Senador Barão de Souza Queiroz
Francisco Antônio de Souza Queiroz
Título: Barão de Souza Queiroz
Nascimento: 8/12/1806
Natural de: São Paulo - SP
Filiação: Luiz Antônio de Souza Leite e Genebra de Barros Leite
Falecimento: 4/7/1891
Histórico Acadêmico: Direito
Cargos Públicos: 24Vice Presidente da Assembléia Provincial
Profissões: Proprietário Rural
Mandatos:
Vereador
Deputado Provincial
Deputado Geral - 1845 a 1847
Senador1848 a 1889
Homenagens Recebidas:
Em 1840, comendada da Ordem de Cristo.
Em 1867, Dignitário da Imprerial Ordem da Rosa. Barão de Souza Queiroz (1874
Historia, Geografia, Sociologia, Musica Boa e Meio Ambiente, Eco Idéias e muito mais ...
sexta-feira, 22 de janeiro de 2010
terça-feira, 19 de janeiro de 2010
Antônio de Queirós Teles, Barão de Jundiaí
Antônio de Queirós Teles, Barão de Jundiaí
Nascimento: 1 de fevereiro de 1789 Jundiaí, SP - Falecimento: 11 de outubro de 1870Campinas, SP
Antônio de Queirós Teles, primeiro e único barão de Jundiaí, foi um proprietário rural e político brasileiro.
Foi juiz de paz, vereador, membro da assembléia provincial e delegado de polícia.
É pai de Antônio de Queirós Teles, conde de Parnaíba.
Genealogia
Ana Joaquina da Silva Prado foi casada em 1775 com o ajudante (depois capitão-mor) José de Morais Leme, seu parente, filho do sargento-mor Antônio de Morais Pedroso e de Leonor Leme da Costa
Segunda vez casou com o guarda-mor Antônio de Queirós Teles, natural de Portugal;
Terceira vez casou com Luís José Pereira Queirós, natural de Portugal, sobrinho do guarda-mor Antônio de Queirós, seu antecessor. Teve naturais de Jundiaí:…
Do segundo marido, guarda-mor Antônio de Queirós Teles, teve:
Sargento-mor Antônio de Queirós Teles, nascido em 1789 em Jundiaí, foi um prestigioso cidadão em sua terra natal onde ocupou os cargos de eleição popular, tais como o de juiz de paz, vereador e deputado à assembléia provincial; e também os de nomeação do governo: o de juiz municipal e delegado de polícia.
Foi sucessivamente cavaleiro, oficial e comendador da Ordem da Rosa, e finalmente agraciado com o título de barão de Jundiaí.Foi casado com Ana Leduína de Morais Jordão, sua sobrinha, f.ª de; faleceu em 1870 em Campinas, e teve os seguintes filhos:Anna Joaquina do Prado Fonseca; Manuel de Queiroz Telles, que se casou com Etelvina da Silva Prado; António de Queiroz Teles, conde de Parnaíba, que se casou com Rita Mboy Tibiriçá Piratininga; Joaquim Benedito de Queiroz Telles, que se casou com Maria Januária de Moraes Queiroz; Maria Eufrosina de Queiroz, que se casou com António Joaquim Pereira Guimarães; Escolástica Jacinta de Queiroz; Antonia Leopoldina de Queiroz.
quarta-feira, 13 de janeiro de 2010
CURIOSIDADES DO MUNDO DO ROCK
A primeira parada de sucesso da Grã-Bretanha foi publicada no Musical Express, em 1952. O número um era Al Martino, com “Here Had in my Heart”.
Elvis Presley foi o primeiro artista a entrar direto em um, com “Jail House Rock”, em 1958.
A maior quantidade de numerosa um de um só artista é 17 e a façanha é dos Beatles, que tiveram também 11 números uns consecutivos.
Frank Sinatra bateu outro de seus recordes, quando ficou 122 semanas na parada com “ My Way” entre 1970 e 1972.
A canção mais gravada em todos os tempos é “ Stardust” de Hoagy Carmichael, com mais de mil versões!
O artista britânico de maior sucesso na década de 70 foi Elton John, com 24 hits.
Elvis Presley foi o primeiro artista a entrar direto em um, com “Jail House Rock”, em 1958.
A maior quantidade de numerosa um de um só artista é 17 e a façanha é dos Beatles, que tiveram também 11 números uns consecutivos.
Frank Sinatra bateu outro de seus recordes, quando ficou 122 semanas na parada com “ My Way” entre 1970 e 1972.
A canção mais gravada em todos os tempos é “ Stardust” de Hoagy Carmichael, com mais de mil versões!
O artista britânico de maior sucesso na década de 70 foi Elton John, com 24 hits.
segunda-feira, 28 de dezembro de 2009
PROTESTO INDIGENA AMERICANO NA EUROPA
Um discurso feito pelo embaixador Guaicaípuro Cuatemoc, de ascendência indígena, sobre o pagamento da dívida externa do seu país, o México, embasbacou os principais chefes de Estado da Comunidade Européia
A Conferência dos Chefes de Estado da União Europeia, Mercosul e Caribe, em Madrid, viveram um momento revelador e surpreendente: os Chefes de Estado europeus ouviram perplexos e calados um discurso irônico, cáustico e historicamente exato.
