sexta-feira, 30 de julho de 2010

Classic Rock agita Taubaté neste sábado (31)


 
Para os fãs do velho e bom rock clássico, a banda Mr. Joke vai tocar neste sábado, 31 de julho, em Taubaté.
A apresentação será no bar temático BeBop, a partir das 23h. No repertório, Mr. Joke Band traz o melhor do rock and roll, hard rock e heavy metal.
O espaço BeBop foi inspirado nos legítimos pubs britânicos, com shows de rock ao vivo aos sábados a noite.
A casa também oferece os mais variados drinks, porções e uma extensa carta de cervejas importadas e nacionais.
“Além de oferecer música de qualidade para nossos clientes, nossa casa também se preocupa em proporcionar um espaço diferente, onde é possível encontrar uma cerveja importada, com uma deliciosa porção para acompanhar”, explica Adriana Tavares, proprietária do BeBop.
Como a maioria dos pubs típicos, a casa não realiza reserva de lugares.
“Pub vem da definição de um lugar público.
Então, nossa idéia é fazer com que as pessoas se relacionem, façam amizades e se divirtam”.
Para o show deste sábado, mulheres terão entrada vip durante toda a noite.
 Outras informações do bar temático pelo telefone 9177-4114.
A casa fica localizada à Rua Coronel Marcondes de Mattos, número 128, na região central de Taubaté.



Fonte:

Comentários / Sexta, 30 de Julho de 2010         

Cirque du Soleil lembra rei do rock com disco "Viva Elvis"



De Agencia EFE



Redação Central, 30 jul (EFE).- O espetáculo Cirque du Soleil lançará em novembro o disco "Viva Elvis", uma homenagem ao rei do rock, Elvis Presley, que hoje teria 75 anos se uma overdose não tivesse tirado sua vida em 16 de agosto de 1977.
O álbum reinterpreta as canções de Elvis "com um novo som que reflete a capacidade do artista para dominar diferentes gêneros musicais, do blues ao rockabilly, do soul ao gospel, incorporando elementos de rock de garagem, punk, música urbana e hip-hop", explica a fonográfica Sony em nota divulgada hoje.
"Burning love", "Suspicious mind", "Blue suede shoes" e "It's now or never" são algumas das faixas do disco que inclui canções de sua primeira época, de seus filmes, "de seu retorno triunfal aos palcos no programa de televisão '68 Special' e de suas aparições em Las Vegas", detalha o comunicado.
Por trás de "Viva Elvis" estão "mais de 3 mil horas revisando discos, filmes, gravações de concertos, entrevistas e gravações caseiras de Elvis", um trabalho que recaiu aos produtores Erich van Tourneau e Hugo Bombardier.
"Tentamos evocar a alma e o espírito de Elvis construindo uma ponte entre sua música e futuras gerações de admiradores", assegura Van Tourneau, cuja missão consistia em "acentuar a carga emocional das músicas clássicas com elementos de raggae, punk e hip-hop, mas sempre respeitando a essência original".
O vice-presidente e diretor-geral da Legacy Recordings, Adam Block, define o projeto como "uma sedutora experiência musical" que apresenta "um novo frescor a estas canções".
O álbum não será editado até novembro, mas os fãs de Elvis terão a oportunidade de ouvir uma prévia no dia 14 de agosto no evento Conversations on Elvis, que será realizado durante a Semana de Elvis em Memphis, no estado americano do Tennessee.
A publicação do disco coincide com o espetáculo homônimo que o Cirque du Soleil promove neste ano em Las Vegas, um tributo de baile, acrobacia e música que narra a trajetória do roqueiro.

quinta-feira, 22 de julho de 2010

22 DE JULHO NA HISTORIA

22 de Julho




- de 1941. Invasão da União Soviética pelo exército alemão, dando início à «Operação Barbarossa

Gaia: Festival de Folclore e Rock em Agosto

quinta-feira, 22 de Julho de 2010

Gaia: Festival de Folclore e Rock em Agosto

O GaiaFolk´10 - Festival Internacional de Folclore e o Rock às Sextas - Festival United in Sound, com os grupos Trabalhadores do Comércio, Mão Morta e Siniestro Total, são os destaques da programação cultural de agosto da Câmara de Gaia.
A programação abre dia 01 com a atuação do grupo norte-americano Idaho Rocky Mountain Express e do Grupo Folclórico da Casa do Povo de S. Brás, Açores, no Cais de Gaia, com entrada livre.
Este duplo concerto está integrado no GaiaFolk´10, que se prolonga até 08 de agosto com atuações de outros grupos e ranchos folclóricos de Portugal, Espanha e Índia.


