terça-feira, 24 de agosto de 2010

RIR É O MELHOR REMÉDIO !!!

Oração das mulheres resolvidas!



Que o mar vire cerveja e os homens tira gosto,

que a fonte nunca seque, e que a nossa sogra nunca se chame Esperança,

porque Esperança é a última que morre...

Que os nossos homens nunca morram viúvos,

e que nossos filhos tenham pais ricos e mães gostosas!

Que Deus abençoe os homens bonitos,

e os feios se tiver tempo... Deus...

-Eu vos peço sabedoria para entender um homem,

amor para perdoá-lo e paciência pelos seus atos,

porque Deus,se eu pedir força, eu bato nele até matá-lo.

Um brinde...

Aos que temos,aos que tivemos e aos que teremos.

Um brinde também aos namorados que nos conquistaram,

AOS TROUXAS QUE NOS PERDERAM e aos sortudos que ainda vão nos conhecer!

Que sempre sobre, que nunca nos falte,e que a gente dê conta de todos! Amém.



Só as mulheres para entenderem o significado deste poema!

Estamos em uma época em que:

"Homem dando sopa, é apenas um homem distribuindo alimento aos pobres"

"Pior do que nunca achar o homem certo é viver pra sempre com o homem errado"

"Mais vale um cara feio com você do que dois lindos se beijando"

"Se todo homem é igual, porque a gente escolhe tanto???"



"Príncipe encantado que nada... Bom mesmo é lobo-mau!! Que te ouve melhor... Que te vê melhor... E ainda te come!!!
 
 
 
 
COLABORAÇÃO DE MINHA COLEGA:  PROFESSORA VANESSA

quinta-feira, 19 de agosto de 2010

Contexto Histórico: A França no século XVIII - Revolução Francesa

Contexto Histórico: A França no século XVIII

A situação da França no século XVIII era de extrema injustiça social na época do Antigo Regime. O Terceiro Estado era formado pelos trabalhadores urbanos, camponeses e a pequena burguesia comercial. Os impostos eram pagos somente por este segmento social com o objetivo de manter os luxos da nobreza.

A França era um país absolutista nesta época. O rei governava com poderes absolutos, controlando a economia, a justiça, a política e até mesmo a religião dos súditos. Havia a falta de democracia, pois os trabalhadores não podiam votar, nem mesmo dar opiniões na forma de governo. Os oposicionistas eram presos na Bastilha (prisão política da monarquia) ou condenados à guilhotina.
A sociedade francesa do século XVIII era estratificada e hierarquizada. No topo da pirâmide social, estava o clero que também tinha o privilégio de não pagar impostos. Abaixo do clero, estava a nobreza formada pelo rei, sua família, condes, duques, marqueses e outros nobres que viviam de banquetes e muito luxo na corte. A base da sociedade era formada pelo terceiro estado (trabalhadores, camponeses e burguesia) que, como já dissemos, sustentava toda a sociedade com seu trabalho e com o pagamento de altos impostos. Pior era a condição de vida dos desempregados que aumentavam em larga escala nas cidades francesas.
A vida dos trabalhadores e camponeses era de extrema miséria, portanto, desejavam melhorias na qualidade de vida e de trabalho. A burguesia, mesmo tendo uma condição social melhor, desejava uma participação política maior e mais liberdade econômica em seu trabalho.



