terça-feira, 15 de junho de 2010

14 jun. 1501

O contato de Américo Vespúcio com Gaspar resultou na elaboração, por parte do novo aventureiro, de uma carta de aproximadamente 10 páginas, a qual foi destinada a Lorenzo de Médici, datando-a de 14 de junho de 1501. Em 15 de junho Vespúcio segue rumo ao ...O contato de Américo Vespúcio com Gaspar resultou na elaboração, por parte do novo aventureiro, de uma carta de aproximadamente 10 páginas, a qual foi destinada a Lorenzo de Médici, datando-a de 14 de junho de 1501. Em 15 de junho Vespúcio segue rumo ao Brasil, sob comando de Gonçalo Coelho, a esquadra era formada por três caravelas. De acordo com Ricardo Fontana, um dedicado estudioso do assunto, a partir deste momento, o desejo de novas aventuras começara efetivamente ...

Américo Vespúcio (1454-1512)

O nome da América é uma homenagem ao mercador e navegador italiano Américo Vespúcio, primeiro a constatar que as recém-descobertas terras do Novo Mundo constituíam um continente e não parte da Ásia. Vespúcio, cujo nome italiano era Amerigo Vespucci, nasceu em Florença em 1454. Filho de um notário, recebeu educação humanística na Itália e na França, onde aprofundou os estudos de geografia, astronomia e cosmografia. De volta a Florença, entrou para o serviço da família Medici, que em 1491 o enviou a Sevilha, Espanha, como ajudante de Giannotto Berardi, importante armador e fornecedor dos navios de Cristóvão Colombo. Em 1496, após a morte de Berardi, Vespúcio assumiu a direção da firma, e mais tarde, sem dúvida estimulado por seu contato com Colombo e outros navegantes, decidiu participar pessoalmente das viagens de exploração às Índias. A determinação do número de viagens que Vespúcio fez à América constitui objeto de polêmica histórica, devido a contradições significativas entre os dois conjuntos de documentos existentes a respeito: uma carta de Vespúcio ao magistrado veneziano Piero Soderini, conhecida apenas por sua edição italiana de Florença (1505) e por duas versões latinas -- Mundus novus (Novo Mundo) e Quattuor Americi navigationes (Quatro viagens de Américo), menciona quatro viagens; já três cartas escritas pelo próprio Vespúcio aos Medici, são citadas apenas duas. A primeira viagem de Vespúcio, posta em dúvida por muitos historiadores e negada totalmente por outros, teria começado em Cádiz, em 1497, e a volta teria ocorrido em 1498. Não há dúvida, porém, de que Vespúcio partiu em maio de 1499 de Cádiz no comando, ao lado de Alonso de Ojeda e Juan de la Cosa, de uma frota espanhola de quatro navios, que pretendia seguir a rota da terceira viagem de Colombo. Quando chegou ao local onde mais tarde seria a Guiana, Vespúcio, que parece ter se separado de Ojeda, rumou para o sul pela costa do Brasil. Avistou o estuário do Amazonas e alcançou o cabo de Santo Agostinho, em Pernambuco. Voltou para o norte, explorou a desembocadura do Orinoco e a ilha de Trindade e chegou à Espanha em junho de 1500. Convencido até então de ter percorrido a península do extremo leste da Ásia descrita por Ptolomeu, Vespúcio conseguiu que o rei D. Manuel I de Portugal financiasse nova expedição em busca de uma passagem para os mares da China. Nessa segunda viagem, de importância fundamental, o navegador italiano partiu de Lisboa no dia 13 de maio de 1501, chegou ao cabo Santo Agostinho no final do mesmo ano, desceu ao largo do litoral do Brasil, avistou a baía de Guanabara e ultrapassou o estuário do rio da Prata, que foi o primeiro europeu a registrar, e alcançou a costa meridional da Patagônia. Essa circunstância convenceu-o de que havia percorrido a costa de um novo continente, pois seria impossível que a suposta península asiática se prolongasse de tal forma para o sul. Chegou de volta a Lisboa a 22 de julho de 1502, em rota desconhecida, e divulgou a notícia na Europa. Em sua suposta quarta viagem, Vespúcio teria partido de Lisboa em 1503, na expedição chefiada por Gonçalo Coelho, e voltado em 1504. Embora essa viagem seja duvidosa, é certo que em 1505 entrou de novo para o serviço da coroa espanhola e não viajou mais. A partir de 1508 ocupou em Sevilha o importante posto de piloto-mor da corte espanhola. Ajudou a preparar o mapa oficial das novas terras e das rotas marítimas a partir dos dados fornecidos pelas expedições. O primeiro a sugerir, em honra de Vespúcio, a designação de América para o novo continente foi o humanista alemão Martin Waldseemüller, que em 1507 reeditou as Quattuor Americi navigationes, precedidas do panfleto de sua autoria Cosmographiae introductio. Apesar do êxito final da idéia, a posterior detecção de contradições nos textos atribuídos a Vespúcio gerou, sobretudo por parte de historiadores portugueses e espanhóis, a acusação de que somente havia usurpado os méritos de outros navegantes. Os diários de bordo de Vespúcio e o mapa que fez do litoral por ele descoberto desapareceram, mas permaneceram alguns mapas, além do de Waldseemüller, originados direta ou indiretamente de seu trabalho. Vespúcio morreu em Sevilha em 1512.