Diário Digital / Lusa

16 DE JULHO NA HISTÓRIA

16 de Julho




- de 1054. Um representante do Papa deposita na catedral de Santa Sofia, uma Bula de excomunhão contra o patriarca de Constantinopla. É a oficialização da ruptura entre a Igreja romana e a ortodoxa, que durava à séculos.



- de 1212. Forças de todos os reinos cristãos ibéricos, dirigidos pelos reis Afonso VIII de Castela, Sancho VII de Navarra e Pedro II de Aragão, derrotam o rei mouro de Granada na Batalha de Navas de Tolosa.



- de 1394. O rei Carlos VI, o Louco, ordena a expulsão dos Judeus de França.



- de 1823. Lord Byron (1788-1824) sai de Génova em direcção à Grécia, enquanto agente da Comissão Grega de Londres.



- de 1918. Execução da família imperial russa, pelos bolcheviques que a mantêm sob custódia na Sibéria.



- de 1942. Os alemães, com o apoio da polícia francesa, prendem 13.000 judeus, dos quais 4.000 são crianças, em Paris. Concentrados no Velódromo de Inverno (Vél d'Hiv), no local do actual Palácio dos Desportos de Paris-Bercy, serão enviados mais tarde para campos de extermínio. Poucos regressarão.



- de 1945. Rebentamento da bomba atómica experimental, «Fat Boy», no deserto do estado do Novo México, nos Estados Unidos da América.



- de 1969. A missão Apollo 11 começa, com o lançamento do Centro Espacial Kennedy. Tem por objectivo colocar o primeiro homem na Lua.

segunda-feira, 19 de julho de 2010

Rock in Rio 2011????????????? SERÁ??? TOMARA!


Rio de Janeiro, 19 jul (EFE).- As autoridades do Rio de Janeiro, que organizou as três primeiras edições do Rock in Rio (1985, 1991 e 2001), pretendem negociar o retorno do festival a cidade no próximo ano.
O prefeito do Rio de Janeiro, Eduardo Paes, se reunirá com o empresário Roberto Medina, proprietário dos direitos e organizador do festival, no dia 9 de agosto para negociar o retorno do Rock in Rio à cidade, disse hoje à Agência Efe uma fonte da assessoria de imprensa da Prefeitura.
"O único concreto até agora é a reunião que o prefeito terá com Medina e o grande interesse do Rio de Janeiro de organizar o Rock in Rio 2011", disse o assessor.
Apesar das autoridades ainda não confirmarem o retorno do festival, há indicações de que o festival será realizado em setembro do próximo ano em um terreno que a Prefeitura pretende expropriar na zona oeste da cidade.
O terreno será transformado no Parque do Atleta, um local próximo à Vila Olímpica no qual serão realizados espetáculos e eventos durante os Jogos Olímpicos que o Rio de Janeiro organizará em 2016.
Até o ano passado, Medina tinha previsto o retorno do festival ao Rio de Janeiro em 2014, para que coincidisse com a Copa do Mundo no Brasil.
O plano do empresário era organizar o festival em 2014 tanto no Rio de Janeiro como em Lisboa e Madri, cidades europeias que se transformaram na sede do evento nos últimos anos.
Após estrear no Rio de Janeiro, o festival se transferiu para Lisboa, onde foi realizado em 2004, 2006, 2008 e 2010, e para Madri, com edições em 2008 e 2010.
Em sua última edição no Rio de Janeiro, em 2001, o festival teve como atrações bandas como R.E.M., Foo Fighters, Guns N'Roses, Neil Young, Oasis e Rede Hot Chilli Peppers.
Na edição inaugural as maiores atrações foram Queen, Rod Stewart, AC/DC, Yes, The B-52's, Prince e Joe Cocker.

terça-feira, 13 de julho de 2010

terça-feira, 6 de julho de 2010

07 de Julho Aniversário do Heitor !!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!


