quinta-feira, 30 de dezembro de 2010

JANUS: O deus duas caras...


Na mitologia Greco-Romana, JANUS é o deus dos portais e transições, inícios e fins.
Também é associada a ele a mudança entre a vida primitiva e a civilização, o obscurantismo e a ciência, o campo e a cidade e as cerimônias de mudança durante as vidas dos mortais.
É representado com duas faces, uma olhando para o passado, outra para o futuro. (Fonte: http://www.pantheon.org/articles/j/janus.html).
Jano (em latim Janus) foi um deus romano que deu origem ao nome do mês de Janeiro.
Era o porteiro celestial, sendo representado com duas cabeças, representando os términos e os começos, o passado e o futuro.
De fato, era o responsável por abrir as portas para o ano que se iniciava, e toda porta se volta para dois lados diferentes.
Por isso é conhecido como "Deus das Portas".
Também era o deus das indecições ,pois na mitologia se o-encontraseuma cabeça falava uma coisa e a outra cabeça falava outra coisa.
Jano.
Existem, no entanto, em alguns locais, representações daquele deus com quatro faces.
Em seu templo, as portas principais ficavam abertas em tempos de guerra e eram fechadas em tempos de paz.
De acordo com tradição só foram fechadas duas vezes na história — uma no reinado de Numa e outra no de Augusto.

Os romanos associavam Janus com a divindade etrusca Ani.

quarta-feira, 22 de dezembro de 2010

Conheço o Meu Lugar - Belchior - Gênio das letras

Tom: D - Introdução: C D C D C D E  - C D C D C D E 

 
G D

O que é que pode fazer o homem comum

Em

neste presente instante senão sangrar?

A

Tentar inaugurar a vida comovida,

D4 D D9

inteiramente livre e triunfante?

G D

O que é que eu posso fazer com a minha

Em

juventude - quando a máxima saúde hoje

A D4 D D9

é pretender usar a voz?

G

O que é que eu posso fazer - um simples

D

cantador das coisas do porão? (Deus fez

Em

os cães da rua pra morder vocês que sob a

A

luz da lua, os tratam como gente - é

D4 D D9

claro! - a pontapés.)

Em

Era uma vez um homem e seu tempo...

A

(Botas de sangue nas roupas de Lorca).

Em

Olho de frente a cara do presente e sei

A

que vou ouvir a mesma história porca.

G D

Não há motivo para festa: ora esta! Eu



não sei rir a toa!

Em

Fique você com a mente positiva que eu

A

quero a voz ativa (ela é que é uma boa!)

Em

pois sou uma pessoa.

A

Esta é minha canoa: eu nela embarco.

Em

Eu sou pessoa!

A

(A palavra "pessoa" hoje não soa bem -

pouco me importa!)

G D

Não! Você não me impediu de ser feliz!

Em

Nunca jamais bateu a porta em meu nariz!

Ninguém é gente!

A

Nordeste é uma ficção! Nordeste nunca

D4 D D9

houve!

G D

Não! Eu não sou do lugar dos esquecidos!

Em

Não sou da nação dos condenados!

A

Não sou do sertão dos ofendidos!

Você sabe bem:

D G Bm C

Conheço o meu lugaaaaaaaaaaaaar!

terça-feira, 21 de dezembro de 2010

Revival! Musica Alucinação Do Gênio: Antonio Carlos Belchior

                       Alucinação                                                                                              

   Belchior



 
Eu não estou interessado

Em nenhuma teoria

Em nenhuma fantasia

Nem no algo mais

Nem em tinta pro meu rosto

Ou oba oba, ou melodia

Para acompanhar bocejos

Sonhos matinais...



Eu não estou interessado

Em nenhuma teoria

Nem nessas coisas do oriente

Romances astrais

A minha alucinação

É suportar o dia-a-dia

E meu delírio

É a experiência

Com coisas reais...



Um preto, um pobre

Uma estudante

Uma mulher sozinha

Blue jeans e motocicletas

Pessoas cinzas normais



Garotas dentro da noite

Revólver: cheira cachorro

Os humilhados do parque

Com os seus jornais...



Carneiros, mesa, trabalho

Meu corpo que cai

Do oitavo andar

E a solidão das pessoas

Dessas capitais



A violência da noite

O movimento do tráfego

Um rapaz delicado e alegre

Que canta e requebra

É demais!...

