quarta-feira, 26 de setembro de 2012

E E PROF PAULO CHAVES FEIRA DE CIÊNCIA E CULTURA DIA 20 09 12,

Professora Márcia e alunos
na instalação de Matemática

Professora Márcia e alunos
na instalação de Matemática

Professora Rosana 
ouve atenta explicação da aluna sobre
a atividade de  Matemática






Alunos do 1º ano 05 EM


Professores Cleusa e Benedito


E E Prof. Paulo Chaves A Feira Científica 20 de setembro de 2012














Professoras Fabíola e Adriana com alunos na
instalação de Biologia


Professoras Fabíola e Adriana com alunos na
instalação de Biologia

Professora Susylaine na instalação de Matemática

EE PROF PAULO CHAVES FEIRA DE CIÊNCIA E CULTURA DIA 20 09 12

Aluna Sthefany colaborando nos registros do evento






Professoras Rosana,  Susylanie  e Fabíola
 parte integrante da execução e organização do evento


Professora Márcia de Matemática
 e inspetora Rebeca







Para Nasi o Brasil não tem mais bandas boas de rock


Triângulos amorosos, rinha de egos, drogas e traições são os ingredientes do coquetel molotov que deu fim à banda de rock Ira! em 2007, após 26 anos de estrada.
A combinação explosiva pode ser revisitada na biografia autorizada de Nasi — ex-vocalista e líder do grupo, fundado nos anos 80 — escrita por Alexandre Petillo e Mauro Beting.

Nas estatísticas do cantor, apenas 20% da obra "A ira de Nasi" aborda novas e antigas polêmicas sobre o extinto conjunto. Embora tenha mensagens claras destinadas a cada um dos antigos parceiros nas páginas finais, ele garante que o livro não é uma provocação. “Não fiz para agredir ou passar a mão na cabeça de ninguém.”

Nasi em foto que ilustra a capa do livro 'A ira de Nasi', biografia do cantor lançada pela editora Belas Letras (Foto: Fabiana Figueira/Divulgação)Em entrevista ao G1, Nasi avalia com acidez o cenário nacional do rock e diz não temer que o livro sepulte oficialmente a banda. “Não tenho medo disso.
Não estou nem ai se o Ira! vai voltar um dia.
Estou muito bem do jeito que estou.”
Para que houvesse uma turnê de despedida, seria necessário, antes, que ele e o guitarrista Edgard Scandurra tivessem um debate franco, numa espécie de acareação.

“Só deveria voltar se realmente eu e o Edgard sentássemos juntos pra conversar.
Olha, a gente se magoou, se machucou, vamos fazer uma turnê de despedida?
Vamos falar o que está engasgado um pro outro, fechar isso.
Se tiver que sair no tapa sai, como é em várias atividades, no futebol, e no rock acontece muito.
Mas isso não vai acontecer.
Não consigo ver por causa do Edgard, pelo jeito dele.
Um poço de sensibilidade