Eis o discurso:
"Aqui estou eu, descendente dos que povoaram a América há 40 mil anos, para encontrar os que a "descobriram" há 500... O irmão europeu da alfândega pediu-me um papel escrito, um visto, para poder descobrir os que me descobriram. O irmão financeiro europeu pede ao meu país o pagamento, com juros, de uma dívida contraída por Judas, a quem nunca autorizei que me vendesse. Outro irmão europeu explica-me que toda a dívida se paga com juros, mesmo que para isso sejam vendidos seres humanos e países inteiros, sem lhes pedir consentimento. Eu também posso reclamar pagamento e juros. Consta no "Arquivo da Companhia das Índias Ocidentais" que, somente entre os anos de 1503 a 1660, chegaram a São Lucas de Barrameda 185 mil quilos de ouro e 16 milhões de quilos de prata provenientes da América.
Teria aquilo sido um saque? Não acredito, porque seria pensar que os irmãos cristãos faltaram ao sétimo mandamento!
Teria sido espoliação? Guarda-me Tanatzin de me convencer que os europeus, como Caim, matam e negam o sangue do irmão.
Teria sido genocídio? Isso seria dar crédito aos caluniadores, como Bartolomeu de Las Casas ou Arturo Uslar Pietri, que afirmam que a arrancada do capitalismo e a actual civilização europeia se devem à inundação dos metais preciosos tirados das Américas.
Não, esses 185 mil quilos de ouro e 16 milhões de quilos de prata foram o primeiro de tantos empréstimos amigáveis da América destinados ao desenvolvimento da Europa. O contrário disso seria presumir a existência de crimes de guerra, o que daria direito a exigir não apenas a devolução, mas uma indemnização por perdas e danos.
Prefiro pensar na hipótese menos ofensiva.Tão fabulosa exportação de capitais não foi mais do que o início de um plano "MARSHALL MONTEZUMA", para garantir a reconstrução da Europa arruinada por suas deploráveis guerras contra os muçulmanos, criadores da álgebra e de outras conquistas da civilização.Para celebrar o quinto centenário desse empréstimo, podemos perguntar:
Os irmãos europeus fizeram uso racional responsável ou pelo menos produtivo desses fundos?
Não. No aspecto estratégico, delapidaram-nos nas batalhas de Lepanto, em navios invencíveis, em terceiros reichs e várias outras formas de extermínio mútuo. No aspecto financeiro, foram incapazes - depois de uma moratória de 500 anos - tanto de amortizar capital e juros, como de se tornarem independentes das rendas líquidas, das matérias-primas e da energia barata que lhes exporta e provê todo o Terceiro Mundo.
Este quadro corrobora a afirmação de Milton Friedman, segundo a qual uma economia subsidiada jamais pode funcionar, o que nos obriga a reclamar-lhes, para seu próprio bem, o pagamento do capital e dos juros que, tão generosamente, temos demorado todos estes séculos para cobrar. Ao dizer isto, esclarecemos que não nos rebaixaremos a cobrar de nossos irmãos europeus, as mesmas vis e sanguinárias taxas de 20% e até 30% de juros ao ano que os irmãos europeus cobram dos povos do Terceiro Mundo.
Limitar-nos-emos a exigir a devolução dos metais preciosos, acrescida de um módico juro de 10%, acumulado apenas durante os últimos 300 anos, concedendo-lhes 200 anos de bónus. Feitas as contas a partir desta base e aplicando a fórmula europeia de juros compostos, concluimos, e disso informamos os nossos descobridores, que nos devem não os 185 mil quilos de ouro e 16 milhões de quilos de prata, mas aqueles valores elevados à potência de 300, número para cuja expressão total será necessário expandir o planeta Terra.
Muito peso em ouro e prata... quanto pesariam se calculados em sangue?
Admitir que a Europa, em meio milénio, não conseguiu gerar riquezas suficientes para estes módicos juros, seria admitir o seu absoluto fracasso financeiro e a demência e irracionalidade dos conceitos capitalistas.*Tais questões metafísicas, desde já, não nos inquietam a nós, índios da América. Porém, exigimos a assinatura de uma carta de intenções que enquadre os povos devedores do Velho Continente na obrigação do pagamento da dívida, sob pena de privatização ou conversão da Europa, de forma tal, que seja possível um processo de entrega de terras, como primeira prestação de dívida histórica..."*
Quando terminou seu discurso diante dos chefes de Estado da Comunidade Européia, Guaicaípuro Guatemoc não sabia que estava expondo uma tese de Direito Internacional para determinar a verdadeira Dívida Externa.
A Conferência dos Chefes de Estado da União Europeia, Mercosul e Caribe, em Madrid, viveram um momento revelador e surpreendente: os Chefes de Estado europeus ouviram perplexos e calados um discurso irônico, cáustico e historicamente exato.
