sexta-feira, 27 de maio de 2011

DEFICIÊNCIAS - Mário Quintana

'Deficiente'
é aquele que não consegue modificar sua vida, aceitando as imposições de outras pessoas ou da sociedade em que vive, sem ter consciência de que é dono do seu destino.

'Louco'
é quem não procura ser feliz com o que possui.

'Cego'
é aquele que não vê seu próximo morrer de frio, de fome, de miséria, e só tem olhos para seus míseros problemas e pequenas dores.

'Surdo'
é aquele que não tem tempo de ouvir um desabafo de um amigo, ou o apelo de um irmão. Pois está sempre apressado para o trabalho e quer garantir seus tostões no fim do mês.

'Mudo'
é aquele que não consegue falar o que sente e se esconde por trás da máscara da hipocrisia.

'Paralítico'
é quem não consegue andar na direção daqueles que precisam de sua ajuda.

'Diabético'
é quem não consegue ser doce.

'Anão'
é quem não sabe deixar o amor crescer. E, finalmente, a pior das deficiências é ser miserável, pois:

'Miseráveis'
são todos que não conseguem falar com Deus.
 
' A amizade é um amor que nunca morre.. '

quarta-feira, 25 de maio de 2011

O que é Comunismo? Parte 2 ...


Há toda uma série de indicações, antropológicas e históricas, que permitem afirmar, com muita segurança, que as desigualdades sociais entre os homens nem sempre existiram.


Pesquisas dignas de crédito sugerem que as desigualdades sociais começaram a aparecer no interior da sociedade humana a partir de um certo nível do seu desenvolvimento - e, desde então, converteram-se num traço constante da organização social do homem.


As hipóteses mais plausíveis são aquelas que sustentam que tais desigualdades surgiram quando os grupos humanos transitaram do estágio do nomadismo, no qual se originaram os clãs, sem se fixarem em áreas definidas, para a vida sedentária ou seja, num determinado território.


O sedentarismo, concomitantemente à agricultura e ao pastoreio, representou uma verdadeira mudança de qualidade na organização social dos homens.


Nos seus desdobramentos, ele veio criar as condições para a dissolução da forma inicial dos grupos humanos, que desconheciam a propriedade privada dos meios essenciais para a sobrevivência, terras, mananciais, rebanhos, etc. aos poucos, desapareceu a chamada comunidade primitiva, no seio da qual reinava a igualdade.


Essa igualdade, marca singular dos estágios iniciais da organização social dos homens, não deve ser idealizada.


ela é uma decorrência do baixo nível de desenvolvimento dos grupos humanos, da sua impotência ante os fenômenos da natureza, da sua falta de controle sobre o meio ambiente.


Fundamentalmente, ela resultava da miséria objetiva em que viviam os homens: somente a apropriação coletiva dos poucos recursos e bens permitia a sua sobrevivência e reprodução.


A dissolução da comunidade original, baseada nesse comunismo grosseiro ou comunismo primitivo, foi um importante progresso na história humana.


Tornando-se possível, pela agricultura e pelo pastoreio, reduzir a miséria objetiva ne produzir bens em maior quantidade, a sociedade se fraturou: no seu interior, alguns grupos de homens - evidentemente pelo uso da força - começaram a concentrar a riqueza e poder em detrimento da maioria.


Gradualmente esse poder e essa riqueza, expressos na posse de propriedades privadas e instrumentos de guerra, foram-se consolidando e introduziram hierarquias na sociedade, instaurando várias ordens de desigualdades sociais.


Essa diferenciação no interior da sociedade humana, cobrindo uma larga etapa histórica, está na origem das organizações sociais que conhecemos como sociedades divididas por interesses antagônicos de grupos de homens - e, no fundo, o que passou a decidir da posição dos homens na hierarquia social é o serem ou não proprietários de recursos e bens essenciais para a produção e a reprodução da sociedade.


