segunda-feira, 24 de outubro de 2011

“Diálogo sobre Conservação de Documentos em Papel” na Biblioteca

Qualquer pessoa pode participar desde que se inscreva

Com o objetivo de aprimorar o planejamento, a execução e a avaliação das atividades realizadas acerca de documento em papel, a Prefeitura de Limeira, através da Secretaria da Cultura, realiza o workshop “Diálogo sobre Conservação de Documentos em Papel”, na terça-feira, dia 25, das 14h às 17h, na Biblioteca Municipal Professor João de Sousa Ferraz. Durante o período, o espaço de empréstimo de livros estará fechado, funcionando normalmente no período da manhã.
Os trabalhos serão coordenados pelo diretor da Biblioteca, Juraci Rodrigues Soares Requena. Segundo ele, além de estimular o uso de novas técnicas e tecnologias, o encontro procura reforçar a atuação culturalmente responsável e socialmente inclusiva das instituições.
“A ideia é que realizemos um encontro entre os trabalhadores da Biblioteca Municipal e de outras, como as comunitárias, e instituições culturais”, completou o diretor.
Todas as pessoas que se interessarem pelo tema podem participar. As inscrições, que são gratuitas, podem ser feitas no telefone, (19) 3442 6539, ou no e-mail: bibliotecadelimeira@gmail.com.

vai vendo ...

"O entendimento é uma estrada de mão dupla".



(Eleanor Roosevelt)

quarta-feira, 19 de outubro de 2011

Greve dos Correios: A mais escandalosa traição aos trabalhadores

Texto publicado em 17 de Outubro de 2011
Fonte: Causa Operária Online


A greve dos trabalhadores dos Correios, que pode ser considerada a maior greve dos últimos dez, talvez 20 anos, terminaram sem nenhuma conquista. Ao contrário do que tentam dizer os traidores da burocracia sindical de que teria sido uma vitória, os 30 dias parados, com um aumento, quase simbólico, de R$ 80,00 e muitas perdas para os trabalhadores só pode ser considerado uma derrota.
No entanto, a derrota da greve não vai resultar no refluxo dos trabalhadores, pelo contrário.
As duas principais causas da derrota da greve são as seguintes: por um lado, ela foi uma vez mais traída pela burocracia sindical do Bando dos Quatro (PT-PCdoB-PSTU-Psol).Por outro lado, como causa principal, está a deficiência, ou seja, a falta de experiência do movimento dos próprios trabalhadores, que não teve condições de se livrar da manobra imposta pela intervenção do TST.

Vítimas da malícia no TST
Desse modo, a greve foi derrotada principalmente por motivos políticos.
Os trabalhadores foram vítimas de uma manobra e foram derrotados porque não estavam preparados para ela.
A força da greve desse ano reside na experiência dos trabalhadores com o acordo bianual em 2009, quando a burocracia sindical foi amplamente repudiada pelos trabalhadores.
A imposição do acordo bianual pelo governo e seus aliados no movimento sindical deu combustível para a greve desse ano.
A traição do acordo bianual desmoralizou por completo o Bando dos Quatro, chegando a rachar elementos do próprio Bando dos Quatro, pressionados pela rejeição dos trabalhadores. Tanto é assim que na campanha salarial desse ano nem mesmo se falou em acordo bianual, tamanho foi o fracasso dessa política.


Política do governo e crise econômica

Durante a greve, a lenda de que o Brasil seria um País imune à crise internacional veio a baixo.
A expectativa de crescimento do país foi reformulada pelo governo para menos de 3,5%, o que, para um país como o Brasil, significa uma situação recessiva.
Ao mesmo tempo, a inflação chega a quase 8% e presente a ameaça iminente de atingir os 10%, a chamada inflação de dois dígitos.
Isso significa que o governo está prestes a perder o controle sobre a inflação. Diante desse problema, o governo traçou uma política de congelamento salarial, o que explica o endurecimento do governo contra os trabalhadores.
A greve, portanto, foi impulsionada por dois anos sem reajuste mais inflação.
A política da burocracia sindical
O Bando dos Quatro foi totalmente atropelado pela ação dos trabalhadores, inclusive, sendo repudiado o acordo miserável do Bando dos Quatro com a própria ministra, no TST.
Em São Paulo, por exemplo, milhares de trabalhadores na assembleia gritaram “tá rejeitado”...”tá rejeitado” antes que os diretores do Sintect-SP, do PCdoB, criassem coragem para iniciar a assembleia.