Eis o discurso:
"Aqui estou eu, descendente dos que povoaram a América há 40 mil anos, para encontrar os que a "descobriram" há 500... O irmão europeu da alfândega pediu-me um papel escrito, um visto, para poder descobrir os que me descobriram. O irmão financeiro europeu pede ao meu país o pagamento, com juros, de uma dívida contraída por Judas, a quem nunca autorizei que me vendesse. Outro irmão europeu explica-me que toda a dívida se paga com juros, mesmo que para isso sejam vendidos seres humanos e países inteiros, sem lhes pedir consentimento. Eu também posso reclamar pagamento e juros. Consta no "Arquivo da Companhia das Índias Ocidentais" que, somente entre os anos de 1503 a 1660, chegaram a São Lucas de Barrameda 185 mil quilos de ouro e 16 milhões de quilos de prata provenientes da América.
Teria aquilo sido um saque? Não acredito, porque seria pensar que os irmãos cristãos faltaram ao sétimo mandamento!
Teria sido espoliação? Guarda-me Tanatzin de me convencer que os europeus, como Caim, matam e negam o sangue do irmão.
Teria sido genocídio? Isso seria dar crédito aos caluniadores, como Bartolomeu de Las Casas ou Arturo Uslar Pietri, que afirmam que a arrancada do capitalismo e a actual civilização europeia se devem à inundação dos metais preciosos tirados das Américas.
Não, esses 185 mil quilos de ouro e 16 milhões de quilos de prata foram o primeiro de tantos empréstimos amigáveis da América destinados ao desenvolvimento da Europa. O contrário disso seria presumir a existência de crimes de guerra, o que daria direito a exigir não apenas a devolução, mas uma indemnização por perdas e danos.
Prefiro pensar na hipótese menos ofensiva.Tão fabulosa exportação de capitais não foi mais do que o início de um plano "MARSHALL MONTEZUMA", para garantir a reconstrução da Europa arruinada por suas deploráveis guerras contra os muçulmanos, criadores da álgebra e de outras conquistas da civilização.Para celebrar o quinto centenário desse empréstimo, podemos perguntar:
Os irmãos europeus fizeram uso racional responsável ou pelo menos produtivo desses fundos?
Não. No aspecto estratégico, delapidaram-nos nas batalhas de Lepanto, em navios invencíveis, em terceiros reichs e várias outras formas de extermínio mútuo. No aspecto financeiro, foram incapazes - depois de uma moratória de 500 anos - tanto de amortizar capital e juros, como de se tornarem independentes das rendas líquidas, das matérias-primas e da energia barata que lhes exporta e provê todo o Terceiro Mundo.
Este quadro corrobora a afirmação de Milton Friedman, segundo a qual uma economia subsidiada jamais pode funcionar, o que nos obriga a reclamar-lhes, para seu próprio bem, o pagamento do capital e dos juros que, tão generosamente, temos demorado todos estes séculos para cobrar. Ao dizer isto, esclarecemos que não nos rebaixaremos a cobrar de nossos irmãos europeus, as mesmas vis e sanguinárias taxas de 20% e até 30% de juros ao ano que os irmãos europeus cobram dos povos do Terceiro Mundo.
Limitar-nos-emos a exigir a devolução dos metais preciosos, acrescida de um módico juro de 10%, acumulado apenas durante os últimos 300 anos, concedendo-lhes 200 anos de bónus. Feitas as contas a partir desta base e aplicando a fórmula europeia de juros compostos, concluimos, e disso informamos os nossos descobridores, que nos devem não os 185 mil quilos de ouro e 16 milhões de quilos de prata, mas aqueles valores elevados à potência de 300, número para cuja expressão total será necessário expandir o planeta Terra.
Muito peso em ouro e prata... quanto pesariam se calculados em sangue?
Admitir que a Europa, em meio milénio, não conseguiu gerar riquezas suficientes para estes módicos juros, seria admitir o seu absoluto fracasso financeiro e a demência e irracionalidade dos conceitos capitalistas.*Tais questões metafísicas, desde já, não nos inquietam a nós, índios da América. Porém, exigimos a assinatura de uma carta de intenções que enquadre os povos devedores do Velho Continente na obrigação do pagamento da dívida, sob pena de privatização ou conversão da Europa, de forma tal, que seja possível um processo de entrega de terras, como primeira prestação de dívida histórica..."*
Quando terminou seu discurso diante dos chefes de Estado da Comunidade Européia, Guaicaípuro Guatemoc não sabia que estava expondo uma tese de Direito Internacional para determinar a verdadeira Dívida Externa.
COLABORAÇÃO Dna.ROSE POMPEU - MONARQUISTA
PROTESTO INDIGENA AMERICANO NA EUROPA
Um discurso feito pelo embaixador Guaicaípuro Cuatemoc, de ascendência indígena, sobre o pagamento da dívida externa do seu país, o México, embasbacou os principais chefes de Estado da Comunidade Européia
A Conferência dos Chefes de Estado da União Europeia, Mercosul e Caribe, em Madrid, viveram um momento revelador e surpreendente: os Chefes de Estado europeus ouviram perplexos e calados um discurso irônico, cáustico e historicamente exato.