Cravos, espinhas no rosto

Rock, Hot Dog

"Play it cool, Baby"

Doze Jovens Coloridos

Dois Policiais



Cumprindo o seu duro dever

E defendendo o seu amor

E nossa vida



Cumprindo o seu duro dever

E defendendo o seu amor

E nossa vida...



terça-feira, 7 de dezembro de 2010

Peixes são encontrados mortos na margem do Rio Tietê em distrito de Jaú

04/12/2010 - 13:42


Atualizado em 06/12/2010 - 13:46


 
Técnicos da CETESB vão avaliar o local para descobrir a causa da mortandade



Falta de oxigênio e excesso de esgoto. Esse foi o laudo emitido pela Cetesb sobre a qualidade da água no Rio Tietê, em Barra Bonita. Essa foi a causa da mortantade de peixes registrada no fim de semana.


Pessoas que moram próximo ao rio fizeram a denúncia à Cetesb. Imagens gravadas em um telefone celular mostram vários peixes mortos. Segundo funcionários da prefeitura várias espécies estão espalhadas em um raio de 1 km.

Técnicos da Cetesb estiveram no local e coletaram amostra da água. O problema seria a falta de oxigênio no rio. A mortandade pode estar associada à poluição do Rio Tietê. O uso indiscriminado de fertilizantes à base de fosfato nos canaviais, levado pela enxurrada, além de lixo e esgoto lançado sem tratamento, ajudam na proliferação de algas

As algas formam uma camada na superfície da água que impede a entrada da luz solar. E isso gera desequilíbrio no ecossistema. Para a ambientalista, Gisele Marconato, a natureza precisa de ajuda e urgente. O Conselho Nacional do Meio Ambiente divulgou neste ano um relatório com metas de redução de emissão de fosfato nos rios.




Maiores informações na base da extração de dados:  http://tn.temmais.com/noticia/8/22/31021/



sexta-feira, 3 de dezembro de 2010

REFLECTERE NO FIM DE SEMANA




as coisas mudam ao longo do tempo!!!


"Nunca desvalorize ninguém...

Guarde cada pessoa perto do seu coração, porque um dia você pode acordar e perceber que perdeu um diamante enquanto estava muito ocupado procurando pedras."

"O Destino decide quem vamos encontrar na Vida...

As Atitudes decidem quem Fica ..."

PRA DESCONTRAIR BOM FDS

Rir É o Melhor Remédio...

Com receita

 

Numa pequena cidade do interior do RS,

uma mulher entra em uma farmácia e fala ao farmacêutico:
 
__ Por favor, quero comprar arsênico.

__ Arsênico? Mas, não posso vender isso assim, sem mais nem menos!

Qual é a finalidade?

__ Matar meu marido.

__ Pra este fim, piorou, minha senhora.

Eu não posso vender....

A mulher abre a bolsa e tira uma fotografia do marido,

transando com a mulher do farmacêutico.

__ Ah boooom!...

COM RECEITA É OOOUUUTRA COISA!



FHC x Lula

sexta-feira, 26 de novembro de 2010

Desenvolvimento Sustentável: É possível? - Por Marcus Eduardo de Oliveira*, para a Adital

