quarta-feira, 27 de janeiro de 2010

Pra descontrair das seriedades da vida...

PURA REALIDADE!!!!!!!!!!!!!


O sujeito se chama Marc Faber.

Ele é Analista de Investimentos e empresário.

Em junho de 2008, quando o Governo Bush estudava lançar um projeto de ajuda àeconomia americana, Marc Faber encerrava seu boletim mensal com um comentário
bem-humorado:

"O Governo Federal está concedendo a cada um de nós uma bolsa de U$ 600,00."

Se gastarmos esse dinheiro no supermercado Walt-Mart, esse dinheiro vai para a China.

Se gastarmos com gasolina, vai para os árabes.

Se comprarmos um computador, vai para a Índia.

Se comprarmos frutas e vegetais, irá para o México, Honduras e Guatemala.
Se comprarmos um bom carro, irá para a Alemanha ou Japão.
Se comprarmos bugigangas, irá para Taiwan...
E nenhum centavo desse dinheiro ajudará a economia americana.
O único meio de manter esse dinheiro na América é gastá-lo com prostitutas ecerveja, considerando que são os únicos bens ainda produzidos por aqui.
"Estou fazendo a minha parte..."-

Resposta de um brasileiro igualmente bem humorado:"Realmente a situação dos americanos parece cada vez pior."

Lamento informar que, depois desse seu e-mail, a Budweiser foi comprada pela brasileira AmBev...
portanto, restaram apenas as prostitutas.
Porém, se elas (as prostitutas) repassarem parte da verba para seus filhos, o dinheiro virá para Brasília, onde existe a maior concentração de filhos da puta do mundo.
kkkkkkkkkk
Colaboração: Adm. José Mauro teixeira Seabra

Chefe Guaicaípuro Guatemoc - Lição

Um discurso feito pelo embaixador Guaicaípuro Cuatemoc, de ascendência indígena, sobre o pagamento da dívida externa do seu país, o México, embasbacou os principais chefes de Estado da Comunidade Européia

A Conferência dos Chefes de Estado da União Europeia, Mercosul e Caribe, em Madrid, viveram um momento revelador e surpreendente: os Chefes de Estado europeus ouviram perplexos e calados um discurso irônico, cáustico e historicamente exato.


Eis o discurso:

"Aqui estou eu, descendente dos que povoaram a América há 40 mil anos, para encontrar os que a "descobriram" há 500... O irmão europeu da alfândega pediu-me um papel escrito, um visto, para poder descobrir os que me descobriram. O irmão financeiro europeu pede ao meu país o pagamento, com juros, de uma dívida contraída por Judas, a quem nunca autorizei que me vendesse. Outro irmão europeu explica-me que toda a dívida se paga com juros, mesmo que para isso sejam vendidos seres humanos e países inteiros, sem lhes pedir consentimento. Eu também posso reclamar pagamento e juros. Consta no "Arquivo da Companhia das Índias Ocidentais" que, somente entre os anos de 1503 a 1660, chegaram a São Lucas de Barrameda 185 mil quilos de ouro e 16 milhões de quilos de prata provenientes da América.
Teria aquilo sido um saque? Não acredito, porque seria pensar que os irmãos cristãos faltaram ao sétimo mandamento!
Teria sido espoliação? Guarda-me Tanatzin de me convencer que os europeus, como Caim, matam e negam o sangue do irmão.
Teria sido genocídio? Isso seria dar crédito aos caluniadores, como Bartolomeu de Las Casas ou Arturo Uslar Pietri, que afirmam que a arrancada do capitalismo e a actual civilização europeia se devem à inundação dos metais preciosos tirados das Américas.
Não, esses 185 mil quilos de ouro e 16 milhões de quilos de prata foram o primeiro de tantos empréstimos amigáveis da América destinados ao desenvolvimento da Europa. O contrário disso seria presumir a existência de crimes de guerra, o que daria direito a exigir não apenas a devolução, mas uma indenização por perdas e danos.
Prefiro pensar na hipótese menos ofensiva. Tão fabulosa exportação de capitais não foi mais do que o início de um plano "MARSHALL MONTEZUMA", para garantir a reconstrução da Europa arruinada por suas deploráveis guerras contra os muçulmanos, criadores da álgebra e de outras conquistas da civilização. Para celebrar o quinto centenário desse empréstimo, podemos perguntar:
Os irmãos europeus fizeram uso racional responsável ou pelo menos produtivo desses fundos?
Não. No aspecto estratégico, delapidaram-nos nas batalhas de Lepanto, em navios invencíveis, em terceiros reichs e várias outras formas de extermínio mútuo. No aspecto financeiro, foram incapazes - depois de uma moratória de 500 anos - tanto de amortizar capital e juros, como de se tornarem independentes das rendas líquidas, das matérias-primas e da energia barata que lhes exporta e provê todo o Terceiro Mundo.
Este quadro corrobora a afirmação de Milton Friedman, segundo a qual uma economia subsidiada jamais pode funcionar, o que nos obriga a reclamar-lhes, para seu próprio bem, o pagamento do capital e dos juros que, tão generosamente, temos demorado todos estes séculos para cobrar. Ao dizer isto, esclarecemos que não nos rebaixaremos a cobrar de nossos irmãos europeus, as mesmas vis e sanguinárias taxas de 20% e até 30% de juros ao ano que os irmãos europeus cobram dos povos do Terceiro Mundo.
Limitar-nos-emos a exigir a devolução dos metais preciosos, acrescida de um módico juro de 10%, acumulado apenas durante os últimos 300 anos, concedendo-lhes 200 anos de bónus. Feitas as contas a partir desta base e aplicando a fórmula europeia de juros compostos, concluimos, e disso informamos os nossos descobridores, que nos devem não os 185 mil quilos de ouro e 16 milhões de quilos de prata, mas aqueles valores elevados à potência de 300, número para cuja expressão total será necessário expandir o planeta Terra.
Muito peso em ouro e prata... quanto pesariam se calculados em sangue?