Eis o discurso:
"Aqui estou eu, descendente dos que povoaram a América há 40 mil anos, para encontrar os que a "descobriram" há 500... O irmão europeu da alfândega pediu-me um papel escrito, um visto, para poder descobrir os que me descobriram. O irmão financeiro europeu pede ao meu país o pagamento, com juros, de uma dívida contraída por Judas, a quem nunca autorizei que me vendesse. Outro irmão europeu explica-me que toda a dívida se paga com juros, mesmo que para isso sejam vendidos seres humanos e países inteiros, sem lhes pedir consentimento. Eu também posso reclamar pagamento e juros. Consta no "Arquivo da Companhia das Índias Ocidentais" que, somente entre os anos de 1503 a 1660, chegaram a São Lucas de Barrameda 185 mil quilos de ouro e 16 milhões de quilos de prata provenientes da América.
Teria aquilo sido um saque? Não acredito, porque seria pensar que os irmãos cristãos faltaram ao sétimo mandamento!
Teria sido espoliação? Guarda-me Tanatzin de me convencer que os europeus, como Caim, matam e negam o sangue do irmão.
Teria sido genocídio? Isso seria dar crédito aos caluniadores, como Bartolomeu de Las Casas ou Arturo Uslar Pietri, que afirmam que a arrancada do capitalismo e a actual civilização europeia se devem à inundação dos metais preciosos tirados das Américas.
Não, esses 185 mil quilos de ouro e 16 milhões de quilos de prata foram o primeiro de tantos empréstimos amigáveis da América destinados ao desenvolvimento da Europa. O contrário disso seria presumir a existência de crimes de guerra, o que daria direito a exigir não apenas a devolução, mas uma indemnização por perdas e danos.
Prefiro pensar na hipótese menos ofensiva.Tão fabulosa exportação de capitais não foi mais do que o início de um plano "MARSHALL MONTEZUMA", para garantir a reconstrução da Europa arruinada por suas deploráveis guerras contra os muçulmanos, criadores da álgebra e de outras conquistas da civilização.Para celebrar o quinto centenário desse empréstimo, podemos perguntar:
Os irmãos europeus fizeram uso racional responsável ou pelo menos produtivo desses fundos?
Não. No aspecto estratégico, delapidaram-nos nas batalhas de Lepanto, em navios invencíveis, em terceiros reichs e várias outras formas de extermínio mútuo. No aspecto financeiro, foram incapazes - depois de uma moratória de 500 anos - tanto de amortizar capital e juros, como de se tornarem independentes das rendas líquidas, das matérias-primas e da energia barata que lhes exporta e provê todo o Terceiro Mundo.
Este quadro corrobora a afirmação de Milton Friedman, segundo a qual uma economia subsidiada jamais pode funcionar, o que nos obriga a reclamar-lhes, para seu próprio bem, o pagamento do capital e dos juros que, tão generosamente, temos demorado todos estes séculos para cobrar. Ao dizer isto, esclarecemos que não nos rebaixaremos a cobrar de nossos irmãos europeus, as mesmas vis e sanguinárias taxas de 20% e até 30% de juros ao ano que os irmãos europeus cobram dos povos do Terceiro Mundo.
Limitar-nos-emos a exigir a devolução dos metais preciosos, acrescida de um módico juro de 10%, acumulado apenas durante os últimos 300 anos, concedendo-lhes 200 anos de bónus. Feitas as contas a partir desta base e aplicando a fórmula europeia de juros compostos, concluimos, e disso informamos os nossos descobridores, que nos devem não os 185 mil quilos de ouro e 16 milhões de quilos de prata, mas aqueles valores elevados à potência de 300, número para cuja expressão total será necessário expandir o planeta Terra.
Muito peso em ouro e prata... quanto pesariam se calculados em sangue?
Admitir que a Europa, em meio milénio, não conseguiu gerar riquezas suficientes para estes módicos juros, seria admitir o seu absoluto fracasso financeiro e a demência e irracionalidade dos conceitos capitalistas.*Tais questões metafísicas, desde já, não nos inquietam a nós, índios da América. Porém, exigimos a assinatura de uma carta de intenções que enquadre os povos devedores do Velho Continente na obrigação do pagamento da dívida, sob pena de privatização ou conversão da Europa, de forma tal, que seja possível um processo de entrega de terras, como primeira prestação de dívida histórica..."*
Quando terminou seu discurso diante dos chefes de Estado da Comunidade Européia, Guaicaípuro Guatemoc não sabia que estava expondo uma tese de Direito Internacional para determinar a verdadeira Dívida Externa.
A Conferência dos Chefes de Estado da União Europeia, Mercosul e Caribe, em Madrid, viveram um momento revelador e surpreendente: os Chefes de Estado europeus ouviram perplexos e calados um discurso irônico, cáustico e historicamente exato.