segunda-feira, 14 de junho de 2010

IMAGEM DO DIA - SEM LEGENDAS

O dia 14 de junho na história

segunda-feira, 14 de junho de 2010


1804 - O governador Paulo da Gama, em memorial dirigido ao Visconde de Anadia, pede a nomeação de um juiz letrado para a Vila do Rio Grande de São Pedro.

1810 - Previsão do Conde de Linhares sobre a exploração dos terrenos auríferos do Rio Grande de São Pedro.

1869 - Posse do 38 presidente da Província, dr. João Sertório.

1883 - Instalação da Companhia de Seguros Terrestres Porto-Alegrense, organizada por Antônio José Gonçalves Mostardeiro.

1901 - Início de quebra-quebra de Bondes no RJ, com duração de seis dias, destruindo 26 veículos e derrubando o aumento de tarifas.

1928 - Nasce em Rosário, na República de Santa Fé, na Argentina, Ernesto "Che" Guevara, herói da revolução cubana.

1940 - Segunda Guerra Mundial: entrada do Exército alemão em Paris.

1969 - Morre a atriz Cacilda Becker, após sofrer um derrame durante a encenação da peça "Esperando Godot", acompanhada de seu marido, Walmor Chagas, em São Paulo.










1982 - Guerra das Malvinas: o Exército argentino se rende perante as forças britânicas em Puerto Argentino (Port Stanley). O presidente da Argentina, general Leopoldo Fortunato Galtieri, é destituído do cargo.

1986 - Morre Jorge Luís Borges, escritor argentino.

quinta-feira, 10 de junho de 2010

Chevrolet Hall

All You Need Is Love e Orquestra - Rock

Dia 16/07 - Sex
Horário: às 22h30
Preço: R$60,00 a R$320,00 - $$$$

Chevrolet Hall

Av. Nossa Senhora do Carmo - 230
Savassi
Fone: 3209-8989 ou 2191-5700

A banda brasileira faz show em homenagem aos 50 anos da formação dos Beatles, e aposta em um figurino original, com um amplo repertório - acompanhado de uma orquestra -, além de reproduzir os diálogos de palco do grupo de Liverpool.
Os integrantes do All you Need Is Love já tocaram no lendário estúdio de Abbey Road, além de terem realizado apresentações no Cavern Club. O grupo é formado por Andro Peretto (John Lennon), César Kiles (Paul McCartney), Thomas Arques (George Harrison), Renato Almeida (Ringo Starr) e Anselmo Ubiratan (George Martin).

