sexta-feira, 26 de novembro de 2010

Desenvolvimento Sustentável: É possível? - Por Marcus Eduardo de Oliveira*, para a Adital

26/11/2010 - 11h11
 


Em seu mais recente livro "Cuidar da Terra, Proteger a Vida", Leonardo Boff assevera que: "Em 1961, precisávamos de metade da Terra para atender às demandas humanas.
 Em 1981, empatávamos: precisávamos de uma Terra inteira. Em 1995 ultrapassamos em 10% sua capacidade de reposição, mas era ainda suportável".
No entanto, os alarmes disparados continuaram anunciando a expansiva agressão sofrida pela Terra.
O calendário marcava o dia 23 de setembro de 2008 vaticinado pelos estudiosos como o Earth Overshoot Day, ou seja, o dia da ultrapassagem da Terra.
A partir dessa data constatou-se, em escala universal, que a Terra ultrapassou em 30% sua capacidade de suporte e reposição.
A partir disso, o que pensar, o que fazer?
Continuar de forma desenfreada a exploração/dilapidação dos recursos naturais sem limites ou fazer a reversão de forma rápida?
Continuar priorizando o mercado que exige mercadorias diversificadas a todo instante ou olhar com respeito e atenção redobrada para a qualidade de vida?
Continuar com a prédica traçada desde os trabalhos seminais das ciências econômicas que pontuam que crescimento econômico é remédio eficaz para a cura dos males sociais ou fazer com que essa mesma ciência esteja submetida ao projeto de vida, cuja essência é a qualidade e não a quantidade?
Respostas a essas dúvidas estão soltas por aí, embora haja mais dissenso que consenso em matéria de se pensar a intrincada relação economia - natureza -recursos - desejos - produção - consumo.
Eric Hobsbawn, um dos maiores intelectuais do século XXI, a esse respeito já se posicionou: "Ou ingressamos num outro paradigma ou vamos de encontro à escuridão".
Por outro paradigma, o renomado historiador quer dizer que não basta fazer mudanças no sistema, é preciso mudar o sistema.
Destruir a natureza em troca dos apelos da voracidade do mercado de consumo é, antes disso, destruir as teias que sustentam a vida.
O mercado, assim como toda a economia, depende de algo que está acima de tudo isso: a natureza. A economia, como atividade produtiva, é apenas um subproduto do ambiente natural e depende escandalosamente dos mais variados recursos que a natureza emana.
Nós, seres humanos, como todos os seres vivos, somos partes e não o todo desse ambiente natural que contempla a riqueza do viver.
É forçoso ressaltar que não estamos na Terra; somos a Terra.
Não ocupamos a natureza como meros partícipes dela; somos a própria natureza a partir do fato de sermos feitos de poeira estelar.
Dependemos da natureza, das terras agricultáveis, da água, do ar, do sol, da chuva, do fitoplâncton (algas microscópicas unicelulares) e dependemos das estrelas.
Isso não é prosa nem verso; é fato!
São as estrelas, com uma capacidade ímpar de brilhar e, por isso, com o poder de nos afastar o medo da noite, que convertem hidrogênio em hélio pela fusão nuclear e, dessa combinação, permite-se aflorar o potássio, o oxigênio, o carbono, o ferro que vão se localizar nos aminoácidos (unidades químicas que compõem as proteínas) e nas proteínas (que formam os músculos, os ligamentos, os tendões, as glândulas, enfim, que permitem o crescimento ósseo).
Sem isso a vida não seria possível.
Somos natureza ainda por razões filológicas (estudo científico de uma língua).
Não por acaso, somos originários do Adão bíblico (Adam, em hebraico, significa "Filho da Terra"), ainda que isso seja puramente metafórico.
Somos natureza quando nos damos conta ainda de que pelo aspecto filológico a palavra homem/humano vem de "húmus", cujo significado é "terra fértil".
Cada vez que percebemos avançar esses assuntos, mais ainda vamos aprofundando a importância do tema. As preocupações ecológicas, vistas num passado não muito distante como apenas retóricas românticas, hoje, para nossa felicidade, ocupam a agenda das principais lideranças governamentais.
Em certa medida, parece ser consenso que estamos falando de uma perspectiva que envolve, na essência, a manutenção da vida pelos íntimos laços que temos para com a mãe Terra, também chamada Gaia.
Isso é do interesse de todos e de todas, e não mais dos praticantes da militância verde - os primeiros a chamar a atenção para esses graves assuntos.
Nesse pormenor, é oportuno resgatarmos a argumentação do educador canadense Herbert M. McLuhan (1911-1980): "Na espaçonave Terra não há passageiros.
Todos somos tripulantes".
