segunda-feira, 3 de outubro de 2016

Boas Práticas entre Lingua Portuguesa e Sociologia EE Prof. Gabriel Pozzi Limeira SP - Parte IV Produção de texto

Segue uma das produções de texto que orientaram os trabalhos que resultaram no debate interdisciplinar de Língua Portuguesa e Sociologia:
Augusto Feltran nº05, Gabriela Lima  nº13, Tamires Ossame nº33, Vivian Moura nº35Alunos da 3ª Série 02
O Ciclo Vicioso da Intolerância no Brasil


Ainda no século XXI, a opinião e a postura de grupos conservadores mostram que a violência e a intolerância contra a diversidade de gêneros existem e crescem cada dia mais na sociedade brasileira, a medida que a cultura do preconceito prevalece em nosso país, dificultando as relações sociais e se tornando
 um ciclo vicioso.
Assim sendo, de acordo com a pesquisa feita pela universidade UFSCAR, 32% dos homossexuais entrevistados em São Paulo sofrem preconceito dentro da sala de aula e até mesmo os educadores não sabem como agir diante desta [dessa] situação, mostrando a ineficiência da educação brasileira mediante às diversidades de gênero, tornando assim a escola uma extensão do preconceito. 
Pode-se comprovar ainda, com estudos realizados pelo Mistério da Educação, 
que 20% dos alunos não querem colegas de classe homossexuais ou transexuais,
 em virtude da intolerância crescente.
Além disso, é inconsistente o fato da população levar em consideração apenas o sexo biológico, macho e fêmea, sendo que existe a orientação sexual, homo e hetero, e a identidade de gênero, homem mulher. 
Não existe o direito de discriminação por ser diferente do estipulado pela sociedade, 
não existe um atributo fixo, todos possuem o direito de escolher a maneira de viver como se deseja. 
Essa imposição pode levar a transtornos psicológicos, com o gênero imposto no nascimento e por um sentimento de inadequação no papel social desse indivíduo, 
de acordo com o site G1 4% da população mundial sofre com esse problema.
Pode-se concluir que a violência e a intolerância contra a diversidade de gênero  podem ser amenizadas, com projetos de inclusão social da sociedade LGBT, melhor capacitação dos educadores mediante problemas nas salas de aula, conscientização dos alunos com a interferência do Ministério da Educação  por meio de materiais didáticos e o investimento na saúde pública para que as pessoas que sofrem desse transtorno tenham psicólogos e psiquiatras, dispostos a ajudá-los, diminuindo assim, o problema.

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