No dia
07 de julho de 2010
 o pequeno grande homem
Heitor de Carvalho Correa
 comemora  seu 4º aniversário!
Parabéns jovem guerreiro, que Deus o proteja, abençoe e o cubra de graças neste dia e sempre, conservando essa sua vivacidade, alegria, força e garra, inteligencia e ainda
esse sorriso simpático que combina tão bem com
 a força do seu abraço, que não tem preço!
Seu pai e sua mãe, corujas,
que tanto te amam
Cau e Angela



Segue abaixo a letra da musica do Toquinho e do Vinicius que sempre me encantou e fez chorar desde a minha dolescencia e que tão bem ilustra a necessidae de um homem vir a ter um filho. Essa é a minha simples e singela homenagem...
Cau




O Filho Que Eu Quero Ter


Toquinho

Composição: Toquinho/ Vinicius de Moraes

É comum a gente sonhar, eu sei, quando vem o entardecer

Pois eu também dei de sonhar um sonho lindo de morrer

Vejo um berço e nele eu me debruçar com o pranto a me correr

E assim chorando acalentar o filho que eu quero ter

Dorme, meu pequenininho, dorme que a noite já vem

Teu pai está muito sozinho de tanto amor que ele tem





De repente eu vejo se transformar num menino igual à mim

Que vem correndo me beijar quando eu chegar lá de onde eu vim

Um menino sempre a me perguntar um porque que não tem fim

Um filho a quem só queira bem e a quem só diga que sim

Dorme menino levado, dorme que a vida já vem

Teu pai está muito cansado de tanta dor que ele tem





Quando a vida enfim me quiser levar pelo tanto que me deu

Sentir-lhe a barba me roçar no derradeiro bei..jo seu

E ao sentir também sua mão vedar meu olhar dos olhos seus

Ouvir-lhe a voz a me embalar num acalanto de adeus

Dorme meu pai sem cuidado, dorme que ao entardecer

Teu filho sonha acordado, com o filho que ele quer Ter.





segunda-feira, 5 de julho de 2010

Cosmologia do rock metal -

Cosmologia do rock metal

4/7/2010




Pesquisadora dos rituais na cena metaleira de Fortaleza, a socióloga Abda Medeiros, doutoranda pela Universidade Federal do Ceará, escreve sobre as "festas" de metal e os códigos identitários dos headbangers

Os lugares e os espaços que compõem os espetáculos de metal se configuram como territórios em movimento, deslocamentos, uma espécie de caminho que se constrói na medida em que se passa e se segue adiante. Já o tempo é o elemento-chave em que as narrativas constituidoras das apresentações de metal encontram a base de sustentação percebida nas apresentações, na performance e nos valores ali embutidos e renovados a cada show. E, em algumas ocasiões, trazendo certas modificações.

A passagem das bandas pelo lugar-espaço-tempo do metal e a forma como os participantes do show as recebem contribuem para a efetivação das características visuais, comportamentais e ideológicas referentes ao metal que os afinados com esse estilo necessitam imortalizar, sob pena de verem seus laços identitários (des)simbolizados por um mercado que os apreende. Ou, no limite, sob pena de os verem desfeitos. É importante pensar que lugar-espaço-tempo nos shows de metal são representações simbólicas que estabelecem intrínseca relação com as atividades que ordenam esses eventos, ou seja, a demarcação do lugar, a ocupação do mesmo por um grupo específico (espaço) e a efetivação das referidas atividades que os constituem (o tempo) indicam a realização de um acontecimento de metal. Evento que, por sua vez, faz referência, no presente, a outros, vivenciados no passado e que são reelaborados e resignificados nos shows.

Além disso, as apresentações de metal são as expressões máximas do caráter "estrangeirista" do rock que, ao mesmo tempo em que invoca valores "de fora" (concebidos como internacionais), adapta-se e funde-se àqueles "de dentro" (nacional, regional, local). E transforma as apresentações de metal outrora virtuais em reais, observadas nas letras das músicas e na linguagem visual expressa nas estampas das camisas, nos símbolos, na estrutura física e sonora compatível aos decibéis emitidos pelas caixas de som e nas gestualidades que unificam a gramática do metal.

O importante é que o show aconteça e, onde quer que ele ocorra, seja num anfiteatro, na via pública ou no teatro, o som ecoe no mais alto volume. Que os pescoços se contorçam, as cabeças "batam", os cabelos longos (para quem os tem) voem e "captem" as ondas sonoras que não apenas estremecem os corpos dos presentes, mas, acima de tudo, "chocam" e tornam visíveis para as estruturas físicas, sonoras e sociais da cidade, que a partir das minhas observações em campo anunciam que outra cidade - viva, pulsante e oxigenada pelo "sangue" de cor preta - performatiza suas ações no lugar-espaço-tempo onde ocorrem os shows de metal.