Eis o discurso:
"Aqui estou eu, descendente dos que povoaram a América há 40 mil anos, para encontrar os que a "descobriram" há 500... O irmão europeu da alfândega pediu-me um papel escrito, um visto, para poder descobrir os que me descobriram. O irmão financeiro europeu pede ao meu país o pagamento, com juros, de uma dívida contraída por Judas, a quem nunca autorizei que me vendesse. Outro irmão europeu explica-me que toda a dívida se paga com juros, mesmo que para isso sejam vendidos seres humanos e países inteiros, sem lhes pedir consentimento. Eu também posso reclamar pagamento e juros. Consta no "Arquivo da Companhia das Índias Ocidentais" que, somente entre os anos de 1503 a 1660, chegaram a São Lucas de Barrameda 185 mil quilos de ouro e 16 milhões de quilos de prata provenientes da América.
Teria aquilo sido um saque? Não acredito, porque seria pensar que os irmãos cristãos faltaram ao sétimo mandamento!
Teria sido espoliação? Guarda-me Tanatzin de me convencer que os europeus, como Caim, matam e negam o sangue do irmão.
Teria sido genocídio? Isso seria dar crédito aos caluniadores, como Bartolomeu de Las Casas ou Arturo Uslar Pietri, que afirmam que a arrancada do capitalismo e a actual civilização europeia se devem à inundação dos metais preciosos tirados das Américas.
Não, esses 185 mil quilos de ouro e 16 milhões de quilos de prata foram o primeiro de tantos empréstimos amigáveis da América destinados ao desenvolvimento da Europa. O contrário disso seria presumir a existência de crimes de guerra, o que daria direito a exigir não apenas a devolução, mas uma indemnização por perdas e danos.
Prefiro pensar na hipótese menos ofensiva.Tão fabulosa exportação de capitais não foi mais do que o início de um plano "MARSHALL MONTEZUMA", para garantir a reconstrução da Europa arruinada por suas deploráveis guerras contra os muçulmanos, criadores da álgebra e de outras conquistas da civilização.Para celebrar o quinto centenário desse empréstimo, podemos perguntar:
Os irmãos europeus fizeram uso racional responsável ou pelo menos produtivo desses fundos?
Não. No aspecto estratégico, delapidaram-nos nas batalhas de Lepanto, em navios invencíveis, em terceiros reichs e várias outras formas de extermínio mútuo. No aspecto financeiro, foram incapazes - depois de uma moratória de 500 anos - tanto de amortizar capital e juros, como de se tornarem independentes das rendas líquidas, das matérias-primas e da energia barata que lhes exporta e provê todo o Terceiro Mundo.
Este quadro corrobora a afirmação de Milton Friedman, segundo a qual uma economia subsidiada jamais pode funcionar, o que nos obriga a reclamar-lhes, para seu próprio bem, o pagamento do capital e dos juros que, tão generosamente, temos demorado todos estes séculos para cobrar. Ao dizer isto, esclarecemos que não nos rebaixaremos a cobrar de nossos irmãos europeus, as mesmas vis e sanguinárias taxas de 20% e até 30% de juros ao ano que os irmãos europeus cobram dos povos do Terceiro Mundo.
Limitar-nos-emos a exigir a devolução dos metais preciosos, acrescida de um módico juro de 10%, acumulado apenas durante os últimos 300 anos, concedendo-lhes 200 anos de bónus. Feitas as contas a partir desta base e aplicando a fórmula europeia de juros compostos, concluimos, e disso informamos os nossos descobridores, que nos devem não os 185 mil quilos de ouro e 16 milhões de quilos de prata, mas aqueles valores elevados à potência de 300, número para cuja expressão total será necessário expandir o planeta Terra.
Muito peso em ouro e prata... quanto pesariam se calculados em sangue?
Admitir que a Europa, em meio milénio, não conseguiu gerar riquezas suficientes para estes módicos juros, seria admitir o seu absoluto fracasso financeiro e a demência e irracionalidade dos conceitos capitalistas.*Tais questões metafísicas, desde já, não nos inquietam a nós, índios da América. Porém, exigimos a assinatura de uma carta de intenções que enquadre os povos devedores do Velho Continente na obrigação do pagamento da dívida, sob pena de privatização ou conversão da Europa, de forma tal, que seja possível um processo de entrega de terras, como primeira prestação de dívida histórica..."*
Quando terminou seu discurso diante dos chefes de Estado da Comunidade Européia, Guaicaípuro Guatemoc não sabia que estava expondo uma tese de Direito Internacional para determinar a verdadeira Dívida Externa.
COLABORAÇÃO Dna.ROSE POMPEU - MONARQUISTA
sexta-feira, 11 de dezembro de 2009
SACANAGEM E FALTA DE EDUCAÇÃO!!!
Ontem pela manhã, eu dirigia o carro de minha esposa no trecho entre a rotatória da hípica e oa rotatória do Três avenidas, quando ao chegar a faixa de pedestres me deparei com um senhor idoso ja em vias de atravessar a faixa.