Desde então, boa parte da sorte das pessoas passou a depender de possuírem ou não uma propriedade desse tipo.

terça-feira, 24 de maio de 2011

Lei da homofobia: Marta Suplicy seria fulminada pela Primeira Emenda nos EUA


Blog  Reinaldo Azevedo  Análises políticas em um dos blogs mais acessados do Brasil

postado originalmente em 18/05/2011 às 14:48 e reproduzido  hoje por Cau

O Jornal da Globo apresentou ontem uma reportagem sobre a PL 122, a tal lei que criminaliza a homofobia. No senado, militantes gays — a militância gay, já disse, está para os homossexuais como o MST está para o trabalhador rural — se reuniram para defender o texto, tendo como sacerdotisa a senadora Marta Suplicy (PT-SP), a mesma que disse bobagens estonteantes ontem em defesa de Antônio Palocci (ver posts abaixo).
Ela estava sendo “progressista” nos dois casos, tá?
A reportagem fazia parecer que as pessoas estão apenas empenhadas na defesa de direitos e que o texto, se aprovado, não terá conseqüências que dizem respeito à democracia. A PL 122, sob o pretexto de defender os homossexuais, oficializa a censura no país.
Já demonstrei isso mais de uma vez.
Marta teve uma idéia genial, bem Marta!, para resolver o problema da liberdade religiosa, por exemplo. As pessoas poderão falar contra o casamento gay, mas só dentro dos templos! Fora deles, estariam sujeitos à pena de reclusão, num crime que passaria a ser considerado inafiançável e imprescritível, como o racismo.
Se nem a cor de pele é raça — somos todos da raça humana! —, a condição sexual passará a ser.
Como é fabulosa essa Marta Suplicy! Se nos EUA, seria fulminada, de cara, pela Primeira Emenda, aquela que proíbe o Congresso de legislar sobre liberdade de expressão e liberdade religiosa. Ela faz as duas coisas! No Brasil, o jornalismo também concluiu que a Primeira Emenda é coisa de americano… Fala-se da PL 122 como se ela estivesse apenas garantindo direitos, jamais agredindo-os.
ai ser aprovado? Sei lá eu! A pressão da imprensa sobre o Senado é grande. Aprovada a lei, o Brasil vai se transformar numa indústria de ações judiciais. O texto permitirá que pessoas sejam denunciadas ou por demitirem gays das empresas — ou por não os admitirem, ainda que por outros motivos nos dois casos. Um professor “transgênero” poderá alegar que não foi contratado pela escolinha de educação infantil porque o diretor não passa de um preconceituoso…
Não só isso. Ainda que o suposto ofendido não faça a denúncia, um terceiro poderá fazê-la.
O texto permite que se acuse alguém de homofobia porque o acusador se sentiu “subjetivamente” atingido, entenderam?
 Esses absurdos partem do princípio, falso, de que inexistem leis para punir agressões aos gays. Estatísticas furadas são usadas para fazer proselitismo, como aquelas que indicam que este seria um dos países do mundo que mais assassinam gays.
Qualquer delegacia de polícia sabe que boa parte dos crimes dessa natureza é cometida por garotos de programa, que são também… gays! Ou não? Esses “profissionais” seriam o quê? Prestadores heterossexuais de serviços?
Se essas ocorrências servem para afirmar que o Brasil é um dos países que mais matam gays, será preciso admitir, então, que é um dos que mais têm gays assassinos. Uma e outra coisa são falsas.
Mas volto a Marta. Esta iluminista acha que liberdade religiosa tem hora e lugar, compreenderam? Dentro dos templos e igrejas, os crentes poderão professar a sua fé, como atividade quase clandestina; fora de lá, não!

Por Reinaldo Azevedo

O que é Comunismo? 1ª Parte ( 3º EM )




COMUNISMO, DESIGUALDADES SOCIAIS E DIFERENÇAS INDIVIDUAIS


Diz-se que o comunismo quer tornar as pessoas todas "iguais" - na realidade, é generalizada a idéia segundo a qual o projeto comunista é a proposta de uma sociedade onde reine uma igualdade total. é compreensível, frente a esta noção, que as pessoas alimentem sérias reserva sem face do projeto comunista.


Afinal, uma sociedade onde todos sejam absolutamente iguais, idênticos, deve ser o império do tédio; e depois, as desigualdades entre os homens são tão constantes na história que o senso comum as considera como eternas e inelimináveis.

Teremos ocasião de precisar com mais cuidado o projeto comunista.

Mas desde já, é necessário afirmar que o componente igualitário do comunismo refere-se exclusivamente às oportunidades sociais reais que a sociedade deve oferecer a todos e a cada um dos indivíduos para o desenvolvimento da sua personalidade.

