quarta-feira, 20 de março de 2019

Hitler e o nascimento nacional socialista do partido nazista alemão - Parte I



Adolf Hitler

nascido na Áustria, em 1889, era um militar voluntário que foi soldado combatente da Tríplice Aliança. Após o término da guerra, Hitler se interessou pelo partido Nacional Socialista e filiou-se em 1921.
Esse grupo fundou o Partido Nazista, onde Hitler com sua liderança e popularidade,
 tornou-se líder do partido.
Em 1923, os nazistas tentaram invadir o Ministério da Guerra da Baviera.
 O confronto fez com que Hitler fosse capturado e preso.
Na prisão, em 1924, ele escreveu um livro chamado Mein Kampf (Minha Luta). Nele, todo o programa nazista estava descrito, desde suas ideias sobre os judeus, raças humanas até o conceito político do Nacional-Socialismo.
Para Hitler, a raça ariana era a superior de todas e para manter a pureza de tal raça, todos os judeus, negros, poloneses, homossexuais, comunistas, ciganos, deficientes físicos e mentais deveriam ser eliminados. Além de nenhuma outra religião ser aceita, a não ser o catolicismo.
No livro, ele sugere a criação de um novo Estado, onde ele seria o líder.
Mein Kampf foi o livro mais vendido da Alemanha, ganhando apoio de quase toda população do país.
No ano seguinte, Hitler foi solto e iniciou seu plano de chegar ao poder com comícios e palestras, propagando suas ideias para todos os alemães.
Em 1930, o partido Nazista tinha mais de 1 milhão de seguidores. Suas ideias convenceram a maioria da população, que acharam que sua figura de líder seria certeza de uma Alemanha próspera e bem sucedida.
Originalmente, o partido nazista denominou-se de Partido dos Trabalhadores Alemães (Deutsches Arbeit Partei, ou DAP), cujo embrião surgira em 7 de novembro de 1918 por iniciativa de Anton Dextler, o serralheiro que convidou Hitler para associar-se à organização. 
Suas características básicas não deixam duvidas sobre seu compromisso com o chauvinismo, o antissemitismo e o antibolchevismo. 
Nele, logo se identificaram dois núcleos básicos:

O primeiro 

desses núcleos era de ordem ideológica, decorrente da adesão dos membros da sociedade Thule (Thule Gesellschaft), uma ordem ocultista exaltadora das virtudes raciais, também chamada de German Order, liderada pelo sumo-sacerdote Dieter Eckhart, um satanista que exerceu forte influência sobre Hitler nos seus anos de ativismo em Munique. 
Foi ele quem o introduziu nos meios sociais mais elevados da Bavária, assim como também financiou o jornal do partido, o Völkischer Beobachter. 
Ela tinha como símbolo a cruz suástica encimando uma mão numa espada e um dos seus intentos era substituir a Cruz de Cristo pela Cruz Gamada dos supremacistas arianos.
A mitológica Thule era uma espécie de Jardim do Éden dos povos nórdicos, habitada pelos hiperbóreos, super-homens física e mentalmente perfeitos de quem, acreditavam os adeptos, os alemães herdaram suas virtudes maiores.

O segundo

Outro núcleo duro do partido foi composto pelos veteranos de guerra, pelos frontkämpfer, os homens do front, que haviam servido com Hitler nas trincheiras, todos eles inconformados com o cenário do após-guerra e com as humilhações impostas à Alemanha pelo Tratado de Versalhes, tendo na vingança futura sua razão de viver.
Estavam sempre próximos ao líder desde o tempo em que ele era apenas um agitador paroquial, acompanhando-o nas manifestações de rua, nos comícios e nas atividades de proselitismo e de propaganda, como estavam ao lado dele no episódio do fracassado putsch da cervejaria, ocorrido em 1923, em Munique.
Apoiaram-no igualmente quando ele decidiu acrescentar ao partido a denominação ‘nacional-socialista’, alterando o nome da agremiação para NSDAP (Nationalsozialistische Deutsche Arbeiterpartei) assim como na introdução da cruz suástica num círculo branco dentro de uma bandeira vermelha para marcar seu compromisso com a revolução social pretendida.

Fonte: https://www.terra.com.br/noticias/educacao/historia/entenda-como-foi-a-fundacao-do-partido-nacional-socialista,e736bc3f0725701fe3f3b49298c2e6d4ovj9y9ry.html.



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