM QUE SE FIZESSE ESTE" TRABALHO" DIABÓLICO FOSSE FEITO, TODOS VENHAM A SOFRER DE FALTA DE AR DAQUI PRA FRENTE, DE ALERGIA PULMONAR E RENITE, DE SINUSITE ALÉRGICA...
GENTE EU TO ATÉ VENDO A VELHA COM A VASSOURA NA MÃO ANTES DAS SEIS HORAS DA MANHÃ DIZENDO:
 - ..." AH ESSA ARVORE MALDITA SÓ SERVE PRA FAZER SUJEIRA E EU TER DE VARRER TODO DIA..."
A SENHORA HÁ DE  QUEIMAR NO SOL QUE ANTES A POBRE ARVORE NÃO DEIXAVA CHEGAR À SENHORA VELHA RABUJENTA!!!
MAS A DROGA DA ARVORE PRA PENDURAR SACOLINHA COM LIXO DA SUA CASA SERVE NÃO É MESMO?
OBSERVEM QUE NÃO DÁ NEM PRA DIZER QUE AS ARVORES ESTÃO ESTOURANDO AS CALÇADAS, PELAS FOTOS VCS PODEM VER CLATRAMENTE, NÃO EXISTE DESCULPA...
E TODOS OS QUE CONIVENTEMENTE PERMITIRAM QUE ESTE ABUSO FOSSE COMETIDO!?
E A SECRETARIA DE MEIO AMBIENTE?
 CADÊ A FISCALIZAÇÃO QUE DEVERIA SER RESPONSÁVEL POR IMPEDIR TAL ASSASSINATO...
MEU QUE REVOLTA! 

A EXPOSUCATA acontecerá dos dias 28 a 30 de setembro

Ciclo de palestras e painéis, com especialistas nacionais e internacionais, abordarão temas que contribuam para o desenvolvimento da reciclagem no País.
A EXPOSUCATA acontecerá dos dias 28 a 30 de setembro, no Centro de Exposições Imigrantes (SP). É aberta à imprensa, venha participar deste evento! É uma ótima oportunidade para entrevistar os palestrantes e organizadores.
A 5ª edição da Exposucata - Feira e Congresso Internacional de Negócios da Indústria da Reciclagem, maior evento do setor da América Latina, que será realizado entre os dias 28, 29 e 30 de setembro, no Centro de Exposições Imigrantes (SP), reunirá especialistas nacionais e internacionais para debater importantes temas que contribuam para o desenvolvimento da cadeia reciclagem no país.
A abertura do Congresso Internacional, dia 28 às 10h, terá como tema a recém aprovada Política Nacional de Resíduos Sólidos (PNRS), com uma visão sobre quais eram os objetivos desta lei e o que de fato foi sancionado. Em seguida, um painel com executivos de entidades da cadeia de reciclagem (Abrelpe, Inesfa, Abividro) e da OAB-SP vai debater como a PNRS pode alavancar os negócios do setor, entre outros temas.
No dia 28 também será a vez da reciclagem de eletrônicos ser abordada, com o tema “Eletrônicos: a nova corrida do ouro”, em referência à presença de metais valiosos nas sucatas de equipamentos eletrônicos. Para debater as oportunidades desse segmento ainda pouco explorado no País, será montado um painel com executivos de empresas que estão se especializando na reciclagem de “e-sucatas” e da Abinee. O primeiro dia termina com palestra sobre os Caminhos e Entraves para a Reciclagem dos Plásticos, com representante do Sindiplast.
O segundo dia do Congresso (29) concentra as palestras internacionais e abre, às 10h, com Jason Schenker – presidente da consultoria norte-americana Prestige Economics – vai falar sobre a Economia Global e Perspectiva para as Commodities, sobretudo as metálicas, e sua relação com a economia mundial e o mercado de reciclagem. Às 15h30, Adam Minter, jornalista norte-americano especialista no mercado de reciclagem e residente em Xangai há oito anos abordará as oportunidades e desafios de se negociar com a Ásia no mercado mundial de sucatas metálicas e materiais recicláveis em geral.
O dia 29 também é dedicado às sucatas metálicas de não-ferrosos. Primeiro com um painel sobre o alumínio e a possível falta do metal em função do aumento da demanda interna, e o papel da reciclagem e da importação de sucata para dirimir esse problema. Na mesa de debates, representantes da ABAL e de entidades grandes consumidoras de alumínio (Afeal, SAE Brasil, Siamfesp). Em outra palestra, o gerente de reciclagem da Paranapanema abordará o tema cobre e as novas regras de mercado de sucata do metal a fim de evitar a concorrência desleal.
A sucata de metais ferrosos também terá seu espaço no segundo dia do Congresso. A programação do dia 29 se encerra com a reciclagem de veículos como fonte de matéria-prima. Estima-se que existam no Brasil cinco milhões de toneladas de metal ferroso presentes em veículos com idade suficiente para serem reciclados, uma verdadeira mina a céu aberto. Mas onde eles estão? O que os departamentos de trânsito do País podem fazer para acelerar esse processo de reciclagem? Um painel com o executivo da SEDA – empresa austríaca especializada em reciclagem veicular, junto com representantes do Detran-RS, Denatran e Cesvi responderão essas perguntas.
No dia 30 às 10h, o Congresso Internacional encerra suas atividades com palestra sobre incentivos tributários para o setor de reciclagem, com Valéria Theodoro Ramos, da Delegacia de Receita Federal de Administração Tributária em São Paulo, que mostrará os caminhos necessários para que empresas se beneficiem dos incentivos tributários disponíveis.
O Congresso Internacional de Negócios da Indústria da Reciclagem é aberto à imprensa e para confirmar a presença basta enviar os dados completos (nome completo, veículo, cargo, editoria, telefone e e-mail) para atendimento@intermeio.com.br Este endereço de e-mail está protegido contra spambots. Você deve habilitar o JavaScript para visualizá-lo. . Acesse o site da EXPOSUCATA (www.exposucata.com.br) e veja a programação detalhada do evento.