A economia, sendo um espaço de conhecimento das ciências humanas, não pode prescindir de ajudar na disseminação de um discurso em prol da vida, e não a favor do deus mercado como tem sido freqüente desde o surgimento da Escola Clássica no século XVIII.
Discutir desenvolvimento pelas lentes das ciências econômicas é, antes de mais nada, pensar em aspectos qualitativos, e não na atual dimensão econômica dos projetos que apontam, unicamente, para o aspecto quantitativo.
Perceber a economia apenas pela quantidade de coisas produzidas é um erro abissal que somente tem feito provocar ainda mais a cultura do desperdício e da falta de parcimônia em matéria de regular a atividade produtiva, ao passo que aprofunda o consumismo, essa chaga do sistema capitalista.
Ainda hoje, mesmo diante dos mais contundentes e acirrados discursos sobre a grave crise ambiental que se estabelece, apresenta-se como sendo uma boa política econômica aquela capaz de fazer o PIB subir, independente se esse crescimento se dará nas bases da exploração/destruição ambiental.
Esquecem ou ignoram os apedeutas que tudo que cresce muito, ou explode ou esparrama. Explodir, esparramar, significa, grosso modo, perdas, desperdícios. Crescer por crescer é a base das células cancerígenas.
A economia não pode mais trilhar esse caminho.
Isso leva à morte.
Ora, isso não é solidificável; é altamente destrutível.
O caminho de qualquer economia que apenas prioriza e faz de tudo para atender aos ditames do mercado que clama por mais produção e consumo, atingindo picos de crescimentos inimagináveis, é por todos conhecido: destruição, desmatamento, poluição, escassez, extinção das espécies.
É em nome desse modelo perverso e criminalmente responsável por mortes que o mercado é abastecido enquanto a natureza é descapitalizada, ao passo que a vida é posta em risco.
Uma hora qualquer - e que não seja tarde demais - alguém irá perceber que as palavras do cacique Seatlle ditas ao governante norte-americano em 1854 estavam pontualmente certas: "(...) Eles vão perceber que não dá para comer dinheiro".
Para o bem de todos é necessário aludir que não se pode medir crescimento de uma economia quando se derruba uma árvore, se polui um rio, se contamina uma nascente.
Isso tem outro nome: insanidade.
Não há economia que prospere sustentavelmente nas bases dessa patologia.
Para atenuar esse discurso, os economistas modernos criaram a expressão desenvolvimento sustentável.
No entanto, não são poucos os que cometem outro equívoco na vã esperança de que essa palavra mágica (sustentável) seja de fato algo aplicável.
Todavia, resta-nos indagar: sustentável para quem?
Como?
Quando?
Onde?
A continuar a exploração desenfreada, não é possível sustentar esse crescimento. Logo, a expressão é, por si, falaciosa.
Num projeto de desenvolvimento que se pauta pelas linhas mestras da competição, não é factível que seja algo sustentável, uma vez que essa competição, feita pelos mecanismos conhecidos, apenas produz exclusão à medida que uns poucos ganham e triunfam sobre a derrota de centenas de milhões de pessoas.
Se milhares são (e serão cada vez mais) os que engrossam (e vão engrossar) as fileiras da miséria e da penúria, como é possível afirmar se tratar de desenvolvimento sustentável?
Só há sustentabilidade quando todos/todas participam, sem exclusão.
Exclusão é conceito que não combina com a abrangência do termo sustentabilidade.
Ademais, argumenta-se, insistentemente, que o desenvolvimento sustentável é exeqüível, pois, um belo dia, a natureza irá responder pelas demandas dos recursos renováveis.
Esquecem-se os que assim argumentam que o universo é finito; não aumentará de tamanho.
Os recursos, muitos deles, vão acabar; muitos não são renováveis.
Assim, uma vez mais é oportuno chamar a atenção de que o termo "sustentável" é pouco confiável. L. Boff refletindo sobre isso no livro citado no início dessas palavras pondera que "(...) sustentabilidade deve ser garantida, primeiramente, à Terra, à humanidade como um todo, à sociedade e a cada pessoa".
A economia (ciência) em seus poucos mais de 230 anos precisará avançar muito ainda para englobar com primazia esse termo em seus predicados.
Exclusivamente pelas raias da competição nada se conseguirá.
De toda sorte, a escala de valores que deve predominar então, caso queiramos priorizar a vida, deve incluir a cooperação, a partilha, a solidariedade, a comunhão, o compartilhamento. Definitivamente, o projeto econômico precisa estar à serviço da vida em suas dimensões, incluindo, principalmente, a perspectiva ecológica.
Urge pensarmos na perspectiva de que o modelo aí posto está errado e já passou da hora de propor alternativa.
A vida tem pressa e o relógio do tempo passa rápido demais.

