segunda-feira, 24 de maio de 2010

DVD relembra o primeiro Salão de Humor do Brasil




DVD relembra o primeiro Salão de Humor do Brasil


Por Marcelo Naranjo (15/05/07)


Em plena época da ditadura militar, foi realizado, em São Paulo, o primeiro Salão de Humor de nosso país.

Idealizado por Fernando Coelho dos Santos, o 1º Salão Mackenzie de Humor e Quadrinhos, inaugurado em 1973, ganhará um DVD que relembra sua história.

Entre os parceiros e colaboradores daquele evento, estiveram nomes como Zélio Alves Pinto e o pessoal do Pasquim, um dos jornais mais famosos daquele período.

A boa nova é que Fernando Coelho preparou uma verdadeira "viagem no túnel do tempo", na forma de um documentário que relembra como foi essa primeira edição do evento.

O DVD, com 15 minutos de duração, tem direção, textos e reportagem de Marcelo Dias e imagens de Antônio Pimentel, Gustavo Borges e Ivan Marchini, e é uma realização da TV Mackenzie. A obra será distribuída somente para pessoas convidadas num coquetel que será realizado no Jeremias, o Bar (São Paulo/SP), neste mês de maio.

Fernando informou ao Universo HQ que o DVD não estará à venda, mas que o filme passou recentemente na TV Universitária, e que, além de ter chances de entrar na programação da TV Cultura e da TV Futura, pode ser exibido em eventos da área, desde que não haja cobrança de ingresso. Outra possibilidade é que o documentário seja incluído em sites específicos, desde que com autorização da TV Mackenzie.

Outro ponto interessante foi a escolha do local para a exposição, na época. Devido ao trauma de 1968, da briga generalizada que ocorreu entre o pessoal do Mackenzie com o pessoal de Filosofia da USP, acabaram optando fazer o evento fora do Mackenzie, e ele ocorreu no Museu Lasar Segall (São Paulo), em outubro de 1973, e no Museu da Arte Moderna (Rio de Janeiro), em dezembro do mesmo ano.

Fernando destacou, entre os pontos positivos de ter sido responsável por essa iniciativa, "uma alegria enorme em poder realizar um feito que beneficiou a cultura e os artistas brasileiros; uma prova de que os estudantes podem ousar e a recompensa de ver meu trabalho reconhecido e registrado nos anais".

A partir da primeira edição do Salão Mackenzie, jovens jornalistas de Piracicaba pediram a ajuda de Zélio e do Pasquim para realizar o já tradicional Salão Internacional de Humor de Piracicaba.

Frutos posteriores surgiram com o passar dos anos - o Salão Internacional de Humor do Piauí, o Salão de Humor de Volta Redonda, o Festival Internacional de Humor e Quadrinhos de Pernambuco, o Salão Carioca de Humor e o Salão de Imprensa de Porto Alegre.

Outros eventos contemplando a temática foram aparecendo por todos os cantos do país, destacando-se os de Foz do Iguaçu, Caratinga, Bahia, Brasília e Minas Gerais.

Finalizando, Fernando comentou que o lançamento do DVD representa "o registro do evento pioneiro que deu sustentação ao aparecimento de outros. Com a sua veiculação nos eventos de desenho de humor e de quadrinhos brasileiros e, eventualmente, internacionais, ampliará o conhecimento da nossa longa história de realização nesta área, o que, acredito, servirá de apoio aos nossos artistas".

"Também é um registro do que pode ser feito, mesmo com dificuldades, sem medo de ser feliz. E cabe um comentário, feito pelo pelo Gualberto (Costa, um dos criadores do Troféu HQ Mix): o desenho do Salão Mackenzie até hoje é utilizado. Inclusive foi copiado por salões internacionais. Um dos detalhes: os trabalhos até hoje medem 30x40!", concluiu.

A celebração, que ocorrerá neste mês de maio, tem como objetivo reunir pessoas que contribuíram para a realização deste sonho, bem como disseminar para a sociedade a cultura dos quadrinhos e do humor, que conta com grandes nomes saídos desses eventos.

Entre eles, figuram cartunistas que hoje atuam na grande imprensa, tais como Laerte, Paulo e Chico Caruso, Angelí, Luscar, Glauco, Lailson, Dálcio Machado, Pelicano, Jean, Spacca e muitos outros

Rolling Stones no topo da parada inglesa



Rolling Stones assumem topo da parada inglesa pela 1ª vez desde 94

Portal Terra

24/05/2010

LONDRES :

A versão remasterizada de Exile On Main Street, do Rolling Stones, que assumiu o topo da parada britânica em 1972 no seu lançamento original, repetiu o feito nesta semana, no Reino Unido. Este é o primeiro disco da banda de Mick Jagger e Keith Richards que atinge o lugar mais alto da lista desde Voodoo Lounge, de 1994.

O "lançamento" dos veteranos superou outras estreias da semana, como The Dance, de Faithless, e The Defamation of Strickland Banks, do Plan B.

Já entre os singles, Nothin On You, de B.o.B., ficou com o lugar mais alto da parada, enquanto canções de Jason Derulo e Roll Deep completaram o pódio.