A Revolução Francesa (14/07/1789)

A situação social era tão grave e o nível de insatisfação popular tão grande que o povo foi às ruas com o objetivo de tomar o poder e arrancar do governo a monarquia comandada pelo rei Luis XVI. O primeiro alvo dos revolucionários foi a Bastilha. A Queda da Bastilha em 14/07/1789 marca o início do processo revolucionário, pois a prisão política era o símbolo da monarquia francesa.
O lema dos revolucionários era " Liberdade, Igualdade e Fraternidade ", pois ele resumia muito bem os desejos do terceiro estado francês.
Durante o processo revolucionário, grande parte da nobreza deixou a França, porém a família real foi capturada enquanto tentava fugir do país. Presos, os integrantes da monarquia, entre eles o rei Luis XVI e sua esposa Maria Antonieta foram guilhotinados em 1793.O clero também não saiu impune, pois os bens da Igreja foram confiscados durante a revolução.
No mês de agosto de 1789, a Assembléia Constituinte cancelou todos os direitos feudais que existiam e promulgou a Declaração dos Direitos do Homem e do Cidadão. Este importante documento trazia significativos avanços sociais, garantindo direitos iguais aos cidadãos, além de maior participação política para o povo.




Girondinos e Jacobinos
Após a revolução, o terceiro estado começa a se transformar e partidos começam a surgir com opiniões diversificadas. Os girondinos, por exemplo, representavam a alta burguesia e queriam evitar uma participação maior dos trabalhadores urbanos e rurais na política. Por outro lado, os jacobinos representavam a baixa burguesia e defendiam uma maior participação popular no governo. Liderados por Robespierre e Saint-Just, os jacobinos eram radicais e defendiam também profundas mudanças na sociedade que beneficiassem os mais pobres.



A Fase do Terror


Maximilien de Robespierre: defesa de mudanças radicais

Em 1792, os radicais liderados por Robespierre, Danton e Marat assumem o poder e organização as guardas nacionais. Estas, recebem ordens dos líderes para matar qualquer oposicionista do novo governo. Muitos integrantes da nobreza e outros franceses de oposição foram condenados a morte neste período. A violência e a radicalização política são as marcas desta época.



A burguesia no poder

Napoleão Bonaparte: implantação do governo burguês

Em 1795, os girondinos assumem o poder e começam a instalar um governo burguês na França. Uma nova Constituição é aprovada, garantindo o poder da burguesia e ampliando seus direitos políticos e econômico. O general francês Napoleão Bonaparte é colocado no poder com o objetivo de controlar a instabilidade social e implantar um governo burguês.



Conclusão

A Revolução Francesa foi um importante marco na História Moderna da nossa civilização. Significou o fim do sistema absolutista e dos privilégios da nobreza. O povo ganhou mais autonomia e seus direitos sociais passaram a ser respeitados. A vida dos trabalhadores urbanos e rurais melhorou significativamente. Por outro lado, a burguesia conduziu o processo de forma a garantir seu domínio social. As bases de uma sociedade burguesa e capitalista foram estabelecidas durante a revolução. A Revolução Francesa também influenciou, com seus ideais iluministas, a independência de alguns países da América Espanhola e o movimento de Inconfidência Mineira no Brasil.

RIR É UM SANTO REMÉDIO

DIPROMA

O velho fazendeiro está na sala, proseando, quando um menino passa correndo.
Ele chama: - Diproma, fala pa sua avó trazê um cafezinho pra visita!

E o amigo estranha:

- Que nome engraçado tem o menino!!

É seu parente?

- É meu neto!

Eu chamo assim purque mandei minha fia estudá em Belzonte e ela vortô cum ele!



O EMPRESÁRIO E O MINEIRIM!

Um empresário viajava em Minas.

Ao ver um peão tocando umas vacas, parou:

- Pode me informar?

- Claro!

- As vacas dão muito leite?

- Qual o senhor quer saber: as maiáda ou as marrom?

- As malhadas.

- Dá 12 litro!

- E as marrons?

- Tamém 12 litro!

O empresário perguntou:

- Elas comem o quê?

- Qual? As maiáda ou as marrom?

- Sei lá, pode ser as marrons!

- As marrom come pasto e sar.

- Hum! E as malhadas?

- Tamém uai!

O empresário, sem esconder a irritação:

- Meu amigo! Por que que toda vez que pergunto você diz se quero saber das malhadas ou das marrons, sendo que é tudo a mesma resposta?