26/11/2010 - 11h11
 


Em seu mais recente livro "Cuidar da Terra, Proteger a Vida", Leonardo Boff assevera que: "Em 1961, precisávamos de metade da Terra para atender às demandas humanas.
 Em 1981, empatávamos: precisávamos de uma Terra inteira. Em 1995 ultrapassamos em 10% sua capacidade de reposição, mas era ainda suportável".
No entanto, os alarmes disparados continuaram anunciando a expansiva agressão sofrida pela Terra.
O calendário marcava o dia 23 de setembro de 2008 vaticinado pelos estudiosos como o Earth Overshoot Day, ou seja, o dia da ultrapassagem da Terra.
A partir dessa data constatou-se, em escala universal, que a Terra ultrapassou em 30% sua capacidade de suporte e reposição.
A partir disso, o que pensar, o que fazer?
Continuar de forma desenfreada a exploração/dilapidação dos recursos naturais sem limites ou fazer a reversão de forma rápida?
Continuar priorizando o mercado que exige mercadorias diversificadas a todo instante ou olhar com respeito e atenção redobrada para a qualidade de vida?
Continuar com a prédica traçada desde os trabalhos seminais das ciências econômicas que pontuam que crescimento econômico é remédio eficaz para a cura dos males sociais ou fazer com que essa mesma ciência esteja submetida ao projeto de vida, cuja essência é a qualidade e não a quantidade?
Respostas a essas dúvidas estão soltas por aí, embora haja mais dissenso que consenso em matéria de se pensar a intrincada relação economia - natureza -recursos - desejos - produção - consumo.
Eric Hobsbawn, um dos maiores intelectuais do século XXI, a esse respeito já se posicionou: "Ou ingressamos num outro paradigma ou vamos de encontro à escuridão".
Por outro paradigma, o renomado historiador quer dizer que não basta fazer mudanças no sistema, é preciso mudar o sistema.
Destruir a natureza em troca dos apelos da voracidade do mercado de consumo é, antes disso, destruir as teias que sustentam a vida.
O mercado, assim como toda a economia, depende de algo que está acima de tudo isso: a natureza. A economia, como atividade produtiva, é apenas um subproduto do ambiente natural e depende escandalosamente dos mais variados recursos que a natureza emana.
Nós, seres humanos, como todos os seres vivos, somos partes e não o todo desse ambiente natural que contempla a riqueza do viver.
É forçoso ressaltar que não estamos na Terra; somos a Terra.
Não ocupamos a natureza como meros partícipes dela; somos a própria natureza a partir do fato de sermos feitos de poeira estelar.
Dependemos da natureza, das terras agricultáveis, da água, do ar, do sol, da chuva, do fitoplâncton (algas microscópicas unicelulares) e dependemos das estrelas.
Isso não é prosa nem verso; é fato!
São as estrelas, com uma capacidade ímpar de brilhar e, por isso, com o poder de nos afastar o medo da noite, que convertem hidrogênio em hélio pela fusão nuclear e, dessa combinação, permite-se aflorar o potássio, o oxigênio, o carbono, o ferro que vão se localizar nos aminoácidos (unidades químicas que compõem as proteínas) e nas proteínas (que formam os músculos, os ligamentos, os tendões, as glândulas, enfim, que permitem o crescimento ósseo).
Sem isso a vida não seria possível.
Somos natureza ainda por razões filológicas (estudo científico de uma língua).
Não por acaso, somos originários do Adão bíblico (Adam, em hebraico, significa "Filho da Terra"), ainda que isso seja puramente metafórico.
Somos natureza quando nos damos conta ainda de que pelo aspecto filológico a palavra homem/humano vem de "húmus", cujo significado é "terra fértil".
Cada vez que percebemos avançar esses assuntos, mais ainda vamos aprofundando a importância do tema. As preocupações ecológicas, vistas num passado não muito distante como apenas retóricas românticas, hoje, para nossa felicidade, ocupam a agenda das principais lideranças governamentais.
Em certa medida, parece ser consenso que estamos falando de uma perspectiva que envolve, na essência, a manutenção da vida pelos íntimos laços que temos para com a mãe Terra, também chamada Gaia.
Isso é do interesse de todos e de todas, e não mais dos praticantes da militância verde - os primeiros a chamar a atenção para esses graves assuntos.
Nesse pormenor, é oportuno resgatarmos a argumentação do educador canadense Herbert M. McLuhan (1911-1980): "Na espaçonave Terra não há passageiros.
Todos somos tripulantes".
A economia, sendo um espaço de conhecimento das ciências humanas, não pode prescindir de ajudar na disseminação de um discurso em prol da vida, e não a favor do deus mercado como tem sido freqüente desde o surgimento da Escola Clássica no século XVIII.