* Economista brasileiro, especialista em Política Internacional. Articulista do site "O Economista", do Portal EcoDebate e da Agência Zwela de Notícias (Angola)



IMAGEM
Crédito: Jarbas Domingos de Lira Jr.
(Envolverde/Adital)

quarta-feira, 24 de novembro de 2010

Viver ou Juntar dinheiro? (MAX GEHRINGER)

 
Li em uma revista um artigo no qual jovens executivos davam receitas simples e práticas para qualquer um ficar rico.
Aprendi, por exemplo, que se tivesse simplesmente deixado de tomar um cafezinho por dia, nos últimos quarenta anos, teria economizado 30 mil reais.
Se tivesse deixado de comer uma pizza por mês, 12 mil reais.
E assim por diante.
Impressionado, peguei um papel e comecei a fazer contas. Para minha surpresa, descobri que hoje poderia estar milionário.
Bastaria não ter tomado as caipirinhas que tomei, não ter feito muitas viagens que fiz, não ter comprado algumas das roupas caras que comprei.
Principalmente, não ter desperdiçado meu dinheiro em itens supérfluos e descartáveis.
Ao concluir os cálculos, percebi que hoje poderia ter quase 500 mil reais na minha conta bancária.
É claro que não tenho este dinheiro.
Mas, se tivesse, sabe o que este dinheiro me permitiria fazer?
Viajar, comprar roupas caras, me esbaldar em itens supérfluos e descartáveis, comer todas as pizzas que quisesse e tomar cafezinhos à vontade.
Por isso, me sinto muito feliz em ser pobre.
Gastei meu dinheiro por prazer e com prazer.
E recomendo aos jovens e brilhantes executivos que façam a mesma coisa que fiz.
Caso contrário, chegarão aos 61 anos com uma montanha de dinheiro, mas sem ter vivido a vida.



"Não eduque seu filho para ser rico, eduque-o para ser feliz. Assim ele saberá o VALOR das coisas e não o seu PREÇO"


HAPPY HOUR V I P SEGUNDA EDIÇÃO !!!

HAPPY    HOUR    VIP

SEGUNDA EDIÇÃO JÁ TEM DATA!! OBA!

ACONTECE DIA 08 12 2010 - QUARTA FEIRA

PORTANTO: CORRAM E RESERVEM SEU CONVITE "

DESTA VEZ  60 CONVITES!!!

VERY IMPORTANT PEOPLE

ENSAIO ABERTO COM A BANDA A PALO SECO

E ASSIM DISSE O NÁRIO...


Arrogante

adj. 2 gén.adj. 2 gén.

1. Que tem arrogância.

2. De aspecto!aspeto marcial.


Marcial
adj. 2 gén.

marcial

(latim martialis, -e, de Mars, Martis, mitónimo [deus romano da guerra])

adj. 2 gén.adj. 2 gén.

1. Relativo a guerra. = bélico, guerreiro

2. Próprio de militar.

3. Farm. Diz-se de preparado que contém ferro. = ferruginoso


Arrogância



s. f.1. Sobranceria menosprezadora.


2. Altivez que deixa ver o pouco caso que se faz do adversário.


3. Insolência.


Menosprezar - Conjugar



(menos + prezar)



v. tr.1. Não ter (alguém ou alguma coisa) no devido apreço.


2. Depreciar; desprezar.


Sinónimo Geral: menospreçar, menospreciar

RESULTADO DA PESQUISA:


VEJA QUE DE ACORCO COMA AS DEFINIÇÕES DE NOSSO AMIGO, ETERNO PAI, AURÉLIO BUARQUE DE HOLANDA,
SÃO DEFINIÇÕES QUE MAIS ENOBRECEM DO QUE DEPRECIAM AS QUALIDADES DE QUALQUER PESSOA.
COISA QUE POR VEZES PUDE PRESENCIAR PESSOA SE DIRIGIR A OUTRA PEJORATIVAMENTE CHAMANDO-A DE ARROGANTE!
MAS ESTE QUE ASSIM PROCEDE NA VERDADE É QUE IGNORA, PORTANTO SENDO IGNORANTE, O REAL SENTIDO DA PALAVRA

EU DIRIA ATÉ O SEGUINTE :


ANTES ARROGANTE QUE BOQUIRROTO !!!

boquirroto (ô)

(boqui- + roto)
adj. s. m.adj. s. m.
1. Que ou quem não cala o que sabe. = indiscreto
2. Que ou quem fala muito. = falador, tagarela

Barão de Limeira estará fazendo uma nova Peneira de Voleibol - 30 / 11 !!!

A equipe do Barão de Limeira
Realizará uma nova Peneira de Voleibol, (seleção de pessoas para integrar o time de volei, para meninas nascidas nos anos de: 1994/1995/1995/1997,no próximo dia 30/11 as 15h na Quadra Poliesportiva do NAI (Antiga Casa da Laranja e CME,localizada à Rua Capitão Bernardes Silva, 22 - Centro - Limeira - SP, próximo as estações Ferroviária e Rodoviária.



Informações falar com o Prof. Robson Siqueira (19) 9747-1756.
Levar no dia RG e material para treino.



A equipe fornecerá bolsa de estudo integral em colégio particular entre outros atrativos.

terça-feira, 23 de novembro de 2010

FRASE DO DIA, DO MÊS DO ANO !


Se alguém hoje lhe bloquear a porta,

não gaste sua energia com confronto,

procure as janelas.


Lembre-se da sabedoria da água:

'Ela nunca discute com seus obstáculos,

ela simplesmente os contorna!

sexta-feira, 19 de novembro de 2010

FÁBULA A CIGARRA E A FORMIGA " ATUALIZADA"

Era uma vez, uma formiguinha e uma cigarra muito amigas.

