quinta-feira, 28 de maio de 2009

Anarquistas

Origens da ideologia anarquista
Bakunin

A palavra anarquismo tem origem no termo grego ánarkhos, cujo significado é, aproximadamente, "sem governo".
O anarquismo é freqüentemente apontado como uma ideologia negadora dos valores sociais e políticos prevalecentes no mundo moderno: o Estado laico, a lei, a ordem, a religião, a propriedade privada etc. De fato, como ideologia libertária e profundamente individualista, o anarquismo defende a ruptura com todas as formas de autoridade política e religiosa, a propriedade privada e quaisquer outros tipos de normas institucionais que cerceiem a liberdade do indivíduo em sociedade e na esfera da vida privada.

Anarquismo e comunidade fraterna.
As doutrinas de inspiração anarquista defendem a idéia de que a supressão de todas as formas de dominação e opressão vigentes na sociedade moderna daria lugar a uma comunidade mais fraterna e igualitária.
Mas a igualdade e a solidariedade comunitária seriam resultados de um esforço individual a partir de um árduo trabalho de conscientização. Os movimentos anarquistas do século 20 promoveram a criação de núcleos comunitários denominados de "ateneus", para onde eram encaminhados os adeptos desta ideologia e que servia de aprendizagem e aperfeiçoamento intelectual. No Brasil, a primeira experiência desse tipo foi a criação da Colônia Cecília, em 1890, que foi dirigida por imigrantes italianos.
Origens do anarquismoNão há consenso entre os historiadores sobre as origens da ideologia anarquista. Mas é possível afirmar que alguns pensadores e teóricos, como o inglês William Godwin, que em 1793 publicou o livro "Enquiry Concerning Political Justice" (cuja tradução é Indagação relativa à justiça política), o francês Pierre-Joseph Proudhon, que em 1840 publicou "Qu'est-ce que la propriété?" (cuja tradução é Que é a propriedade?), e o alemão Max Stirner, que publicou "Der Einzige und sein Eigentum" (cuja tradução é O indivíduo e sua propriedade), influenciaram decisivamente o conteúdo da ideologia anarquista.O anarquismo influenciou importantes movimentos sociais no transcurso do século 19 até a metade do século 20.

Movimentos anarquistas
A crítica da propriedade privada e do Estado burguês feita pelos ideólogos anarquistas resultou no desenvolvimento do trabalho de conscientização e mobilização das massas proletárias (ou seja, o operariado). Em muitos aspectos, a ideologia anarquista se assemelhava à ideologia socialista - principalmente no tocante a luta de classes, a defesa das classes oprimidas, a crítica da propriedade privada, da sociedade e do Estado burguês. Por conta disso, durante décadas os anarquistas e os comunistas se aliaram na organização dos movimentos revolucionários.
Na Europa do século 19, destacou-se o trabalho do intelectual e revolucionário russo Mikhail Bakunin, responsável pela sistematização de muitos princípios, idéias e valores que vão compor a ideologia anarquista. Bakunin inspirou inúmeros movimentos anarquistas por todo o continente.
Anarquismo no BrasilNo Brasil, a ideologia anarquista foi introduzida pelos imigrantes europeus, principalmente os italianos e espanhóis.
Os anarquistas foram os responsáveis pela organização dos primeiros movimentos operários e sindicatos trabalhistas autônomos.
Eles lideraram as greves de 1917, 1918 e 1919 , ocorridas em São Paulo e no Rio de Janeiro.
Entre os militantes anarquistas brasileiros, destacam-se o jornalista Edgard Leuenroth, o filólogo e professor José Oiticica e o intelectual Neno Vasco. A partir da década de 1920, os anarquistas progressivamente se afastam dos socialistas e, cada vez mais, perdem influência social e política. Após a Segunda Guerra Mundial, a ideologia anarquista entra em declínio em praticamente todos os países.

Anarquismo




Origens da ideologia anarquista





Bakunin sistematizou princípios que comporiam a ideologia anarquista



A palavra anarquismo tem origem no termo grego ánarkhos, cujo significado é, aproximadamente, "sem governo".


O anarquismo é freqüentemente apontado como uma ideologia negadora dos valores sociais e políticos prevalecentes no mundo moderno: o Estado laico, a lei, a ordem, a religião, a propriedade privada etc.


De fato, como ideologia libertária e profundamente individualista, o anarquismo defende a ruptura com todas as formas de autoridade política e religiosa, a propriedade privada e quaisquer outros tipos de normas institucionais que cerceiem a liberdade do indivíduo em sociedade e na esfera da vida privada.
Anarquismo e comunidade fraternaAs doutrinas de inspiração anarquista defendem a idéia de que a supressão de todas as formas de dominação e opressão vigentes na sociedade moderna daria lugar a uma comunidade mais fraterna e igualitária. Mas a igualdade e a solidariedade comunitária seriam resultados de um esforço individual a partir de um árduo trabalho de conscientização.


Os movimentos anarquistas do século 20 promoveram a criação de núcleos comunitários denominados de "ateneus", para onde eram encaminhados os adeptos desta ideologia e que servia de aprendizagem e aperfeiçoamento intelectual. No Brasil, a primeira experiência desse tipo foi a criação da Colônia Cecília, em 1890, que foi dirigida por imigrantes italianos.
Origens do anarquismoNão há consenso entre os historiadores sobre as origens da ideologia anarquista.


Mas é possível afirmar que alguns pensadores e teóricos, como o inglês William Godwin, que em 1793 publicou o livro "Enquiry Concerning Political Justice" (cuja tradução é Indagação relativa à justiça política), o francês Pierre-Joseph Proudhon, que em 1840 publicou "Qu'est-ce que la propriété?" (cuja tradução é Que é a propriedade?), e o alemão Max Stirner, que publicou "Der Einzige und sein Eigentum" (cuja tradução é O indivíduo e sua propriedade), influenciaram decisivamente o conteúdo da ideologia anarquista.O anarquismo influenciou importantes movimentos sociais no transcurso do século 19 até a metade do século 20.
Movimentos anarquistasA crítica da propriedade privada e do Estado burguês feita pelos ideólogos anarquistas resultou no desenvolvimento do trabalho de conscientização e mobilização das massas proletárias (ou seja, o operariado).


Em muitos aspectos, a ideologia anarquista se assemelhava à ideologia socialista - principalmente no tocante a luta de classes, a defesa das classes oprimidas, a crítica da propriedade privada, da sociedade e do Estado burguês. Por conta disso, durante décadas os anarquistas e os comunistas se aliaram na organização dos movimentos revolucionários.


Na Europa do século 19, destacou-se o trabalho do intelectual e revolucionário russo Mikhail Bakunin, responsável pela sistematização de muitos princípios, idéias e valores que vão compor a ideologia anarquista. Bakunin inspirou inúmeros movimentos anarquistas por todo o continente.
Anarquismo no BrasilNo Brasil, a ideologia anarquista foi introduzida pelos imigrantes europeus, principalmente os italianos e espanhóis.


Os anarquistas foram os responsáveis pela organização dos primeiros movimentos operários e sindicatos trabalhistas autônomos. Eles lideraram as greves de 1917, 1918 e 1919, ocorridas em São Paulo e no Rio de Janeiro. Entre os militantes anarquistas brasileiros, destacam-se o jornalista Edgard Leuenroth, o filólogo e professor José Oiticica e o intelectual Neno Vasco.


A partir da década de 1920, os anarquistas progressivamente se afastam dos socialistas e, cada vez mais, perdem influência social e política. Após a Segunda Guerra Mundial, a ideologia anarquista entra em declínio em praticamente todos os países.





Pesquisa: Renato Cancian "Comissão Justiça e Paz de São Paulo: Gênese e Atuação Política - 1972-1985".






quarta-feira, 27 de maio de 2009

Eduardo Galeano: a linguagem, as coisas e seus nomes


Na era vitoriana era proibido fazer menção às calças na presença de uma senhorita. Hoje em dia, não fica bem dizer certas coisas perante a opinião pública:O capitalismo exibe o nome artístico de economia de mercado;O imperialismo se chama globalização;
As vítimas do imperialismo se chamam países em via de desenvolvimento, que é como chamar de meninos aos anões;O oportunismo se chama pragmatismo;A traição se chama realismo;Os pobres se chamam carentes, ou carenciados, ou pessoas de escassos recursos;A expulsão dos meninos pobres do sistema educativo é conhecida pelo nome de deserção escolar;O direito do patrão de despedir sem indenização nem explicação se chama flexibilização laboral;A linguagem oficial reconhece os direitos das mulheres entre os direitos das minorias, como se a metade masculina da humanidade fosse a maioria;em lugar de ditadura militar, se diz processo.As torturas são chamadas de constrangimentos ilegais ou também pressões físicas e psicológicas;Quando os ladrões são de boa família, não são ladrões, são cleoptomaníacos;O saque dos fundos públicos pelos políticos corruptos atende ao nome deenriquecimento ilícito;Chamam-se acidentes os crimes cometidos pelos motoristas de automóveis;Em vez de cego, se diz deficiente visual;Um negro é um homem de cor;Onde se diz longa e penosa enfermidade, deve-se ler câncer ou AIDS;Mal súbito significa infarto;Nunca se diz morte, mas desaparecimento físico;Tampouco são mortos os seres humanos aniquilados nas operações militares: os mortos em batalha são baixas e os civis, que nada têm a ver com o peixe e sempre pagam o pato, danos colaterais;Em 1995, quando das explosões nucleares da França no Pacífico Sul, o embaixador francês na Nova Zelândia declarou: “Não gosto da palavra bomba. Não são bombas. São artefatos que explodem”;Chama-se Conviver alguns dos bandos assassinos da Colômbia, que agem sob proteção militar;Dignidade era o nome de um dos campos de concentração da ditadura chilena e Liberdade o maior presídio da ditadura uruguaia;Chama-se Paz e Justiça o grupo militar que, em 1997, matou pelas costas quarenta e cinco camponeses, quase todos mulheres e crianças, que rezavam numa igreja do povoado de Acteal, em Chiapas.
* Do livro De pernas pro ar, editora L&PM(Envolverde/ Agência Carta Maior)