Livro - NELSON MOTTA



Um elenco de estrelas numa trama de sucessos e fracassos, de lágrimas e gargalhadas, entre sexo, drogas e MPB. Nelson Motta acompanhou e viveu intensamente cada momento da música brasileira de 1958 a 1992, do surgimento da bossa nova ao rock Brasil. Em Noites Tropicais, suas memórias musicais, há tanto esperadas, ele conta essa história, recheada de episódios apaixonantes. São 464 páginas, com 63 fotos e sofisticado projeto gráfico do designer Luiz Stein. Compositor, produtor e diretor artístico, crítico musical e revelador de novos talentos, Nelsinho, com seu texto envolvente, faz do leitor um entusiasmado participante deste arrebatador enredo, que acompanhamos da platéia, e agora, com seu livro, passamos a conhecer também pelo ângulo dos bastidores.
Foi no apartamento em que morava com os pais na rua Paissandu, no Rio de Janeiro, que Nelson conheceu a turma da bossa nova. Tinha 16 anos. Ronaldo Bôscoli, o "Véio", e sua namorada Nara Leão, Johnny Alf, Roberto Menescal e Alaíde Costa eram alguns que freqüentavam essas festinhas musicais. Começava aí, para a surpresa do adolescente, que até então não gostava de música, uma vida nova, em boa parte fundada na paixão avassaladora por João Gilberto, que viu e ouviu de perto pela primeira vez, totalmente hipnotizado, no apartamento de seu avô, em Copacabana.
Daí por diante, a música passou a ser alimento e ar para Nelson. Criando canções (como Saveiros, em parceria com Dory Caymmi, Dancing Days, com Ruban Barra e Como uma Onda, com Lulu Santos); escrevendo em revistas e jornais (foi o título "Cruzada tropicalista", em sua coluna "Roda Viva", no jornal Última Hora, que inspirou o nome do movimento de Caetano e Gil); participando em programas na televisão; produzindo discos; lançando novos nomes (como as Frenéticas e Marisa Monte); criando casas noturnas que marcaram época (como Frenetic Dancing Days, Noites Cariocas e Tropicana), Nelson acompanhou de dentro, lance a lance, o surgimento da bossa nova, jovem guarda, os festivais da canção, tropicalismo, MPB, discoteca e rock. Num meio em que, muitas vezes, dominam divergências e rivalidades, circulou - e circula - sempre muito à vontade, avesso às pequenas e grandes desavenças.

Editora: Objetiva
Autor: NELSON MOTTA
ISBN: 8573022922
Origem: Nacional
Ano: 2000
Edição: 1
Número de páginas: 461
Acabamento: Brochura
Formato: Médio
Valor Aproximado: R$ 50,00

Blues na fronteira

Blues na fronteira
Felipe Cazaux: um dos nomes mais destacados da cena blueseira do Estado lança hoje "Good days have come"

NATALIA KATAOKA 10/6/2010


O guitarrista Felipe Cazaux caminha em direção ao rock em seu segundo álbum solo. "Good days have come" tem produção de Regis Damasceno (Cidadão Instigado)

Ainda que seja incorreto nomear um fonte única de onde teria se originado o rock, é ponto pacífico entre os conhecedores que, dos gêneros anteriores, que mais lhe cedeu elementos foi o blues. Boa parte das bandas de rock inglesas surgidas nos anos 60 (o que vai dos Rolling Stones ao Led Zeppelin, passando por Cream e Jethro Tull) foi formada por garotos que queria tocar blues e que, a ousadia adolescente, lançou ao desafio de cultivar um novo e amaldiçoado ritmo.

Desse rock que queria ser blues saíram alguns dos momentos mais memoráveis do gênero. A fronteira do blues e do rock tornou-se um campo sagrado, que exigia firmeza de quem por ali se aventurasse, com promessa de delícias ao longo da permanência. Eis uma imagem que pode servir de comentário a "Good days have come", segundo álbum solo do guitarrista Felipe Cazaux, um dos principais nomes da cena de blues local.

O bluesman, paulista radicado no Ceará, tem outros dois discos: "Looking for Trouble?!" (2004, independente), a estreia, ainda com a Double Blues Band; e "Help the Dog!" (2007, Blues Time Records), primeiro solo. Entre este e "Good days have come", o guitarrista cresceu na cena, deu melhor acabamento a sua identidade musical e tocou com músicos de destaque do blues e do metal(!).

Com a Double Blues Band, Cazaux já tocava um blues que flertava com o rock, sobretudo no inusitado peso extra das guitarras no disco da banda. Solo, parece ter minimizado elementos mais estritamente blueseiros. No segundo álbum, a guitarra se aproxima do ponto preciso onde blues e rock tornam-se indistinguíveis - e, aí, abre-se o caminho para sonoridades mais pop, que tiram o CD de um possível gueto blueseiro. O resultado deste deslocamento é o melhor álbum de Felipe Cazaux.