Admitir que a Europa, em meio milénio, não conseguiu gerar riquezas suficientes para estes módicos juros, seria admitir o seu absoluto fracasso financeiro e a demência e irracionalidade dos conceitos capitalistas.*Tais questões metafísicas, desde já, não nos inquietam a nós, índios da América. Porém, exigimos a assinatura de uma carta de intenções que enquadre os povos devedores do Velho Continente na obrigação do pagamento da dívida, sob pena de privatização ou conversão da Europa, de forma tal, que seja possível um processo de entrega de terras, como primeira prestação de dívida histórica..."*


Quando terminou seu discurso diante dos chefes de Estado da Comunidade Européia, Guaicaípuro Guatemoc não sabia que estava expondo uma tese de Direito Internacional para determinar a verdadeira Dívida Externa.



COLABORAÇÃO Dna. ROSE POMPEU - MONARQUISTA

segunda-feira, 25 de janeiro de 2010

Bitucas de cigarro sujam as ruas e calçadas de Curitiba

A legislação antifumo que passou a vigorar em novembro do ano passado no Paraná vem gerando um “efeito colateral”, que onera principalmente o meio ambiente.
Com as novas normas que impedem o ato de fumar em locais fechados, calçadas acabaram se transformando em um “grande cinzeiro”. Por conta do problema, já tramita na Câmara de Curitiba um projeto que visa à destinação correta e até a reciclagem das bitucas de cigarro.De acordo com a proposta, de autoria da vereadora Noêmia Rocha (PMDB), fica proibido jogar filtros de cigarros no chão das ruas, praças e parques da cidade. O projeto também prevê a instalação de lixeiras específicas em pontos estratégicos da cidade.Segundo a vereadora, como não podem fumar em local fechado e não há lixeiras em frente à maior parte dos estabelecimentos, as pessoas acabam jogando a bituca no chão. Se aprovado o projeto, quem fizer isso estará sujeito à multa de R$ 50, podendo ser dobrada em caso de reincidência.
A parlamentar estima que são atirados nas ruas da capital cerca 1,5 mil quilos de bituca por dia, considerando que quase 20% da população curitibana é constituída por fumantes.Com as chuvas, a vereadora explica que o material, que leva entre cinco a seis anos para se decompor, pode entupir bueiros, contribuindo para que alagamentos aconteçam.
“Além de prejudicar o escoamento de água pluvial, os produtos químicos que compõem os filtros do cigarro podem poluir lençóis freáticos”, diz. Noêmia ainda ressalta que 25% dos incêndios que ocorrem no meio urbano são causados por bitucas de cigarro.O aumento no volume de filtros de cigarros nas calçadas é percebido principalmente pelos garis da cidade. O faxineiro Aparecido Carlos dos Santos, que atua nas calçadas do Largo da Ordem, no centro da capital, conta que as bitucas são o material que ele mais recolhe nos cerca de mil metros em que trabalha.
“Isso aumenta sempre nas segundas-feiras, quando dá para recolher um tanto de bitucas que poderia encher meio saco de 50 litros”, diz. Para o gari Leonel Cabral, o maior problema está nos pontos de ônibus. “A gente passa na primeira vez. Na segunda já tem o mesmo tanto de bitucas no chão”, afirma.PropostaA proposta da vereadora Noêmia Rocha prevê a distribuição de lixeiras de material antichamas em lugares com maior concentração de fumantes, como centro de convenções e praças.
Segundo o projeto, a implantação e confecção dos recipientes poderão ser viabilizados através de parcerias entre o poder público municipal e a iniciativa privada. “Empresas podem usar o espaço das lixeiras para explorar a publicidade, gerando recursos que viabilizariam o projeto”, diz a vereadora.
Uso de bituqueiras reduziu lixo no litoral
Uma ação que, segundo a Secretaria de Estado do Meio Ambiente, reduziu significativamente o volume de bitucas nas praias paranaenses é a distribuição de pequenas lixeiras de plásticos, chamadas também de bituqueiras. De acordo com o órgão, desde que as equipes do Instituto Ambiental do Paraná (IAP) iniciaram a distribuição dos recipientes, na temporada 2006/2007, o volume de bitucas nas areias foi reduzido em cerca de 70%. A ação resulta de uma iniciativa de professores da Universidade Federal do Paraná (UFPR) no litoral.
Fonte: preservacao@limeira.com.br - leia-se meu amigo Marco Pareja