terça-feira, 26 de maio de 2009

HISTORIA DO ROCK NO BRASIL IV Erasmo Carlos

1965 RGE - Disco de Estréia do Tremendão
Espera-se que tenha sobrado um espacinho no inconsciente coletivo para comemorar os mesmos 60 anos de outro "Carlos", neste dia 5 de junho: Erasmo Esteves, mais conhecido como Erasmo Carlos. Seria muito injusto que não houvesse esse espaço - afinal, mais do que "o amigo de fé, irmão camarada" de Roberto e onipresença nos créditos das canções do Rei, EC é, como poucos artistas (ou nenhum), um símbolo vivo da história do rock brasileiro.
Em seus mais de 40 anos de carreira, Erasmo nunca ficou limitado à sombra de Roberto: trilhou seu caminho, deu cabeçadas, teve altos e baixos e chegou a amargar um relativo ostracismo. Tudo para manter-se fiel à sua concepção particular de música, que partiu do iê iê iê tupiniquim da Jovem Guarda, passou pelo flerte com o samba-rock, raspou no tropicalismo, trombou no romântico - e acabou, mesmo com todas essas mudanças, virando mais ou menos um sinônimo de roqueiro brazuca na cabeça do povo.

Mais do que isso, o Tremendão também influenciou gerações sucessivas de artistas pop brasileiros. Mesmo se queixando (como em recentes entrevistas para lançar seu último CD) de que os mais novos nem sabem quem ele é, o fato é que Erasmo surge, aos 60 anos, como um exemplo de integridade artística e vontade de inovação para seus pares.

Artistas de musicalidade completamente antípoda a de Erasmo o respeitam e se dizem influenciados por ele.




Biografia - 5/6/1941


Parceiro cativo de Roberto Carlos (praticamente todas as músicas que lançam são assinadas em dupla) e um dos grandes roqueiros brasileiros, o carioca Erasmo Carlos começou carreira musical em 1958 cantando no grupo The Sputniks, do qual ainda faziam parte Roberto, Tim Maia, Arlênio Lívio, Edson Trindade e China, todos integrantes da turma roqueira da Rua do Matoso, no bairro da Tijuca. Sem Tim, os Sputniks viraram The Snakes – mais tarde, perderiam Roberto também.

O resultado é que, em 1962, Erasmo estaria cantando no grupo Renato e Seus Blue Caps, com quem gravou LP homônimo. Seu primeiro grande sucesso viria em 1964, já em carreira solo: “Festa de Arromba”, composta em parceria com Roberto. No ano seguinte, Erasmo, seu parceiro e a cantora Wanderléa foram convidados para apresentarem o programa de auditório da TV Record Jovem Guarda, catalizador de toda aquela música jovem que estava sendo feita no Brasil. Rebatizado de “O Tremendão”, Erasmo iniciou uma longa fileira de sucessos: “Você Me Acende”, “Gatinha Manhosa”, “Terror dos Namorados”, “Vou Ficar Nu Para Chamar Sua Atenção”, “Minha Fama de Mau”, “Estou Dez Anos Atrasado”, “Vem Quente Que Estou Fervendo”, “Coqueiro Verde”, “Sentado à Beira do Caminho”, entre outros. Ator nos filmes “Roberto Carlos e o Diamante Cor de Rosa”, “A 300 km por hora” e “Os Machões”, ele gravou nos anos 70 importantes LPs, como “Sonhos e Memórias – 1941-1972” (das músicas “Mané João” e “Mundo Cão”) e “1990 – Projeto Salvaterra”, dos hits “Sou uma Criança, Não Entendo Nada” e “Cachaça Mecânica” (de surpreendente êxito no mercado holandês). Voltaria ao sucesso esporadicamente nos anos 80, com as músicas “Mulher” (parceria com a mulher, Narinha), “Mesmo Que Seja Eu”, “Pega na Mentira” e “Close”. No final dos anos oitenta, Erasmo regravou sua “A Carta” em dueto com Renato Russo, da Legião Urbana. Em 1997, foi homenageado junto com Roberto Carlos pelo conjunto da obra, no XVII Prêmio Shell para a Música Brasileira

Stevie Ray


sexta-feira, 22 de maio de 2009

Zé Rodrix

O nome de Zé Rodrix pode não significar muito para os mais jovens. Afinal há mais de vinte e cinco anos ele não lança um disco solo. Mas basta falar de algumas de suas músicas que a memória provavelmente será ativada.
Zé Rodrix apareceu para o grande público em 1967 ao acompanhar ao lado do Momento Qu4tro Edu lobo e Maria Medalha em Ponteio no Festival da Record (“quem me dera agora eu tivesse uma viola pra cantar”).
Mas foi nos anos 70 que ele deixou sua marca mais forte na nossa música. Foram anos de muita produtividade que incluíram o grupo Som imaginário, os fundamentais Sá, Rodrix e Guarabyra, verdadeiros criadores do country/folk rock legitimamente brasileiro (ou melhor dizendo, do rock rural) e uma carreira solo não menos brilhante que teve de tudo um pouco: baladas confessionais ao piano, rock jazzificado, pop, e música latina.
São dele canções como Casa no Campo (em parceria com Tavito, imortalizada por Elis Regina), Mestre Jonas ou Soy latino Americano.
Nos anos 80 e 90 sentindo o clima pesando ele abandonou a carreira e passou a se dedicar somente á publicidade. Responsável por alguns jingles de enorme sucesso (campanhas para Marisa, Chevrolet, Extra ou Fininvest comprovam).
Em 2001 Zé aceitou um convite para se reunir com os antigos companheiros Sá e Guarabira no terceiro Rock in Rio e desde então não se separaram mais.
Se sentindo novamente confiante, Rodrix resolveu reativar sua carreira solo e o fez em grande estilo, armando um show em que se apresenta ao lado de uma big band e toca músicas desses mais de 40 anos de carreira.Que pena!
Estamos de luto! Morreu um dos últimos ícones da Composição Musical De Verdade direta ou indiretamente mas sempre falando a verdade, ícone de um tempo, qdo jingles viravam sucessos inesquecíveis em nossas cabeças, como aquele assim" liberdade é uma calça velha azul e desbotada, que vc pode usar do jeito que quiser..", era uma época de ouro da criatividade, da genialidade e de uma certa pureza que hoje não se pode mais observar andando por ai!
Saudoso sim, sinto saudades do tempo e das coisas boas desse tempo, meu irmão cabeludo, carregando um gravador Aiko, a tira colo, meu pai e meus tios conversando de política escondidos no fundo do quintal, assando umas carninhas e bebendo caipirinhas, minha mãe e minhas tias tricotando abobrinhas na cozinha... foi assim que conheci, e desenvolvi minha percepção musical desse tempo em que Sá, Rodrix e Guarabyra grupo de Rock Rural... Era a década de 70 do século XX!
"O pó da estrada", " vem queimando a nave louca", Sobradinho", entre tantas outras e e a debochada " Peixuxa"...e mais recentemente no "Ao Vivo MTV do Ira! gravaram tbm uma composição sua que me foge o nome mas esta lá , registrado inclusive com a presença de seu autor.
O Brasil esta mais pobre e algum lugar noutra dimensão esta mais rico depois de sua partida Zé.

Saudade.

quinta-feira, 21 de maio de 2009

HISTORIA DO ROCK NO BRASIL III Made In Brazil

Grupo de rock paulistano criado em 1967 (Oswaldo Vecchione, baixo; Celso Vecchione, guitarra; Cornelius, voz; Percy, voz; Leli, guitarra; Júnior, bateria) , gravou quatro LPs na década de 70, surgindo como um dos pioneiros do hard-rock nacional. Tendo como público-alvo os jovens, os membros do conjunto se apresentavam com o clássico visual rock: calças de couro, cabelos compridos, postura agressiva. De 1974 a 1980 foram contratados da RCA, que lançou seus principais discos. Alguns sucessos foram "Jack O Estripador", "Anjo da Guarda" e "Minha Vida É o Rock'n'roll". Uma coletânea da série Acervo e o disco ao vivo "Pirata" foram relançados em CD.Cá entre nós, embora goste da maior parte da produção musical dos caras, em diversas oportunidades ao longo dos anos, tive oportunidade de ve-los, ouvi-los e conhece-los, e posso afirmar que são umas inguas, os acaras são muito metidos a besta. Posso acrescentar que o Oswaldo apesar de ser um baixista mediocre, não conseguiu ofuscar a importancia histórica da banda dentro do cenário paulista e brasileiro.Vamos deixar claro: Eu gosto do som da banda! Meu disco preferido tem o nome da minha musica preferida do Made, é Minha Vida é Um Rock &Roll.
Segue a lista das musicas deste LP, gravado em 1981 pela RCA Victor + a frente e o verso da capa do vinil:

1 - Fim de semana
(O.Vecchione - C.Vecchione)
2 - Mickey Mouse, a gata e eu (A certain girl)
(
Ricardo Petraglia - N.Neville)
3 - Menina
(
Osvaldo Vecchione)
4 - Rock'n'roll suicídio
(
Osvaldo Vecchione)
5 - Eu quero mesmo é tocar
(
Osvaldo Vecchione)
6 - Assopraram a velhinha
(
O.Vecchione - R.Fenili)
7 - Futebol
(
Osvaldo Vecchione)
8 - Minha vida é rock'n'roll
(
Osvaldo Vecchione)
9 - Caribas 93 (Tributo a Bo Diddley)
(
Osvaldo Vecchione)
10 - Comendo a poeira da estrada

(Osvaldo Vecchione)
11 - Gatinha fujona (Volte pra mim)
(A.Medeiros - O.Vecchione)
12 - Me faça sonhar - Parte I
(Osvaldo Vecchione)
13 - Me faça sonhar - Parte II
(Osvaldo Vecchione)

HISTORIA DO ROCK NO BRASIL II : O Peso

Em Busca do Tempo Perdido de 1975




Este disco é uma das maiores provas do completo descaso da indústria fonográfica nacional para com seus tesouros.
Como é possível uma obra em pé de igualdade com clássicos como 'Fruto Proibido' (Rita Lee & Tutti-Frutti), 'Made In Brazil' (Made In Brazil), 'É Proibido Fumar' (A Bolha) e 'Você Sabe Qual O Melhor Remédio' (Tutti-Frutti), itens obrigatórios em qualquer cdteca de rock (com 'R').
No caso deste trabalho, apesar da ingenuidade e alienação de seu texto, sua qualidade é inquestionável não só para os padrões -musicais e de produção- da década de seu lançamento mas como parâmetro para a música que estamos sendo obrigados a consumir hoje neste país.
Peooalmente posso me considerar um sujeito abençoado, por ter tido a oportunidade de ver essa banda, lendária, em minha própria "casa", para ser mais preciso no entãso caping: Recanto dos Laranjais, numa festa homérica do rock nacional, juntamente com Patrulha do Espaço, Made in Brazil, o Terço, Cefaléia, Urubus, e outras cujo nome ja nem me lembro mais!
Imaginem vcs, isso no final dos anos 70, ditadura militar, eu contava na ocasião + ou - 16 pra 17 anos! Prefiro livrá-los dos detalhes sórdidos, por motivos óbvios. Posso garantir, no entanto, que ferviam possibilidades de expansão de nossa criatividade, talento e emoção...porra meu!que saudade!!!

quarta-feira, 20 de maio de 2009

+ Arnaldo Dias Batista ( Presente)


+ Arnaldo Baptista


Pianista de formação clássica, baixista e compositor, foi fundador do grupo Os Mutantes, formado em São Paulo em 1966, originalmente com Rita Lee e Sergio Dias, e que definiu rumos para o rock e a música pop brasileira.


Arnaldo, um dos "malditos" da cultura brasileira, é considerado uma figura de transição entre o tropicalismo dos anos 70 e o rock brasileiro dos 80.


Já foi internado em sanatórios e tentou o suicídio. Virou tema de vídeo e livro. Em 1974 lançou um disco solo, "Loki?", e três anos depois montou a banda Patrulha do Espaço, que lançou discos nos anos 80.

A partir de meados da década de 80 passa a se dedicar também à literatura e à pintura, até que em 1995 assina contrato com a gravadora Virgin Brasil, que lança "Singin' Alone".




Arnaldo Baptista


Pianista de formação clássica, baixista e compositor, foi fundador do grupo Os Mutantes, formado em São Paulo em 1966, originalmente com Rita Lee e Sergio Dias, e que definiu rumos para o rock e a música pop brasileira.

Arnaldo, um dos "malditos" da cultura brasileira, é considerado uma figura de transição entre o tropicalismo dos anos 70 e o rock brasileiro dos 80.

Já foi internado em sanatórios e tentou o suicídio. Virou tema de vídeo e livro. Em 1974 lançou um disco solo, "Loki?", e três anos depois montou a banda Patrulha do Espaço, que lançou discos nos anos 80.

A partir de meados da década de 80 passa a se dedicar também à literatura e à pintura, até que em 1995 assina contrato com a gravadora Virgin Brasil, que lança "Singin' Alone".

terça-feira, 19 de maio de 2009

HISTORIA DO ROCK NO BRASIL I

Arnaldo Dias Batista" O Coração dos Mutantes"

Revolução

A história do rock no Brasil deu muitas voltas desde o seu começo oficial, no dia 24 de outubro de 1955, quando foi lançada, na voz de Nora Ney, a música Ronda das Horas. Era uma versão em ritmo de fox para Rock Around the Clock, um dos primeiro sucessos do rock’n’roll, escrito por Max C. Freedman e Jimmy Knight e gravado por Bill Haley & His Comets.

Depois desse inusitado disco inaugural, os brasileiros viram aquela subversiva novidade americana ser assimilada pelos compositores nacionais (em 1957, Cauby Peixoto gravou o primeiro exemplar nacional, Rock and Roll em Copacabana, de Miguel Gustavo), gerar seus primeiros ídolos tupiniquins (Cely Campello, de Estúpido Cupido e Banho de Lua, e Sérgio Murilo, de Broto Legal), ensaiar suas primeiras apologias ao mau comportamento (em Rua Augusta, com Ronnie Cord, ou melhor, Ronaldo Cordovil) e inspirar o primeiro movimento de afirmação da cultura jovem brasileira – a Jovem Guarda de Roberto e Erasmo Carlos, com sua rebeldia cuidadosamente calculada. Com esse impulso, as guitarras elétricas passaram a dar o tom para a farra da garotada, misturando-se sem problemas, a partir da Tropicália (1967), com os mais tradicionais gêneros da música brasileira.
Na segunda metade da década, as obstinadas bandas que insistiam em fazer rock no Brasil geralmente tendiam para o hard (O Peso, Made In Brazil, a Patrulha do Espaço de Arnaldo Baptista, Bixo da Seda, A Bolha), ou para o progressivo (O Terço, Som Nosso de Cada Dia, os velhos Mutantes – então capitaneados pelo guitarrista Sérgio Dias –, Moto Perpétuo, Casa das Máquinas, Módulo, Som Imaginário, Veludo Elétrico, Vímana, Terreno Baldio).
Mas ainda havia ainda o rock rural de Sá, Rodrix & Guarabira, o pré-punk do Joelho de Porco e as experimentações inclassificáveis de Tom Zé e Walter Franco. Era toda uma força roqueira que seria dizimada a partir de 1977, com a massificação nas rádios brasileiras do fenômeno da discoteque – que passou como um rolo compressor, já que fazer dançar não era lá uma das grandes qualidades do rock daquela época.
Rita Lee foi um dos que embarcaram na onda disco, dando início à sua fase Banho de Espuma.

segunda-feira, 18 de maio de 2009

Monarquia e República















A Monarquia é uma forma de governo moderna e eficiente. Das 12 economias mais fortes do mundo atual, 8 são monarquias.

A República está sendo questionada em vários países, pois não tem solucionado seus problemas. Haja vista que, das 165 repúblicas atuais, só 11 mantêm regime democrático há mais de 20 anos.


O Monarca, sendo vitalício, pode inspirar e conduzir um projeto nacional, com obras de longo alcance e longo prazo.

O Presidente tem quatro anos para elaborar e executar o seu projeto de governo, cujo alcance é forçosamente limitado.


O Monarca não tem interesse em interromper os projetos de seus antecessores, dos quais participa antes mesmo de subir ao trono.

O Presidente quer executar o seu próprio projeto e, com freqüência, interrompe as obras dos antecessores. Em geral, não consegue completar os projetos iniciados por ele, que serão igualmente abandonados por seu sucessor.


O Brasil, como Império, era um país do primeiro mundo, junto com os Estados Unidos da América, Inglaterra e Alemanha.

A República conduziu o Brasil à condição de país do terceiro mundo, do qual a tendência é descer mais.


Se tivéssemos mantido a Monarquia, os sucessores de D. Pedro II, até agora, teriam sido apenas três.

No mesmo periodo de um século, tivemos 43 Presidentes, com igual número de mudanças de rumo e outro tanto de crises, golpes, instabilidades e ditaduras.


A imprensa costuma citar, com destaque, como exemplo de decadência da Monarquia, a conduta do Príncipe Charles e sua tumultuada relação com a Princesa Lady Di. Só que a Rainha de nada é acusada e, a sabedoria britânica, no devido tempo, saberá encontrar tranquilamente o sucessor de Elizabeth, sem solução de continuidade para a vida da nação.

Quem não se lembra, na República brasileira, da conduta reprochável de esposas, filhos, irmãos, genros e outros familiares ou agregados de tantos Presidentes, gerando inclusive, crises institucionais?


Parlamentarismo autêntico só com Monarquia, pois o Monarca é suprapartidário e tem posição equânime em relação aos partidos.

No parlamenterismo republicano, o Presidente é eleito e sustentado por conchavos de partidos e grupos econômicos, e tende a ter posição facciosa.


Na Monarquia, o Monarca é um amigo e aliado do seu Primeiro Ministro.

Na República, o Presidente é um concorrente ou um inimigo de seu Primeiro Ministro.


O Monarca é o símbolo vivo da nação, personifica sua tradição histórica e lhe dá unidade e continuidade.

O Presidente da República tem mandato de apenas quatro anos e é eleito por uma parte geralmente minoritária da nação. Por isso não a personifica, nem lhe dá unidade.


É função do Monarca, segundo o Imperador Francisco José da Austria, defender o povo contra os seus maus governos.