Mais sobre a Exposucata

Realizada desde 2006, a Feira e Congresso Internacional de Negócios da Indústria da Reciclagem é o maior evento internacional da indústria da reciclagem da América Latina e o segundo maior evento mundial dirigido a profissionais desse setor. Por ser voltado exclusivamente às empresas que buscam o lucro com a atividade de reciclagem em escala industrial, mais de 80% do público presente é formado por responsáveis diretos pelas decisões comerciais sobre os materiais recicláveis gerados, transformados e consumidos por suas empresas.

Serviço

EXPOSUCATA 2010 - Feira e Congresso Internacional de Negócios da Indústria da Reciclagem

Local: Centro de Exposições Imigrantes, Rodovia dos Imigrantes - km 1,5

Data: 28, 29 e 30 de setembro de 2010

Horários: Feira: das 13h às 20h
Congresso: das 10h às 18h

Intermeio Comunicação Estratégica

Jornalista Responsável: Celso Calamita – celso.calamita@intermeio.com.br Este endereço de e-mail está protegido contra spambots. Você deve habilitar o JavaScript para visualizá-lo.

Atendimento Intermeio: Risolene Machado – atendimento@intermeio

POESIA - JANJÃO - LIMEIRA - SP

Marido cego

Acreditava o cônjuge que sua amada esposa

Ricotinha lhe era fiel por toda a vida. Não pensava

nem por um vintém colecionar pares de chifres de

um veado sobre sua testa, lisa. Mesmo todos a contar

por risadinhas, indiretas, sugestões, fazia crer

tamanha traição, com Julião seu primo. Saía a dita

cuja todas as tardes com o parente de seu marido.

Sabia ele do ocorrido, mas como passeio pela orla de

copa(cabana), impossibilitado ele mesmo, por conta

do trabalho em acompanhá-la. Mal fadada são as

línguas que diziam, veja o pescoço chupado feito

vampiro. Mas tal qual a Justiça, cego ficou até

morrer, feliz e com cara de corno.

quinta-feira, 16 de setembro de 2010

Especial de Blues do Sesc apresenta três grandes nomes nesta semana

Adriano Grineberg,

Especial de Blues do Sesc apresenta três grandes nomes nesta semana

Adriano Grineberg, Blues The Ville e Nuno Mindelis vêm a São José dos Campos

Nos dias 16, 17 e 18 de setembro o palco do Sesc São José dos Campos recebe três grandes nomes do blues: Adriano Grineberg, Blues The Ville e Nuno Mindelis.