Durante todo o outono, a formiguinha trabalhou sem parar, armazenando comida para o período de inverno.
Não aproveitou nada do sol, da brisa suave do fim da tarde e nem o bate-papo com os amigos ao final do trabalho tomando uma cervejinha gelada.
Seu nome era 'Trabalho', e seu sobrenome era 'Sempre'.
Enquanto isso, a cigarra só queria saber de cantar nas rodas de amigos e nos bares da cidade; não desperdiçou nem um minuto sequer. Cantou durante todo o outono, dançou, aproveitou o sol, curtiu prá valer sem se preocupar com o inverno que estava por vir.
Então, passados alguns dias, começou a esfriar.

Era o inverno que estava começando.
A formiguinha, exausta de tanto trabalhar, entrou para a sua singela e aconchegante toca, repleta de comida.
Mas alguém chamava por seu nome, do lado de fora da toca.

Quando abriu a porta para ver quem era, ficou surpresa com o que viu.

Sua amiga cigarra estava dentro de uma Ferrari amarela com um aconchegante casaco de vison.


E a cigarra disse para a formiguinha:

- Olá, amiga, vou passar o inverno em Paris.

- Será que você poderia cuidar da minha toca?

- E a formiguinha respondeu:

- Claro, sem problemas!

- Mas o que lhe aconteceu?

- Como você conseguiu dinheiro para ir à Paris e comprar esta Ferrari?


E a cigarra respondeu:

Imagine você que eu estava cantando em um bar na semana passada e um produtor gostou da minha voz.

Fechei um contrato de seis meses para fazer show em Paris...

À propósito, a amiga deseja alguma coisa de lá?


Desejo sim, respondeu a formiguinha.

Se você encontrar o La Fontaine (Autor da Fábula Original) por lá, manda ele ir para a 'Puta Que O Pariu!!!'


Moral da História:


Aproveite sua vida, saiba dosar trabalho e lazer, pois trabalho em demasia só traz benefício em fábulas do La Fontaine e ao seu patrão.



Trabalhe, mas curta a sua vida. Ela é única!!!



Se você não encontrar a sua metade da laranja, não desanime, procure Sua metade do limão, adicione açúcar, pinga e gelo, e....


Seja feliz !


"A Vida é curta,
Quebre regras,
Perdoe rapidamente,
Beije demoradamente,
Ame verdadeiramente, '
Pratique intensamente',
Ria incontrolavelmente e nunca deixe de Sorrir, por mais estranho que seja o motivo."
 
 
 
COLABORAÇÃO DA PROFª CLAÚDIA







quinta-feira, 18 de novembro de 2010

Meninas do Volei Barão de Limeira Vencem Novamente !!!

Jogando nesta quarta-feira 17/11 em São João da Boa Vista pela Liga Regional de Campinas o Barão de Limeira conseguiu uma grande vitória sobre a equipe da casa, a Esportiva São Joanense pelo placar de 3x2 sets, parciais de 28x26/23x25/16x25/25x19/15x12 em 2h e 25 minutos de jogo.
Com a vitória a equipe conquistou o 3º lugar na Liga Regional categoria infanto juvenil feminino.
Com vitória criou-se a espectativa da participação da equipe na Copa Piratininga promovida pela Federação Paulista de Volleyball, Série Prata, enfrentando duas grandes finalistas da capital.
"Parabéns as meninas elas conseguiram vencer as dificuldades da partida, torcida, nervosismo e o grande adversário que valorizou demais a derrota com muita dedicação e entrega, vamos aguardar agora uma definição para os próximos dias das datas da Copa", comentou o técnico da equipe Professor Robson Siqueira.
Jogaram pelo Barão:
Mellanie, Jéssica, Francielli, Dienifer, Elinessa, Mariana, Patrícia, Anne e Marcelle. Técnico Prof. Robson Siqueira, auxiliar Bárbara.



 
Prof. Robson Siqueira - CREF 9985/G no EQUIPE DE VOLEIBOL BARÃO DE LIMEIRA em 11/18/2010 12:04:00 AM

terça-feira, 16 de novembro de 2010

TROPA DE ELITE - POR JANJÃO

A ATUALIDADE DE TROPA DE ELITE 2



Assisti Tropa de Elite 2.
Não fiquei com a sensação de estarrecimento, ou de choque, como vários amigos meus me confidenciaram, ao se deparar com esta obra prima do cinema nacional deste século XXI.
O filme nos coloca frente a frente, com o crime organizado, em todas as suas dimensões.
 
Desnuda os alicerces da corrupção Brasileira, que não anda se não tiver conexão com o crime. Como na primeira fita, o Diretor José Padilha, joga em nossas mentes o debate da Ética, não apenas como retórica, mas como comportamento e formação de caráter.
Oferecer ao resto do País, a História das milícias cariocas, formadas por policiais militares e civis, com todo o apoio de políticos e empresários, nos remete a sair do conto de fadas, que às vezes homens do poder nos obrigam a entrar.
 