Havia um acordo entre todos os sindicalistas traidores para aprovar a proposta, do PT, PCdoB ao PSTU.
O PSTU/Conlutas tentou criar um mito de que seu membro no Comando de Negociação, Jocozinho, havia se oposto ao acordo.
Mas fica claro que ninguém se opôs à proposta na reunião com o TST e o único que assinou de fato o acordo foi o secretário geral da Fentect, José Rivaldo Talibã.
A política do PSTU é a de aparentar um apoio “crítico” a toda a traição, que já seria horrível, no entanto, trata-se única e exclusivamente de apoio nu e cru aos traidores.
No final da greve, enquanto os membros do PT- PCdoB, do Comando de Negociação assinavam um informe dizendo para os trabalhadores voltarem ao trabalho, pois assim como declarou Talibã: TST decidiu, vamos voltar ao trabalho”, Jacozinho do PSTU/Conlutas e o membro do MRL (PT) Evandro, não assinaram o informe do comando apenas para fazer uma figuração e escrever um informe paralelo dizendo a mesma coisa: “TST decidiu, vamos voltar ao trabalho.”
Fica claro que a burocracia sindical do Bando dos Quatro ficou à deriva, completamente sem política e sem condições de acabar por conta própria com a greve, devido à ação dos trabalhadores.
O Bando dos Quatro ficou esperando a manobra do TST e do governo, ou seja, uma manobra de cima, para poder derrotar a greve, gerando confusão e desorganização, inclusive com o cancelamento das assembleias ou o golpe da assembleia de São Paulo no feriado, em local desconhecido.
Foi a maior e mais escandalosa traição que os trabalhadores dos Correios já presenciaram.
O resultado disso, no entanto, é a decomposição final da burocracia do Bando dos Quatro. Os trabalhadores derrotaram o Bando dos Quatro e devem organizar, nas bases, oposições que substituam as direções podres por direções classistas dos trabalhadores.

terça-feira, 11 de outubro de 2011

PACIÊNCIA

 No parque, uma mulher sentou-se ao lado de um homem.

Ela disse:

Aquele ali é meu filho, o de suéter vermelho deslizando no escorregador.

- Um bonito garoto - respondeu o homem - e completou: - Aquela de vestido branco, pedalando a bicicleta, é minha filha.

Então, olhando o relógio, o homem chamou a sua filha.

- Melissa, o que você acha de irmos?

Mais cinco minutos, pai. Por favor. Só mais cinco minutos!

O homem concordou e Melissa continuou pedalando sua bicicleta, para alegria de seu coração

Os minutos se passaram, o pai levantou-se e novamente chamou sua filha:

- Hora de irmos, agora?

Mas, outra vez Melissa pediu:

- Mais cinco minutos, pai. Só mais cinco minutos!

O homem sorriu e disse:

- Está certo!

- O senhor é certamente um pai muito paciente - comentou a mulher ao seu lado.

O homem sorriu e disse:

- O irmão mais velho de Melissa foi morto no ano passado por um motorista bêbado, quando montava sua bicicleta perto daqui.

Eu nunca passei muito tempo com meu filho e agora eu daria qualquer coisa por apenas mais cinco minutos com ele.

Eu me prometi não cometer o mesmo erro com Melissa.

Ela acha que tem mais cinco minutos para andar de bicicleta.

Na verdade, eu é que tenho mais cinco minutos para vê-lá brincar...

Em tudo na vida estabelecemos prioridades.


Quais são as suas?

Lembre-se: nem tudo o que é importante é prioritário, e nem tudo o que é necessário é indispensável!

Dê, hoje, a alguém que você ama mais cinco minutos de seu tempo.