Fúria e lágrimas
O lado melancólico do blues (que, aliás, é aquele que dá o nome ao gênero) é colocado de lado em "Good days have come". Há, em seu lugar, certa fúria. Esta se faz presente já nos primeiros acordes de guitarra da faixa-título, a mesma que batiza o disco. Depois da abertura da bateria, a guitarra de Cazaux explode encorpada e crua. Desde já, uma boa opção para abrir os shows do músico.

"The blues never lie" segue vertende semelhante. Hardblues, com destaque a um solo que remete aos bons serviços prestados pelo esquecido Mick Taylor na melhor fase dos Rolling Stones. Em "Never forget", com levada blues e refrão grudento, destaque para a gaitade Vasco Faé.

Canção que certamente ficará é a tristíssima "Made of gold", que na mixagem deu à voz de Cazaux algo de fantasmagórico, como se gravada há décadas. É a melhor canção de um disco de média já elevada. A outra faixa melancólica é "Bad dreams", um bom blues, mais tradicional, mas sem grande destaque entre as demais músicas do álbum. Ainda merecem destaque "Then I´ll do", que parece roubada do repertório do Grateful Dead, e "Hei Mr.", com seu paredão de guitarra e baixo distorcidos.

BLUES
" Good days have come"
Felipe Cazaux
R$ 10,00
10 faixas
2010
Blues Times Records

Lançamento às 19 horas, no Mercado dos Pinhões (Praça Visconde de Pelotas - Centro). Gratuito. 20% do valor arrecadado com a venda dos discos será doado à ONG São Lázaro, entidade de proteção aos animais). Contato: (85) 3105.1490

Fonte: DELLANO RIOS - REPÓRTER

terça-feira, 8 de junho de 2010

PENSAMENTO DA TERÇA FEIRA 08 06 10

"A humanidade tem dupla moral: uma que prega mas não pratica, outra que pratica mas não prega".
Bertrand Russell (1872-1970),
sociólogo,filósofo e
matemático inglês.

CAMARADA - DEFINIÇÃO DA PALAVRA

CAMARADA


Classificação morfossintática:
- [camaradar] verbo presente do indicativo 3a pes singular .
- [camaradar] verbo imperativo 2a pes singular .
- [camarada] substantivo masc singular .
- [camarada] substantivo fem singular .
- [camarada] adjetivo masc singular .
- [camarada] adjetivo fem singular .
Sinônimos: amigo .
Antônimos: inimigo .
Palavras relacionadas: parceiro colega legal .


Camarada

Enviado por Dicionário inFormal (SP) em 03-10-2006.

Amigo, parceiro, colega. Pessoa de confiança.

Ele é o mais camarada da turma, sempre empresta a casa pra gente fazer festas!

segunda-feira, 7 de junho de 2010



Ilhas de Calor
Como mitigar zonas de calor em áreas urbanas
Autor(a): Lisa Gartland

Editora: Oficina de Textos
ISBN: 9788586238994
Idioma: Português
Encadernação: Brochura
248 p. - 18x25cm - 1ª edição, 2010



Mais de 75% da população mundial vive em áreas urbanas e suburbanas, afetadas diretamente pelas ilhas de calor: um calor armazenado pelas construções, que não se dissipa, e pode aumentar a temperatura em até 7ºC em comparação às regiões ao seu redor. Responsáveis por uma sensação de desconforto, as ilhas de calor também agravam questões de saúde, em decorrência do aumento da poluição do ar e falta de sombra. Os custos elevados com maior consumo de energia são outros reflexos do problema, pagos diretamente pela população.

Ilhas de calor: como mitigar zonas de calor em áreas urbanas explica como se formam as ilhas de calor, quais seus efeitos negativos e como reduzir seus impactos por meio de intervenções práticas, como o emprego de coberturas e pavimentos frescos e o resfriamento pelo uso de árvores e outras vegetações. Além disso, o livro apresenta um plano de ação para que comunidades ponham em prática essas e outras formas de mitigar os efeitos das ilhas de calor e obtenham uma maior qualidade de vida.

Ferramenta fundamental para climatologistas, engenheiros, arquitetos, pesquisadores e estudantes da área por sua forma acessível, com exemplos práticos e conceitos teóricos precisos, que servem de referência para qualquer interessado em encontrar soluções para um problema urbanístico e ambiental sério e atual.

Companheiro

Companheiro 1

Enviado por Fernando Galindo Ortega (SP) em 18-04-2010.