Como um produto que apresenta novidades, técnicas e de atrair o espectador para assistir dezenas de vezes, ainda fico com Cidade de Deus.
Porém é extraordinário, para suscitar reflexões por um longo tempo.
Tropa não é um simples filme para gringo se escandalizar com a violência no terceiro mundo, é um filme mobilizador. Como documentarista que é, José Padilha, não colocou o real na ficção, a realidade estava lá, nua e crua.
 
Não foi apenas inspiração o caso da CPI das milícias levadas a cabo pelo Deputado Estadual, agora reeleito Marcelo Freixo, tudo investigado e relatado por ele esta no filme, se resumindo a uma ou outra ficção que Padilha incluiu para apimentar um pouco mais a trama.
Tudo é verdade, a ponto de nos transportar para um dia a dia, que a Classe média e as elites, tentam esconder e se esconder.
Não é o noinha da biqueira nosso inimigo mortal, nem é o ladrãozinho de varal o lúcifer do cotidiano.
 
Trata-se na película de nos fazer acordar, para uma rede de corrupção, que em troca de votos, para se enriquecer com a máquina pública, os agentes públicos, fazem vistas grossas para assassinatos, estionatos e pura exploração dos pobres, pelo crime.
Uma favela do Rio de Janeiro, continua sem luz elétrica, sem saneamento básico, sem escola, sem saúde.
Mas têm TV a cabo, internet, serviço de delivery e outras coisitas que apenas as classes abastadas têm acesso.
 
Na campanha eleitoral deste ano, todos os candidatos á Presidente omitiram, esta rede de corrupção ligada a organizações criminosas.
Limitaram-se a chavões e a promessas vazias e paliativas.
O papo de combater o vicio do Crack com construções de clinicas de recuperação, não só é pobre de conteúdo, como não resolve o problema.
O Estado não pode omitir-se de suas responsabilidades.
A primeira medida para inibir as máfias, é a inclusão social, é gerar empregos, renda.
 
Admito que melhoramos nestes anos todos, mas ainda carecemos de botar na cadeia os vários, Caciollas, Daniel Dantas, Máfia da Merenda e tantos outros.
 È preciso dar maior transparência à coisa pública, abrir para a participação popular.
Combater a violência do crime, é ir à raiz e não lotar presídios e fundação casa de pés de chinelo, que não tiveram acesso às oportunidades, é punir o engravatado, o detentor de mandatos e poder. A visão torta, distorcida e maldosa dos Direitos Humanos, deve ser combatida, não se pode aceitar que Jornalistas mal intencionados, mal informados ou até beneficiários dos esquemas criminosos, use e abuse da mídia para desinformar e deformar.
O filme do Padilha, é produto obrigatório para ser visto pelos defensores e lutadores dos Direitos Humanos.



JANJÃO- POETA, ESCRITOR. LIMEIRA/SP

A PALO SECO - Por Janjão

A PALO SECO


Se diz a palo seco

o cante sem guitarra;

o cante sem; o cante;

o cante sem mais nada;

se diz a palo seco

a esse cante despido:

ao cante que se canta

sob o silêncio a pino.





Este é o trecho inicial do poema "A Palo Seco" do maravilhoso poeta, João Cabral de Mello Neto. Sua mensagem traz o refletir de um canto sem instrumentos, onde só a voz é ouvida e o silêncio é obrigatório ao ouvinte.
 Na verdade o texto foi inspirado, no canto vindo da Andaluzia na Espanha, onde cantar á capela, ganhou esta denominação em língua espanhola, onde o poeta Baiano disseca no restante de sua obra, o quão seco e triste era a vida do sertanejo, em volta com a fome e a miséria nordestina.
O canto serve como choro, um lamento.
Mas serve igualmente para demonstrar fé e esperança em dias melhores, onde a música saída a palo corta feito lamina afiada as agruras do destino.

Provavelmente inspirado em João Cabral, que o cearense Belchior, escreveu a canção com o mesmo nome do poema. Em uma das estrofes o compositor mostra de cara esta influencia:

... E eu quero é que esse canto torto feito faca

Corte a carne de vocês...

Em um outro mais uma referencia explicita ao poema:

" Sei que assim falando pensas

Que esse desespero é moda em 76

Mas ando mesmo descontente

Desesperadamente eu grito em português" ... 

È este grito através da música, tal qual João Cabral de Mello Neto com a poesia, é que Belchior pautou suas obras.
Foi falando através de letras antológicas e profundas, entre elas, Paralelas, Como Nossos Pais, Comentários sobre John, Divina Comédia Humana e outras, que desnudaram o latino Americano. Falando do universo de um Continente colonizado e explorado pelo Europeus, dissecado em suas riquezas e dizimado literalmente pela força bruta das armas.
Contextualizador de seu tempo, Belchior traça um perfil deste Americano, índio, negro e miscigenado, um ser humano comum e sofrido, mas otimista quanto á seu próprio futuro.

Amante dos Beatles e dos Rolling Stones, o compositor poeta, solta seu berro, na analise comportamental, delineando o ritmo blues/rock com Luis Gonzaga e Jackson do Pandeiro.
Não se intimida com os anos de chumbo, grita em A Palo Seco, que o mesmo corta a carne de vocês.