Rui Barbosa afirmou que "o mal irremediável da República é deixar exposto às ambições menos dignas o primeiro lugar do Estado", isto é, o Chefe de Estado.


O Monarca não está vinculado a partidos nem depende de grupos econômicos, por isso pode influir, com maior independência, nos assuntos de Estado, visando o que é melhor para o país.

O Presidente se elege com o apoio de partidos políticos e depende de grupos econômicos, que influem nas suas decisões, em detrimento das reais necessidades do povo e do país.


O Monarca é educado desde criança para reinar com honestidade, competência e nobreza, e durante toda a vida acompanha os problemas do país e colabora em sua solução, com independência política e partidária.

O Presidente não é educado para o cargo. Não raro, surge como resposta aos interesses de um partido. É como um passageiro de avião, que é eleito pelos demais para pilotar a aeronave, sem que para isto esteja habilitado.


O Monarca pensa nas futuras gerações.

O Presidente pensa nas futuras eleições.


Não se conhece exemplo de Monarca envolvido em negociatas, pois "Rei não rouba".

Em todo o mundo são frequentes os casos de Presidentes desonestos.


A dotação de D. Pedro II era de 67 contos de réis por mês, e não se alterou durante os 49 anos de reinado. Com essa dotação ele manteve sua família e sustentou os estudos de muitos brasileiros famosos, como Carlos Gomes, Pedro Américo e o próprio Deodoro. Não havia mordomias.

Após a proclamação da República o salário de Deodoro, destinado apenas às suas despesas pessoais - não às do seu cargo -, foi ajustado em 120 contos de réis por mês, e os dos Ministros foram dobrados em relação aos do Império.


Na Monarquia, a nação sustenta apenas uma família.

Na República brasileira, além do Presidente, a nação sustenta hoje mais 7 ex-Presidentes e suas viúvas.


Na Grã-Bretanha, com toda a sua pompa e circunstância, o custo anual para o povo britânico sustentar a Rainha, sua família e todo o aparato é de US$ 1,87 per capita, e no Japão não chega a US$ 0,50.

No Brasil, estima-se que a Presidência custe à nação entre US$ 6,00 e US$ 12,00 per capita por ano.


As viagens de D. Pedro II eram pagas com o seu próprio dinheiro, e a comitiva não passava de 4 ou 5 pessoas.

As viagens presidenciais são pagas com o dinheiro do povo, e a comitiva já chegou a lotar dois Jumbos.


No Império havia 14 impostos, e uma norma que dizia: "Enquanto se puder reduzir a despesa, não há direito de criar novos impostos".

Hoje, o Brasil tem 59 impostos, e a todo momento surgem propostas para aumentar a carga tributária.


O menor salário do Império equivaleria hoje a US$ 275,00 e a diferença entre o menor e o maior era de 12 vezes.

O salário-mínimo republicano tem sido inferior a US$ 100,00, e a diferença entre ele e o maior salário de cargo público ultrapassa 200 vezes.


O salário de professora equivalia, no Império a US$ 730,00.

Hoje, os professores recebem salário "de fome", desestimulando o ensino. Em muitos locais, não chega a um salário-mínimo.


A inflação média do Império foi de 1,58% ao ano, apesar das enormes despesas com a guerra do Paraguai.

A inflação acelerou logo nos primeiros dias da República, e em 108 anos atingiu 64,9 quatrilhões por cento. Em passado recente chegou a 82,4% ao mês

A Família Imperial Brasileira


A Família Imperial Brasileira


Muitos brasileiros ficam espantados com o simples fato de saber que no Brasil existe uma família imperial, os poucos que conhecem conheceram a face desta família, que fora construida sobre o imaginário republicano. Depois de 114 Anos de República, e tendo nossa Pátria resistido os mandos e desmandos de infelizes mandatários que se estendem até os dias de hoje. A Família Imperial Brasileira ainda é tida como a reserva moral da nação.
Nossos príncipes remontam a época da Indepêndencia do Brasil, e poucos sabem que na realidade remontam a Hugo Capeto (940-996) que fora Rei da França em 987. Isto a precisamente a 1017 Anos!
Tendo na sua árvore genealogica, obviamente a Princesa Isabel, Dom Pedro II, Dom Pedro I e Dom João VI. Os príncipes do Brasil tem em linha varonil direta, São Luiz (Luiz IX) Rei Cruzado da França (1214-1270) pela parte Orleans. Pela parte Bragança remonta a Dom Afonso, Primeiro Duque de Bragança, que se casou com a filha de Dom Nun'Alvares Pereira, Condestável de Portugal.
E também pela parte Wittelsbach remontando a Oto de Wittelsbach (Conde Palatino da Baviera em 1156). Vemos bem que a nossa família imperial remonta a muito mais tempo do que imaginamos !
É sendo assim que com orgulho divulgamos a nossa Causa, que é pela Restauração da Monarquia no Brasil, interrompida por uma quartelada que não chegava a representar 1% do Exército na aquela época.
Erram, e erram feio aqueles que pensam que a República fora um regime que trouxe a democracia !
Vejam quantas vezes esta "democracia" fora interrompida por golpes, mandos e desmandos !
E lembrai-vos que aqueles que quiseram a República eram aqueles que queriam a continuação do Regime Escravocrata.

sexta-feira, 15 de maio de 2009

Monarquia.com

Conheça a Casa Imperial do Brasil neste endereço:

http://www.monarquia.org.br/NOVO/obrasilimperial/genealogia.html

e se deslumbre com a nobreza de nossa herança cultural ...

As Origens da Família Imperial Brasileira




Cumprindo o papel a que me despus a partir da nomeação deste meu blog, segue a genealogia da Familia Imperial Brasileira, que embora coberta de nobreza, permenece assim desconhecida da opinião pública que tem de se contentar em obsevar, o nada nobre comportamento dos parlamentares que ditos representantes do povo brasileiro, seguem, roubando, pilhando e decepando cabeças a 190 Km p/h, acumulando 130 pontos em suas carteiras de habilitação, impunimente. Pois bem, voltando a parte boa, nobre, segue a árvore genealógica ancestral:
Sua Alteza Imperial e Real, o PríncipeD. LUIZ DE ORLEANS E BRAGANÇA


Ascendência Paterna do Chefe da Casa Imperial do Brasil


OS ORLEANS

Hugo Capeto (940-996)- Rei da França (X.) Adelaide de Aquitânia.


Roberto II (972-1031) (X.) Constância de Arles



Henrique I (1008-1060) (X.) Ana de Kiev


Felipe I (1053-1108) (X.)Berta da Holanda


Luís VI (1080-1137) (X.) Adelaide de Savóia


Felipe II Augusto (1165-1223) (X.) Branca de Castela


São Luís IX - Rei da França (1214-1270) (X.) Margarida de Provença


Roberto, Conde de Clermond (1256-1317) (X.) Beatriz da Borgonha


Luís, Duque de Bourbon (1279-1341) (X.) Maria de Hainaut


Jaime de Bourbon, Conde da Mancha (1314-1362) (X.) Joana de Chattillon-Saint-Pol


João de Bourbon, Conde da Mancha ( † 1393) (X.) Catarina de Vendôme


Luís de Bourbon, Conde de Vendôme († 1446) (X.)Joana de Laval


João de Bourbon, Conde de Vendôme (1428-1478) (X.)Isabel de Beauveau


Francisco de Bourbon, Conde de Vendôme (1470-1495) (X.) Maria de Luxemburgo


Carlos de Bourbon, Duque de Vendôme (1489-1537) (X.) Francisca de Alençon


Antonio de Bourbon, Duque de Vendôme (1518-1562) (X.) Joana III de Navarra


Henrique IV, Rei de Navarra e da França (1553-1610) (X.) Maria de Médicis


Luís XIII, Rei da França (1601-1643) (X.) Ana d'Austria


Filipe, Duque de Orleans (1640-1701) (X.) Isabel do Palatinado


Filipe, Duque de Orleans (o Regente) (X.) Maria de Bourbon


Luís, Duque de Orleans (1703-1752) (X.) Augusta de Bade


Luís Filipe, Duque de Orleans (1725-1785) (X.) Luisa Henriqueta de Bourbon-Conti


Luis Filipe, Duque de Orleans (Phillipe-Égalité) (1747-1793) (X.) Luisa Maria de Bourbon-Penthièvre


Luís Filipe, Rei dos Franceses (1773-1850) (X.) Maria Amélia de Bourbon-Sicílias


Luís, Duque de Nemours (1814-1896) (X.) Victoria de Saxe-Coburgo-Gotha


Gastão de Orleans, Conde d' Eu (1842-1922) (X.) Princesa Isabel de Bragança - Princesa Imperial do Brasil


Dom Luiz de Orleans e Bragança (1878-1920) (X.) Dona Maria Pia de Bourbon-Sicilias


Dom Pedro Henrique de Orleans e Bragança (1909-1981) (X.) Dona Maria Elisabeth da Baviera (1914 -.....)

Dom Luiz de Orleans e Bragança - Chefe da Casa Imperial do Brasil (1938 - .....)



OS BRAGANÇA

D.Afonso, 1º Duque de Bragança (1377-1461), filho natural de D.João.I Rei de Portugal (X.) a.Brites Pereira de Alvim, filha e herdeira do Bem-Aventurado D.Nun'Alavres Pereira, Condestavel do Reino de Portugal e vencedor dos castelhanos nas batalhas de Atoleiros, Aljubarrota e Valverde.


Dom Fernando I (2º Duque de Bragança 1403-1478) (X.)Dona Joana de Castro


Dom Fernando II (3º Duque de Bragança 1430-1483) (X.)Dona Isabel, filha do Infante D.Fernando de Portugal.