Discutir desenvolvimento pelas lentes das ciências econômicas é, antes de mais nada, pensar em aspectos qualitativos, e não na atual dimensão econômica dos projetos que apontam, unicamente, para o aspecto quantitativo.
Perceber a economia apenas pela quantidade de coisas produzidas é um erro abissal que somente tem feito provocar ainda mais a cultura do desperdício e da falta de parcimônia em matéria de regular a atividade produtiva, ao passo que aprofunda o consumismo, essa chaga do sistema capitalista.
Ainda hoje, mesmo diante dos mais contundentes e acirrados discursos sobre a grave crise ambiental que se estabelece, apresenta-se como sendo uma boa política econômica aquela capaz de fazer o PIB subir, independente se esse crescimento se dará nas bases da exploração/destruição ambiental.
Esquecem ou ignoram os apedeutas que tudo que cresce muito, ou explode ou esparrama. Explodir, esparramar, significa, grosso modo, perdas, desperdícios. Crescer por crescer é a base das células cancerígenas.
A economia não pode mais trilhar esse caminho.
Isso leva à morte.
Ora, isso não é solidificável; é altamente destrutível.
O caminho de qualquer economia que apenas prioriza e faz de tudo para atender aos ditames do mercado que clama por mais produção e consumo, atingindo picos de crescimentos inimagináveis, é por todos conhecido: destruição, desmatamento, poluição, escassez, extinção das espécies.
É em nome desse modelo perverso e criminalmente responsável por mortes que o mercado é abastecido enquanto a natureza é descapitalizada, ao passo que a vida é posta em risco.
Uma hora qualquer - e que não seja tarde demais - alguém irá perceber que as palavras do cacique Seatlle ditas ao governante norte-americano em 1854 estavam pontualmente certas: "(...) Eles vão perceber que não dá para comer dinheiro".
Para o bem de todos é necessário aludir que não se pode medir crescimento de uma economia quando se derruba uma árvore, se polui um rio, se contamina uma nascente.
Isso tem outro nome: insanidade.
Não há economia que prospere sustentavelmente nas bases dessa patologia.
Para atenuar esse discurso, os economistas modernos criaram a expressão desenvolvimento sustentável.
No entanto, não são poucos os que cometem outro equívoco na vã esperança de que essa palavra mágica (sustentável) seja de fato algo aplicável.
Todavia, resta-nos indagar: sustentável para quem?
Como?
Quando?
Onde?
A continuar a exploração desenfreada, não é possível sustentar esse crescimento. Logo, a expressão é, por si, falaciosa.
Num projeto de desenvolvimento que se pauta pelas linhas mestras da competição, não é factível que seja algo sustentável, uma vez que essa competição, feita pelos mecanismos conhecidos, apenas produz exclusão à medida que uns poucos ganham e triunfam sobre a derrota de centenas de milhões de pessoas.
Se milhares são (e serão cada vez mais) os que engrossam (e vão engrossar) as fileiras da miséria e da penúria, como é possível afirmar se tratar de desenvolvimento sustentável?
Só há sustentabilidade quando todos/todas participam, sem exclusão.
Exclusão é conceito que não combina com a abrangência do termo sustentabilidade.
Ademais, argumenta-se, insistentemente, que o desenvolvimento sustentável é exeqüível, pois, um belo dia, a natureza irá responder pelas demandas dos recursos renováveis.
Esquecem-se os que assim argumentam que o universo é finito; não aumentará de tamanho.
Os recursos, muitos deles, vão acabar; muitos não são renováveis.
Assim, uma vez mais é oportuno chamar a atenção de que o termo "sustentável" é pouco confiável. L. Boff refletindo sobre isso no livro citado no início dessas palavras pondera que "(...) sustentabilidade deve ser garantida, primeiramente, à Terra, à humanidade como um todo, à sociedade e a cada pessoa".
A economia (ciência) em seus poucos mais de 230 anos precisará avançar muito ainda para englobar com primazia esse termo em seus predicados.
Exclusivamente pelas raias da competição nada se conseguirá.
De toda sorte, a escala de valores que deve predominar então, caso queiramos priorizar a vida, deve incluir a cooperação, a partilha, a solidariedade, a comunhão, o compartilhamento. Definitivamente, o projeto econômico precisa estar à serviço da vida em suas dimensões, incluindo, principalmente, a perspectiva ecológica.
Urge pensarmos na perspectiva de que o modelo aí posto está errado e já passou da hora de propor alternativa.
A vida tem pressa e o relógio do tempo passa rápido demais.