Cresci ouvindo Belchior.
 Cresci admirando a obra deste ícone da MPB, e não poderia deixar de prestar homenagens a ele. Assim estou desenvolvendo junto a dois amigos, Cláudio Corrêa e Mauro Seabra, o projeto da Banda A Palo Seco, em minha cidade Limeira/SP.

Abrigaremos no repertório essencialmente canções do Cearense e outras de mesma temática.
Em breve maiores detalhes.

Por fim, salve, salve à América Latina, cantada À Palo Seco.



JANJÃO- POETA, ESCRITOR. LIMEIRA/SP



quarta-feira, 10 de novembro de 2010

ROCK CONTA A CHATICE - ROCK & ROLL

Produzida por Nigel Godrich (Radiohead), a trilha sonora de "Scott Pilgrim contra o Mun- do" promete sobrevi- ver ao filme, com uma excelente coleção de rocks e obscuridades

Vai longe o tempo das trilhas sonoras memoráveis.
Quando bem compiladas, elas sobrevivem aos produtos originais (filmes, novelas e, mais raramente, games).
Em geral, reuniam boas músicas que fogem a obviedade; e uns pops descarados, no limite da mediocridade, mas que retratam bem uma época.
Os discos feitos para os filmes de Quentin Tarantino costumam ser uma aula neste sentido.
Pender para um dos lados da balança é arriscado, como comprovam as chatas e instantaneamente datadas trilhas de novelas da última década.

"Scott Pilgrim vs. The World", trilha sonora de "Scott Pilgrim contra o Mundo" (em cartaz no Brasil, mas, infelizmente, ainda ausente das salas cearenses) mostra que compor um disco desta natureza é uma arte delicada e para poucos. O autor da façanha é Nigel Godrich, produtor inglês que se notabilizou a partir de "Ok Computer" (1997), sua terceira colaboração com a banda cult Radiohead.
Godrich é chamado de "sexto membro" do grupo e, de lá para cá, produziu todos seus álbuns.

Após o sucesso do melhor álbum do quinteto inglês, o produtor foi convidado a colaborar com o Olimpo do indie rock (Beck, Pavement. R.E.M. Air, Charlotte Gainsbourg) e do mainstream (Paul McCartney e U2). Godrich tornou-se uma grife, um selo de qualidade felizmente confiável.
A trilha de "Scott Pilgrim" consegue ser boa do início ao fim.
A toque de mestre foi evitar que ela soasse demasiado juvenil, como a HQ que originou o filme sugere.
Ao invés de enfadonhas bandas teen, gente que boa parte do público adolescente sequer sonha existir.

Dinossauros e indies

O único medalhão do CD são os Rolling Stones, que comparecem com a antiquíssima "Under my thumb", de 1966, hoje pouco lembrada.
A canção é uma das melhores do repertório da banda, mas soa deslocada em meio a timidez barulhenta dos mais jovens.
Melhor se sai a ressurreição de "Teenage Dream", da banda glam T. Rex (usada à exaustão em outra trilha célebre, do filme "Billy Elliot").

Quem se sobressai, entre todos os demais, é o norte-americano Beck.
Autor do hino dos fracassados da década passada, "Looser", ele tem autoridade para cantar as dores de amor de um nerd.
Beck colabora com duas canções solo, a balada "Ramona" e uma versão acústica desta. Trata-se de uma canção bonita, enfeitada com um discreto arranjo de cordas e um clima anos 70, na linha de seu último álbum, "Modern Guilty".
Concorre ao melhor momento do disco com outra balada melancólica, "By your side", da obscura Beachwood Sparks.

Beck ainda compõe e toca nos rocks de garagem da fictícia banda Sex Bob-Omb (comandada por Pilgrim/Cera no filme). Destaca-se, ainda, as participações da Broken Social Scene (travestida da também ficcional Crash and The Boys) e o ex-Pixies Frank Black.
 




 
Rock - Scott Pilgrim vs. The World Vários - Universal Music - 2010

19 faixas - R$ 24,90


Fique por dentro

Sete inimigos

Scott Pilgrim tem 22 anos, é roqueiro e geek.
Um dia ele conhece Ramona Flowers, uma jovem de cabelos coloridos, pela qual se apaixona.
Eles se tornam namorados e vai tudo muito bem até que entram em cena os ex-namorados da moça: sete no total.
Como um herói das histórias em quadrinhos, Scott precisa derrotá-los para conquistar de vez o coração de Ramona.
Dirigido por Edgar Wright, o longa traz no elenco Chris Evans, Brandon Routh e Kieran Culkin (irmão do Macaulay), além de Michael Cera (de "Juno") no papel-título.



DELLANO RIOS

EDITOR


Nestlé mata Água Mineral São Lourenço - DENÚNCIA DA PRESERVAÇÃO!