A igualdade que está na base do comunismo não tem nada a ver com um eventual projeto de sociedade centrado na identidade entre as pessoas: o que os comunistas defendem é a igualdade social, justamente para que todos e cada um dos indivíduos possam desenvolver as suas características pessoais se obstáculos e constrangimentos. No que se relaciona a este problema os textos de Marx - o fundados do comunismo - são nítidos e cristalinos, não deixando qualquer margem para dúvidas: a igualdade social é apenas o pressuposto para o livre desenvolvimento dos indivíduos.

No entanto, o senso comum não só confunde igualdade com identidade como está convencido de que a própria proposta da igualdade social é inviável, uma vez precisa manter a desigualdade parece algo presente ao longo de toda a história da humanidade. Isto é um equívoco.

sexta-feira, 20 de maio de 2011

Acordo sobre Código Florestal fere democracia, mancha reputações e alimenta impunidade geral




por Sérgio Abranches, do Ecopolítica

Acordo entre partidos para aprovar mudança no Código Florestal e livrar o ministro Palocci de depor no Congresso, ameaça patrimônio natural, cria risco de desmatamento e desastres e destrói mecanismo fundamental da democracia.
Todos perdem, inclusive Palocci. Só os maus produtores que nada têm a perder ganham.
O acordo, do qual tive notícia por fontes de muita credibilidade do ambiente político-parlamentar brasileiro, foi hoje noticiado em detalhes apenas em matéria de Mauro Zanatta e Caio Junqueira para o Valor.
Ele trocaria a aprovação das mudanças no Código Florestal pela blindagem do ministro-chefe do Gabinete Civil, que não seria convocado ao Congresso para prestar contas do aumento rápido de seu patrimônio, suspeitas de tráfico de influência e conflito de interesses.
Seria aprovado o relatório negociado e uma emenda apresentada pela liderança do PMDB afrouxando as regras para as APPs (áreas de preservação permanente), liberando a recomposição da reserva legal e anistiando todos os que praticaram atos ilegais, com pleno conhecimento da lei, até 2008, entre outras liberalidades daninhas.
Essa troca de questões de princípios democráticos e ética política por legislação de interesses de alguns grupos influentes é um desses arranjos que está se tornando comum na política brasileira e deixando disfuncional a democracia brasileira.
Como na terra degradada, essas áreas inoperantes inutilizam mecanismos essenciais para impedir a erosão integral da democracia representativa no Brasil.
Qualquer democracia, seja presidencialista, seja parlamentarista, precisa ter como princípios pétreos, intocáveis, aqueles elementos que permitem o funcionamento de pesos e contrapesos.
Um dos mais importantes é a obrigatória convocação de autoridades do Poder Executivo para prestarem contas de suas políticas e sua conduta ao Congresso ou Parlamento.
É prática comum no presidencialista EUA e no parlamentarista Reino Unido, só para nomear os dois exemplos mais conhecidos e noticiados.
No Brasil, o Executivo há muito decidiu que ministros não prestam contas e raramente comparecem para discutir suas políticas com os congressistas.
Uma nefasta cultura da “blindagem” passou a manter fora dos mecanismos da transparência democrática funcionários graduados e ministros.
Comissões parlamentares de inquérito, então, nem pensar.
O que os parlamentares governistas dizem da convocação do ministro Palocci é típico: “ato de guerra”, “se é assim, vamos retaliar e convocar todos os ministros de outros governos”.
Deveriam ter convocado mesmo, quando eram oposição e eles governo. Aliás, justiça seja feita, no governo de Fernando Henrique houve muito mais CPI e convocação, com duros questionamentos do PT, então na oposição, do que no período do PT no governo. Uma combinação entre oposição vacilante e a “cultura da blindagem”, eliminou as convocações e a fiscalização parlamentar.
Mas a oposição anda mais que vacilante, é conivente.
Todas as informações que tenho são de que o PSDB teria participado desse acordo espúrio pela realização do desejo dos ruralistas, ferindo fundo a democracia e a ética política. Aliás, esta é a tragédia política de nossos dias.
No passado, tínhamos alguns grandes partidos clientelistas dispostos a qualquer barganha e duas referências concorrentes de comportamento ético na política brasileira: PT e PSDB. Algumas siglas menores, também se mostravam íntegras. Hoje, setores numerosos do PT e do PSDB igualaram seu comportamento ao que meu saudoso amigo Márcio Moreira Alves dizia ser a “moral homogênea” da política brasileira, da qual aqueles partidos clientelistas seriam o padrão.