Até ai , tudo bem, parei e sinalizei para que o velhinho atravessa-se, e ele simpático, fez sinal com o dedo polegar, assim como os romanos faziam quando absolviam os derrotados na arena do coliseu, que nós interpretamos apenas como " legal", e iniciou a travessia...Quase matei o velho , por que, do mesmo modo como cumpri apenas minha obrigação , a de deixa-lo atravessar a rua, um motorista que estava atráz de mim, alinhado , veja bem , entenda a situação! o carro estava atrás do meu e não ao lado. O sujeito dirigia uma Tuckson de placas EES 9154 prata placas de São Paulo, concessionária Caôa , o sujeito pareceu enfurecido pela minha atitude, em esperar o velho passar!e saiu de de trás do meu carro e avançou pelo lado esquerdo , me ultrapassando e pondo em risco a travessia do velho! num claro sinal de desrespeito, falta de educação, prepotência e vou parara com os adjetivos para não perder a linha e cair nos palavrões! Pois bem, sai dali , muito puto! e segui meu caminho, quem encontro logo mais bem na minha frente? o mesmo bacana da Tuckson! ahahahahaha caneta e papel na mão, anotei até a concessionária do mal educado! Esta está sendo minha vingança, saibam que o motorista que dirigia este carro na quinta feira pela manhã, pode ser qualquer coisa na vida, mas educação, respeito, consideração são adjetivos que não lhe pertencem.
Ah! tem mais o sujeito seguiu em minha frente sem poder ultrapassar ninguém zinho até na frente do McDonalds, quando eu o ultrapassei para entrar na prefeitura! tentei ver sua cara de pau, mas ele esconde sua pobreza de espirito atras de vidros com pelicula escura... só podia mesmo.
quinta-feira, 10 de dezembro de 2009
VERGONHA! 1968 REVIVIDO EM BRASÍLIA
Assistindo as imagens pela tv ontem a noite não pude deixar de relembrar as imagens que assisti, por videos tbm afinal em 68 eu tinha apenas 4 aninhos, dos arquivos da ditadura militar estabelecida no Brasil a partir de 1964! Ocasião em que a cavalaria invadiu o campus da Universidade de São Paulo, partindo para cima dos estudantes da época entre eles ..._ pasmen_ José Dirceu! - mas... perai!? naquele tempo o governo era autoritário e não de esquerda! naqueles dias a Dilma Housef era terrorista, matava militares que se pusessem em contra ponto ao movimento a liberdade que buscavam através de atos ditos subversivos que hoje podemos ver a luz da história e entendemos que eram atitudes justificadas contra a ditadura capitalista de direta que matava, torturava, mutilava pessoas suspeitas e inocentes. Mas hoje a mesma Dilma Houssef é a Ministra Chefe da Casa Civil, de um governo de esquerda, cujo presidente eleito tambem foi preso politico, tbm sofreu nas mãos daquela ditadura! Nossa! parece que estou bêbado?! Outros nomes me surgem a mente: José Genuino - Guerrilha do Araguaia - José Dirceu, Fernando Gabeira e tenho certeza de que se inquerirmos o elenco que governa o Brasil de hj encontraremos diversas outras pessoas que desempenharam importantes pápeis no resgate de nossa democracia que a duras penas foi alcançada!!! Será? ??????????????????????
Meu Deus do céu protegei os estudantes...na reportagem pude ver cavalos atropelando gente , pisoteando, soldados atirando bombas de gás, balas de borracha, cacetetes...porra, que droga, não posso acreditar, mas é verdade.
Eu tenho um filho de apenas 3.4 anos de idade! e Há tempos tenho escrito, desde que ele nasceu, sobre minha vida, minha história , sobre meus pais, para que quando ele se torne adulto saiba um pouco da história do pais através dos olhos de seu próprio pai, e não apenas pelos livros que podem , e geralmente são, tendenciosos.
Agora me parece que a historia se repete! Sinto vergonha, vergonha vergonha...se não podemos confiar na justiça, na esquerda, naqueles em que votamos pra governar o povo! Vamos confiar em quem?
Só Deus mesmo, temos que orar, orar, orar, orar e orar...
Sr. Presidente Luis Inácio da Silva, onde está o senhor agora? O senhor vai permitir que esse canalha que governa o Distrito Federal use a máquina pública militar contra o povo? Não adianta vir com desculpa tipo: " estamos garantindo ao direito da maioria, de ir e vir!"
Por isso se matar um ou ouotro, não importa, importa garantir o Estado de direito...
Vão a merda! Estamos vivendo um mar de lama, lama de esgoto! Corruptos são flagrados sendo pagos com grandes somas em dinheiro vivo e ainda se acham no direto de plena defesa!
O primeiro código de Leis que se tem noticia era oral, chama-se Código de Taleão e foi a partir dele que se originou o primeiro Código escrito era o Codigo de Hamurabi, dele eram caracteristicos os itens como " olho por oho, dente por dente", ou seja os homens primitivos tinha a noção de que as penas deveriam ser proporcionais aso danos para serem válidas!!!
Mas o homem tecnológico dos nossos dias é diferente, se ampara no código de leis herdado dos romanos, para se safar sempre! nossos legisladores fazem leis para se protegerem qudnop tiverem oportunidade de passarem as mãos em algo de um modo ou de outro... nossa preciso me conter ... estou irado!!! definitivamente não era esse mundo, de modo algum, que eu queria para o meu filho.