Há alguns anos a Nestlé vem utilizando os poços de água mineral de São Lourenço para fabricar água marca PureLife. Diversas organizações da cidade vêm combatendo a prática, por muitas razões.
As águas minerais, de propriedades medicinais, e baixo custo, eram um eficiente e barato tratamento médico para diversas doenças, que entrou em desuso, a partir dos anos 50, pela maciça campanha dos laboratórios farmacêuticos para vender suas fórmulas químicas através dos médicos.
Mas o poder dessas águas permanece.
Médicos da região, por exemplo, curam a anemia das crianças de baixa renda apenas com água ferruginosa.
Para fabricar a PureLife, a Nestlé, sem estudos sérios de riscos à saúde,desmineraliza a água e acrescenta sais minerais de sua patente.
A desmineralização de água é proibida pela Constituição.
Cientistas europeus afirmam que nesse processo a Nestlé desestabiliza a água e acrescenta sais minerais para fechar a reação.
Em outras palavras, a PureLife é uma água química.
A Nestlé está faturando em cima de um bem comum, a água, além de o estar esgotando por não obedecer às normas de restrição de impacto ambiental, expondo a saúde da população a riscos desconhecidos.
O ritmo de bombeamentoda Nestlé está acima do permitido.
Troca de dutos na presença de fiscais é rotina.
O terreno do Parque das Águas de São Lourenço está afundando devido ao comprometimento dos lençóis subterrâneos.
A extração em níveis além do aceito está comprometendo os poços minerais, cujas águas têm um lento processo de formação.
Dois poços já secaram.
Toda a região do sul de Minas está sendo afetada, inclusive estâncias minerais de outras localidades.
Durante anos a Nestlé vinha operando, sem licença estadual.
E finalmente obteve essa licença no início de 2004.
Um dos brasileiros atuantes no movimento de defesa das águas de São Lourenço, Franklin Frederick, após anos de tentativas frustradas junto ao governo e imprensa para combater o problema, conseguiu apoio, na Suíça, para interpelar a empresa criminosa. A Igreja Reformista, a Igreja Católica, Grupos Socialistas e a ong verde ATTAC uniram esforços contra a Nestlé, que já havia tentado a mesma prática na Suíça.
Em janeiro deste ano, graças ao apoio desses grupos, Franklin conseguiu interpelar pessoalmente, e em público, o presidente mundial do Grupo Nestlé. Este, irritado, respondeu que mandaria fechar imediatamente a fábrica da Nestlé em São Lourenço.
No dia seguinte, o governo de Minas (PSDB), baixou portaria que regulamentava a atividade da Nestlé.
Ao invés de multas, uma autorização, mesmo ferindo a legislação federal.
Sem aproveitar o apoio internacional para o caso, apoiou uma corporação privada de histórico duvidoso.
Se a grande imprensa brasileira, misteriosa e sistematicamente vem ignorando o caso, o mesmo não ocorre na Europa, onde o assunto foi publicado em jornais de vários países, além de duas matérias de meia hora na televisão.
Em uma dessas matérias, o vereador Cássio Mendes, do PT de São Lourenço, envolvido na batalha contra a criminosa Nestlé, reclama que sofreu pressões do Governo Federal (PT), para calar a boca.
Teria sido avisado de que o pessoal da Nestlé apóia o Programa Fome Zero e não está gostando do barulho em São Lourenço.
Diga-se também que a relação espúria da Nestlé com o Fome Zero é outro caso sinistro.
A empresa, como estratégia de marketing, incentiva os consumidores a comprar seus produtos, alegando que reverte lucros para o Fome Zero.
E qual é a real participação da Nestlé no programa?
A contratação de agentes e, parece, também fornecendo o treinamento.
Sim, a famosa Nestlé, que tem sido há décadas alvo internacional de denúncias de propaganda mentirosa, enganando mães pobres e educadores para a substituição de leite materno por produtos Nestlé, em um dos maiores crimes contra a humanidade.
A vendedora de leites e papinhas "substitutos" estaria envolvida com o treinamento dos agentes brasileiros do Fome Zero, recolhendo informações e gerando lucros e publicidade nas duas pontas do programa: compradores desejosos de colaborar e famintos carentes de comida e informação.
Mais preocupante: o Governo Federal anuncia que irá alterar a legislação, permitindo a desmineralização "parcial" das águas. O que é isso?
Como será regulamentado?
Se a Nestlé vinha bombeando água além do permitido e a fiscalização nada fez, como irão fiscalizar a tal desmineralização "parcial"?
Além do que, "parcial" ou "integral", a desmineralização é combatida por cientistas e pesquisadores de todo o mundo.
E por que alterar a legislação em um item que apenas interessa à Nestlé?
O que nós cidadãos ganhamos com isso?
É simples, Sabemos que outras empresas, como a Coca-Cola, estão no mesmo caminho da Nestlé, adquirindo terrenos em importantes áreas de fontes de água.
É para essas empresas que o governo governa?

Colabore. Transmita estas informações para outras pessoas e não consuma o que prejudica a saúde.

Mais informações sobre o caso Nestlé em  http://www.cidadaniapelasaguas.net/

sexta-feira, 5 de novembro de 2010

dia 22 de novembro - DIA DO MÚSICO - OOOOHHHH YÉ ...

ORIGEM DO DIA:

Santa Cecília é a padroeira dos músicos, por isso no dia 22 de novembro, também é comemorado o dia do músico e da música.