Diminuiu muito o número de siglas pequenas íntegras.
Esse acordo fere fundo a democracia. Degrada a política brasileira.
Faz mal à reputação da presidente Dilma Rousseff e, principalmente, de seu Chefe do Gabinete Civil, Antonio Palocci. Se Palocci, como diz, tem uma empresa regular, que presta serviços regulares, baseados em qualificações por ele adquiridas, a clientes regulares, deveria ir ao Congresso e por um ponto final nas suspeitas que mancham, mais uma vez, sua reputação e esvaziam sua credibilidade.
É questão de dez minutos: explicação dos serviços, nomeação dos clientes e o que lhes foi servido, apresentação das correspondentes notas fiscais.
Por não admitir a transparência, Palocci terá sua reputação novamente marcada pela sombra de uma manobra espúria e situações mal explicadas.
Falta de transparência não protege. Apenas encapa as personalidades com o manto irremovível da dúvida.
A suspeita se torna irremissível, embora os acertos dêem a essas pessoas a discutível possibilidade de não se explicarem à sociedade.
Por vezes terminam tendo que se explicar à Justiça porque essas atitudes perenizam as suspeitas e atiçam as mentes investigadoras, comprometidas com a busca da verdade e da justiça.
O acordo é ruim para o agronegócio brasileiro.
Ele aumenta o risco para as culturas pelo efeito de médio prazo do desmatamento e pelo impacto dessas práticas danosas nos cursos de água e mananciais.
Enodoa a reputação de nossas commodities nos mercados de primeira linha, que exigem uma cadeia de suprimento limpa de danos à natureza, emissões de gases estufa, agressões aos direitos dos trabalhadores. Iguala bons e maus produtores; quem tem terra legal e grileiro; produtor de qualidade, agregador de valor e gerador de riqueza e predadores de fronteira, que abrem áreas a correntão, superexploram a terra e os trabalhadores e depois se vão, deixando um legado de pó e pobreza.
O acordo cria risco ambiental sério, de desastres, como deslizamentos; de desertificação e savanização; de aumento das emissões de gases; de erosão do solo e dos rios; de destruição de fontes de água.
Um acordo dessa natureza só atende aos interesses desses que devem e temem. Desmatadores que agiram de forma consciente, sabendo que feriam a lei e apostavam na impunidade e na anistia. Como estão fazendo agora em Mato Grosso.
Lá o desmatamento detectado pelo Imazon e pelo INPE, com suas distintas metodologias, em período de chuva ainda, com correntão, mostra o reavivamento da expectativa de anistia e impunidade.
Até a senadora Kátia Abreu admitiu esse efeito das expectativas, embora subestimando sua ordem de grandeza, dizendo “à Folha que ‘meia dúzia’ de produtores pode ter desmatado esperando serem anistiados pelo futuro novo Código Florestal.
‘Mas isso é isolado.
O Brasil desmata cada vez menos.
Não vamos permitir que isso atrase ainda mais a votação’(…).”
A contradição entre o acordo que se confabula no Congresso e o que disseram os ministros Izabella Teixeira e Aloízio Mercadante é assombrosa.
Ao anunciar os dados do INPE sobre o aumento do desmatamento, principalmente no Mato Grosso, prometeram aumentar o monitoramento e a fiscalização e punir os infratores. A ministra disse que bois em áreas desmatadas serão apreendidos e doados.
O ministro Mercadante alertou que não dá para esconder o que fazem do monitoramento dos satélites e da fiscalização.
Criaram um “gabinete de emergência”, que garantirá a reversão desse quadro de retomada do desmate ilegal.
Os desmatadores, informados da anistia vindoura para os seus desmandos até 2008 apostarão nos ministros ou no poder anistiador dos ruralistas, acostumados a tirar na pressão perdão de dívidas e vista grossa para o desrespeito à legislação ambiental e trabalhista?
Se os ministros não sabem ainda o que leva ao aumento do desmatamento, não precisam gastar com logística para enviar investigadores ao campo.
As causas dessa vez não estão na Amazônia, nem na dinâmica das commodities exportadas, ou na demanda doméstica por carne.
Estão vizinha de seus gabinetes, no Congresso Nacional e em alguns dos vários corredores do poder ali na Praça dos Três Poderes.
Não abandonaremos a esperança de que este acordo caia, que as lideranças íntegras que restam no PSDB e no PT exorcizem essa tentação de atender a uma fração da sociedade, com demandas ilegítimas, fazendo uso de manobras também ilegítimas, passando o correntão político na democracia, na ética e nas florestas.