* Economista brasileiro, especialista em Política Internacional. Articulista do site "O Economista", do Portal EcoDebate e da Agência Zwela de Notícias (Angola)



IMAGEM
Crédito: Jarbas Domingos de Lira Jr.
(Envolverde/Adital)

quarta-feira, 24 de novembro de 2010

Viver ou Juntar dinheiro? (MAX GEHRINGER)

 
Li em uma revista um artigo no qual jovens executivos davam receitas simples e práticas para qualquer um ficar rico.
Aprendi, por exemplo, que se tivesse simplesmente deixado de tomar um cafezinho por dia, nos últimos quarenta anos, teria economizado 30 mil reais.
Se tivesse deixado de comer uma pizza por mês, 12 mil reais.
E assim por diante.
Impressionado, peguei um papel e comecei a fazer contas. Para minha surpresa, descobri que hoje poderia estar milionário.
Bastaria não ter tomado as caipirinhas que tomei, não ter feito muitas viagens que fiz, não ter comprado algumas das roupas caras que comprei.
Principalmente, não ter desperdiçado meu dinheiro em itens supérfluos e descartáveis.
Ao concluir os cálculos, percebi que hoje poderia ter quase 500 mil reais na minha conta bancária.
É claro que não tenho este dinheiro.
Mas, se tivesse, sabe o que este dinheiro me permitiria fazer?
Viajar, comprar roupas caras, me esbaldar em itens supérfluos e descartáveis, comer todas as pizzas que quisesse e tomar cafezinhos à vontade.
Por isso, me sinto muito feliz em ser pobre.
Gastei meu dinheiro por prazer e com prazer.
E recomendo aos jovens e brilhantes executivos que façam a mesma coisa que fiz.
Caso contrário, chegarão aos 61 anos com uma montanha de dinheiro, mas sem ter vivido a vida.



"Não eduque seu filho para ser rico, eduque-o para ser feliz. Assim ele saberá o VALOR das coisas e não o seu PREÇO"


HAPPY HOUR V I P SEGUNDA EDIÇÃO !!!

HAPPY    HOUR    VIP

SEGUNDA EDIÇÃO JÁ TEM DATA!! OBA!

ACONTECE DIA 08 12 2010 - QUARTA FEIRA

PORTANTO: CORRAM E RESERVEM SEU CONVITE "

DESTA VEZ  60 CONVITES!!!

VERY IMPORTANT PEOPLE

ENSAIO ABERTO COM A BANDA A PALO SECO

E ASSIM DISSE O NÁRIO...


Arrogante

adj. 2 gén.adj. 2 gén.

1. Que tem arrogância.

2. De aspecto!aspeto marcial.


Marcial
adj. 2 gén.

marcial

(latim martialis, -e, de Mars, Martis, mitónimo [deus romano da guerra])

adj. 2 gén.adj. 2 gén.

1. Relativo a guerra. = bélico, guerreiro

2. Próprio de militar.

3. Farm. Diz-se de preparado que contém ferro. = ferruginoso


Arrogância



s. f.1. Sobranceria menosprezadora.


2. Altivez que deixa ver o pouco caso que se faz do adversário.


3. Insolência.


Menosprezar - Conjugar



(menos + prezar)



v. tr.1. Não ter (alguém ou alguma coisa) no devido apreço.


2. Depreciar; desprezar.


Sinónimo Geral: menospreçar, menospreciar

RESULTADO DA PESQUISA:


VEJA QUE DE ACORCO COMA AS DEFINIÇÕES DE NOSSO AMIGO, ETERNO PAI, AURÉLIO BUARQUE DE HOLANDA,
SÃO DEFINIÇÕES QUE MAIS ENOBRECEM DO QUE DEPRECIAM AS QUALIDADES DE QUALQUER PESSOA.
COISA QUE POR VEZES PUDE PRESENCIAR PESSOA SE DIRIGIR A OUTRA PEJORATIVAMENTE CHAMANDO-A DE ARROGANTE!
MAS ESTE QUE ASSIM PROCEDE NA VERDADE É QUE IGNORA, PORTANTO SENDO IGNORANTE, O REAL SENTIDO DA PALAVRA

EU DIRIA ATÉ O SEGUINTE :


ANTES ARROGANTE QUE BOQUIRROTO !!!

boquirroto (ô)

(boqui- + roto)
adj. s. m.adj. s. m.
1. Que ou quem não cala o que sabe. = indiscreto
2. Que ou quem fala muito. = falador, tagarela

Barão de Limeira estará fazendo uma nova Peneira de Voleibol - 30 / 11 !!!

A equipe do Barão de Limeira
Realizará uma nova Peneira de Voleibol, (seleção de pessoas para integrar o time de volei, para meninas nascidas nos anos de: 1994/1995/1995/1997,no próximo dia 30/11 as 15h na Quadra Poliesportiva do NAI (Antiga Casa da Laranja e CME,localizada à Rua Capitão Bernardes Silva, 22 - Centro - Limeira - SP, próximo as estações Ferroviária e Rodoviária.