O músico pode ser arranjador, intérprete, regente e compositor.
Há quem diga que os músicos devem ter talento nato para isso, mas existem cursos superiores na área e pessoas que estudam música a vida toda.
O músico pode trabalhar com música popular ou erudita, em atividades culturais e recreativas, em pesquisa e desenvolvimento, na edição, impressão e reprodução de gravações.
A grande maioria dos profissionais trabalha por contra própria, mas existem os que trabalham no ensino e os que são vinculados a corpos musicais estaduais ou municipais.

A santa dos músicos
Santa Cecília viveu em Roma, no século III, e participava diariamente da missa celebrada pelo papa Urbano, nas catacumbas da via Ápia.
Ela decidiu viver casta, mas seu pai obrigou-a a casar com Valeriano.
Ela contou ao seu marido sua condição de virgem consagrada a Deus e conseguiu convence-lo.
Segundo a tradição, Cecília teria cantado para ele a beleza da castidade e ele acabou decidindo respeitar o voto da esposa.
Além disso, Valeriano converteu-se ao catolicismo.
Mito grego

Na época dos gregos, dizia-se que depois da morte dos Titãs, filhos de Urano, os deuses do Olimpo pediram que Zeus criasse divindades capazes de cantar as vitórias dos deuses do Olimpo.
Então, Zeus se deitou com Mnemosina, a deusa da memória, durante nove noites consecutivas.
Nasceram dessas noites as nove Musas.
Dessas nove, a musa da música era Euterpe, que fazia parte do cortejo de Apolo, deus da Música.

REAPROVEITAMENTO DE GARRAFA PET !!!

FECHAR SAQUINHOS - GENIAL !!!!






IDÉIA PARA REUTILIZAÇÃO DAS TAMPAS DE GARRAFAS PET


Corte logo abaixo do gargalo usando tesoura, estilete ou outro cortador...


Passe o saco plástico por dentro do gargalo cortado...



Depois basta fechar com a tampa.

E pode usar nas embalagens de mantimentos, pães etc.

Divulguem... nosso planeta agradece!!!


COLABORAÇÃO DE MINHA QUERIDA PRIMA ARLETE ZORZO

quarta-feira, 3 de novembro de 2010

PARABÉNS BARÃO/SEME PELO 3º LUGAR no Estadual de Voleibol‏ !!!

Parabéns á toda a equipe do volei feminino do Barão de Limeira!
Parabéns especialmente ao meu amigo Professor Robson Siqueira, e é claro as gloriosas garotas que compõe a linda equipe do volei do Barão de Limeira, várias delas inclusive ja foram minhas alunas, quando de minha breve passagem (10 anos) por aquele colégio!
Saibam que mesmo a distãcia me encho de orgulho qdo Robson me repassa noticias do sucesso do time.

A equipe do Barão de Limeira/SEME esteve neste final de semana precisamente dia 30/10 representando nossa cidade e região na final Estadual de Voleibol categoria infanto juvenil campeonato promovido pela APV - Associação Pró Voleibol.
A Final aconteceu na cidade de Bebedouro e contou, além da equipe da cidade, com Carmen Steffens de Franca, PM de Itú e Barão/SEME de Limeira.
A equipe do Barão enfrentou pela manhã a equipe da casa Bebedouro e em 2h e 20 minutos de jogo muito disputado acabou perdendo pelo placar de 3x2, parciais de 19x25/18x25/27x25/25x18/12x15.
A tarde apenas 3h depois voltou a quadra para a disputa de 3º lugar contra a equipe de Itú e novamente em jogo muito disputado após mais de duas horas de duração venceu e conquistou o 3º lugar com o placar de 3x2, parciais de 25x22/19x25/11x25/25x10/15x9.
Para o professor e técnico da equipe Robson Siqueira foi um grande resultado, "as meninas lutaram muito, a forma de disputa foi muito dura, nossa equipe jogou 10 sets disputadíssimos no mesmo dia, além do grande calor que fazia na cidade e dos erros de arbitragens, mas nada disso tirou o brilho das garotas, que procuram superar todos estes obstáculos".
 O professor Robson Siqueira mesmo com sua equipe terminando na 3ª colocação foi eleito o melhor Técnico da competição (técnico destaque).
Isso foi muito bom, vem premiar nossa dedicação e trabalho voltado ao esporte, presentes estavam grandes profissionais, de alto nível como Franca que participam da Federação Paulista, " espero que isso ajude a termos mais reconhecimento e mais apoio para que possamos poder continuar representando nossa cidade".

Jogaram pelo BARÃO /SEME: Dienifer, Mariana, Jéssica, Francielli, Bárbara, Elinessa, Patrícia, Anne, Marcelle e Mellanie.
Técnico Prof. Robson Siqueira.

Apoiaram o Barão de Limeira:
PLACAR PLÁSTICOS, GALZERANO INDÚSTRIA E COMÉRCIO DE CARRINHOS, COLÉGIO BARÃO DE LIMEIRA, SEME, Grupo PÓRTICO e ACEBAL.
 
Prof. Robson Siqueira - Limeira - SP