 
** Publicado originalmente no site Ecopolítica.





Prefeito de São Paulo sanciona lei de proibição do uso das sacolas plásticas

por Redação EcoD


 Gilberto Kassab sanciona
lei que proíbe sacolas plástica.
Estabelecimentos comerciais de São Paulo
têm até o dia 31 de dezembro deste ano para
abolir a distribuição de sacolas plásticas. O prefeito
da capital paulista, Gilberto Kassab, sancionou a lei que
proíbe a circulação desse material na maior cidade do Brasil.
A medida foi publicada nesta quinta-feira, 19 de maio,
no Diário Oficial. O projeto de lei havia sido
 aprovado pela Câmara Municipal
na terça-feira (17).
No texto
aprovado
pela Câmara
a multa para
 o descumprimento
da norma
será entre
 R$ 50 a
R$ 50 milhões,
 segundo a
condição
econômica
de cada
estabelecimento
 comercial.
Durante o
período
que vai
anteceder
 a data
aceita
pelo
prefeito,
 os mercados
terão que exibir
 placas informativas,
 com as dimensões de 40 cm x 40 cm, promovendo a substituição dos sacos, com a propaganda “Poupe recursos naturais! Use sacolas reutilizáveis”. A fiscalização, que será feita pela Secretaria Municipal do Verde e Meio Ambiente, só não se aplicará às embalagens originais das mercadorias, às embalagens de produtos alimentícios vendidos a granel ou aqueles que vertam água.



* As informações são da Agência Brasil.
** Publicado originalmente no site EcoD.

quarta-feira, 18 de maio de 2011

Estou Vendendo: Afinador que trabalha em linha Italiano Marca Danelectro

Bonito Charmoso Eficiente Em Perfeito Estado de Conservação

Funciona em Linha : enquanto vc toca mantem o instrumento afinado!

Estilo Retrô Década de 50

Na Caixa Original
Etiqueta do Fabricante

Botão on / off acionamento pedal

Preço de ocasião: US$40
Novo Em òtimas Condições

Super Funcional: entrada ac/dc + IN / OUT

Gostou? Bacana?

E-mail para historiaclaudio@hotmail.com

Colocar no Campo Assunto: Afinador

Preço de ocasião: US$40

Preço de ocasião: US$40


Preço de ocasião: US$40





Motivo da venda: esvaziamento de armário
mediante ordens superiores da cara metade...
Por isso, embora com grande dor no coração...

segunda-feira, 16 de maio de 2011

Qual a origem do nome Gari sinônimo de varredor de rua ?

Origem:

O lixeiro, gari (português brasileiro) ou varredor ou almeida (português europeu) é o profissional da limpeza que trabalha exclusivamente com lixo assegurando a limpeza da via pública.

Origem do termo gari:
O surgimento do termo gari, que provém do nome de Pedro Aleixo Gari.
Durante o Império, ele assinou o primeiro contrato de limpeza urbana no Brasil.
Aleixo costumava reunir, no Rio de Janeiro, funcionários para limpar as ruas após a passagem de cavalos. Os cariocas, que se acostumaram com esse trabalho, sempre mandavam chamar a "turma do gari".
Aos poucos e de tanto repetir, a população associou o sobrenome de Aleixo Gari aos funcionários que cuidam da limpeza das ruas.

quinta-feira, 12 de maio de 2011

AGORA A POESIA...LORCA

SONETO


Eu a vi passar por meus jardins


quando minha alma era luz da luz.


Eu a vi mirar o berço


onde a Luxúria morde as crinas.






Eu a vi rezar na penumbra


no altar dos sacros martírios,


azul e pálida como os lírios,


com a luz de meu peito que a ilumina.






Nunca mais a vereis, pois minha alma


já entrou no reino do prazer sombrio,


jardim sem lua, sem paixão, sem flores.