Dom Jaime, (4º Duque de Bragança 1479-1532) (X.)Dona Leonor de Mendoza, filha do Duque de Medina-Sidônia


Dom Teodósio I (5º Duque de Bragança ....-1563) (X.)Dona Isabel. filha de D.Diniz, Conde de Lemos


Dom João I, (6º Duque de Bragança 1543-1583) (X.) Dona Catarina, filha do Infante de D.Duarte de Portugal


Dom Teodósio II (7º Duque de Bragança 1568-1630) (X.) Dona Ana Velasco, filha do Duque de Frias


Dom João IV Rei de Portugal e 8º Duque de Bragança (1604-1656) (X.) Dona Luisa de Gusmão, filha do Duque de Medina-Sidônia.


Dom Pedro II, Rei de Portugal (1604-1706) (X.) Dona Maria Sofia de Neuburg, Princesa Palatina


Dom João V, Rei de Portugal (1689-1750) se casou com Dona Maria Ana de Austria, e teve como filho Dom Pedro III, [Rei-Consorte de Portugal] e D.José I, Rei de Portugal (1714-1777) este, se casou com Dona Mariana Vitoria de Bourbon e teve como filha a Rainha D.Maria I.



D.Pedro III, Rei Consorte de Portugal (1717-1786) que se casou com sua sobrinha, a senhora [Rainha] D.Maria I, Rainha de Portugal (1734-1816)


Dom João VI, Rei do Reino Unido de Portugal, Brasil e Algarves (1767-1826) (X.) Dona Carlota Joaquina de Bourbon


Dom Pedro I, Imperador do Brasil (1798-1834) (X.) Dona Maria Leopoldina, Arquiduquesa de Áustria.


D.Pedro II, Imperador do Brasil (1825-1891) (X.) Dona Teresa Cristina de Bourbon-Sicilias


Princesa Isabel, a Redentora (1846-1921) (X.) Príncipe Gastão de Orleans, Conde d'Eu


Dom Luiz de Orleans e Bragança (1878-1920) (X.) Dona Maria Pia de Bourbon-Sicilias


Dom Pedro Henrique de Orleans e Bragança (1909-1981) (X.) Dona Maria Elisabeth da Baviera


Dom Luiz de Orleans e Bragança (1938.....) - Atual Chefe da Casa Imperial do Brasil.




quarta-feira, 13 de maio de 2009

AI DE NÓS PROFESSORES!


MATEMÁTICA DE MENDIGO

Tenho que dar os parabéns ao estagiário que elaborou esta pesquisa, pois o resultado que ele conseguiu obter é a mais pura realidade.
Preste atenção...
Um sinal de trânsito muda de estado em média a cada 30 segundos (trinta segundos no vermelho e trinta no verde). Então, a cada minuto um mendigo tem 30 segundos para faturar em média, pelo menos, R$ 0,20, o que numa hora dará: 60 x 0,20 = R$12,00.
Se ele trabalhar 8 horas por dia, 25 dias por mês, num mês terá faturado: 25 x 8 x 12 = R$ 2.400,00.

Será que isso é uma conta maluca?
Bom, 12 reais por hora é uma conta bastante razoável para quem está no sinal, uma vez que, quem doa nunca dá somente 20 centavos e sim 30, 50 e às vezes até 1,00.
Mas, tudo bem, se ele faturar a metade: R$ 6,00 por hora terá R$1.200,00 no final do mês.

Ainda assim, quando ele consegue uma moeda de R$1,00 (o que não é raro), ele pode descansar tranqüilo debaixo de uma árvore por mais 9 viradas do sinal de trânsito, sem nenhum chefe pra 'encher o saco' por causa disto.

Mas considerando que é apenas teoria, vamos ao mundo real.
De posse destes dados fui entrevistar uma mulher que pede esmolas, e que sempre vejo trocar seus rendimentos na Panetiere (padaria em frente ao CEFET ). Então lhe perguntei quanto ela faturava por dia. Imagine o que ela respondeu?
É isso mesmo, de 45 a 55 reais em média o que dá (25 dias por mês) x 45 = 1.125 ou 25 x 55 = 1375, então na média R$ 1.100,00 e ela disse que não mendiga 8 horas por dia.

Moral da História :
É melhor ser mendigo do que estagiário (e muito menos PROFESSOR), e pelo visto, ser estagiário e professor, é pior que ser Mendigo...
Se esforce como mendigo e ganhe mais do que um estagiário ou um professor.
Estude a vida toda e peça esmolas; é mais fácil e melhor que arrumar emprego.
E lembre-se :
Mendigo não paga 1/3 do que ganha pra sustentar um bando de ladrão.
Viva a Matemática.
Afinal, que País é este?
Contribuição da Professora Carla Blecha

terça-feira, 12 de maio de 2009



Atualidade


Eu não me lixo para:
A opinão pública
A farra das passagens
O orçamento descontrolado do Senado
O cachorro manco
O mendigo com sede
O malabarista que deixa cair a bola no farol
A fumaça do caminhão que sufoca
Os buracos na estrada
O pôr-do-sol do outono
As chuvas no árido, a seca na floresta
O preço das coisas
O lixo que se acumula nos aterros
A saúde das maritacas urbanas
A caneta que estoura no bolso
Os efeitos do cigarro
Os índices de colesterol
As pandemias
Os índios suicidas
A saúde de Amy Winehouse
Os amigos bêbados
Os amigos desesperados
O amor partido
A partida de pôquer com os amigos de 20 anos
A pintura de Miró
A cena teatral atual
A atual crise do Paquistão
Astor Piazolla
A música que vem de Pernambuco
Muco que sai das narinas
O cheiro da manga, da pinha, da rúcula
A cor dos seus olhos
A textura do bico de um seio
O cheiro da vagina molhada
O aborto clandestino das adolescentes

Eu não me lixo para:
A violência urbana
O policial corrupto
O irresponsável
O louco

A felicidade
A mudança de regras da poupança
Os paradoxos
As noites de segunda-feira em São Paulo
As calçadas de Paris
Nadar em piscinas longas
O fim de tarde na orla do Leblon
O desesperoA angústiaA falta de luz
O nada
Viajar de trem
Os impontuais
Os gols de Ronaldo
Drummond
As palavras de Kafka
A velhice
O silêncio
Eu não me lixo por não me lixar
Estou me lixando para os que não se lixam
O lixo entre nós



10.05.09 - Não me lixo por Marcelo Paiva , Seção: Crônica 14:41:46.

segunda-feira, 11 de maio de 2009

Ben vindo ao Egito


Egito Antigo



Tema freqüente dos meios de comunicação, o Egito é um país geralmente associado a descobertas arqueológicas da era anterior a Cristo No imaginário do mundo atual, é o país das pirâmides, das múmias, da sedutora rainha Cleópatra e do caudaloso rio Nilo.De fato, a civilização que se desenvolveu no Egito, numa antigüidade muito remota, é surpreendente no que se refere principalmente a seus aspectos culturais, incluindo-se aí a escrita (os chamados hieróglifos), a pintura, a escultura, a arquitetura, a mitologia, etc.
Porém, para se compreender o desenvolvimento cultural do antigo Egito, é preciso conhecer também as condições sociais e econômicas em que ele ocorreu. Do mesmo modo, é necessário considerar também uma questão geográfica, pois, como disse Heródoto, o historiador grego considerado o pai da História, "o Egito é uma dádiva do Nilo".
Às margens do Rio NiloAtualmente, o Egito tem 70 milhões de habitantes e é o mais populoso dos países árabes. Porém, exatamente como na Antigüidade, a maioria de sua população está concentrada em apenas 4% do território, às margens do Rio Nilo.Por se localizar numa região cercada por desertos - o nordeste da África -, o Egito sempre teve a sua vida ligada às águas deste rio e às suas cheias, que fertilizam o solo, tornando possível o desenvolvimento de uma agricultura capaz de sustentar grandes contingentes populacionais.Nos últimos séculos do 4º milênio a.C., com a acentuada queda dos índices pluviométricos na região, as populações nômades e semi-nômades que viviam nos oásis dos desertos do nordeste da África foram atraídas para as margens do rio Nilo. A ocupação da região ocorreu com levas sucessivas de tribos vindas das regiões da Líbia - a oeste -, da Palestina - a leste - e da Núbia (atual Sudão) - ao sul -, que acabaram formando a população egípcia.

Egito Antigo III



Planície fértil do rio Nilo favoreceu civilização egípcia


Tema freqüente dos meios de comunicação, o Egito é um país geralmente associado a descobertas arqueológicas da era anterior a Cristo. No imaginário do mundo atual, é o país das pirâmides, das múmias, da sedutora rainha Cleópatra e do caudaloso rio Nilo.De fato, a civilização que se desenvolveu no Egito, numa antigüidade muito remota, é surpreendente no que se refere principalmente a seus aspectos culturais, incluindo-se aí a escrita (os chamados hieróglifos), a pintura, a escultura, a arquitetura, a mitologia, etc.Porém, para se compreender o desenvolvimento cultural do antigo Egito, é preciso conhecer também as condições sociais e econômicas em que ele ocorreu. Do mesmo modo, é necessário considerar também uma questão geográfica, pois, como disse Heródoto, o historiador grego, "o Egito é uma dádiva do Nilo".
Às margens do Rio NiloAtualmente, o Egito tem 70 milhões de habitantes e é o mais populoso dos países árabes. Porém, exatamente como na Antigüidade, a maioria de sua população está concentrada em apenas 4% do território, às margens do Rio Nilo.Por se localizar numa região cercada por desertos - o nordeste da África -, o Egito sempre teve a sua vida ligada às águas deste rio e às suas cheias, que fertilizam o solo, tornando possível o desenvolvimento de uma agricultura capaz de sustentar grandes contingentes populacionais.Nos últimos séculos do 4º milênio a.C., com a acentuada queda dos índices pluviométricos na região, as populações nômades e semi-nômades que viviam nos oásis dos desertos do nordeste da África foram atraídas para as margens do rio Nilo. A ocupação da região ocorreu com levas sucessivas de tribos vindas das regiões da Líbia - a oeste -, da Palestina - a leste - e da Núbia (atual Sudão) - ao sul -, que acabaram formando a população egípcia.