Informações falar com o Prof. Robson Siqueira (19) 9747-1756.
Levar no dia RG e material para treino.



A equipe fornecerá bolsa de estudo integral em colégio particular entre outros atrativos.

terça-feira, 23 de novembro de 2010

FRASE DO DIA, DO MÊS DO ANO !


Se alguém hoje lhe bloquear a porta,

não gaste sua energia com confronto,

procure as janelas.


Lembre-se da sabedoria da água:

'Ela nunca discute com seus obstáculos,

ela simplesmente os contorna!

sexta-feira, 19 de novembro de 2010

FÁBULA A CIGARRA E A FORMIGA " ATUALIZADA"

Era uma vez, uma formiguinha e uma cigarra muito amigas.

Durante todo o outono, a formiguinha trabalhou sem parar, armazenando comida para o período de inverno.
Não aproveitou nada do sol, da brisa suave do fim da tarde e nem o bate-papo com os amigos ao final do trabalho tomando uma cervejinha gelada.
Seu nome era 'Trabalho', e seu sobrenome era 'Sempre'.
Enquanto isso, a cigarra só queria saber de cantar nas rodas de amigos e nos bares da cidade; não desperdiçou nem um minuto sequer. Cantou durante todo o outono, dançou, aproveitou o sol, curtiu prá valer sem se preocupar com o inverno que estava por vir.
Então, passados alguns dias, começou a esfriar.

Era o inverno que estava começando.
A formiguinha, exausta de tanto trabalhar, entrou para a sua singela e aconchegante toca, repleta de comida.
Mas alguém chamava por seu nome, do lado de fora da toca.

Quando abriu a porta para ver quem era, ficou surpresa com o que viu.

Sua amiga cigarra estava dentro de uma Ferrari amarela com um aconchegante casaco de vison.


E a cigarra disse para a formiguinha:

- Olá, amiga, vou passar o inverno em Paris.

- Será que você poderia cuidar da minha toca?

- E a formiguinha respondeu:

- Claro, sem problemas!

- Mas o que lhe aconteceu?

- Como você conseguiu dinheiro para ir à Paris e comprar esta Ferrari?


E a cigarra respondeu:

Imagine você que eu estava cantando em um bar na semana passada e um produtor gostou da minha voz.

Fechei um contrato de seis meses para fazer show em Paris...

À propósito, a amiga deseja alguma coisa de lá?


Desejo sim, respondeu a formiguinha.

Se você encontrar o La Fontaine (Autor da Fábula Original) por lá, manda ele ir para a 'Puta Que O Pariu!!!'


Moral da História:


Aproveite sua vida, saiba dosar trabalho e lazer, pois trabalho em demasia só traz benefício em fábulas do La Fontaine e ao seu patrão.



Trabalhe, mas curta a sua vida. Ela é única!!!



Se você não encontrar a sua metade da laranja, não desanime, procure Sua metade do limão, adicione açúcar, pinga e gelo, e....


Seja feliz !


"A Vida é curta,
Quebre regras,
Perdoe rapidamente,
Beije demoradamente,
Ame verdadeiramente, '
Pratique intensamente',
Ria incontrolavelmente e nunca deixe de Sorrir, por mais estranho que seja o motivo."
 
 
 
COLABORAÇÃO DA PROFª CLAÚDIA







quinta-feira, 18 de novembro de 2010

Meninas do Volei Barão de Limeira Vencem Novamente !!!

Jogando nesta quarta-feira 17/11 em São João da Boa Vista pela Liga Regional de Campinas o Barão de Limeira conseguiu uma grande vitória sobre a equipe da casa, a Esportiva São Joanense pelo placar de 3x2 sets, parciais de 28x26/23x25/16x25/25x19/15x12 em 2h e 25 minutos de jogo.
Com a vitória a equipe conquistou o 3º lugar na Liga Regional categoria infanto juvenil feminino.
Com vitória criou-se a espectativa da participação da equipe na Copa Piratininga promovida pela Federação Paulista de Volleyball, Série Prata, enfrentando duas grandes finalistas da capital.
"Parabéns as meninas elas conseguiram vencer as dificuldades da partida, torcida, nervosismo e o grande adversário que valorizou demais a derrota com muita dedicação e entrega, vamos aguardar agora uma definição para os próximos dias das datas da Copa", comentou o técnico da equipe Professor Robson Siqueira.
Jogaram pelo Barão:
Mellanie, Jéssica, Francielli, Dienifer, Elinessa, Mariana, Patrícia, Anne e Marcelle. Técnico Prof. Robson Siqueira, auxiliar Bárbara.