E o matuto responde:

- É que as maiáda são minha!

- E as marrons?

- Tamém!



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INDO PARA A PESCARIA...

Os dois mineiros se encontram no ponto de ônibus para pescaria.

- Então cumpade, tá animado?

- Eu tô, home!

- Ô cumpade, pro mode quê tá levano dois embornal?

- Tô levano uma pingazinha.

- Pinga? Nóis num tinha acertado que num ia bebê mais?!

- Pode aparece uma cobra e pica a gente. Aí nóis desinfeta com a pinga e toma uns gole que é pra mode num sinti dô.

- Uai... e na outra sacola, o que qui tá levano?

- Uai, é a cobra, cumpade. Pode num tê lá...



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MINEIRIM COMPRANDO PASSAGEM

O mineirim vai a estação ferroviária comprar bilhete.

- Quero passage para Esbui.

- Não entendi ! pode repetir?

- Quero uma passage para Esbui!

- Sinto muito, não temos passagem para o Esbui.

Aborrecido, o caipira se afasta do guichê, se aproxima do amigo que o

estava aguardando e lamenta:

- Olha, Esbui, o homem falou que prá ocê não tem passagem não!



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A PESQUISADORA E O MINEIRIN

Uma pesquisadora do IBGE bate à porta de um sitiozinho.

- Essa terra dá mandioca?

- Não, senhora. - responde o roceiro.

- Dá batata?

- Também não, senhora!

- Dá feijão?

- Nunca deu!

- Arroz?

- De jeito nenhum!

- Milho?

- Nem brincando!

- Aqui não adianta plantar nada?

- Ah! ... Se plantar é diferente...uai!!

terça-feira, 17 de agosto de 2010

DE NOVO PRA VC NÃO ESQUECER A AGENDA CULTURAL DP MES DE SETEMBRO!!!

CANÇÕES À L’ACARTE - Intérpretes de Roberto Carlos - Mais uma grande noite de sucessos


No dia 11/08/2010 no Teatro Vitória em Limeira, com a

participação de: Cláudio Correa, Banda NP Studio, Juliana

Guerrero e Robson Carvalho, Limeira conheceu mais alguns dos

talentos limeirenses que ficam por aí escondidos.

Foi uma noite cheia de recordações do nosso grande “rei”

Roberto Carlos.

Cláudio Correa, além de cantar grandes sucessos do “rei”,

contou histórias da sua carreira, contextualizando a obra do rei com a história do país

no tempo em que Roberto Carlos

fazia sucesso com as músicas, as quais interpretou.

A Banda NP Studio deu um show de interpretação e energia

positiva, doando para a platéia toda a alegria e descontração com as

canções que fazem sucesso até hoje, com destaque para a canção

“Jesus Cristo”.

Juliana Guerrero, mais uma vez arrasou no palco do Teatro

Vitória, acompanhada por músicos da Banda NYX. “Essa garota

vai longe”, foram os comentários nessa grande noite. E não é para

menos! Cantou e encantou a platéia do Teatro Vitória.

Para fechar a noite com chave de ouro, Robson Carvalho,

que é cover e sósia do rei Roberto Carlos, emprestou a sua imagem

e interpretação para que todos se sentissem na presença do

verdadeiro “rei”. No final da apresentação todos os participantes

subiram novamente ao palco para cantarem todos juntos e Robson

Carvalho distribuiu flores para a platéia.

AGENDA CULTURA PARA SETEMBRO - IMPERDÍVEL GRANDES NOMES DA MPB

quinta-feira, 5 de agosto de 2010

Aumenta que é rock

É com prazer que dirijo-me a vocês com uma mensagem que faz menção a falta de visibilidade do Rock and Roll e do Heavy Metal em solo tupiniquim.