Brasil.... que vergonha...
segunda-feira, 30 de novembro de 2009
Certidão Eleitoral ELETRÔNICA
Certidão Eleitoral ELETRÔNICA
Você ainda guarda aquelas tirinhas de papel ridículas para comprovar que votou nas últimas eleições?Afinal de contas sem essa comprovação não dá para tirar Passaporte, CTPS, etc. não é mesmo?Pois pode jogar todas as suas tirinhas no lixo!Basta apresentar a Certidão de Quitação Eleitoral que não custa um centavo sequer e que você mesmo imprime em casa.Basta acessar o site abaixo e preencher com os dados que você encontra no seu Título de Eleitor:http://www.tse.gov.br/internet/servicos_eleitor/quitacao_blank.htm
Gostou, né?Então repasse esta dica...
CONTRIBUIÇÃO DO MEU AMIGO NELSON BRIGATTO
Guitarrista Buddy Guy fez dois shows em São Paulo, no HSBC Brasil, e um em Porto Alegre

Buddy Guy se apresenta em São Paulo e Porto Alegre
Folha Online
Folha Online
Divulgação
Considerado o melhor guitarrista de blues vivo, Buddy Guy se apresentou nesta quinta e sexta-feira (26 e 27) no HSBC Brasil (região sul da cidade de São Paulo).
No domingo (29), ele toca em Porto Alegre (RS). O preço dos ingressos varia de R$ 160 a R$ 320.
Com um estilo único e inconfundível, que serviu de inspiração para outro mito da guitarra, Jimi Hendrix, e tantos outros, Guy é considerado um dos maiores expoentes do chamado Chicago Blues, que se tornou famoso por Muddy Waters e Howlin' Wolf.
Em seus mais de 50 discos, o "Damn Right, I've Got the Blues", com participação especial de Eric Clapton, Jeff Beck e Mark Knopfler, ganhou disco de ouro e vendeu 500 mil cópias e lhe rendeu um prêmio Grammy. A consagração veio com "Feels Like Rain" e "Slippin' In", tornando-o um dos maiores gênios do blues de todos os tempos.
Outros sucessos como "Look on Yonder Wall", "Wacht Yoursel", "Cut You Loose" e "Ain't No Sunshine" devem fazer parte do set list da lenda.Buddy Guy se apresenta em São Paulo e Porto Alegre
Navio vertical -

Primeiro c do mundo explorará o fundo do mar
A estação terá 51 metros de altura e contará com uma parte submersa e outra para fora da água30 de novembro de 2009Foto: BBC Brasil
Um arquiteto francês apresentou publicamente o protótipo do que deve ser o primeiro navio vertical do mundo e que deve possibilitar ao homem uma nova maneira de explorar o fundo do mar. Jacques Rougerie, de 64 anos, diz que sua invenção, uma estação oceanográfica batizada de SeaOrbiter, será realidade "em um futuro próximo".
Ele afirma já ter metade dos 35 milhões de euros necessários para a construção da estrutura, que, ao contrário das atuais estações submarinas, será móvel e poderá navegar pelos oceanos.
"Atualmente, os oceanógrafos só podem mergulhar por curtos períodos de tempo e depois têm de ser trazidos para a superfície. É como se fossem levados para a Amazônia e depois tirados de lá em um espaço de uma hora", comparou. "O SeaOrbiter vai oferecer uma presença móvel permanente com uma janela para tudo o que está abaixo da superfície do mar."
PlataformasSegundo o projeto de Rougerie, a estação terá 51 metros de altura e contará com uma parte submersa e outra para fora da água. Equipamentos de navegação e comunicação ficarão acima da superfície, juntamente com uma plataforma de observação.
Os cientistas viverão debaixo d'água e haverá uma plataforma pressurizada de onde mergulhadores poderão partir em missão. O projeto conta ainda com a consultoria de Jean-Loup Chrétien, o primeiro astronauta da França, que está envolvido no design da estação.
O sistema anti-colisão da estrutura é baseado no que é atualmente utilizado na Estação Espacial Internacional. Rougerie, que dirige um carro-anfíbio, vive e trabalha em um barco e já passou 70 dias em uma expedição submarina, disse que as chances de o SeaOrbiter ser realmente construído "são de 90%".
Um grande estaleiro francês já assinou sua participação no projeto, que também ganhou o apoio do presidente francês, Nicolas Sarkozy.
quinta-feira, 19 de novembro de 2009
HINO À BANDEIRA
HINO À BANDEIRA
Salve lindo pendão da esperança!
Salve símbolo augusto da paz!
Tua nobre presença à lembrança
A grandeza da Pátria nos traz.
Recebe o afeto que se encerra em nosso peito varonil,
Querido símbolo da terra,
Da amada terra do Brasil!
Em teu seio formoso retratas
Este céu de puríssimo azul,
A verdura sem par destas matas,
E o esplendor do Cruzeiro do Sul.
Recebe o afeto que se encerra
Em nosso peito varonil,
Querido símbolo da terra,
Da amada terra do Brasil!
Contemplando o teu vulto sagrado,
Compreendemos o nosso dever,
E o Brasil por seus filhos amados, poderoso e feliz há de ser!
