segunda-feira, 31 de maio de 2010

Monstros sagrados do rock




Aerosmith se despede do Brasil em grande estilo

Adreana Oliveira
Editora

Jornal Correio de Uberlândia - Atualizada: 30/05/2010 - 22h16min

Se o show ocorrido no sábado (29), no Parque Antártica, em São Paulo foi o último do Aerosmith no Brasil não se sabe. O que se constata após quase duas horas de shows é que, se quiserem, eles podem continuar a rodar o mundo enquanto tiverem fôlego para tal e sem gravar novos discos. Afinal, nessas quatro décadas de história, eles já prestaram um serviço inestimável para o rock and roll.

Quando a banda de despediu com o tradicional “obrigado, boa noite”, ficou aquela sensação de que “faltava alguma coisa”. Para alguns, hits como “Jane´s Got a Gun” ou “I Don´t Want To Miss a Thing”; para outros, resposta a perguntas como “vocês vão mesmo se aposentar?”

Segundo a Time for Fun, o público no Parque Antártica para o concerto desta “Cocked, locked, ready to rock tour” foi de 35 mil pessoas. Na plateia, a idade variava dos 12 aos 60 anos, casais, grupos de amigos e famílias inteiras reunidas serviram de testemunhas para a redenção dos amigos Joey Perry (guitarra) e Steven Tyler (vocal).

No ano passado, Perry chegou a “demitir” Tyler do grupo e anunciar que procurava um novo vocalista. Ele deve ter recobrado o juízo por que é difícil imaginar Aerosmith sem Mr. Tyler, seu vocal inconfundível, suas roupas espalhafatosas e a atitude apimentada de rock star.

Eles abriram o show já ovacionados com "Eat The Rich", do album “Get a Trip” (1993). A histeria aumentava cada vez que Tyler se aproximava das extremidades do palco, tocava gaita ou soltava seus clássicos agudos. Durante toda a apresentação, ele, Perry e mais Brad Whitford (guitarra), Tom “Sweet Emotion” Hamilton (baixo) e Joey Kramer (bateria) interagiram entre si e com a plateia. Talvez um desejo intrínseco de dizer “nós estamos bem”. E foi o que pareceu durante as 2 horas de concerto.

Legado

O disco mais recente de estúdio do Aerosmith é de 2004, “Honkin` on Bobo”, um apanhado de clássicos do blues. Dele entraram no repertório do show de sábado (29), no Parque Antártica, em São Paulo, apenas "Baby, Please Don`t Go", um cover de Big Joe Williams e "Stop Messin` Around", do Fleetwood Mac. Mas tem aquelas que todos sempre vão cantar junto e a cada introdução levam o público ao delírio como acontecem em “Love in the Elevator”, “Crazy”, “Jaded” e “Walk This Way”. Mas um dos melhores momentos do show - que remete a um dos melhores e mais emocionantes momentos do show de 2007 - só é possível por causa da participação da plateia. Em “What it takes” Steven Tyler cantou a primeira frase e deixa o restante por conta do público, que não decepcionou.

Joey Perry e Steven Tyler trocam elogios

“O maior cantor do mundo, Mr. Steven Tyler." Foi assim que Joey Perry apresentou Steven Tyler antes de deixar o palco. Tyler chamava o guitarrista de “Joey Fucking Perry” e pareciam se apoiar um no outro durante vários momentos e, um pouco mais do que na apresentação de abril de 2007 também em São Paulo, Perry teve mais momentos para brilhar solo. Cantou e até fez um duelo contra ele mesmo no Guitar Hero. “Toda semana alguém me para e diz que me venceu no jogo. Agora vocês vão me dizer quem é melhor, ele [seu avatar no game] ou o original."

Aerosmith
Cocked, locked, ready to rock tour
São Paulo
29 de maio de 2010

Setlist completo
"Eat The Rich"
"Back In The Saddle"
"Love In An Elevator"
"Falling in Love (Is Hard On the Knees)"
"Pink"
"Dream On"
"Livin` on the Edge"
"Jaded"
"Kings and Queens"
"Crazy"
"Cryin`"
"Lord Of The Thighs"
"Stop Messin` Around"
"What It Takes"
"Sweet Emotion"
"Baby, Please Don`t Go"
"Draw The Line"
Bis
"Walk This Way"
"Toys In The Attic
"

INSUBSTITUIVEL‏

Na sala de reunião de uma multinacional o diretor nervoso fala com sua
equipe de gestores.

Agita as mãos, mostra gráficos e, olhando nos olhos de cada um ameaça:
"ninguém é insubstituível" .

A frase parece ecoar nas paredes da sala de reunião em meio ao silêncio.

Os gestores se entreolham, alguns abaixam a cabeça.

Ninguém ousa falar nada.