Murchou a flor; e acalmou-se


minha ilusão. Já longínquo o vozerio,


o coração penetrou nas dores.






[10 de janeiro de 1918]














SONETO

O vento explora cautelosamente
qual o velho tronco que derrubará amanhã.
O vento: com a luz em sua alta fronte
escrito pelo pássaro e a rã.


O céu se colore lentamente,
uma estrela morre na janela,
e nas sombras estendidas do Nascente
lutam meu coração e sua maçã.


O vento como arcanjo sem história
terá sobre o grande álamo que espia,
depois de longa espreita, a vitória,


enquanto meu coração, na luz fria,
diante da vaga miragem da Glória,
luta sem decifrar a alma minha.


[agosto, 1923]











SONETO DE HOMENAGEM A


MANUEL DE FALLA OFERECENDO-LHE UMAS FLORES






Lira cordial de prata refulgente


de duro acento e nervo desatado


vozes e frondes de uma Espanha ardente


com tuas mãos de amor desenhaste.






Em nosso próprio sangue está a fonte,


que tua razão e sonhos fez brotar.


Álgebra limpa de serena fronte.


Disciplina e paixão do sonhado.






Oito províncias da Andaluzia,


oliveira ao ar e ao mar os remos,


cantam, Manuel de Falla, tua alegria.






Com o laurel e flores que ofertamos,


amigos de tua casa neste dia,


pura amizade simples te ofertamos.






[Granada, 8 e 9 de fevereiro de 1927]


NA TUMBA SEM NOME DE HERRERA Y REISSIG

NO CEMITÉRIO DE MONTEVIDÉU



Túmulo de esmeraldas e epentismo

como errante pagode submarino,

ramos de morte e aurora de sentina

tornam louco o cipreste de teu lirismo,



anêmonas com fósforo de abismo

cobrem tua caveira amarfilhada,



e o ar tece uma grinalda fina

na calva azul de teu batismo.



Não chega Salambó de mel gelado

nem póstumo carbúnculo de ouro hirto

que salitrou de lis tua voz passada.



Só um rumor de hipnótico concerto,

uma lagoa turva e dissipada,

sopram entre teus lençóis de morto.

A MULHER DISTANTE



SONETO SENSUAL






Todas as mil fragâncias que manam de tua boca


são perfumadas nuvens que matam de doçura.


Meu corpo é como uma ânfora feita de noite escura


que derrama sua essência em ti, divina louca!






Tuas rniradas se perdem nos doces sendeiros,


por ti a noite e o Érebo voltam ao nada,


Febe se apaga lânguida ante ti, humilhada,


e se escarcha de flores a cabeça de Eros.






Em uma noite azul e no jardim silente,


que tu estejas sonhando com regiões brumosas


e o piano murche a "Canção do Olvido",






estrela de meu beijo pousará em tua fronte,


fonte de minha alma te inundará de rosas


e cantará o piano vibrante de som.






[9 de janeiro de 1918]











TRIBUTO A POESIA - PRIMEIRO O HOMEM DEPOIS A OBRA...Federico García Lorca

Origem

Federico García Lorca em 1914.
Federico García Lorca (Fuente Vaqueros, 5 de junho de 1898 — Granada, 19 de agosto de 1936) foi um poeta e dramaturgo espanhol, e uma das primeiras vítimas da Guerra Civil Espanhola devido ao seus alinhamentos políticos com a República Espanhola e por ser abertamente homossexual.



.Nascido numa pequena localidade da Andaluzia, García Lorca ingressou na faculdade de Direito de Granada em 1914, e cinco anos depois transferiu-se para Madrid, onde ficou amigo de artistas como Luis Buñuel e Salvador Dali e publicou seus primeiros poemas.
Grande parte dos seus primeiros trabalhos baseiam-se em temas relativos à Andaluzia (Impressões e Paisagens, 1918), à música e ao folclore regionais (Poemas do Canto Fundo, 1921-1922) e aos ciganos (Romancero Gitano, 1928).
Concluído o curso, foi para os Estados Unidos da América e para Cuba, período de seus poemas surrealistas, manifestando seu desprezo pelo modus vivendi estadunidense.
Expressou seu horror com a brutalidade da civilização mecanizada nas chocantes imagens de Poeta em Nova Iorque, publicado em 1940.