Recebe o afeto que se encerra Em nosso peito varonil,
Querido símbolo da terra,
Da amada terra do Brasil!
Sobre a imensa Nação Brasileira,
Nos momentos de festa ou de dor,
Paira sempre sagrada bandeira
Pavilhão da justiça e do amor!
Recebe o afeto que se encerra
Em nosso peito varonil,
Querido símbolo da terra,
Da amada terra do Brasil!
DIA DA BANDEIRA
A Bandeira Nacional, símbolo augusto de nossa Pátria, foi adotada conforme Decreto no 4 de 19 de novembro de 1889, após o Brasil passar a adotar o regime de governo republicano. Não obstante a apresentação de projetos contendo mudanças radicais na antiga bandeira do Império – desenhada pelo francês Jean Baptiste Debret – venceu o bom senso e a tradição, sendo aceita a proposta de Teixeira Mendes, chefe da Igreja Positivista do Brasil, que manteve as cores verde e amarela e ressaltou ao justificar seu projeto que o novo símbolo correspondia a tudo quanto o antigo (do império) tinha de essencial – “Ele lembra, naturalmente, a fase do Brasil-colônia nas cores azul e branco que matizam a esfera, ao mesmo tempo que esta recorda o período do Brasil-reino por trazer à memória a esfera armilar. Desperta a lembrança da fé religiosa dos nossos antepassados e o descobrimento desta parte da América, não por meio de um sinal [...] mas por meio de uma constelação, cuja imagem só pode fomentar a mais vasta fraternidade”. Ficou a Bandeira representada por um losango amarelo em campo verde, tendo no meio a esfera azul-celeste, atravessada por uma zona branca em sentido oblíquo descendo da esquerda para direita com a legenda –“Ordem e Progresso”– inspirada no lema positivista: “o amor por princípio, a ordem por base e o progresso por fim”. Dentro da esfera está representado o céu da cidade do Rio de Janeiro, com a Constelação do Cruzeiro do Sul, correspondendo ao aspecto do céu às 8:30 horas do dia 15 de novembro de 1889, dia da Proclamação da República.
Os homens do mar têm no culto à Bandeira a mais rica das tradições navais. É em frente ao Pavilhão Nacional que todos nós, ao abraçarmos a carreira militar, juramos solenemente honrar e defender à pátria com o sacrifício da própria vida. Seja nas mais distantes organizações militares assim como em todos os navios da Armada, a Bandeira Nacional é reverenciada diariamente no cerimonial de içamento pela manhã e arriamento ao por do sol, em uníssono e com o sentimento de profundo respeito.
Em todo ou qualquer lugar do mundo em que se fizer presente a Marinha brasileira, seja com nossos meios navais ou com a presença dos Fuzileiros Navais, lá estará tremulando em local de destaque, a Bandeira do Brasil. Ela representa para todos nós, soldados marinheiros, o símbolo máximo de nossa nacionalidade e o mais brilhante farol que nos encoraja arrostar grandes desafios e transpor as mais variadas dificuldades, visando sempre aprimorar o continuado trabalho em prol da defesa e do desenvolvimento de nossa pátria.
A Cerimônia do Dia da Bandeira, onde reverenciamos em todo Brasil o símbolo máximo de nossa pátria, também é um momento oportuno para renovarmos o compromisso assumido com o Brasil, assim como a esperança de que com trabalho, dedicação e amor, iremos ajudar a construir um futuro cada vez mais próspero para nossa nação.
Os homens do mar têm no culto à Bandeira a mais rica das tradições navais. É em frente ao Pavilhão Nacional que todos nós, ao abraçarmos a carreira militar, juramos solenemente honrar e defender à pátria com o sacrifício da própria vida. Seja nas mais distantes organizações militares assim como em todos os navios da Armada, a Bandeira Nacional é reverenciada diariamente no cerimonial de içamento pela manhã e arriamento ao por do sol, em uníssono e com o sentimento de profundo respeito.
Em todo ou qualquer lugar do mundo em que se fizer presente a Marinha brasileira, seja com nossos meios navais ou com a presença dos Fuzileiros Navais, lá estará tremulando em local de destaque, a Bandeira do Brasil. Ela representa para todos nós, soldados marinheiros, o símbolo máximo de nossa nacionalidade e o mais brilhante farol que nos encoraja arrostar grandes desafios e transpor as mais variadas dificuldades, visando sempre aprimorar o continuado trabalho em prol da defesa e do desenvolvimento de nossa pátria.
A Cerimônia do Dia da Bandeira, onde reverenciamos em todo Brasil o símbolo máximo de nossa pátria, também é um momento oportuno para renovarmos o compromisso assumido com o Brasil, assim como a esperança de que com trabalho, dedicação e amor, iremos ajudar a construir um futuro cada vez mais próspero para nossa nação.
Fontes de Consulta:
OS SÍMBOLOS NACIONAIS. Presidência da República, Brasília
TRADIÇÕES DO MAR ( USOS, COSTUMES E LINGUAGENS). Serviço de Relações Públicas da Marinha, Brasília- DF, 1987
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