Roupas e adereços

Na plateia, as pessoas trajam jaquetas de couro, capas pretas, calças spandex ou couro, blusas estampadas em cinza e preto, camisas de bandas como Iron Maiden, Sepultura, AC/DC, Guns N´ Roses, Shaaman. Em sua grande maioria, os frequentadores usam adereços de metal no pescoço, lenços na cabeça alusivos a bandas ou bandeiras nacionais como a da Inglaterra. Alguns homens usam saias, longos vestidos pretos por cima da calça e da camisa, maquiagem preta no rosto (aludindo a cruzes invertidas), calçam tênis ou coturnos pretos. Já as mulheres, acentuam os cílios, contornos dos olhos e lábios com as cores marrom ou preta, utilizam vestidos pretos longos, combinando com botas, ou calça/saia jeans em combinação com o tênis.

Quando os participantes dos shows de metal se deslocam em direção aos mesmos, não apenas caminham; acima de tudo, trazem impressos nos gestos, vestimentas, sentimentos e emoções o jeito próprio de falar, as características das vivências de cada bairro, as experiências vivenciadas nas esferas pessoal, musical e em grupo. Dessa forma, o que os participantes carregam em si e expressam para o "outro" possui intrínseca relação com o conjunto de ideias e valores que orientam suas condutas.

Além do corpo, da estrutura física e do comportamento da plateia nos shows de metal, devem-se mencionar os cheiros que exalam no ambiente. Refiro-me ao cheiro que cada indivíduo traz impresso na pele e que é potencializado mediante os gestos viscerais que a música proporciona. Inclui-se, também, o cheiro da bebida, eventualmente do cigarro e dos psicotrópicos que não são exclusivos do rock. É preciso relativizar o rock como estilo musical que não possui relação direta com as drogas. Ele se situa para além da música, das drogas e do sexo, porque transcende as experiências individuais, alocando-se nas experiências coletivas de onde são retirados os significados, as classificações e as hierarquizações que configuram a gramática do rock metal.

Os eventos de metal podem significar, para os frequentadores, o motivo para sair da rotina escola-casa-escola. O momento de diversão, de festa. O lugar onde se fazem e se encontram amigos. As apresentações musicais proporcionam, conforme me relatou um frequentador, "muita emoção". "Escutar Metal é muito emocionante, porque é um tipo de som que eles fazem com os instrumentos que ninguém consegue fazer", conclui. Além das emoções e das experiências que os shows proporcionam para a plateia, eles representam para as bandas muito mais que o marcar presença ou uma reafirmação do pacto estabelecido consigo no que diz respeito a ser "metaleiro". Seja participando como plateia ou como banda, os eventos de metal não podem ser compreendidos por si mesmos. Explicam-se muito mais por aquilo que eles proporcionam para cada indivíduo que os frequenta.

Ao longo dos shows, há os intervalos que, entre outros desempenhos, permitem a recomposição das energias liberadas a cada apresentação para serem armazenadas e extravasadas tão logo recomece a execução do som. É interessante notar que alguns frequentadores aproveitam esses intervalos para fazer uma visita à chamada "banquinha" onde estão expostos os materiais produzidos pelas bandas. Os materiais expostos para serem adquiridos pelos frequentadores não estão exclusivamente ligados aos grupos musicais que não possuem contratos com gravadoras. Percebem-se ali desde o DVD produzido por bandas, como, por exemplo, a finlandesa Children Of Bodom, até os CDs-demo produzidos por bandas locais.

Mainstream e underground

A articulação entre o local e os produtos oriundos de outras partes do mundo dinamiza a relação de consumo e trocas que se dá entre o mainstream e o underground. Em outras palavras, os bens culturais difundidos pelos conglomerados midiáticos são consumidos lado a lado daqueles bens cuja opção de produção, divulgação e consumo não se dá de acordo com as regras de investimento e obtenção de lucro, sugeridas pelo modo de produção capitalista.

Os contornos aqui envolvem a produção de músicas sonoramente menos polidas que as apresentadas pelos conglomerados midiáticos, as trocas de CDs, cassetes, vinis, fotos, flyers, fanzines, endereços eletrônicos, downloads pela internet, roupas, adereços, gestos, aparição em programas de TVs, reportagens em jornais impressos, revistas, livros, equipamentos musicais, shows, palestras, workshops e gente. Forma-se, assim, uma rede de relações que viabilizam os fluxos desses bens produzidos pelos "metaleiros".

Por isso, após essa parada nos shows a fim de conferir as tendências do metal, os frequentadores retomam seus lugares na plateia assim que escutam o recomeço do som no palco. Os finais das apresentações, como dos próprios eventos, dão-se após os agradecimentos da banda e o anúncio de que a última música será executada. A plateia começa a se dispersar lentamente, aos pares ou em grupos, pelos portões por onde haviam entrado.