Civilização Egípcia II



Três impérios


A história política pode ser dividida em 3 grandes fases.

A primeira é o Antigo Império caracterizado pela edificação das grandes pirâmides, pelo crescimento da produtividade agrícola, pelo desenvolvimento das grandes construções (pirâmides e palácios) e ciência (matemática, medicina).

Apesar da prosperidade, não houve ampliação do território, excetuando uma expedição ao sul que conquistou parte da Núbia.São desconhecidas as razões que levaram ao fim do poder central por quase 100 anos, mas sabemos que ocorreram períodos de fome, provavelmente vinculados à diminuição das cheias do Nilo, do qual o país era extremamente dependente. Devem também ter ocorrido revoltas de camponeses contra o pagamento de tributos ao Estado.Em 2.052 a.C. foi restabelecido o poder central: é o período do Médio Império.

Ampliou-se a autoridade do Estado, aumentou a produção agrícola e foram construídas diversas obras de irrigação. Mas em 1.640 a.C., o Egito acabou caindo sob domínio dos hicsos - povo de origem asiática - , que permaneceram 90 anos dominando a região. Eram um povo guerreiro, hábil no uso de cavalos e do carro de guerra puxado por eles, e trouxeram diversas inovações no uso do bronze, que eram desconhecidas dos egípcios.O período mais importante e mais conhecido do Egito Antigo é o Novo Império (1570-715 a.C.).

Foi o momento da expansão para a Ásia e a conquista da Palestina, Síria e Fenícia, chegando até o rio Eufrates, na Mesopotâmia.Controlando o corredor sírio-palestino, criou-se um obstáculo às invasões dos povos asiáticos, que usava desta passagem para invadir o Egito pelo istmo de Suez. Isso facilitou o controle das rotas comerciais que passavam pela região e ampliou-se a cobrança de tributos. A criação de um império na Ásia levou a formação de um exército permanente, em grande parte formado por mercenários líbios e núbios, e a utilização de novas armas, como a espada e os carros de guerra.

Esplendor e declínio do Império Egípcio


Durante o Novo Império intensificou-se o comércio externo com as ilhas de Creta e Chipre, no mar Mediterrâneo, e com a Fenícia, ampliou-se a máquina burocrática do Estado e foram edificadas novas pirâmides e palácios, em grande parte com os recursos espoliados dos povos dominados. Somente Thutmés 3º (1469-1436), em uma de suas 17 expedições militares, trouxe como butins de guerra centenas de prisioneiros, 924 carros, 2.238 cavalos, 44 mil cabeças de gado e 200 quilos de ouro.Os faraós tiveram enormes dificuldades em manter as conquistas na Ásia e o domínio da Núbia. Ocorreram rebeliões dentro do império, pressões nas fronteiras de povos atraídos pela riqueza do Egito e problemas internos devido ao crescimento da população e o aumento do número de habitantes por quilômetro quadrado, o que gerou períodos de fome.No século 7 a.C., Assurbanípal, rei dos assírios, ocupou por pouco tempo o Egito mas logo foi expulso. Porém, a invasão foi uma demonstração da fraqueza interna do império, apesar das reformas realizadas no Renascimento Saita (séculos 7 a 6 a.C.).Ainda na Antigüidade, no século 6 a.C., o Egito perdeu a independência. Em 525 a.C., Camises, imperador da Pérsia, invadiu e ocupou o Egito por 200 anos. Os persas introduziram o camelo, que se adaptou bem à região e possibilitou o contato mais freqüente com os oásis a oeste do rio Nilo.Em 332 a.C., Alexandre Magno, da Macedônia, que já tinha conquistado a Grécia, a Ásia Menor, a Palestina e a Fenícia, também ocupou o Egito. Vinte e oito anos depois, seus herdeiros deram origem à dinastia dos Ptolomeus ou período Ptolomaico, que se estendeu até 30 a.C., quando os romanos invadiram e ocuparam o Egito.


O papel da religião


A vida dos egípcios estava marcada pela religião e seus deuses. Osíris ensinou a agricultura aos seres humanos mas acabou traído e morto pelo irmão e rival Seth. Isis, sua mulher, convenceu os outros deuses a trazer de volta Osíris para a Terra: era ele que julgava após a morte os egípcios. Ouvia a defesa de cada um e, depois de pesar o coração do indivíduo - para saber se estava mentindo ou não - decidia pela inocência ou culpabilidade.A crença em uma vida após a morte acompanhava o egípcio durante toda a sua existência. Desta forma, a construção de grandes túmulos, onde estavam acumulado tesouros e objetos de uso pessoal do morto, servia para que depois da vida ele mantivesse a mesma condição material.Segundo o egiptólogo A. Abu Bakr, a "crença no além foi sem dúvida favorecida e influenciada pelas condições geográficas do Egito, onde a aridez do solo e o clima quente asseguravam uma notável conservação dos corpos após a morte, o que deve ter estimulado fortemente a convicção de que a vida continuava no além-túmulo".

O politeísmo da religião egípcia foi brevemente interrompido pela instituição do monoteísmo pelo faraó Amenófis IV (1380-1362 a.C.) com o culto ao deus Aton. Além de razões religiosas, o faraó também pretendia diminuir os poderes do clero, enriquecido pelo pagamento de tributos, e que exercia enorme influência política. Amenófis fundou uma nova capital, perseguiu os sacerdotes inimigos da reforma mas não conseguiu obter apoio popular. Após a sua morte foi restabelecido o politeísmo e a capital retornou para Tebas

sexta-feira, 8 de maio de 2009

A civilização egípcia

As Pirâmides de Gizé
Queóps

Quéfren e

Miquerinos


A civilização egípcia antiga desenvolveu-se no nordeste africano (margens do rio Nilo) entre 3200 a.C (unificação do norte e sul) a 32 a.c (domínio romano).
Como a região é formada por um
deserto (Saara), o rio Nilo ganhou uma extrema importância para os egípcios. O rio era utilizado como via de transporte (através de barcos) de mercadorias e pessoas. As águas do rio Nilo também eram utilizadas para beber, pescar e fertilizar as margens, nas épocas de cheias, favorecendo a agricultura.
A sociedade egípcia estava dividida em várias camadas, sendo que o faraó era a autoridade máxima, chegando a ser considerado um deus na Terra. Sacerdotes, militares e
escribas (responsáveis pela escrita) também ganharam importância na sociedade. Esta era sustentada pelo trabalho e impostos pagos por camponeses, artesãos e pequenos comerciantes. Os escravos também compunham a sociedade egípcia e, geralmente, eram pessoas capturadas em guerras.
Trabalhavam muito e nada recebiam por seu trabalho, apenas água e comida.
Hieróglifos: a escrita egípcia
A escrita egípcia também foi algo importante para este povo, pois permitiu a divulgação de idéias, comunicação e controle de impostos. Existiam duas formas principais de escrita: a demótica (mais simplificada) e a hieroglífica (mais complexa e formada por desenhos e símbolos). As paredes internas das pirâmides eram repletas de textos que falavam sobre a vida do faraó, rezas e mensagens para espantar possíveis saqueadores. Uma espécie de papel chamado papiro, que era produzido a partir de uma planta de mesmo nome, também era utilizado para registrar os textos.
A economia egípcia era baseada principalmente na agricultura que era realizada, principalmente, nas margens férteis do rio Nilo. Os egípcios também praticavam o comércio de mercadorias e o artesanato. Os trabalhadores rurais eram constantemente convocados pelo faraó para prestarem algum tipo de trabalho em obras públicas (canais de irrigação, pirâmides, templos, diques).
A religião egípcia era repleta de mitos e crenças interessantes. Acreditavam na existência de vários deuses (muitos deles com corpo formado por parte de ser humano e parte de animal sagrado) que interferiam na vida das pessoas. As oferendas e festas em homenagem aos deuses eram muito realizadas e tinham como objetivo agradar aos seres superiores, deixando-os felizes para que ajudassem nas guerras, colheitas e momentos da vida. Cada cidade possuía deus protetor e templos religiosos em sua homenagem.Como acreditavam na vida após a morte, mumificavam os cadáveres dos faraós colocando-os em pirâmides, com o objetivo de preservar o corpo. A vida após a morte seria definida, segundo crenças egípcias, pelo deus Osíris em seu tribunal de julgamento. O coração era pesado pelo deus da morte, que mandava para uma vida na escuridão aqueles cujo órgão estava pesado (que tiveram uma vida de atitudes ruins) e para uma outra vida boa aqueles de coração leve. Muitos animais também eram considerados sagrados pelos egípcios, de acordo com as características que apresentavam : chacal (esperteza noturna), gato (agilidade), carneiro (reprodução), jacaré (agilidade nos rios e pântanos), serpente (poder de ataque),
águia (capacidade de voar), escaravelho (ligado a ressurreição).
A
civilização egípcia destacou-se muito nas áreas de ciências. Desenvolveram conhecimentos importantes na área da matemática, usados na construção de pirâmides e templos. Na medicina, os procedimentos de mumificação, proporcionaram importantes conhecimentos sobre o funcionamento do corpo humano.
No campo da arquitetura podemos destacar a construção de templos, palácios e pirâmides. Estas construções eram financiadas e administradas pelo governo dos faraós. Grande parte delas eram erguidas com grandes blocos de pedra, utilizando mão-de-obra escrava. As pirâmides e a
esfinge de Gizé são as construções mais conhecidas do Egito Antigo.