sexta-feira, 22 de janeiro de 2010

Senador Barão de Souza Queiroz

Senador Barão de Souza Queiroz


Francisco Antônio de Souza Queiroz

Título: Barão de Souza Queiroz

Nascimento: 8/12/1806

Natural de: São Paulo - SP

Filiação: Luiz Antônio de Souza Leite e Genebra de Barros Leite

Falecimento: 4/7/1891
Histórico Acadêmico: Direito

Cargos Públicos: 24Vice Presidente da Assembléia Provincial

Profissões: Proprietário Rural

Mandatos:

Vereador

Deputado Provincial

Deputado Geral - 1845 a 1847

Senador1848 a 1889

Homenagens Recebidas:

Em 1840, comendada da Ordem de Cristo.

Em 1867, Dignitário da Imprerial Ordem da Rosa. Barão de Souza Queiroz (1874

terça-feira, 19 de janeiro de 2010

Antônio de Queirós Teles, Barão de Jundiaí

Antônio de Queirós Teles, Barão de Jundiaí

Nascimento: 1 de fevereiro de 1789 Jundiaí, SP - Falecimento: 11 de outubro de 1870Campinas, SP

Antônio de Queirós Teles, primeiro e único barão de Jundiaí, foi um proprietário rural e político brasileiro.
Foi
juiz de paz, vereador, membro da assembléia provincial e delegado de polícia.
É pai de
Antônio de Queirós Teles, conde de Parnaíba.
Genealogia
Ana Joaquina da Silva Prado foi casada em 1775 com o ajudante (depois capitão-mor) José de Morais Leme, seu parente, filho do sargento-mor Antônio de Morais Pedroso e de Leonor Leme da Costa
Segunda vez casou com o guarda-mor Antônio de Queirós Teles, natural de Portugal;
Terceira vez casou com Luís José Pereira Queirós, natural de Portugal, sobrinho do guarda-mor Antônio de Queirós, seu antecessor. Teve naturais de Jundiaí:…
Do segundo marido, guarda-mor Antônio de Queirós Teles, teve:
Sargento-mor
Antônio de Queirós Teles, nascido em 1789 em Jundiaí, foi um prestigioso cidadão em sua terra natal onde ocupou os cargos de eleição popular, tais como o de juiz de paz, vereador e deputado à assembléia provincial; e também os de nomeação do governo: o de juiz municipal e delegado de polícia.
Foi sucessivamente cavaleiro, oficial e comendador da
Ordem da Rosa, e finalmente agraciado com o título de barão de Jundiaí.Foi casado com Ana Leduína de Morais Jordão, sua sobrinha, f.ª de; faleceu em 1870 em Campinas, e teve os seguintes filhos:Anna Joaquina do Prado Fonseca; Manuel de Queiroz Telles, que se casou com Etelvina da Silva Prado; António de Queiroz Teles, conde de Parnaíba, que se casou com Rita Mboy Tibiriçá Piratininga; Joaquim Benedito de Queiroz Telles, que se casou com Maria Januária de Moraes Queiroz; Maria Eufrosina de Queiroz, que se casou com António Joaquim Pereira Guimarães; Escolástica Jacinta de Queiroz; Antonia Leopoldina de Queiroz.

quarta-feira, 13 de janeiro de 2010

CURIOSIDADES DO MUNDO DO ROCK

A primeira parada de sucesso da Grã-Bretanha foi publicada no Musical Express, em 1952. O número um era Al Martino, com “Here Had in my Heart”.

Elvis Presley foi o primeiro artista a entrar direto em um, com “Jail House Rock”, em 1958.

A maior quantidade de numerosa um de um só artista é 17 e a façanha é dos Beatles, que tiveram também 11 números uns consecutivos.

Frank Sinatra bateu outro de seus recordes, quando ficou 122 semanas na parada com “ My Way” entre 1970 e 1972.

A canção mais gravada em todos os tempos é “ Stardust” de Hoagy Carmichael, com mais de mil versões!

O artista britânico de maior sucesso na década de 70 foi Elton John, com 24 hits.