Fato é que nosso país oferece um dos mais prósperos circuitos de shows no cenário internacional sendo que atualmente é difícil alguma banda anunciar um tour mundial sem ter alguma data agendada no Brasil. Grandes eventos tem ocorrido com frequência por aqui, a maioria em São Paulo, outros tantos se estendendo para Rio de Janeiro, Curitiba, Porto Alegre, Brasília, Belo Horizonte, Recife, Manaus…

Ou seja, o Rock viaja de norte a sul do Brasil com sucesso inquestionável. Hoje em dia a indústria fonográfica não oferece os mesmos lucros e recursos para as gravadoras como fizera outrora. Todavia, a era digital do download e myspace fez solidificar ainda mais os estilos calcados nas guitarras distorcidas e cozinha harmonicamente pesada.

Com o declínio nas vendas dos álbuns as bandas focaram mais em turnês fazendo com que ficasse escancarado a fidelidade e idolatria de certos artistas, principalmente no Brasil. Eventos empilham-se ano após ano nesta terra, sem nenhuma cobertura da grande mídia.

É incrível perceber o descaso com que tratam o gênero musical que mais influencio o século XX. Um estilo que nasceu do R&B e do Blues em si, com solos melancólicos e letras que todos se identificavam. Um estilo musical que nasceu como mais uma febre juvenil, creceu e se aprimorou até ser visto como arte na década de 60, com bandas que tornar-se-iam verdadeiros ícones das gerações vindouras.

O que é negligenciado pela grande midia é a herança deixada por nomes como Carl Perkins, Jerry Lee Lewis, Elvis, Chuck Berry, Little Richard, Bill Haley na décade de 50. Posteriormente tivemos nomes como Janis Joplin, The Doors, The Beatles, Rolling Stones, Pink Floyd, The Who, Grand Funk, Led Zeppelin, Deep Purple, Black Sabbath, Jimmi Hendrix, Eric Clapton, Cream, Yarbirds e muitos outros. Tudo isso surgiu somente na décade de 60…

Toda a evolução do estilo que veio acompanhada de muito peso e velocidade foi proporcionada pelos “filhos” destas bandas. A década de 70 foi demasiado próspera e nos anos 80 o Rock/Metal apresentaram outras variantes ao mundo.

Não vou me ater a história da consolidação do Heavy Metal nem ao surgimento do Thrash, Death e Black Metal. Esse é um assunto longo que deve obrigatoriamente ser discutido com boas doses de amizade, descontração, boa música e cerveja de qualidade.

Resumindo, os estilos supracitados são os estilos mais fortes no mundo, podendo não ter a maior rotatividade financeira, mas com certeza tem o maior e mais fiel público. Os festivais de verão na Europa são sucesso ano após ano. O Wacken Open Air está com mais de vinte anos, tendo pra mais de 70,000 pessoas por edição. E ninguém no Brasil fica sabendo disso.

vários shows aconteceram aqui, muitos outros rolarão ainda em 2010. E nenhum órgão da imprensa majoritária direciona seus esforços para forenecer resenhas, cobrir tais eventos.

Milhares de pessoas ficam carentes de informações, imagens, entrevistas por pura falta de vontade da mídia maisntream.

Diversas vezes enviei e-mail para RBS, Atlântida e todas as outras rádios e emissoras na esperança débil de conseguir auxiliar na elaboração de um programa direcionado a estes estilos. Algo que desse suporte ao lançamento de álbuns, cobertura de shows, entrevistas com bandas, apoio aos artistas locais. Mas nunca, nunca alguém respondeu um e-mail nem que fosse para dizer que eu deveria arranjar algo pra fazer.

Trabalho em uma agência de turismo, começarei a cursar economia depois de desistir do curso de adm de empresas. Pode não ter muito a ver com música, mas tenho que procurar uma alternativa profissional já que o que realmente amo provavelmente não deixará uma brecha para que eu tenha êxito no direcionamento que sonho, de trabalhar em prol do Rock.