quinta-feira, 7 de maio de 2009

A importância do estudo da sociologia

Sociologia e formação pessoal


Celina Fernandes Gonçalves Bruniera*

Em que medida a sociologia pode contribuir para a sua formação pessoal? Muitos diriam que essa ciência social, num currículo de ensino médio, tem a função de formar o "cidadão crítico". Mas essa justificativa - até porque a idéia de formar o cidadão crítico anda meio banalizada -, não é suficiente.Pensar sobre esse tema significa uma oportunidade ímpar para se aproximar da sociologia como campo de saber e compreender algo de suas preocupações.Vale a pena inserir nesse contexto o papel mais fundamental que o pensamento sociológico realiza na formação do jovem: a desnaturalização das concepções ou explicações dos fenômenos sociais.
Razões objetivas e humanasDesnaturalizar os fenômenos sociais significa não perder de vista a sua historicidade. É considerar que eles nem sempre foram assim. É perceber que certas mudanças ou descontinuidades históricas são fruto de decisões. Estas revelam interesses e, portanto, são fruto de razões objetivas e humanas.A desnaturalização dos fenômenos sociais também depende de nos distanciarmos daquilo que nos rodeia e de que participamos, para focalizar as relações sociais sem estarmos envolvidos. Significa considerar que os fenômenos sociais não são imediatamente conhecidos.
Reconhecendo as causasPara explicar um fenômeno social é preciso procurar as causas que estão além do sujeito, isto é, buscar as causas externas a ele, mas que têm implicações decisivas sobre ele.Essas causas devem apresentar certa regularidade, periodicidade e um papel específico em relação ao todo social.
Aprender a observarUma aproximação em relação à sociologia, mesmo no ensino médio, exige que o aluno aprenda procedimentos mais rigorosos de observação das relações sociais. E, ainda, que saiba, pelo menos em alguma medida, como o conhecimento é elaborado nas ciências sociais.Para compreender e formular explicações para os fenômenos sociais é preciso ter conhecimento da linguagem por meio da qual esse conhecimento é criado e comunicado.
Para trabalhar um temaOs fenômenos sociais são conhecidos por meio de modelos compreensivos, ou explicativos, e mediante a contextualização desses modelos, com destaque para a época em que eles foram elaborados e para os autores com os quais um determinado autor dialoga.Assim, trabalhar um tema (como violência, mundo do trabalho etc.) só é possível por meio de conceitos e teorias. É importante, também, que você conheça a articulação entre os conceitos e as teorias e saiba observar sua relevância para compreender ou explicar casos concretos (temas).Vale lembrar também que os conceitos têm uma história e que não são palavras mágicas que explicam tudo, mas elementos do discurso científico que sintetiza as ações sociais para tentar explicá-las. E, ainda, é bom ter em mente que um conceito admite vários sentidos, dependendo do autor e da época em que ele é elaborado.
Teorias servem de baseDa mesma forma, é preciso compreender as teorias no contexto de seu aparecimento e posterior desenvolvimento. Isso é necessário tanto do ponto de vista de como essas teorias foram sendo assimiladas e desenvolvidas por outros autores, como em relação ao caráter das críticas feitas a elas.Conhecer conceitos e teorias com o rigor necessário a um aluno do ensino médio consiste na única maneira possível de se distanciar e se aproximar dos fenômenos sociais e, assim, construir os fundamentos para a formação crítica.

*Celina Fernandes Gonçalves Bruniera é mestre em sociologia da educação pela Universidade de São Paulo e assessora educacional

A importância do estudo da sociologia

Sociologia e formação pessoal

Celina Fernandes Gonçalves Bruniera*
Em que medida a sociologia pode contribuir para a sua formação pessoal? Muitos diriam que essa ciência social, num currículo de ensino médio, tem a função de formar o "cidadão crítico". Mas essa justificativa - até porque a idéia de formar o cidadão crítico anda meio banalizada -, não é suficiente.Pensar sobre esse tema significa uma oportunidade ímpar para se aproximar da sociologia como campo de saber e compreender algo de suas preocupações.Vale a pena inserir nesse contexto o papel mais fundamental que o pensamento sociológico realiza na formação do jovem: a desnaturalização das concepções ou explicações dos fenômenos sociais.
Razões objetivas e humanasDesnaturalizar os fenômenos sociais significa não perder de vista a sua historicidade. É considerar que eles nem sempre foram assim. É perceber que certas mudanças ou descontinuidades históricas são fruto de decisões. Estas revelam interesses e, portanto, são fruto de razões objetivas e humanas.A desnaturalização dos fenômenos sociais também depende de nos distanciarmos daquilo que nos rodeia e de que participamos, para focalizar as relações sociais sem estarmos envolvidos. Significa considerar que os fenômenos sociais não são imediatamente conhecidos.
Reconhecendo as causasPara explicar um fenômeno social é preciso procurar as causas que estão além do sujeito, isto é, buscar as causas externas a ele, mas que têm implicações decisivas sobre ele.Essas causas devem apresentar certa regularidade, periodicidade e um papel específico em relação ao todo social.
Aprender a observarUma aproximação em relação à sociologia, mesmo no ensino médio, exige que o aluno aprenda procedimentos mais rigorosos de observação das relações sociais. E, ainda, que saiba, pelo menos em alguma medida, como o conhecimento é elaborado nas ciências sociais.Para compreender e formular explicações para os fenômenos sociais é preciso ter conhecimento da linguagem por meio da qual esse conhecimento é criado e comunicado.
Para trabalhar um temaOs fenômenos sociais são conhecidos por meio de modelos compreensivos, ou explicativos, e mediante a contextualização desses modelos, com destaque para a época em que eles foram elaborados e para os autores com os quais um determinado autor dialoga.Assim, trabalhar um tema (como violência, mundo do trabalho etc.) só é possível por meio de conceitos e teorias. É importante, também, que você conheça a articulação entre os conceitos e as teorias e saiba observar sua relevância para compreender ou explicar casos concretos (temas).Vale lembrar também que os conceitos têm uma história e que não são palavras mágicas que explicam tudo, mas elementos do discurso científico que sintetiza as ações sociais para tentar explicá-las. E, ainda, é bom ter em mente que um conceito admite vários sentidos, dependendo do autor e da época em que ele é elaborado.
Teorias servem de baseDa mesma forma, é preciso compreender as teorias no contexto de seu aparecimento e posterior desenvolvimento. Isso é necessário tanto do ponto de vista de como essas teorias foram sendo assimiladas e desenvolvidas por outros autores, como em relação ao caráter das críticas feitas a elas.Conhecer conceitos e teorias com o rigor necessário a um aluno do ensino médio consiste na única maneira possível de se distanciar e se aproximar dos fenômenos sociais e, assim, construir os fundamentos para a formação crítica.

*Celina Fernandes Gonçalves Bruniera é mestre em sociologia da educação pela Universidade de São Paulo e assessora educacional
Max Weber - Sociólogo alemão


21/04/1864, Erturt, Alemanha14/06/1920, Munique, Alemanha



Max Weber viveu no período em que as primeiras disputas sobre a metodologia das ciências sociais começavam a surgir na Europa, sobretudo em seu país, a Alemanha. Filho de uma família de classe média alta, com o pai advogado, Weber encontrou em sua casa uma atmosfera intelectualmente estimulante. Ainda era criança quando se mudaram para Berlim. Em 1882 foi para a Faculdade de Direito de Heidelberg. Um ano depois transferiu-se para Estrasburgo, onde prestou o serviço militar.Em 1884 reiniciou os estudos universitários, em Göttingen e Berlim, dedicando-se as áreas de economia, história, filosofia e direito. Trabalhou na Universidade de Berlim como livre-docente, ao mesmo tempo em que era assessor do governo. Cinco anos depois, escreveu sua tese de doutoramento sobre a história das companhias de comércio durante a Idade Média. A seguir escreveu a tese "A História das Instituições Agrárias". Casou-se, em 1893, com Marianne Schnitger e, no ano seguinte, tornou-se professor de economia na Universidade de Freiburg, transferindo-se, em 1896, para a de Heidelberg.Depois disso, passou por um período de perturbações nervosas que o levaram a deixar o trabalho. Só voltou à atividade em 1903, participando da direção de uma das mais destacadas publicações de ciências sociais da Alemanha. No ano seguinte publicou ensaios sobre a objetividade nas ciências sociais e a primeira parte de "A Ética Protestante e o Espírito do Capitalismo", que se tornaria sua obra mais conhecida e é de fato fundamental para a reflexão sociológica.Em 1906 redigiu dois ensaios sobre a Rússia: "A Situação da Democracia Burguesa na Rússia" e "A Transição da Rússia para o Constitucionalismo de Fachada". No início da Primeira Guerra Mundial, Weber, no posto de capitão, foi encarregado de administrar nove hospitais em Heidelberg.Quando a guerra terminou, mudou-se para Viena, onde deu o curso "Uma Crítica Positiva da Concepção Materialista da História". Em 1919 pronunciou conferências em Munique, publicadas sob o título de "História Econômica Geral". No ano seguinte faleceu em conseqüência de uma pneumonia aguda