Nuno Mindelis

Nesta quinta-feira (16), às 20h, o músico Adriano Grineberg apresenta o show “Key Blues”.
Pianista e cantor Adriano Grineberg já tocou com a Banda Ira, Magic Slim, Ana Cañas, Blue Jeans, André Christovam e muitos outros.
Neste seu primeiro projeto solo, aborda, ao piano, um repertório clássico imortalizado por guitarristas como Elmore James, Muddy Waters e Albert King.

O show tem entrada franca e recomendação etária livre.

Blues The Ville se apresenta nesta sexta-feira (17), às 20h. Natural de São Carlos (SP), o quarteto marca presença nos mais importantes festivais do gênero, dividindo o palco e acompanhando grandes nomes do blues nacional e internacional como Flávio Guimarães, Danny Vincent, Greg Wilson, Holland K. Smith, Steve Guyguer e Gonçalo Araya entre outros.

Com David Tanganelli (gaita e voz), Netto Rockfeller (guitarra), Coxa (baixo) e Danilo Hansen (bateria).

O show tem entrada franca e recomendação etária livre.

E para encerrar a programação especial de blues, no dia 18, sábado, às 18h, Nuno Mindelis apresenta o show “Free Blues”.

Com turnês regulares pela Europa, Estados Unidos e Canadá, vencedor do concurso mundial de guitarra blues da revista americana Guitar Player, Nuno Mindelis faz, neste show, releituras de clássicos do gênero utilizando elementos da música eletrônica.

Nuno Mindelis (guitarra e voz) é acompanhado pelo DJ Guilherme Chiapetta (baixo e bateria).
O show tem entrada franca e recomendação etária livre.


O Sesc fica na Av. Dr. Adhemar de Barros, 999 – Jd. São Dimas. Mais informações pelo telefone (12) 3904-2000.



ACONTECEU!! A PRIMEIRA VIRADA CULTURAL DAO MUNICIPIO DE LIMEIRA!!!!