De repente um braço se levanta e o diretor se prepara para triturar o
atrevido:

- Alguma pergunta?

- Tenho sim.

-E Beethoven ?

- Como? - o encara o diretor confuso.

- O senhor disse que ninguém é insubstituível e quem substituiu
Beethoven?

Silêncio.....

O funcionário fala então:

- Ouvi essa estória esses dias contada por um profissional que conheço e
achei muito pertinente falar sobre isso.

Afinal as empresas falam em descobrir talentos, reter talentos, mas, no
fundo continuam achando que os profissionais são peças dentro da organização e
que, quando sai um, é só encontrar outro para por no lugar.

Quem substituiu Beethoven? Tom Jobim? Ayrton Senna? Ghandi? Frank
Sinatra? Garrincha? Santos Dumont? Monteiro Lobato? Elvis Presley? Os Beatles?
Jorge Amado? Pelé? Paul Newman? Tiger Woods? Albert Einstein? Picasso? Zico?
etc...

Todos esses talentos marcaram a história fazendo o que gostam e o que
sabem fazer bem, ou seja, fizeram seu talento brilhar. E, portanto, são sim
insubstituíveis.

Cada ser humano tem sua contribuição a dar e seu talento direcionado
para alguma coisa.

Está na hora dos líderes das organizações reverem seus conceitos e
começarem a pensar em como desenvolver o talento da sua equipe focando no
brilho de seus pontos fortes e não utilizando energia em reparar seus 'erros/
deficiências' .

Ninguém lembra e nem quer saber se Beethoven era surdo , se Picasso era
instável , Caymmi preguiçoso , Kennedy egocêntrico, Elvis paranóico ...

O que queremos é sentir o prazer produzido pelas sinfonias, obras de
arte, discursos memoráveis e melodias inesquecíveis, resultado de seus
talentos.

Cabe aos líderes de sua organização mudar o olhar sobre a equipe e
voltar seus esforços em descobrir os pontos fortes de cada membro. Fazer
brilhar o talento de cada um em prol do sucesso de seu projeto.

Se seu gerente/coordenador , ainda está focado em 'melhorar as
fraquezas' de sua equipe corre o risco de ser aquele tipo de líder/ técnico,
que barraria Garrincha por ter as pernas tortas, Albert Einstein por ter notas
baixas na escola, Beethoven por ser surdo. E na gestão dele o mundo teria
perdido todos esses talentos.

Seguindo este raciocínio, caso pudessem mudar o curso natural, os rios
seriam retos não haveria montanha, nem lagoas nem cavernas, nem homens nem
mulheres, nem sexo, nem chefes nem subordinados . . . apenas peças.

Nunca me esqueço de quando o Zacarias dos Trapalhões 'foi pra outras
moradas'. Ao iniciar o programa seguinte, o Dedé entrou em cena e falou mais ou
menos assim: "Estamos todos muito tristes com a 'partida' de nosso irmão
Zacarias... e hoje, para substituí-lo, chamamos:... . Ninguém ... pois nosso
Zaca é insubstituível"

Portanto nunca esqueça: Você é um talento único... com toda certeza
ninguém te substituirá!

"Sou um só, mas ainda assim sou um. Não posso fazer tudo..., mas posso
fazer alguma coisa. Por não poder fazer tudo, não me recusarei a fazer o pouco
que posso."

"No mundo sempre existirão pessoas que vão te amar pelo que você é..., e
outras..., que vão te odiar pelo mesmo motivo..., acostume-se a isso..., com
muita paz de espírito. ..".

É bom para refletir e se valorizar!

Uma bom dia ... Insubstituível!

Príncipe Dom Pedro Luiz: Missa pelo aniversário de falecimento, no Rio de Janeiro, terça feira 1º de junho‏


Cumprimos o dever de informar aos monarquistas e amigos da Família Imperial que na próxima terça-feira, dia 1º de junho, será celebrada, no Rio de Janeiro, Missa pelo 1º aniversário de falecimento do muito querido e saudoso Príncipe D. Pedro Luiz de Orleans e Bragança, tragicamente desaparecido no acidente do vôo Rio-Paris da Air France.

Encomendada por seus Pais o Príncipe e a Princesa D. Antônio de Oleans e Bragança e seus Irmãos os Príncipes D. Rafael, D. Amélia e D. Maria Gabriela, a Missa será celebrada na Abadia de Nossa Senhora de Montserrat (Mosteiro de São Bento), à Rua D. Gerardo, 40/68, Centro, às 12 horas.

Aqueles a quem as circunstâncias imposibilitem o comparecimento desejarão por certo unir-se em oração a este ato de piedade e conforto.

Atenciosamente,
Pró Monarquia

Repassando: matéria de inteligência Pública - A Guerra dos Brasis

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