quarta-feira, 30 de maio de 2012

Cultura de que ? do "arteiro" Luiz Carlos Bahia



"Eu fiquei pensando : " MINISTÉRIO DA CULTURA " ! " SECRETARIA ESTADUAL DA CULTURA "! " SECRETARIA MUNICIPAL DA CULTURA "!

Cultura de que ?
Agricultura, Apicultura, Caprinocultura,
Gonocultura ( é a cultura dos " cocus , dos g...onococus", para saber qual o antibiótico deve ser dado para a gonorréia ).
Cultura !

Tudo que cresce é cultura , até a ignorância é cultura, o analfabetismo também é cultura, enfim, qualquer coisa é cultura, então, por que não determinar, corretamente " ARTECULTURA ", QUE É A ARTE EM DESENVOLVIMENTO, A ARTE CRESCENDO ?

Por que , para o Ministério da " CULTURA " , qualquer um serve, basta ele saber pra quem ele dá bastante dinheiro, pra quem ele dá um pouco de dinheiro e pra quem ele não dá " PORRA " nenhuma, pronto .
Aí está a função do Ministro , ou do Secretário de Cultura !

Agora, se for o Ministério de Artecultura, eles tem, por obrigação, colocar gente que entenda de arte, que de fato, tenha estudado arte, como educação, sim, a arte educa, eleva o cidadão, faz crescer, se desenvolver e colocar uma sociedade atenta, consciente.
 
Será que interessa aos governantes ?

De qualquer maneira , este é o meu brado : " VIVA A ARTECULTURA "!
 
(Luiz Carlos Bahia)

O milagre da educação


 
por Gilberto Dimenstein*

Adoro mostrar aqui como as novas tecnologias ajudam as pessoas, especialmente sem recursos, a ficar mais educadas –aliás, é o lado, para mim, mais fascinante da internet. Está surgindo no Brasil mais um exemplo do uso educativo da rede, dessa vez para ajudar os jovens a entrar na faculdade através do Enem. Totalmente gratuito.

Um grupo de educadores está lançando um site intitulado “Mande bem no Enem” em que, além dos vídeos (veja aqui ), o aluno tem como interagir e avaliar sua evolução.

Estamos diante de uma excepcional oportunidade de acelerar a educação se esse tipo de mecanismo for disseminado. Já existem traduzidas para o português ótimas aulas na internet desenvolvidas por professores americanos (acesse aqui ).

Começam a ser traduzidos também cursos de universidades como Yale, Harvard, MIT e Stanford Quanto mais esses recursos forem disseminados, mais anos vamos ganhar em nossa educação, onde faltam professores de qualidade, especialmente na rede pública.

Para mim, esse é o milagre tecnológico da educação.
Uma dica para quem tem filho pequeno: há um site, criado pelo designer de internet Michel Lent, que dá dicas sobre os melhores aplicativos para crianças.
 É uma seleção feita, em inglês, com a ajuda de especialistas de várias partes do mundo (mais aqui ).

* Gilberto Dimenstein é colunista e membro do Conselho Editorial da Folha de S.Paulo, comentarista da rádio CBN, e fundador da Associação Cidade Escola Aprendiz.

* Publicado originalmente no site Portal Aprendiz.

Crescimento econômico não se conjuga com desenvolvimento humano


Se a Índia utilizasse os padrões
 fixados pelo IDH de 2012 para fixar a pobreza,
haveria 55% de pessoas nessa situação. Foto: Sujoy Dhar/IPS


por Isolda Agazzi, da IPS

Se a Índia utilizasse os padrões fixados pelo IDH de 2012 para fixar a pobreza, haveria 55% de pessoas nessa situação. Foto: Sujoy Dhar/IPS

Genebra, Suíça, 25/5/2012 – Organizações da sociedade civil da Índia denunciam a enorme brecha entre o crescimento econômico e a pobreza, a desnutrição e a falta de serviços de saúde e saneamento, no contexto de novo Exame Periódico Universal do Conselho de Direitos Humanos da Organização das Nações Unidas (ONU).
“Segundo dados oficiais, o crescimento médio entre 2007 e 2011 foi de 8,2%, mas a pobreza só diminuiu 0,8%”, disse Miloon Kothari, coordenador do Grupo de Trabalho sobre Direitos Humanos (WGHR) na Índia, ex-relator especial da ONU sobre Direito a Moradia Adequada.
“Além disso, o método padrão para medir a pobreza se baseia em 50 centavos ao dia, um insulto”, lamentou.