OCORREU NESTE FERIADO DE ANIVERSÁRIO DA CIDADE LIMEIRA, NOSSA AMADA LARANJA MECÂNICA INTERIORANA.
É DE ESPANTAR COMO AS COISAS QUE DÃO CERTO, DIGO, AS FÓRMULAS QUE FUNCIONAM NOUTRAS PRAÇAS.
AQUI EM LIMEIRA ESTÃO FADADAS A MINIMALISMOS DE PARTICIPAÇÃO PÚBLICA !!!
É FÓDA, A ORGANIZAÇÃO TALVEZ SEJA MUITO FRAGMENTADA POR AQUI,  ME PARECE QUE TEM TANTO CACIQUE, QUE QUASE QUE OS INDIOS PERDEM EM NUMERO E GENERO!
FALTA GÁS, GAS´, GÁS, NÃO ENCANADO COMO DO GASODUTO BOLIVIANO, NÃO, NÃO, NÃO, MAS SIM COMO O DO  JUMPING IN JACK FLASH - DOS STONES!
PERCEBAM LIDERANÇAS... PERCEBAM !
QUE O QUE FALTA E JÁ FAZ TEMPO ... É ESTRUTURA PRA CUSPIR NA ESCULTURA!!!
FRASE ANTIGA DOS BAIANOS!!!
NÃO TIVE PACIêNCIA PRA ESPERAR O REMINISCÊNCIAS TOCAR NO DOMINGO A TARDE, FUI FALAR COM O SEU DITO , CAVACO MESTRE DA BANDA DE CHORINHO, ONTE TBM TOCAM , O JAPA MEU AMIGO E O JUAN!
QUESTIONANDO QUE HORAS QUE IRIA ROLAR O CHORO!
DESANIMADO ELE ME RESPONDEU QUE ( EMBORA FOSSEM JÁ SEIS DA TARDE E O EVENTO ESTIVESSE PROGRAMADO PRA ENCERRAR AS SETE! ) QUE NÃO TINHA PREVISÃO!
FIQUEI DE SACO CHEIO DE OUVIR AQUELA LADAINHA SERTANEJA! 
E PRA PIORAR, SOM INAQUEDADO, OU SEJA,  MAL DIMENSIONADO.
FALANDO DE NOVO SOBRE A QUALIDADE DAS BANDAS, MESMO PRA QUEM GOSTA DE SERTANOJO - QUE NÃO É O MEU CASO -  OS CARAS DEMORAM DE + EM BAIXO, DO LADO E EM CIMA DO PALCO!!! DEMAIS !!!
]DEMORA TANTO QUE MESMO QUEM GOSTA SE ENCHE!!!
VI,  TODA A APRESENTAÇÃO, DEITADO NA GRAMA DO ATERRO COM ANGELA MINHA ESPOSA E HEITOR MEU FILHO, MAS SOU SUSPEITO PRA ELOGIAR POR QUE GOSTO E SOU AMIGO DOS BAND LIDERS DA BANDA , TOC PERSCURSIVO,  QUE EM DETERMINADOS MOMENTOS ME LEMBRA O SAUDOSO CHICO SCIÊNCE, O QUE EU GOSTO MUITO, MAS ATÉ AERO SMITH DEMAIS ENCHE O SACO ENTENDEU!?
MAS AQUI É ASSIM... EM LIMEIRA - E POSSO DIZER COM PROPRIEDADE DE LIMEIRENSE NATO - É DESSE JEITO! SE SE REPETIR O EVENTO, LÁ PELA QUARTA EDIÇÃO JA TA FICANDO BOM. QUE PENA QUE É DESSE JEITO...
PIOR É QUE TEM GENTE COM CAPACIDADE DE SOBRA PRA ORGANIZAR E DIRIGIR ESSA PARAFERNÁLIA TODA DE SOM, LUZ E ARTE E PRINCIPALMENTE MUSICA QUE TEMOS A DISPOSIÇÃO NA LARANJA MECÂNICA CHAMADA LIMEIRA - INTERIOR DE SAP PAULO- SUDESTE - BRASIL - AMÉRICA LATINA - HEMISFÉRIO SUL - PLANETA TERRA - VIA -LÁCTEA.]
TCHAU


terça-feira, 14 de setembro de 2010

ATENÇÃO ! VEM AÍ A 1ª CÃOMINHADA !!! DO LAC !

CÃOMINHADA É UM PASSEIO COM SEU CÃO!
QUE NOME INTERESSANTE! É IDÉIA DO MAURO SEABRA, PRESIDENTE FUNDADOR DO LIMEIRA AGILITY CLUB, E MEU GRANDE AMIGO QUE ALÉM DE PROMOVER TAL EVENTO O FEZ COM FINS DE FILANTROPIA , OU SEJA EM PROL DAS CASA DA CRIANÇA SANTA TEREZINHA.
AS INCRIÇÕES PODEM SER FEITAS NO CANIL KAIRÓS, CUJO ENDEREÇO ESTA ALI DO LADO DIREITO  , NO TOPO DO BLOG, OU PELO TELEFONE: 019 - 3011-1957.
O VALOR DA INSVRIÇÃO É 1 LITRO DE LEITE EM PRL DA ENTIDADE.
AS PRIMEIRAS 100 PESSOAS INSCRITAS TERÃO DIREITO A UMA CAMISETA EXCLUSIVA.
ENOBREÇA SEU CORAÇÃO E PASSEIE COM SE CÃO, RSRSRSRSRS...IMRPOVISEI ESSA RIMA AGORINHA...
GENTE VAMOS PARTICIPAR NOSSOS AMIGOS DE QUATRO PATAS MERECEM ISSO E MUITO MAIS, MERECEM QUE A GENTE SE UNA PRA MELHOR CUIDA-LOS
EU VOU!!!

Morte de Tiradentes tem contestação!

  INCONFIDÊNCIA MINEIRA Para historiador, ladrão teria assumido identidade em troca de dinheiro Morte de Tiradentes tem contestação São Paul...