A música está em minha alma, deliro com um grande riff, com uma linha de baixo precisa ou uma bateria preenchida por notas precisas. Aprecio cada instatante de um show, quase que em um êxtase hipnótico. Mas trabalhar com isso é utopia.

Faço meu comentário direcionado a vocês por ter a vaga esperança, quase nula na verdade, de que leiam este e-mail.

Pela enésima vez afirmo que me proponho a fazer qualquer coisa no desenvolvimento de um projeto na área musical com foco no Rock/Metal. Mas fico no aguardo, tendo quase certeza que mesmo sendo um porta voz de milhares de fãs do estilo que detém a mesma vontade ficarei na vã expectativa de ver minha caixa de entrada com uma resposta positiva.


                                 Fonte:



                                 Heavy Rock Rules - Douglas Mesquita Santellano

12º River Rock, que começa amanhã em Indaial

A última canção?

12º River Rock, que começa amanhã em Indaial, pode ser a última edição do tradicional festival Roqueiro, produtor de eventos e catador de lenha. Durante o ano, Adilson André Frenzel Bernardes, 35 anos, recolhe as madeiras que vão acender as fogueiras de quem acampa durante os três dias de um dos mais tradicionais festivais de rock do Estado, o River Rock, em Indaial. É dessa forma, correndo atrás de cada detalhe, que ele e a esposa, Regiane dos Santos, 29 anos, organizam o festival que este ano chega à 12ª edição.
Mas as 53 horas de River Rock deste ano, que contará a partir desta sexta-feira com a presença de 31 bandas, entre elas Hangar, Inocentes e Camisa de Vênus, podem ser as últimas desses 12 anos de história. Amor ao rock e ao festival não falta para o casal Adilson e Regiane. O que desanima é a falta de apoio e as dificuldades em organizar tudo. Além disso, a dupla tem que contar com a ajuda do tempo. Se chove, a arrecadação é sempre menor.
– Quando a gente consegue arrecadar o dinheiro para pagar tudo que gastou já é motivo de comemoração – comenta Adilson.
Os gastos com material de divulgação, ajuda de custo e cachê das bandas, aluguel do espaço (nos últimos dois anos não foi cobrado, mas nesta edição será), segurança, equipe médica e funcionários do festival são todos pagos apenas com o valor dos ingressos e das bebidas e comidas vendidas no local.
Apesar de ser reconhecido até fora de Santa Catarina, o River Rock não recebe apoio nem do poder público nem de empresas da região.
– Tem um pouco desse preconceito com o rock. Mas nós já ouvimos várias vezes bandas e pessoas influentes de fora do Estado relacionarem o nome de Indaial com o River Rock – lembra Regiane.
Uma característica forte do festival é a valorização das bandas locais, tanto amadoras quanto profissionais. Este ano, das 31 bandas, 19 são de Santa Catarina. E o slogan do festival, A Festa das Tribos, também é respeitado. Do punk rock ao blues, passando por diversas vertentes do metal, todos os estilos estão presentes.
Entre as grandes atrações do festival, o River Rock já trouxe os acordes simples do punk rock do Cólera, o bom humor com levada de blues do Velhas Virgens e o metal do Korzus. Além das bandas, o River também é conhecido pelo clima do acampamento. Com a estrutura sendo melhorada a cada ano, o público que permanece no festival durante todos os dias só tem que se preocupar em fazer amizade e dividir as rodinhas de violão.
No cartaz de divulgação deste ano, os organizadores deram uma pista de que o festival está a perigo. Uma mensagem na parte inferior lembra que o River Rock é 100% independente e que a vontade é que ele possa continuar a existir:
– O River Rock não deve acabar pois é a nossa paixão. É um encontro de amigos que a cada ano fica maior. Em nenhum outro lugar a paz, a paixão, a liberdade e o rock uniram as tribos de forma tão espontânea, mágica e harmônica.


Fonte:
vinicius.batista@santa.com.br
Jornal de Santa Catarina


VINICIUS BATISTA