O WGHR foi criado há três anos por organizações não governamentais, para preparar o segundo Exame Periódico Universal sobre a situação dos direitos humanos em cada país, que aconteceu ontem na sede do Conselho de Direitos Humanos das Nações Unidas, em Genebra.
Em um relatório de 170 páginas, as organizações indianas se mostram preocupadas com o desenvolvimento desigual da Índia, e denunciam que o método para medir a pobreza não é consistente com os padrões universais, nem se ajusta a um enfoque de direitos humanos.

Se a Índia seguir os padrões fixados pelo Informe de Desenvolvimento Humano (IDH) de 2012, a pobreza alcançará 55% da população, observou Kothari.
“Há uma obsessão com o crescimento e o 11º plano quinquenal não se afasta disso. Não deveria ser um fim em si mesmo, mas uma forma de conseguir objetivos em matéria de educação e saúde”, afirmou.
“Inclusive o Prêmio Nobel de Economia Amartya Sen disse que as estatísticas de pobreza da Índia são muito controvertidas e pouco confiáveis. Deve haver uma mudança radical”, ressaltou.

A Índia está em 134º lugar entre 187 países no Índice de Desenvolvimento Humano da ONU.
Uma das principais consequências da pobreza é que atenta contra o direito à alimentação. A Índia tem a maior quantidade de pessoas desnutridas, mal que afeta 21% da população.
Além disso, 42% dos menores de cinco anos apresentam baixo peso.
“Em nosso país, o direito à alimentação está na lei, mas a realidade mostra que temos excesso de grãos e um mecanismo de distribuição muito pouco satisfatório. Falta apoio ao setor agrícola e há uma fome que comove e é piorada pela biotecnologia”, alertou Kothari à IPS.
O coordenador do WGHR considera que os acordos de livre comércio são uma nova ameaça porque nem a população e nem o parlamento são consultados.
Além disso, “não são consistentes com as obrigações em matéria de direitos humanos”, acrescentou.
A negação do governo em universalizar a distribuição de grãos, apesar do excesso de reservas, é “inaceitável”, destacou.

Em matéria de água e saneamento, a Índia alcança outro pódio vergonhoso: tem a maior quantidade de pessoas que defecam ao ar livre, 51% da população.
Em zonas rurais, 60% das casas carecem de privadas, um problema que afeta especialmente os dalits, situados na escala mais baixa do sistema de castas e que representam 16,3% da população, disse Asha Kotwal, secretária-geral do Fórum de Direitos das Mulheres Dalits de Toda Índia.

No papel, os dalits e o povo originário adivasi se beneficiam de uma grande quantidade de recursos estatais, mas nos últimos cinco anos deixaram de receber cerca de US$ 30 bilhões.
“É hora de expor a crueldade do sistema de castas”, afirmou Kotwal.
“A cultura de impunidade afeta toda a sociedade. O Estado, a justiça e a mídia discriminam seguindo esse padrão.
O maior crescimento significou uma rápida exclusão para nós mulheres.
Necessitamos de uma legislação contra a discriminação ou uma lei de igualdade”, enfatizou.

O processo de desenvolvimento da Índia, que depende em grande parte da exploração de recursos naturais, levou ao deslocamento e despojo de milhões de indígenas em todo o país, afirmou Prafulla Samantra, presidente do Movimento de Empoderamento do Povo.
“As multinacionais estão cada vez mais interessadas em investir no centro do país, em Estados como Orissa e Andhra Pradesh. A Lei de Direitos das Florestas, de 2006, reconhece alguns direitos, mas não é totalmente cumprida, e as empresas adquirem terras.
Muitos indígenas foram atingidos por disparos da polícia em defesa” dos interesses corporativos, acrescentou.