Segundo José Castellani, "A palavra Companheiro é de origem latina.
O seu significado tem provocado controvérsias quanto à sua etimologia, pois alguns autores sustentam que ela seria derivada da preposição cum = com e do verbo ativo e neutro pango (is, panxi, actum, angere) = pregar, cravar, plantar, traçar sobre a cera e --- no sentido figurado --- escrever, compor, celebrar, cantar, prometer, contratar, confirmar.
Neste caso, especificamente, pango teria o sentido de contrato, promessa, confirmação, fazendo com que a expressão cum pango --- que teria dado origem à palavra Companheiro --- signifique com contrato , com promessa , envolvendo um solene compromisso, que teria orientado as atividades das companhias religiosas e profissionais da Idade Média e do período renascentista.
A origem mais aceita, todavia, é outra: o termo Companheiro é derivado da expressão cum panis, onde cum é a preposição com e panis é o substantivo masculino pão, o que lhe dá o significado de participantes do mesmo pão.
Isso dá a idéia de uma convivência tão íntima e profunda entre duas ou mais pessoas, aponto destas participarem do mesmo pão, para o seu nutrimento.
Essa origem, evidentemente, deve ser considerada nos idiomas derivados do latim: compañero (castelhano), compagno (italiano), compagnon (francês), companheiro (português).
A Enciclopédia Larousse, editada em Paris, por exemplo, registra o seguinte, em relação aos vocábulos compagnon e compagnonnage:
Compagnon - n.m. (du lat. cum = avec, et panis = pain) --- Celui que participe à la vie, aux occupations d’un autre: compagnon d’études. Membre d’une association de compagnonnage. Ouvrier. Ouvrier qui travaille pour un entrepreneur (par opos a patron).
Compagnonnage - n.m. --- Association entre ouvriers d’une même profession à des fins d’instruction professionelle et d’assistence mutuelle. Temps pendant lequel l’ouvrier sorti d’apprentissage travaillait comme compagnon chez son patron. Qualité de compagnon.
Ou seja:
Companheiro - substantivo masculino (do latim cum = com, e panis = pão) --- Aquele que participa, constantemente, das ocupações do outro: condiscípulo, companheiro de estudos. Membro de uma associação de companheirismo. Operário que trabalha para um empreiteiro".


Do livro: “Cartilha do Grau de companheiro”
Editora A Trolha – 1998
José Castellani



Companheiro 2


Enviado por Pedro (SP) em 03-11-2008. 21

Do latin "cum panis"; aquele com quem dividimos o pão. Aquele que confiamos o suficiente para sentar-lo em nossa mesa e dividir nossas idéias, vitórias, derrotas ou um simples pedaço de pão.

Amigos(as), namorada(o), esposa, marido.

A ameaça da gripe A foi ou não exagerada sob pressão dos laboratórios farmacêuticos?

A ameaça da gripe A foi ou não exagerada sob pressão dos laboratórios farmacêuticos?
O Conselho da Europa tenta determinar a autenticidade das acusações contra a Organização Mundial de Saúde (OMS) proferidas por um especialista alemão e alguns jornais.

Numa audição pública do Conselho da Europa, a OMS defendeu-se. O conselheiro especial da OMS para as pandemias de gripe, Keiji Fukuda, afirmou: “Qualificar a pandemia de falsa significa ignorar a história moderna e a ciência, minimizar a morte de catorze mil pessoas e as graves infecções registadas por outras. Deixem-se declarar oficialmente: as políticas, recomendações e respostas dadas à pandemia gripal por parte da OMS não foram influenciadas pela indústria farmacêutica”.

Na origem da audição esteve o epidemiologista alemão Wolfgang Wodarg, que acusa os laboratórios de terem incitado os sistemas de saúde a desperdiçarem dinheiro com uma vacina ineficaz: “Temos de defender os interesses dos sistemas de saúde e vimos que milhões de pessoas foram vacinadas desnecessariamente. Foram provocados danos às pessoas com o objectivo de ganhar dinheiro. Não podemos tolerar uma tal acção por parte de uma instituição importante como a OMS”.

A audição é o exemplo da polémica que se gerou em vários países europeus, que face aos elevados défices públicos, tentam anular as encomendas ou vender os “stocks” de vacinas.