Dentro dessa perspectiva, ao final dos eventos, o show e as experiências vivenciadas não apenas motivam o acontecimento de outros eventos. Além disso, os motivam porque permitem aos participantes liberarem-se de si mesmos e exercem função catártica. Tomando por empréstimo as palavras do psicólogo americano James Hillman, isso é possível porque "sentir e imaginar o mundo não se separam na reação estética do coração. O coração percebe tanto sentindo como imaginando: para sentir penetrantemente devemos imaginar e, para imaginar com precisão, devemos sentir".



ABDA MEDEIROS*
ESPECIAL PARA O CADERNO 3

* Socióloga, autora da dissertação "Cosmologias do Rock em Fortaleza. Atualmente, é doutoranda no Programa de Pós Graduação em Sociologia da UFC, com pesquisas financiadas pelo CNPq na área de Antropologia

Rir é o melhor Remédio - PROFESSOR

No Curso de Medicina, o professor se dirige ao aluno e pergunta:

-Quantos rins nós temos?
-Quatro! - Responde o aluno.
-Quatro? - Replica o professor, arrogante, daqueles que sentem prazer em tripudiar sobre os erros dos alunos.
-Traga um feixe de capim, pois temos um asno na sala. - ordena o professor a seu auxiliar.
-E para mim um cafezinho! - Replicou o aluno ao auxiliar do mestre.
O professor ficou irado e expulsou o aluno da sala. O aluno era, entretanto, o humorista Aparício Torelly Aporelly (1895-1971), mais conhecido como o 'Barão de Itararé'.
Ao sair da sala, o aluno ainda teve a audácia de corrigir o furioso mestre:
-O senhor me perguntou quantos rins 'nós temos'.

'Nós' temos quatro: dois meus e dois seus. 'Nós' é uma expressão usada para o plural.
Tenha um bom apetite e delicie-se com o capim.

COMENTÁRIO

A vida exige muito mais compreensão do que conhecimento!
Às vezes as pessoas, por terem um pouco a mais de conhecimento ou 'acreditarem' que o tem (ADOREI ESSA!), se acham no direito de subestimar os outros . . .

Viva a humildade . . .
E haja capim!!!


COLABORAÇÃO: LUCIANO RODRIGO

quinta-feira, 1 de julho de 2010

ROCK DE GALPÃO

01 de julho de 2010 |

MÚSICA

Rock de Galpão lança DVD
Regionalismo gaúcho com linguagem roqueira – a receita sonora do projeto Rock de Galpão surgiu no palco, virou disco e agora ganha registro em DVD.

O grupo, reunindo o cantor Neto Fagundes e a banda Estado das Coisas, lança seu novo álbum com show no Teatro do Bourbon Country hoje, a partir das 21h (mais detalhes no Roteiro do Guia hagah).

Rock de Galpão Ao Vivo, que chega às lojas em CD e DVD, é a síntese de uma proposta surgida no verão de 2004, quando Neto dividiu o palco do Dado Tambor com a Estado das Coisas em uma série de shows. Ali se forjou uma combinação que se revelou das mais eficazes: vestir o repertório gauchesco – canções conhecidas, como Mercedita, Semeadura e Canto Alegretense – com um figurino que inclui gaita e violão, mas também guitarra, baixo, bateria e teclado. A ideia logo foi levada para os palcos do Interior e rendeu um CD, lançado em 2007.

– Temos tocado para plateias de rock, um pessoal que talvez não ouvisse a música regional de outra forma – explica Neto.

O show de hoje segue o roteiro do DVD, gravado em dezembro passado em Caxias do Sul sob direção de Hique Gomez, o Kraunus Sang do Tangos & Tragédias. Neto (voz e violão) e a Estado das Coisas – Tiago Ferraz (voz e guitarra), Alexandre Gaiga (teclados), David Fontoura (baixo), Rafa Schuler (guitarra) e Guilherme Gul (bateria) –, com o acordeonista Paulinho Cardoso, vão tocar músicas como Vento Negro (Fogaça) e Bochincho (Jayme Caetano Braun e Cenair Maicá) com convidados como Bagre Fagundes e o próprio Hique, além do dançarino Diablo Jr.

– Não estamos inventando nada. Almôndegas, Kleiton & Kledir, Mário Barbará e o Saracura já experimentaram essa combinação do rock e do regional – diz Ferraz.

– Não queremos romper com nada, a ideia é integrar, fortalecer a questão regional – completa Neto.