Além disso, “com a crescente concentração de terras, é preciso redefinir o interesse público”, disse, por sua vez, Madhu Mehra, diretora da Partners for Law in Development. A sociedade civil também se preocupa pelo fato de a Índia não cumprir suas obrigações em matéria de direitos humanos.
 “O país ainda não ratificou a Convenção contra a Tortura”, contou a advogada especializada em direitos humanos Vrinda Grover.
“É preocupante, porque as forças de segurança recorrem à tortura de forma habitual na Índia. Mas é especialmente sistemática e brutal em áreas conflituosas como no nordeste, em Jammu e Caxemira, e no centro do país”, indicou.

“Os desaparecimentos forçados, as detenções arbitrárias, os assassinatos extrajudiciais e a violência sexual continuam arraigadas nessas áreas.
A Índia deve ratificar a Convenção Internacional para a Proteção de Todas as Pessoas contra os Desaparecimentos Forçados”, opinou Grover.
“Este país tem enormes desafios em matéria de direitos humanos”, destacou Kothari.
“O segundo Exame Periódico Universal oferece uma grande oportunidade para reconhecer seus defeitos e passar de um enfoque defensivo para outro de colaboração com as Nações Unidas”, concluiu. Envolverde/IPS


(IPS)

São Paulo inaugura sistema público de compartilhamento de bicicletas





por Redação EcoD
 
Andar de bicicleta por São Paulo pode ficar mais fácil a partir dessa quinta-feira, 24 de maio, graças à inauguração do projeto Bike Sampa.
Feita em parceria entre a prefeitura e empresas privadas, a iniciativa pretende popularizar o sistema de compartilhamento gratuito de bicicletas na maior capital do país.
 
Assim como no Rio de Janeiro, onde já está implantado desde 2011, o projeto permite que pessoas cadastradas retirem a bicicleta em um dos pontos distribuídos pela cidade e a devolva após 30 minutos em outro ponto.
Até o final deste ano, mil bicicletas devem estar disponíveis em 100 estações espalhadas por todas as regiões de São Paulo.
 
A princípio, seis estações estão funcionando com 60 bicicletas disponíveis no bairro Vila Mariana.
Até o meio da próxima semana, a Prefeitura espera inaugurar outras quatro estações na região. Para 2014, a meta é ter 300 estações de retirada e 3 mil bicicletas disponíveis.
 
Rotatividade
Para fazer o registro no programa é preciso realizar um cadastro no site do projeto e fornecer o número de um cartão de crédito, que será usado caso o usuário passe mais de meia hora com a magrela. Nesse caso, a cada 30 minutos será cobrado R$5,00 no cartão do usuário.
 
Segundo o secretário municipal de Transportes, Marcelo Cardinale Branco, a estratégia foi usada para aumentar a rotatividade das bicicletas. “A ideia é deixar os 30 minutos livres e incentivar que essa bicicleta seja devolvida.
A rotatividade é muito importante para que você atenda o maior número de pessoas, não é interessante que a bicicleta fique com uma pessoa só o dia inteiro”, afirmou.
 
Além disso, as estações estão sendo implantadas com distâncias de no máximo 1 km entre elas para incentivar a integração dos meios de transporte.
Segundo Branco, o objetivo é fazer com que os usuários percorram trajetos curtos, de 4km a 5km, entre locais próximos ou até outro ponto de transporte público.
 
As estações, que funcionarão das 6h às 22h, são alimentadas por energia solar e estão interligadas por sistema de comunicação sem fio, via rede GSM e 3G, permitindo que estejam conectadas à Central de Controle Samba, 24 horas por dia.
 

* Publicado originalmente no site EcoD

Modelo Padrão de Cabeçalho Para os Alunos do Ensino Médio

E E PROF. PAULO CHAVES


DISCIPLINA DE SOCIOLOGIA - PROF. CLAUDIO CORREA

ALUNO(A):___________________________Nº:___________

TURMA: ______º ANO ______ - DATA: ____/_____/_______

Atividade Procedimental I: Trabalho em grupo 9º Ano 2 Pesquisa, Produção e Recuperação Continua de Geografia

 Alunos  desenvolvem atividade de  Recuperação Contínua - Revisão dos temas abordados nos bimestres anteriores -  em grupos de traba...