Voltando à Espanha, criou um grupo de teatro chamado La Barraca.
Não ocultava suas idéias socialistas e, com fortes tendências homossexuais, foi certamente um dos alvos mais visados pelo conservadorismo espanhol que, sob forte influência católica, ensaiava a tomada do poder, dando início a uma das mais sangrentas guerras fratricidas do século XX.
Intimidado, Lorca retornou para Granada, na Andaluzia, na esperança de encontrar um refúgio. Ali, porém, teve sua prisão determinada por um deputado católico, sob o argumento (que tornou-se célebre) de que ele seria "mais perigoso com a caneta do que outros com o revólver".

Assim, num dia de agosto de 1936, sem julgamento, o grande poeta foi executado com um tiro na nuca pelos nacionalistas, e seu corpo foi jogado num ponto da Serra Nevada.
Segundo algumas versões, ele teria sido fuzilado de costas, em alusão a sua homossexualidade [3]. A caneta se calava, mas a Poesia nascia para a eternidade - e o crime teve repercussão em todo o mundo, despertando por todas as partes um sentimento de que o que ocorria na Espanha dizia respeito a todo o planeta.
Foi um prenúncio da Segunda Guerra Mundial.


 Exílio na morte

Assim como muitos artistas - e a obra Guernica, de Pablo Picasso -, durante o longo regime ditatorial do Generalíssimo Franco, suas obras foram consideradas clandestinas na Espanha.
Com o fim do regime, e a volta do país à democracia, finalmente sua terra natal veio a render-lhe homenagens, sendo hoje considerado o maior autor espanhol desde Miguel de Cervantes.
Lorca tornou-se o mais notável numa constelação de poetas surgidos durante a guerra, conhecida como "geração de 27", alinhando-se entre os maiores poetas do século XX.
Foi ainda um excelente pintor, compositor precoce e pianista.
Sua música se reflete no ritmo e sonoridade de sua obra poética.
Como dramaturgo, Lorca fez incursões no drama histórico e na farsa antes de obter sucesso com a tragédia. As três tragédias rurais passadas na Andaluzia, Bodas de Sangue (1933), Yerma (1934) e A Casa de Bernarda Alba (1936) asseguraram sua posição como grande dramaturgo


Poesia

Livro de Poemas - 1921

Ode a Salvador Dalí - 1926.

Canciones (1921-24) - 1927.

Romancero gitano (1924-27) - 1928.

Poema del cante jondo (1921-22) - 1931.

Ode a Walt Whitman - 1933.

Canto a Ignacio Sánchez Mejías - 1935.

Seis poemas galegos - 1935.

Primeiras canções (1922) - 1936.

Poeta em Nueva York (1929-30) - 1940.

Divã do Tamarit - 1940.

Sonetos del Amor Oscuro - 1936
























terça-feira, 3 de maio de 2011

Nossa Senhora das Neves - Padroeira da Capela do Cubatão em Limeira SP

Nossa Senhora das Neves

No século IV vivia em Roma um ilustre descendente de nobre família romana, o qual, não possuindo herdeiros, resolveu em combinação com a esposa consagrar sua imensa fortuna à glória de Deus. Estava pensando seriamente no assunto, quando a Rainha do Céu, com o Menino Jesus no colo, apareceu-lhe em sonhos e disse-lhe: - "Edificar-me-eis uma basílica na colina de Roma que amanhã aparecerá coberta de neve".

Era noite de 4 para 5 de agosto, época de maior calor na Itália, mas no dia seguinte, devido a um estupendo milagre, o monte Esquilino estava coberto de neve. A população da cidade acudiu ao lugar do prodígio e até mesmo o Papa Libério, acompanhado de todo o clero, para lá se dirigiu.

Logo depois de iniciada a construção, a basílica foi denominada de Nossa Senhora das Neves, devido ao fenômeno climático. Este templo, no entanto, é conhecido universalmente pelo nome de Santa Maria Maior por ser a mais importante entre todas as Igrejas de Roma dedicadas à Virgem Santíssima.



Atividade Procedimental I: Trabalho em grupo 9º Ano 2 Pesquisa, Produção e Recuperação Continua de Geografia

 Alunos  desenvolvem atividade de  Recuperação Contínua - Revisão dos temas abordados nos bimestres anteriores -  em grupos de traba...