Confira a parada:

Álbuns

1. The Rolling Stones - 'Exile On Main St'

2. Faithless - 'The Dance'

3. Plan B - 'The Defamation Of Strickland Banks'

4. The Baseballs - 'Strike 5'

5. Lady Gaga - 'The Fame'

6. Keane - 'Night Train'

7. LCD Soundsystem - 'This Is Happening'

8. Alicia Keys - 'The Element Of Freedom'

9. AC/DC - 'Iron Man 2 OST'

10. Florence and The Machine - 'Lungs'

Singles

1. B.o.B - 'Nothin' On You' (feat. Bruno Mars)

2. Jason Derulo - 'Ridin' Solo'

3. Roll Deep - 'Good Times'

4. Alexandra Burke - 'All Night Long' (feat. Pitbull)

5. Edward Maya - 'Stereo Love' (feat. Vika Jigulina)

6. Usher - 'OMG' (feat. Will I Am)

7. Aggro Santos - 'Candy' (feat. Kimberly Wyatt)

8. Plan B - 'She Said'

9. Fyfe Dangerfield - 'She's Always A Woman'

10. Leeds United Team & Supporters - 'Leeds Leeds Leeds (Marching On Together)'

REPASSANDO Exile On Main St, Rolling Stones

segunda-feira, 24 de Maio de 2010 12:20

«Exile On Main St.», Rolling Stones»
Davide Pinheiro

Um dos capítulos mais importantes na história do rock conhece uma reedição revista e aumentada absolutamente imperdível.
Na história do rock`n`roll, «Exile On Main St.» é uma das poucas verdades absolutas. O álbum que os Rolling Stones gravaram em 1972 em plena febre de drogas e mulheres continua a ser um manual de referência; uma bíblia de comportamento que extravasa as fronteiras da música e que influenciou gerações e gerações vindouras.

Ora isto é o B-A BA que qualquer enciclopédia se encarregará de confirmar mas se tantas vezes se disse que o rock havia morrido (tese que deve ser contextualizada à luz da paixão que a música produzida por guitarras desperta e relativizada para «o rock não evoluiu»), uma das razões foi este «Exile On Main St.», uma experiência contagiante obtida a partir de um corpo imperfeito de canções.

O que é que torna esta reedição absolutamente imperdível? Mais do que a dezena de inéditos - e mesmo assim, vale a pena descobrir o material que então ficou fora da convocatória dos Stones - o processo de remasterização é suficientemente inteligente para melhorar a qualidade do som sem retirar calor a uma produção rugosa mas naturalista.

O êxito surpreendente de «Exile On Main St.» - foram apenas editados dois singles, «Tumbling Dice» e «Happy», sem grande notoriedade - é-o menos agora, talvez pela distância. As pistas que os Rolling Stones deixaram foram seguidas por outros - dos Primal Scream aos White Stripes - mas o rock nunca mais voltou a soar tão verdadeiro. Nem mesmo o dos próprios.

Rolling Stones
«Exile On Main St.»
Polydor/Universal

davidevasconcelos@gmail.com


Àfrica - continuação


O continente africano possui uma das maiores diversidades culturais do planeta.
Na chamada África Branca, ao norte, predominam os povos caucasóides e semitas e na chamada África Negra, ao sul do Deserto do Saara, encontram-se os povos pigmeus, bosquímanos, hotentotes, sudaneses e os bantos. Esta diversidade por sua vez, se reflete nas mais de mil línguas diferentes que existem no continente africano, sem contar os inúmeros dialetos. Em algumas regiões inclusive, fala-se o português com algumas influências locais, como Moçambique e Angola.
O terceiro maior continente da terra, situado entre os Trópicos de Câncer e de Capricórnio, possui baixa densidade demográfica como conseqüência das características de seu território.
Com uma extensão de cerca de 30 milhões de km² e mais de 800 milhões de habitantes em 54 países, a África é freqüentemente dividida em cinco regiões de acordo com características geográficas e demográficas: a África Oriental, África Ocidental, África Setentrional, África Central e África Meridional.
Ao norte o continente é delimitado pelo Mar Mediterrâneo, na costa ocidental encontra-se o Oceano Atlântico, na costa oriental o Oceano Índico e o Istmo de Suez que a liga com a Ásia e, ao sul com os Oceanos Atlântico e Índico sendo cercada pelas ilhas de Madagascar, Reunião, Maurício, Cabo Verde, Seychelles, Canárias e Madeira.
Em torno de 20 países do continente africano a população sofre de subnutrição crônica. Com um PIB (Produto Interno Bruto) de 1% do total mundial, é na África Subsaariana onde se encontram os países considerados os mais pobres do mundo e os maiores índices de desnutrição e propagação de epidemias.
Característica que se ameniza em regiões como a África do Sul e ao norte na Líbia, Argélia e Nigéria. O que acentua ainda mais as discrepâncias do continente.
O clima é equatorial ou tropical na maior parte do país, exceto no extremo norte e extremo sul onde é temperado.
O deserto do Saara, ao norte, é uma das regiões mais áridas do planeta e ocupa um terço do território africano. Em contraste, na bacia do Rio Nilo (o maior do mundo, em extensão) se encontram as regiões mais férteis do planeta, onde surgiu a civilização egípcia (Egito Antigo).
O Kilimanjaro é o ponto mais alto da África com 5.895m
A vegetação africana constitui-se basicamente de savanas e florestas equatoriais onde se encontra uma grande variedade faunística.
Nas savanas encontram-se os leões, girafas, leopardos e hienas, entre outros animais. E nas florestas equatoriais encontram-se principalmente símios, aves, anfíbios e répteis.
A principal ameaça para esses ecossistemas já foi a caça predatória praticada pelos colonizadores, principalmente nas savanas. Mas, atualmente o maior problema encontrado é o processo de desertificação provocado pelo desmatamento nas florestas equatoriais.
Nas savanas esse processo é ainda mais grave por causa das condições climáticas propícias ao processo de desertificação, como baixa densidade pluviométrica e solo frágil.