Em todo o mundo foram administradas 175 milhões de vacinas contra a gripe A. O número de mortos ronda os 14 mil, ou seja, menos do que as vítimas da gripe sazonal.>


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Gripe A - H1N1 07 06 2010

Gripe A - H1N1

Conselho da Europa critica forma como OMS geriu gripe A
O Conselho da Europa critica fortemente a forma como a Organização Mundial da Saúde (OMS) geriu a pandemia da gripe A/H1N1, que aliás considera nunca ter sido uma pandemia.
Falta de transparência, desperdício de dinheiros públicos e incitação injustificada ao medo são algumas das acusações apontadas no relatório aprovado esta tarde.
A correspondente da Antena 1 em Estrasburgo, jornalista Fernanda Gabriel, revela mais pormenores.

2010-06-04 23:02:53
Fonte:


Fonte: http://tv1.rtp.pt/noticias/index.php?headline=46&visual=9&tm=35&t=Conselho-da-Europa-critica-forma-como-OMS-geriu-gripe-A.rtp&article=350094

Gripe A - H1N1

Gripe A - H1N1

Gripe A H1N1 alastra na Europa

Só nas últimas 24 horas a União Europeia detectou 63 novos casos de Gripe A H1N1.
A maioria são no Reino Unido, sendo que na Holanda foram detectados quatro novos casos e na Bélgica um.

2009-06-07 09:59:41

Super-Heróis - Raul Seixas - 07 / 06 / 2010

Super-Heróis - Raul Seixas

Composição: Raul Seixas e Paulo Coelho

Hoje é segunda-feira e decretamos feriado
Chamei Dom Paulo Coelho e saímos lado e lado
Lá na esquina da Augusta quando cruza com
a Ouvidor
Não é que eu vi o Sílvio Santos(2x)
Sorrindo aquele riso franco e puro para um filme
de terror
Como é que eu posso ler se eu não consigo
concentrar minha atenção
Se o que me preocupa no banheiro, ou no trabalho
é a seleção
(Vê se tem Kung Fu aí em outra estação)

Já na outra esquina
Dei três vivas ao rei Faiçal
O povo confundiu pensando que era o carnaval
Então eu disse a Dom Paulete: eu conheço aquele ali
Não é possível, dom Raulzito(2x)
Quem que no Brasil não reconhece o grande
trunfo do xadrez
Saí pela tangente disfarçando uma possível
estupidez
Corri para um cantinho pra dali sacar o lance de
mansinho
(adivinha quem era? Mequinho!)

Lá em Nova York todo mundo é feliz
Vi o Marlon dançando o último tango de Paris
Pedi cerveja e convenci o garçom do botequim
A não pagar o tal do casco
Ele aceitou pois sou um astro!
E duma cobertura no Leblon
Pelé acena dando aquela
Enquanto o povo embaixo grita: É o Rei,
Pelé despenca da janela
É quando, a 120, o Fittipaldi passa e quem ele
atropela
(Meu Deus! Mequinho no chão, mais três velas)

Vamos dar viva aos grandes heróis
Vamos em frente, bravos cowboys
Avante! Avante! Super-Heróis
Ai-oh Silver!
Shazan

Yardbirds e Magic Slim



Yardbirds e Magic Slim no festival Douro Blues


por Lusa Hoje





The Yardbirds, banda famosa por onde passaram Eric Clapton, Jeff Beck e Jimmy Page, e o veterano Magic Slim são os cabeças de cartaz do festival Douro Blues, marcado para 2 e 3 de Julho em Gaia.


Em comunicado, o Pelouro da Cultura da Câmara de Gaia refere que a quinta edição do Douro Blues vai decorrer no Teatro d'Avenida e terá mais dois concertos, dos norte-americanos Sherman Robertson e Mable John.

Sherman Robertson é considerado "um dos mais novos expoentes do zydeco, hard-swinging Texas electric blues, R&B e Louisiana Blues", refere a autarquia.

Tal como Magic Slim, já com 72 anos, Mable John é "uma veterana cuja carreira, de 40 anos, se cruzou frequentemente e de forma continuada com alguns dos maiores nomes dos blues a nível mundial, como Ray Charles, Billy Holliday, B.B. King e David Newman".

Morte de Tiradentes tem contestação!

  INCONFIDÊNCIA MINEIRA Para historiador, ladrão teria assumido identidade em troca de dinheiro Morte de Tiradentes tem contestação São Paul...