 
Prof. Robson Siqueira - CREF 9985/G no EQUIPE DE VOLEIBOL BARÃO DE LIMEIRA em 11/18/2010 12:04:00 AM

terça-feira, 16 de novembro de 2010

TROPA DE ELITE - POR JANJÃO

A ATUALIDADE DE TROPA DE ELITE 2



Assisti Tropa de Elite 2.
Não fiquei com a sensação de estarrecimento, ou de choque, como vários amigos meus me confidenciaram, ao se deparar com esta obra prima do cinema nacional deste século XXI.
O filme nos coloca frente a frente, com o crime organizado, em todas as suas dimensões.
 
Desnuda os alicerces da corrupção Brasileira, que não anda se não tiver conexão com o crime. Como na primeira fita, o Diretor José Padilha, joga em nossas mentes o debate da Ética, não apenas como retórica, mas como comportamento e formação de caráter.
Oferecer ao resto do País, a História das milícias cariocas, formadas por policiais militares e civis, com todo o apoio de políticos e empresários, nos remete a sair do conto de fadas, que às vezes homens do poder nos obrigam a entrar.
 
Como um produto que apresenta novidades, técnicas e de atrair o espectador para assistir dezenas de vezes, ainda fico com Cidade de Deus.
Porém é extraordinário, para suscitar reflexões por um longo tempo.
Tropa não é um simples filme para gringo se escandalizar com a violência no terceiro mundo, é um filme mobilizador. Como documentarista que é, José Padilha, não colocou o real na ficção, a realidade estava lá, nua e crua.
 
Não foi apenas inspiração o caso da CPI das milícias levadas a cabo pelo Deputado Estadual, agora reeleito Marcelo Freixo, tudo investigado e relatado por ele esta no filme, se resumindo a uma ou outra ficção que Padilha incluiu para apimentar um pouco mais a trama.
Tudo é verdade, a ponto de nos transportar para um dia a dia, que a Classe média e as elites, tentam esconder e se esconder.
Não é o noinha da biqueira nosso inimigo mortal, nem é o ladrãozinho de varal o lúcifer do cotidiano.
 
Trata-se na película de nos fazer acordar, para uma rede de corrupção, que em troca de votos, para se enriquecer com a máquina pública, os agentes públicos, fazem vistas grossas para assassinatos, estionatos e pura exploração dos pobres, pelo crime.
Uma favela do Rio de Janeiro, continua sem luz elétrica, sem saneamento básico, sem escola, sem saúde.
Mas têm TV a cabo, internet, serviço de delivery e outras coisitas que apenas as classes abastadas têm acesso.
 
Na campanha eleitoral deste ano, todos os candidatos á Presidente omitiram, esta rede de corrupção ligada a organizações criminosas.
Limitaram-se a chavões e a promessas vazias e paliativas.
O papo de combater o vicio do Crack com construções de clinicas de recuperação, não só é pobre de conteúdo, como não resolve o problema.
O Estado não pode omitir-se de suas responsabilidades.
A primeira medida para inibir as máfias, é a inclusão social, é gerar empregos, renda.
 
Admito que melhoramos nestes anos todos, mas ainda carecemos de botar na cadeia os vários, Caciollas, Daniel Dantas, Máfia da Merenda e tantos outros.
 È preciso dar maior transparência à coisa pública, abrir para a participação popular.
Combater a violência do crime, é ir à raiz e não lotar presídios e fundação casa de pés de chinelo, que não tiveram acesso às oportunidades, é punir o engravatado, o detentor de mandatos e poder. A visão torta, distorcida e maldosa dos Direitos Humanos, deve ser combatida, não se pode aceitar que Jornalistas mal intencionados, mal informados ou até beneficiários dos esquemas criminosos, use e abuse da mídia para desinformar e deformar.
O filme do Padilha, é produto obrigatório para ser visto pelos defensores e lutadores dos Direitos Humanos.



JANJÃO- POETA, ESCRITOR. LIMEIRA/SP