Max Weber Sociólogo alemão

21/04/1864, Erturt, Alemanha14/06/1920, Munique, Alemanha

Weber é um dos fundadores da Sociologia, autor de "A Ética Protestante e o Espírito do Capitalismo"


Max Weber viveu no período em que as primeiras disputas sobre a metodologia das ciências sociais começavam a surgir na Europa, sobretudo em seu país, a Alemanha. Filho de uma família de classe média alta, com o pai advogado, Weber encontrou em sua casa uma atmosfera intelectualmente estimulante. Ainda era criança quando se mudaram para Berlim. Em 1882 foi para a Faculdade de Direito de Heidelberg. Um ano depois transferiu-se para Estrasburgo, onde prestou o serviço militar.Em 1884 reiniciou os estudos universitários, em Göttingen e Berlim, dedicando-se as áreas de economia, história, filosofia e direito. Trabalhou na Universidade de Berlim como livre-docente, ao mesmo tempo em que era assessor do governo. Cinco anos depois, escreveu sua tese de doutoramento sobre a história das companhias de comércio durante a Idade Média. A seguir escreveu a tese "A História das Instituições Agrárias". Casou-se, em 1893, com Marianne Schnitger e, no ano seguinte, tornou-se professor de economia na Universidade de Freiburg, transferindo-se, em 1896, para a de Heidelberg.Depois disso, passou por um período de perturbações nervosas que o levaram a deixar o trabalho. Só voltou à atividade em 1903, participando da direção de uma das mais destacadas publicações de ciências sociais da Alemanha. No ano seguinte publicou ensaios sobre a objetividade nas ciências sociais e a primeira parte de "A Ética Protestante e o Espírito do Capitalismo", que se tornaria sua obra mais conhecida e é de fato fundamental para a reflexão sociológica.Em 1906 redigiu dois ensaios sobre a Rússia: "A Situação da Democracia Burguesa na Rússia" e "A Transição da Rússia para o Constitucionalismo de Fachada". No início da Primeira Guerra Mundial, Weber, no posto de capitão, foi encarregado de administrar nove hospitais em Heidelberg.Quando a guerra terminou, mudou-se para Viena, onde deu o curso "Uma Crítica Positiva da Concepção Materialista da História". Em 1919 pronunciou conferências em Munique, publicadas sob o título de "História Econômica Geral". No ano seguinte faleceu em conseqüência de uma pneumonia aguda.





A luta continua


Assim como existe muita porcaria no ciberespaço, existe muita coisa boa, pois bem recomendo o blog do meu amigo Janjão -http://anovidade.blogspot.com/ - Conhecimento pode ser adquirido mas talento, não!

quarta-feira, 6 de maio de 2009

MATÉRIA


TEXTO COMPLEMENTAR:
O ENREDO DE MARX E ENGELS

(Texto de Chico Alencar, publicado n’ O Globo em 20/02/98)

Os dois rapazes não fizeram por menos: Karl Marx, 30 anos, e Friedrich Engels, 28, queriam que o seu Manifesto Comunista desfilasse por todas as principais avenidas do mundo, parando para uma homenagem especial nas portas das fábricas. A apoteose, que faria tremer a burguesia, tinha um nome: revolução.
Foi há exatamente l50 anos, num 20 de fevereiro. O pequeno livro, em alemão, teve uma tiragem inicial de apenas mil exemplares, mas sacudiu consciências com seu conhecidíssimo refrão final: " proletários de todos os países, uni-vos!". Os unidos da Liga Comunista deveriam ser os trabalhadores das indústrias do século passado, que compunham uma das mais numerosas e espoliadas alas daquele desfile social. Para os conservadores de todo o tipo, o comunismo era um "fantasma", um "espectro que rondava a Europa". No Manifesto de tantas alegorias, a nobreza decadente, agarrando-se como podia ao que lhe restava de poder, formava a parte mais retrógrada. A burguesia até que merecia destaque, tal sua capacidade de mudar o mundo, transnacionalizando mercados, universalizando literaturas, derrubando fronteiras, implantando novas técnicas de produção, transportes e comunicação. A burguesia era um luxo só: "criou maravilhas maiores que as pirâmides do Egito, os aquedutos romanos, as catedrais góticas". Mas, "como um feiticeiro que não controla mais as forças que desencadeou (...) produz o seu próprio coveiro: o proletariado". A ala dos barões famintos de absolutismo monárquico e dos napoleões retintos da fuligem das fábricas, que sujava os seus ternos de casimira inglesa, tinha seguidores: a classe média de pequenos proprietários rurais e artesãos e a "escória das camadas mais baixas da sociedade", o lumpezinato. Na evolução da revolução, a tendência desses setores, segundo Marx e Engels, era de se aliar à reação, ao conservadorismo. Fossem eles camponeses aferrados a valores tradicionais, fossem mendigos, desempregados, os marginalizados das cidades.
No quesito empolgação o Manifesto Comunista arrebentou. Após detectar, com coragem, que a história da Humanidade, até então, "era a história da luta de classes", comentava quase elogiosamente a revolução burguesa (o relativo fascínio com o industrialismo e com a ruptura da velha ordem se explica: afinal, "as idéias dominantes de uma época são as idéias da classe dominante"...). E anunciava, profético, messiânico, o advento de um tempo de justiça (não necessariamente de mais delicadeza, Chico Buarque da Mangueira), sem classes e antagonismos, onde "o livre desenvolvimento de cada um é a condição do livre desenvolvimento de todos".
O Manifesto era arrebatador: os proletários "nada têm a perder, a não ser suas cadeias". Essa força afirmativa, anunciando a revolução logo ali, na esquina, conquistou corações e mentes. E tinha a ver com a violenta realidade européia. Ainda cheirando a tinta, o Manifesto era brandido nas ruas rebeladas de Paris, nas cidades alemãs, nas insurreições italianas, naquela Europa da "primavera dos povos" do século XIX. Poucos imaginavam que os ideais de liberdade, igualdade e fraternidade seriam substituídos pela presença da infantaria, cavalaria e artilharia... A serviço de uma burguesia sem fantasias, assustada e anti-histórica, aliada à aristocracia histérica. Contra o povo, contra a revolução, contra o socialismo, fosse ele "utópico", "pequeno-burguês", "feudal" ou "científico".

MARX E ENGELS

Karl Heinrich Marx
Foi um intelectual alemão considerado um dos fundadores da Sociologia. Também podemos encontrar a influência de Marx em várias outras áreas (tais como filosofia, economia, história) já que o conhecimento humano, em sua época, não estava fragmentado em diversas especialidades da forma como se encontra hoje. Teve participação como intelectual e como revolucionário no movimento operário, sendo que ambos (Marx e o movimento operário) influenciaram uns aos outros durante o período em que o autor viveu.Atualmente é bastante difícil analisar a sociedade humana sem referenciar-se, em maior ou menor grau, à produção de K. Marx, mesmo que a pessoa não seja simpática à ideologia construída em torno de seu pensamento intelectual, principalmente em relação aos seus conceitos econômicos.
Friedrich Engels
Foi um filósofo alemão que junto com Karl Marx fundou o chamado socialismo científico ou marxismo. Ele foi co-autor de diversas obras com Marx, sendo que a mais conhecida é o Manifesto Comunista. Também ajudou a publicar, após a morte de Marx, os dois últimos volumes de O Capital, principal obra de seu amigo e colaborador.Grande companheiro de Karl Marx, escreveu livros de profunda análise social. Entre dezembro de 1847 à janeiro de 1848, junto com Marx, escreve o Manifesto Comunista. Sem dúvida nenhuma, Engels foi um filósofo como poucos: soube analisar a sociedade de forma muito eficiente, influenciando diversos autores marxistas.
É uma corrente socialista desenvolvida por Karl Marx e F. Engels, que defende a socialização dos meios de produção e a dissolução do Estado e do capital privado, ou seja, destruição do próprio capitalismo. Mas como fazer isso???Marx e Engels, diferentes dos socialistas utópicos, estudaram profundamente sociedade capitalista, podendo assim compreender intimamente seu funcionamento. Desse modo eles produziram um verdadeiro "método", baseado no materialismo histórico, para construir o movimento que derrubaria a burguesia e implantaria o socialismo.
Segundo Marx/Engels, todas as sociedades até os dias de hoje tiveram suas histórias baseadas nas lutas de classes. Na Grécia antiga eupátridas (cidadãos nobres) versus metecos (estrangeiros) e escravos, no Império Romano patrícios versus plebeus, na Idade Média, servo versus senhor, e, finalmente, na era contemporânea, burguesia versus proletários. Ou seja, a história da humanidade é a história do antagonismo de classes, dos exploradores e dos explorados.Mas a história do capitalismo está com os dias contados. Assim como a burguesia derrubou a nobreza, no fim da Idade Média, para implantar seu modo de produção, ela será derrubada pelos seus filhos pobres e excluídos, os proletários.Já dizia Marx:2 - "A burguesia, porém, não forjou somente as armas que lhe darão a morte; produziu também os homens que manejarão essas armas - os operários modernos, os proletários",3 - "a burguesia produz, sobretudo, seus próprios coveiros. Sua queda e a vitória do proletariado são igualmente inevitáveis ".

Atividade Procedimental I: Trabalho em grupo 9º Ano 2 Pesquisa, Produção e Recuperação Continua de Geografia

 Alunos  desenvolvem atividade de  Recuperação Contínua - Revisão dos temas abordados nos bimestres anteriores -  em grupos de traba...